Infantaria

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Grito infante sobre a morte vindo
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Rangers americanos sobre loucura, um alerta aos sãos
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General com síndrome da insanidade infante sobre sobre Infantaria
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Infante sobre Infantaria
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Infante sobre Infante
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Severino sobre Infante

Exército da Prússia, 1745. Exemplo clássico da "insanidade infante": soldados formam linha para ficar mais fácil de ser acertados.

Infantaria, do latim ifans, que deu origem ao termo Infante, curiosamente a mesma palavra que deu origem a infância. Infans quer dizer "aquele que não entende o significado da palavra “latim” e nunca vai entender que direita volver se faz pela direita e não pela esquerda”.

É a principal e mais antiga arma do Exército, o mais obsoleto de todos os braços armados; não é de se surpreender que sejam formadas pelos homens mais quadrados e retrógrados possíveis. É a que conta com maior efetivo, ou seja contingente.

Infante da infantaria leve com seu leve equipamento tentando se equilibrar no eixo de progressão!

No seu próprio conceito, os infantes se definem como "soldados másculos que podem combater em todos os tipos de terreno, sob quaisquer condições meteorológicas, abaixo de qualquer ataque, pronto para qualquer missão", e gostam de se referir como a mais importante arma das Forças Armadas sobre o argumento de "nenhuma vitória é válida sem a conquista do terreno, você pode perder o mar, e o céu, mas o território terrestre nunca". Mas a verdade é que o infante nasce burro, não aprende nada no treinamento e esquece a metade durante o combate.

Considerada a arma com táticas mais difíceis que existe, pois sua principal missão é: cerrar sobre o inimigo e destruí-lo empregando fogo e movimento. Essa é a maior dificuldade do infante, pois primeiro é preciso explicar a diferença entre “serrar” e “cerrar” para o infante. E mesmo depois de três meses de instrução sobre o assunto ainda é possível encontrar infantes no campo de batalha com serrotes na mochila.

A próxima dificuldade é o fogo e movimento. Muitos infantes não conseguem decorar esses dois procedimentos. Alguns só movimentam outros só fazem fogo, e a maioria não faz nenhum dos dois, pois não sabem o que é “fogo”, muito menos “movimento”. Outra duvida do infante é com relação ao fuzil. A primeira duvida é logo na seleção. O recruta tem duvida se é preciso comprar um fuzil ou se o exército vai fornecer. Já na fase de treinamento, a sequencia de alimentar, carregar, destravar e disparar a arma é algo mais difícil para o infante que fazer gargarejo debruço, ou aprender japonês na língua do P.

No dia a dia do quartel o infante também passa por dificuldades que militares de outras armas não passam. A primeira é aprender que o sentido correto de se varrer uma escada é para baixo e não para cima.

Só então, depois de dez meses de exaustivos treinamentos, o infante esta apto a aprender rastejar.

A Infantaria moderna segue uma organização descendente que divide as tropas de infantes agrupando-os em unidades chamadas de divisões, brigadas, regimentos, batalhões, companhias, pelotões, grupos, subclasse e filo. Cada com um número menor que o outro de idiotas devidamente doutrinados nas ideias imbecis de seu soberano. A Infantaria também é chamada de arma heroica.[1]

História[editar]

Legião Romana, cores berrantes para achar os soldados mais fácil nas fugas

A infantaria com seus combatentes, os infantes, sempre fora a principal força combativa de um exército. Uma notável exceção foram as sociedades nômades, com um bom-senso plenamente desenvolvido, não à tôa delas surgiram líderes militares como: Átila, o huno ou Genghis Kahn, o mongol; que lutavam basicamente com soldados montados a cavalo. O período clássico da Infantaria, teve sua ascensão nos combatentes gregos e romanos, que lutavam em grupos compactos, armados de espadas e lanças e protegidos por couraças e elmos metálicos. Tempos onde ainda haviam gênios infantes, como: o cartagianês Aníbal Barca, o espartano Leônidas e algumas dúzias de generais romanos como Julio Cézar. Mas a principal característica atemporal das infantarias é a Síndrome da Insanidade Infante, um exemplo ainda neste período é as legiões romanas. Uma legião era dividida em 10 coortes, por sua vez divididas em um número X de centúrias, que eram compostas por cerca de 100 homens cada. Todos números múltiplos de 10. Nisso surgiu a prática de "dizimar", os generais romanos quando terminavam a batalha recontavam seus soldados, se o número final não fosse decimal, eles executavam o excesso, pra não ter azar.

