Heavy metal no Brasil

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Oxe, venha cá, este artigo da porra vem do Brasil! Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela dificuldade de atendimento médico.


Cquote1.png A idade é muito variada, mas nunca passa dos trinta... Cquote2.png
Repórter da Globo em matéria sobre os metaleiros
Cquote1.png Sepultura, porra! Cquote2.png
Metaleiro babaca sobre a única banda brasileira de heavy metal que conhece
Cquote1.png Prefiro pagode Cquote2.png
Brasileiro comum sobre heavy metal
Cquote1.png Eu não gosto desse roque pesado... é do demônio. Cquote2.png
Cristão antes de ouvir Sepultura
Cquote1.png HEAVY METAL, PORRAAAAA!! Cquote2.png
O mesmo cristão acima após ouvir Sepultura
Cquote1.png Sepultura? Isso é música ou cemitério? Cquote2.png
Alguém sobre a banda Sepultura
Cquote1.png Sabia que tem uma banda brasileira chamada Astaroth? Não? Seu poser! Cquote2.png
Metaleiro que acha que sabe mais do que todo mundo

Sarcófago, a banda que apresentou o black metal ao Brasil e gerou várias polêmicas em torno do satanismo e da maquiagem.

O heavy metal no Brasil foi um movimento de heavy metal que começou lá pelos anos 1980, onde haviam bandas como Sepultura e Sarcófago plagiando fazendo um som parecido com o que bandas como Black Sabbath, Motörhead, Slayer e Judas Priest já faziam. No Brasil varonil, ainda não existia nenhuma banda que produzisse algo tão pesado e revolucionário nesse meio, então todos estavam à mercê de lixos como pagode, samba, sertanejo e a ascensão de um câncer chamado funk carioca. Enquanto que na Noruega havia o crescimento do forró norueguês, com bandas como Burzum, Mayhem, Darkthrone e muitas outras que cultuavam Satã, a cena por aqui ainda estava sendo descoberta por moleques que cabulavam aula para ler aquelas revistas americanas de rock e metal, um estilo que ninguém tinha ouvido falar até então. Aqueles homens de cabelo comprido, ensebado, que vestiam roupas pretas e coladinhas mesmo no calor cearense de 40º C e que balançavam a cabeça ao som de guitarras velozes e furiosas inspiravam a molecada, que começou a assistir MTV todos os dias depois do colégio para ver esses mesmos cabeludos suados tocando guitarra e grunhindo coisas incompreensíveis.

Lógico que a repercussão foi negativa. Imagens associadas ao demônio começaram a circular na mídia, inclusive na Record, o visual pesado e agressivo também era visto por maus olhos e os solos de guitarra eram uma barulheira desgraçada. O filho que ouvia heavy metal era uma vergonha para o pai pagodeiro, que sempre o expulsava do churrasco e olhava torto nas refeições em família.

História[editar]

Primórdios: Anos 80[editar]

Notícias como essa eram frequentes na mídia.

Tudo começou com o Sepultura, basicamente, mas há registros de que as primeiras bandas surgiram já muito antes, em 1975. O Brasil sempre foi conhecido por ser a terra do samba, do carnaval, da bunda e de mais samba, então foi uma surpresa quando esse novo estilo surgiu, tanto que até hoje as pessoas olham estranho para um cabeludo que se veste todo de preto, tem várias correntes e tatuagens no corpo. As bandas traziam consigo agressividade, letras sobre adorar Satã, cheiramento de gatinhos, maquiar-se de preto e balançar a cabeça até a morte nos shows e de se livrar do sistema opressor malvadão.

A própria igreja pegou aquela cena obscura que se formava entre os adolescentes que não pagavam o dízimo se afastavam de Jesus para louvar Satã e começou a usar para autopromoção, como você pode ver na imagem à esquerda. A verdade era que ninguém ali dormia de luz apagada, mas vendiam a imagem de que eram adoradores do Diabo para atrair mais fieis e assim conseguir mais dinheiro continuar na luta contra o mal.

A Globo mostrou as legiões de fãs de rock e metal ao Brasil, e à eles chamou de metaleiros, termo que até hoje provoca a ira de muitos destes, pois alegam que "metaleiro é quem faz panela ou trabalha com metais". Pode-se dizer, então, que Lula é um dos primeiros headbangers brasileiros.

