Guerra de Inverno

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Somebody set up us the bomb!!!

Esta página contém elementos bélicos, químicos, atômicos ou bombásticos,
podendo causar um grande estrago no computador (e na mente) do leitor.
Exploding-head.gif
Hill Top Winter.gif Este artigo é GELAAAAAADO!

Mamutes vigiam o artigo, então vá pra casa, coloque um casaco e beba um chocolate-quente. Cuidado com o Yeti e não lute contra Sub-Zero!

Guerra de Inverno
Data: 30 de Novembro de 1939 a 13 de Março de 1940
Localização: Leste da Finlândia
Status:Humilhação do Exército Vermelho e concessões de territórios finlandeses para os soviéticos.
Resultado: Os soviéticos sofreram grandes perdas militares e os finlandeses ficaram com uma gana revanchista
Mapa concessões.jpg
O "teatro" das operações.
Estados Beligerantes
Os Vermelhões
União Soviética
Os Neváticos
Finlândia
Voluntários estrangeiros
Hungria
Suécia
Dinamarca
Noruega
Estônia
GDI lados hostis.jpeg
GDI lados hostis.jpeg
Ideologia Político-Econômica
Comunista Governo do Povão
Chefes de Estado
Josef Stalin
Kiril Meretskov
Kliment Voroshilov
Semyon Timoshenko
Kyösti Kallio
Risto Ryti
C.G.E. Mannerheim
Forças Militares
Entre 425 mil a 760 mil soldados
3880 aviões
Entre 2514 a 6541 tanques
Entre 250 mil a 340 mil soldados
114 aviões tão pouquinho?
32 tanques que vergonha!
Baixas Fatais Militares
Entre 126 mil a 167 mil 25,904

Cquote1.png Eu não quero saber! Invadam esse país de merda! Cquote2.png
Josef Stalin sobre Finlândia.
Cquote1.png Esse Stalin deve ser maluco... Cquote2.png
Adolf Hitler sobre Josef Stalin.
Cquote1.png Já sei! Vou mandar uns soldados se queimarem vivos e porei a culpa nos finlandeses! Cquote2.png
Josef Stalin sobre pretexto para invadir a Finlândia.
Cquote1.png Opa! Matei mais um! Cquote2.png
Simo Häyä sobre soldado soviético.
Cquote1.png Povo de Helsinque! Esses soviéticos são uns lesados e nunca conseguirão invadir nosso país. Cquote2.png
Presidente da Finlândia sobre a "lerdeza" do Exército Vermelho.
Cquote1.png Caralho! Eu não sei esquiar! Cquote2.png
Soviéticos sobre tropas finlandesas de ski.
Cquote1.png A gente vence essa guerra em um mès. Cquote2.png
General soviêtico sobre dominar a Finlândia.
Cquote1.png Retiro o que disse... Cquote2.png
Mesmo general após mais de oito mil derrotas dos soviéticos.
Cquote1.png O Exército Vermelho é uma bosta! Invadam os Vermelhões! Cquote2.png
Adolf Hitler sobre operação "Barbarossa".
Cquote1.png Onde estão os aviões finlandeses? Cquote2.png
Pilotos soviéticos sobre a escassez de aviões finlandeses.
Cquote1.png Esses lesados ainda conseguiram pegar territórios nossos. Cquote2.png
Finlandeses sobre resultado da guerra.
Cquote1.png Esta foi uma verdadeira "Guerra Fria". Cquote2.png
Eu sobre Guerra de Inverno.

Armsoldier.gif Guerra de Inverno, também chamada de Guerra Soviético-Finlandesa, (em Finlandês Talvisota e em Russo Zimnyaya voyna) foi um conflito armado provocado quando a poderosa União Soviética e seu Exército Vermelho acharam que poderiam tomar toda a Finlândia em um piscar de olhos, mas levaram uma "goleada de 7 a 1" dos amigos nórdicos. Essa guerra aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial e foi a guerra para acabar com todas as guerras uma distração digna de ser assistida pelos europeus, já que eles estavam tristinhos porque a Alemanha Nazi estava anexando suas amadas pátrias e aí ao ver a Finlândia sofrendo a mesma coisa fizeram eles ficarem um pouco mais aliviados; afinal eles não irião se foder sozinhos.

Antes da guerra[editar]

Antes do conflito os soldados viviam em um mar de rosas.

Por muito tempo a Finlândia foi um vassalo do Império Russo sendo impedida de demonstrar sua individualidade, multiculturiedade e excentricidade. Os finlandeses são um povo nórdico de pele branquissíma e temperamento arrogante, mas no fundo no fundo eles são piores do que isso. Os russos tinham interesses estratégicos em manter a Finlândia para sempre debaixo de suas asas, a tratando como um indefeso nenê que nunca iria bater asas e alçar voo por si mesmo.