Com o surgimento das armas de fogo, a SII passou a ter manifestação diferente, empregava-se linhas contínuas de atiradores, lado a lado que se contrapunham à outra linha, em frente, do inimigo, de forma que tanto um como outro pude-se se acertar livremente. Desta forma, qualquer estúpido, caolho, míope, poderia atingir o seu alvo. Nas Guerras seguintes, os infantes deixaram de atuar somente em linha e passaram a cavar trincheiras para a proteção. A Primeira Guerra Mundial ficou conhecida como a “guerra das trincheiras”. Uma evolução da espécie infante? Não, pois, mesmo com o poder de fogo da artilharia e das metralhadoras, tendo notável evolução tecnológica, essa espécie humana mantinha seu instinto insano de lançar-se em campo aberto, maioria das vezes plano, na direção da trincheira inimiga, à mira de snipers, metralhadoras e artilharias. Não à tôa, foi a guerra mais violenta.

Soldados americanos na Segunda Guerra Mundial. Dos soldados da foto, nenhum sobreviveu...

Durante a Primeira Guerra Mundial, os carros de combate foram chamados de “tanques”, para enganar os infantes. Os infantes acham mesmo que os “tanques” eram só para tomar banho. Outras invenções tenebrosas do sadomasoquista ser humano passarem a ter um papel importante nas grandes ofensivas. Porém a infantaria ainda era a mais numerosa das armas e responsável pela ocupação e manutenção do terreno tomado do inimigo, e também era o principal alvo de todas as invenções mencionadas acima, diga-se, os otários esperavam serem atacados. Ao ser transportada em veículos, ela passou a ser conhecida como infantaria motorizada ou mecanizada - estes nomes criados pelos Generais: Eisenhower e Erwin Rommel, respectivamente, para tentar extinguir a ideia militar de que "infantes são animais irracionais", por uma politicamente correta, "infantes são maquinas-homem de vida sem valor", adotada pela maioria das Escolas de Oficiais das Forças Armadas Modernas.

Marines no Iraque, defendendo interesses de George Bush.

Uma forma especializada da infantaria é o Fuzileiro Naval, cujo transporte é feito pelas Marinhas em navios de guerra baratos especialmente preparados para serem um alvo fácil durante o desembarque dos otários, que além disso, podem contar com carros anfíbios que podem sair do mar diretamente para a terra em condições de combate, a velocidades não mais superiores do que um alvo potencial e preferencial deve ter.

Com tudo isso, podemos observar uma pequena evolução da Infantaria, porém há de se conferir que é infinitamente insignificante para a humanidade, já que os infantes foram, e continuam sendo, os mesmos que são usados para defender os interesses fúteis grandiosos de seus líderes soberanos países.

Missões[editar]

A Infantaria tem sido realmente o primeiro e último recurso na Guerra, portanto é sim a força mais importante para as forças armadas, afinal de contas não se ganha uma guerra no céu, ou no mar, porque é preciso da terra, pois, até onde se tem notícia os seres humanos ainda não tem asas nem fendas branquiais.

Apesar disso a Infantaria pouco mudou em quisito de missões no último milênio - na verdade desde o surgimento da escrita a estratégia é quase a mesma. A forma mudou: abandonamos espadas armaduras sujas de sangue e almas atormentadas de tantos traumas, por coletes sujos de pólvora e sangue, tiros, bazucas e almas atormentadas por muitos traumas. O bom gosto por roupas também: uniformes coloridos e espalhafatosos, pesados feitos de metais fundidos por camuflagem digital e coletes balísticos pesados feitos com metais e cerâmicas Kevlar. Os armamentos principalmente: espadas enormes e pesadas por armas de fogo cada vez mais leves e mortais. Mas em funções, os infantes não tem muitas perspectivas de futuro (e mudanças, e evolução), nada muito grave para eles, porque literalmente, infantes não tem muita perspectiva de vida - logo o futuro para eles é completamente irrelevante, ninguém entra aqui pensando em "fazer futuro". Além do mais, infantes não gostam de mudanças, a prova disso é a demora para se atualizar qualquer armada no mundo.