Anos 90[editar]

O metal se desenvolvia, e as pessoas viam que não se tratava só de se vestir todo igual um urubu, pintar os olhos com rímel e ficar sem lavar o cabelo por duas semanas. Surgia, então, o Angra, retirando tudo o que havia de agressividade, adoração à Satã e cheiramento de gatinhos e substituindo por viadagem, cabelos lisinhos e letras sobre fadinhas e mundos coloridos. Por outro lado, havia o Krisiun, Torture Squad e o Sepultura, que ainda estava em atividade mesmo depois da briguinha entre os Cavalera e os outros integrantes. Na mesma bichice do Angra, outras bandinhas do chamado Power Metal surgiam, mas elas nunca estouravam na mídia, embora os japoneses conhecessem mais as bandas brasileiras de metal do que os próprios integrantes. Por isso, eram mais populares ali. Nós ainda ouvíamos os sucessos do NXEmo, Fresco e aquelas músicas sertanejas sobre o pneu do caminhão que furou que fazia o cara se lembrar da amada.

Anos 2000[editar]

A terceira geração do heavy metal no Brasil trouxe alguns nomes como Almah (da diva otaku, Edu de Andrômeda), Massacration (tido como a principal inspiração de bandas como Black Sabbath e Iron Maiden), Shaman (mais um dos 500 projetos da gueixa André Matos) e mais umas bandinhas de hardcore aí que traíram o movimento. Muitas, mas muitas bandas foram surgindo, entre elas as que ainda tinham as raízes do Black Metal que ninguém conhecia fora do bairro dos integrantes e as que tinham um clipe amador ou outro no YouTube. Pode-se dizer que todos os subgêneros do heavy metal foram explorados até então, e você tem banda para todos os gostos. Mas ainda assim o movimento é visto como propagador do satanismo e do cheiramento de gatinhos por aí. Não há divulgação na mídia para essas bandas, pois não dá dinheiro como música gospel e sertanejo universitário.

Briguinhas na cena[editar]

O Caso Sepultura[editar]

Os irmãos Cavalera representam as duas fases do homem moderno: mendigo e playboy.

Foi em 1996 quando Max Cavalera saiu da banda, alegando que a banda havia traído o movimento. Havia dor de cotovelo por parte de outros integrantes, pois sua esposa, Glória Maria, só dava atenção para Max, esquecendo da existência dos outros. Acabava que só Max transava no grupo. Então, decidiram demití-la e encerrar o contrato. Precisavam de um novo vocalista. Chamaram um negão de dois metros que lutava Muay Thai e urrava como um urso com gripe, chamado Derrick Green. Igor havia saído um tempo depois para se juntar com o seu irmãozinho Max em uma nova banda que não fez sucesso.

Em entrevistas recentes, quando perguntados sobre o Sepultura (coisa que sempre acontece), eles falam: Foda-se, cara. Eles que chupem meu pau, tá ligado? E, claro, perguntam para Andreas Beijador e os outros membros sobre uma possível reunião (coisa que sempre acontece também), e a resposta é sempre a mesma: Eles são muito pau no cu. A gente tá fazendo sucesso e eles tendo que vender o almoço pra comprar o jantar. Foda-se, cara. Eles que chupem meu pau.

O Caso Angra[editar]

André Matos, mais conhecido como tapa-buraco do Power Metal, juntamente com a banda Angra, que ajudou a formar juntamente com Rafael Bittencourt e Kiko Loroteiro, entrou em uma briga de tapas e beijos com o empresário da banda, alegando que eles ficavam com todo o dinheiro e o gastavam com pizza, videogames e Coca-cola (ou você acha que nerds virgens vão gastar com drogas, putas e bebidas?). A banda então se dissolveu, e cada um ficou para um lado. Loroteiro e seu amigo narigudo decidiam qual seria o futuro da banda, enquanto Andrézinho estava faturando milhões tapando buracos por aí. Chamou, então, o cavaleiro Edu de Andrômeda, conhecido por desafinar após três músicas. A banda continuou, mas recentemente demitiram o coitado e chamaram outro tapa buraco e mais nerd ainda, Fabio Lione, que inclusive fazia pizzas para os integrantes antes dos shows.

Claro, perguntam tanto para o André como para os integrantes do Angra se haverá uma possível reunião no futuro. Mas eles, como nerds adoráveis que são, apenas falam que se respeitam, mas não haverá porra nenhuma.

Ver também[editar]