Com diversos conflitos internos difíceis de resolver os czares russos foram perdendo as estribeiras e os rumos do Império: eram guerras para todos os lados, eles já haviam tomado porrada dos japoneses em 1904 e nada parecia que iria permanecer o mesmo. Os bolcheviques liderados pelo careca Vladimir Lênin fizeram a famigerada Revolução Russa e acabou para sempre com o reinado dos temerosos czares russos. Os finlandeses viam nesse vacilo do governo dos russovskis uma oportunidade perfeita de se livrarem do jugo pesado que eles impunham desde 1809, antes disso a Finlândia era uma parte inútil do Reino da Suécia.

Os finlandeses tentaram a sua independência ainda com a Revolução Russa em andamento e acabaram tomando noku logo na primeira tentativa. Após o fracasso inicial eles continuaram em seu intento, afinal eram brasileiros finlandeses e não desistiam nunca; uma sangrenta guerra contra o Exército Vermelho foi travada e depois uma guerra civil só para dar aquele tempero especial nas coisas, com a Finlândia alcançando a sua independência em 1918 mesmo que a União Soviética torcesse o nariz para não reconhecer isso.

Os soviéticos queriam de todo modo recuperar aquilo que eles perderam por bobeira e não mediram esforços para recuperá-la, mas a comunidade internacional apoiava a independência da Finlândia (é claro! Mais um fantoche para eles manipularem) e não deixaria os vermelhões tocassem um dedo na princesinha dos olhos deles. É União Soviética... você deu mole mais uma vez.

Relações diplomáticas[editar]

Titio Stalin mais outros kalmaradas criando o governo sock puppet da Finlândia.

Como dito acima os soviéticos ficaram muito ressentidos pela Finlândia terem os largado para tentar viver só, naqueles gélidos terrenos do Ártico, isso é uma coisa que machucava muito os soviéticos porque eles amavam de coração os finlandeses e queriam que eles voltassem a ser parte da Mãe Rússia. A diplomacia entre os dois países era fraca, mas existia: um "olá" aqui, um "boa tarde" ali, um "como vai você?" acolá e a vida parecia seguir normalmente. Antes da guerra, Mister Satan Stalin fez uma série de acordos, pactos não-agressivos pacifícos para manter a paz e maracutaias superfaturadas para manter as aparências de "bons amigos" para com os amigos finlandeses, afinal ambos os países faziam parte da Liga das Nações naquela altura do campeonato.

Em 1938 os dois países selaram um beijinho na ponta dos lábios pacto de não agressão soviético-finlandês (já vi essa história antes e e não acabou bem...) para a União Soviética ludibriar os adversários que imaginavam que nunca seriam atacados pelos amiguinhos russos, mas quem é o idiota que tem a cara de pau de confiar em um russo? Com o passar dos anos os soviéticos foram se mostrando uns belos filhos de quenga que são e trairam todos os pactos diplomáticos feitos com a Finlândia, redendo a expulsão da União Soviética da Série A Liga das Nações em 17 de dezembro de 1939.

Ambições soviéticas[editar]

Os soldados soviéticos estavam mais do que preparados para conquistar a Finlândia.

Os russovskis possuíam interesses muito escusos na área de seu vizinho e não escondiam de ninguém (e quando eu falo de ninguém eu falo de ninguém mesmo!) que queriam a Finlândia só porque era uma coisa que o Império Russo tinha e eles queriam ser mais poderosos que o Império Russo, Asteca e o Império dos Índios Nus da América do Sul que Tocam Berimbau ao Som da Voz Rouca do Pajé. Aqui estão alguns dos motivos que levaram a U.R.S.S. a supostamente quererem tomar a Finlândia todinha só para si.

Terras finlandesas[editar]

De uma hora para outra os soviéticos vieram para os líderes da Finlândia na maior marra e pediam os territórios da Caralho Carélia e seu istmo, Viipuri, A Península de Kalastajansaarento (sim, esse nome complicado realmente existe) e Hanko e a Ilha do Golfo da Finlândia. Pareciam ser territórios que não valiam nada para a Finlândia, porém todos eles eram super-importantes para a produção de Hidromel do país e a transportação do alimento pas renas e elfos do Gordo Vermelhão. Os soviéticos queriam tanto as terras finlandesas que conseguiam tomar 11% do território inimigo depois da guerra.

Proteção de Leningrado[editar]

Leningrado era uma das cidades mais icônicas do antigo Império Vermelhão já que foi lá onde Lênin aprendeu as teorias de Karl Marx e pôs tudo a perder por meio de uma revolução que estava indicando que daria merda desde o início. O valor sentimental de Leningrado era inestimável para o governo soviético, eles defendiam com unhas e dentes e pescoço aquela cidadezinha gelada no meio do nada. A proteção militar de Leningrado era pífia e da Finlândia poderia se ter uma visão panorâmica de Leningrado nua ; perfeito para traçar futuras invasões contra a Mãe Rússia. Os soviéticos não queriam levar essa desvantagem frente aos finlandeses e demandaram que estes cedessem um pouco mais de território para que eles pudessem defender sua cidade queridinha de forma mais ampla.

Mulheres finlandesas[editar]

Uma linda mulher finlandesa.