Tipos de Missão[editar]

Ataque: é a operação mais básica da Infantaria e, juntamente com a defesa, forma as duas missões principais, com as quais na falta do domínio desses dois conceitos, uma infantaria simplesmente não é uma infantaria. Tradicionalmente, nos ritos militares humanos de confronto aberto, dois exércitos irão manobrar em direção um do outro, e eles não irão ao cinema, ao shopping, nem para escola - é como assistir a um jogo no estádio no Brasil, algo violento, essa coisa violenta é o que chamamos de guerra. Então, uma ou as duas ao mesmo tempo, irão avançar e tentar derrotar a outra. O objetivo de um ataque é: avançar contra as posições ocupadas pelo inimigo, forçar recuar-se, ou neutralizá-lo, e então estabelecer o controle - traduzindo: matar o maior número de caras com uniformes diferente dos seus (essa máxima é perigosa, procurar: Marines, Rangers e Friendly Fire no Google), por isso é bom fazer ressalvas

  • A Imprensa não é sua inimiga.
  • Civis podem se vestir do jeito que quiserem - eles não são seus inimigos.
  • Seus inimigos nem sempre usarão uniformes - mate-os mesmo assim.

Os ataques são, muitas vezes, temidos pela Infantaria que os conduz em virtude do alto número de baixas sofridas durante o avanço sob o fogo inimigo, mas eles fazem assim mesmo, porque não é tarefa deles pensar duas vezes. Os ataques com sucesso baseiam-se numa equação simples: munição + brutalidade = vitória.

Defesa: é a operação que toda massa de seres humanos faria naturalmente sobre ataque - sem ser fugir. A missão é aguentar o tranco até que cheguem os reforços, ou exterminar os atacantes. A postura defensiva oferece numerosas vatagens à Infantaria, afinal de contas quem joga na defesa normalmente joga em casa, ou quem joga em casa, normalmente joga na defesa. Uma defesa eficiente baseia-se na equação simples: munição + brutalidade = vitória.

  • NOTA: Se uma força armada, abandonar a balela politicamente correta e diplomática e aplicasse essa equação simples, ela nunca perderia.

Patrulha: é a missão mais comum da Infantaria. As duas acima, ocorrem ocasionalmente, apenas quando uma superpotência resolve eleger um louco ou tirano. As patrulhas entretanto são constantes, e ocorrem mesmo em períodos de relativa paz. As patrulhas consistem em pequenos grupos movendo-se em território disputado, com vistas de encontrar outra patrulha inimiga e emboscá-la. A diferença aqui na realidade é que patrulhas são poucas pessoas, se fossem muitas seria manobra de ataque ou defesa, e que as patrulhas não estão procurando briga eles estão só patrulhando, esperando encontrar um inimigo ou não.

Perseguição: é a função mais máligna da Infantaria, ela age desta forma depois de uma ataque ou defesa bem sucedido, e o objetivo aqui é o extermínio dos pobre inimigos que batem retirada desesperados. É a função mais divertida para alguns, e mais atormentadora para outros. Os que não tem humanidade divertem-se com tiros nas costas e execuções, os que tem humanidade, se atormentam sendo obrigados a dá tiros nas costas e executar os inimigos...

Escolta: o conceito: a defesa móvel, consiste em fazer a segurança de armas mais nobres, como a Cavalaria. Aqui você é escudo-humano. Os inimigos querem matar uma comitiva de suprimento, então morra no lugar da comida! Os inimigos querem destruir tanques de guerra, então morra no lugar dos tanques de guerra.

Manobra: o simples ato de mover-se no campo de batalha ou no teatro de operações, apesar de eu achar que ambos são sinônimos e que a palavra manobra é uma linguagem tecnisista que poderia ser completamente dispensada.

Reserva: quando os soldados profissionais morrem, ou estão morrendo. Chamam amadores mal-treinados para fazer o trabalho deles. Eles são a reserva, e você e eu infelizmente fazemos parte dela.

Construções: simples, construir o que o inimigo destruiu. Ou destruir o que ele construiu.

Defesa de pontos chave: - Tá bom. Eu sei... Isso é enche linguiça: basicamente é a escolta de coisas estáticas o que torna isso a mesma coisa de defesa.

Tipos de Infantaria[editar]

Não vamos encher linguiça novamente falando de Infantaria na antiguidade. Vamos ao ponto, os tipos de infantaria na prática formam uma pirâmide relativa ao treinamento a que são submetidos seus soldados, na prática isso quer dizer, um soldado de força especial treina mais que um comandos, que treina mais que um para-quedista e assim sucessivamente até chegar a base da pirâmide, que trata-se da infantaria comum, que recebe o treinamento básico. Básico na maioria das vezes quer dizer: ausência total de treinamento. Algo como familiarização com as armas utilizadas pelas Forças Armadas e só. A diferença de um infante comum, para um soldado da reserva é exatamente essa - um ganha salário para se perparar para a guerra, o outro uma carta de convocação. No fim das contas, são dois leigos que na guerra não farão a menor diferença, seram endosso para os números de estástisticas. Os raros sobreviventes amargaram a invalidez, rejeição pós-guerra, desemprego, medincância, depressão, traumas e possívelmente o suícidio.

Normalmente a Pirâmide de Especialização divide-se assim:

  • Forças Especiais - Infantaria especializada em ações diretas e indiretas. Por ser especialista em operações de inteligência é a infantaria com o menor numero de infantes.
  • Comandos - É faca na caveira. Infantaria especializada em ações de patrulhas. Aqueles cara que nos filmes matam inimigos com corda de violão. E um cara que tem uma faca e um fuzil e mata o inimigo com cordão de violão só pode ser infante.
  • Pára-quedista - É uma infantaria leve especializada no assalto (por isso aqui no Brasil os quartéis são na cidade do Rio de Janeiro) aerotransportado. São os chamados "guerreiros de um dia só" pois passam a maior parte do tempo treinando o salto de paraquedas e quando estão no chão não sabem o que fazer.
  • Blindada - Ou infantaria pesada. Com seus blindados sob lagartas, junto com os carros de combate da cavalaria formam uma força tarefa blindada. O que possibilita, quando embarcada jogar truco enquanto a cavalaria luta. Desembarcada pode deixar suas mochilas no blindado e lutar aliviada do peso, o que pela lógica deveria se chamar infantaria leve.
  • Mecanizada - Ou infantaria média. Com seus blindados sob rodas, pode lutar embarcada ou desembarcada. É a infantaria com maior numero de mecânicos. Por isso as paredes dos quarteis são cheias de pôster de mulheres peladas.
  • Leve - Ou infantaria a pé. Pode ser especializada em selva, montanha ou aeromovel. Com suas mochilas de 45 quilos para se manter no combate por 48 horas sem apoio logístico, pela lógica deveria ser chamada de infantaria pesada.

De negrito, as chamads Tropas de Elite.

Síndrome da Insanidade Infante[editar]

Síndrome da Insanidade Infante, também conhecida como Complexo de Heroísmo, é uma deficiência neurológica desenvolvida após inúmeros traumas recorrentes, ocorridos no treinamento do infante, qua após de ser levado há stress profundo, durante um combate por exemplo, pode afetar o extinto de sobrevivência, de inteligência e até mesmo o bom senso, do militar. Não faz parte da SII, os sintomas que afetam a humanidade do soldado, que está diretamente proporcional aos abusos (sexuais ou não) que sofreu durante o treinamento.

A SII ou CH não segue hierarquia, e existe inúmeros casos onde se manifesta espontaneamente em batalhões inteiros. Surpreendente caso aconteceu no Dia D com a unidade Ranger do Exército Estadunidense, onde os soldados perderam a noção do perigo, gritando e cantando músicas alegres e marchando contra os bunkers alemães. Hoje sabe-se que os treinamentos dispensados à unidades especiais como Comandos e Forças Especiais, pode predispor para tal situação.

Cquote1.png Rangers Lideram o Caminho! Rangers Vão A Frente... Rangers são estranhos... Cquote2.png
Soldado Ranger sobre efeito da SII

Canção de corrida da Infantaria[editar]

Infante e guerrilheiro tiveram uma discussão

Para ver quem é o melhor nas selvas da região

Os dois se propuseram a conquistar objetivos

Quem chegasse primeiro era mesmo invencível

Entraram na selva e logo escureceu

Agora vou contar tudo que aconteceu

Infante sai na frente do guerrilheiro

Mostrando sua fibra e moral de guerreiro

Porém não teve sorte uma cobra lhe mordeu

Agora vou contar tudo que aconteceu

Disseram que a cobra tinha um veneno muito forte

E que levaria o nobre guerreiro a morte

Porém no infante o veneno se inverteu

Ao invés do infante foi a cobra que morreu

Ficou comprovado o infante é destemido

Deixou o guerrilheiro dentro da selva perdido

Ficou comprovado o infante é valente

Não teme o guerrilheiro nem tão pouco a serpente.


Observação: Décadas depois o guerrilheiro virou ministro e fodeu com o infante


Veja também[editar]

Notas, referências e afins[editar]

  1. Herói é aquele homem estúpido valente o bastante para não ter senso de sobrevivência.