Embora não tivesse sido declarado nos termos de doações finlandesas para a terra do Titio Stálin, as mulheres também estavam na lista de reivindicações soviéticas, mas não vá pensar que os russovskis queriam essas mulheres para interesses mesquinhos e machistas e sim para a glória do proletariado. O governo finlandês riu alto quando Titio Stalin pediu cinquenta virgens mulheres finlandesas aptas a trabalhar, obviamente não cedendo as fêmeas de mão beijada para os russovskis feiosos. Imagine o que aconteceria se as mulheres finlandesas tivessem ido para a Rússia Soviética? Com certeza elas iriam beber, cair e levantar trabalhar feito condenadas ou serem enviadas para uma colônia de férias na Sibéria.

Ultimato soviético[editar]

Enquanto a União Soviética não invadia a Finlândia alguns snipers usavam máscaras do Jason.

A União Soviética havia quebrado todo o decoro parlamentar diplomático com os kamalradas da Finlândia e estavam ainda mais putos porque as suas exigências lhes foram negadas. Então Titio Stalin proferiu um discurso público em praça pública conclamando o povo russovski que a Finlândia "era maligna e atrapalhava os planos da Mãe Rússia". Nesse discurso saiu uma celébre frase de Stalin:

Cquote1.png Ou dá ou desce. Cquote2.png
Stalin sobre a Finlândia ceder-lhes o que lhes foi pedido.

A U.R.S.S. ameaçou invadir os "inimigos" mais de oito mil vezes, mas a invasão mesmo que era bom não se via nem fodendo. Os dias pareciam meses e a tensão crescia entre as duas nações, a comunidade internacional queria defender a Finlândia porque tinha medo que, se a U.R.S.S. a tomasse, ela se tornasse mais um antro comunista na Europa. Como os finlandeses eram bravos guerreiros que não abaixavam a cabeça pra ninguém (nem para o Anderson Silva) eles se manteram firmes e resolutos em não dar porra nenhuma para os fanfarrões soviéticos. O ultimato foi ignorado e o Exército Vermelho se preparava para um conflito sangrento.

Mobilização soviética[editar]

O que aconteceu depois que um tanque soviético atravessou um mílimetro da fronteira com a Finlândia.

Os Vermelhões já começaram a marchar para a fronteira com a Finlândia, só que ainda precisavam de uma desculpa estratégica para poder ter "o direito de invadir" a Finlândia sem serem censurados pela comunidade internacional. A estratégia (se é que isso pode ser uma estratégia) foi mandar soldados soviéticos tacarem fogo em um posto de observação em Mainila, uma cidade fronteiriça, e pôr a culpa nos finlandeses para que eles pudessem ter algum pretexto para se declararem invadirem o "país inimigo". Essa loucura aconteceu no dia 26 de novembro de 1939 e ficou conhecida como "O Incêndio de Mainila".

Cerca de 425 mil soldados do Exército Vermelho começaram a se movimentar em torno da fronteira com a Finlândia, porém existia um fator importante pra caralho que preveniu os soldados finlandeses de sofrerem grandes perdas na guerra: a inexperiência dos soldados vermelhões.

Eles eram soldados bisonhos, totalmente n00bs, mal-treinados, cada um falava uma língua diferente e alguns tinham fortes tendências homossexuais. Sem contar que devido ao episódio de megalomania de Titio Stalin (leia-se O Grande Expurgo) mais da metade dos melhores oficiais do Exército Vermelho foram mortos ou sodomizados pelos terríveis carrascos soviéticos. Esta invasão estava fadada a dar merda desde o início...

A invasão[editar]

Os soldados da Finlândia já estavam preparados para o fight com os russovskis.

No dia 30 de novembro de 1939 é dada a largada ordem da Alta Cúpula do Exército Vermelho para que os soldados soviéticos penetrem nas fronteiras finlandesas e tomem a Finlândia todinha de uma vez. É claro que antes da invasão houve um bombardeio básico na capital finlandesa, Helsinque, para uma pequena demonstração de força dos soviéticos. Os primeiros metros em território finlandês foram muito molezinha para os soldados soviéticos, afinal era tão parecido com a Rússia, mas depois o bicho pegou quando o terreno mudou: eram pântanos, rios congelados, neve, mais neve e um caralhão de florestas que pareciam surgir da tua casa até a minha casa.

A invasão foi feita de maneira totalmente desorganizada, com a participação de no mínimo uns oito batalhões dos vermelhões, todos novatos por sinal. O primeiro soldado soviético a morrer não foi nem por um tiroteio com finlandeses e sim porque o infeliz caiu em uma geleira no solo e acabou se afogando. Mesmo com um soldado a menos os soviéticos precisavam conquistar terreno e levar a taça vitória para casa e esquecer que levaram um sacode dos japoneses .

A guerra em si[editar]

Soldados finlandeses na primeira competição de Tiro Ao Alvo nos Soviéticos em Terreno Gelado.

Os soldados invasores buscavam ultrapassar uma marca imaginária conhecida como "Linha Mannerheim" que ficava a alguns quilômetros da fronteira com a U.R.S.S. (para não dizer muitos). Logo nos primeiros metros de terreno finlandês que tomaram, os soviéticos criaram um governo-fantoche na Finlândia para zoarem com a cara do governo oficial. Os finlandeses conseguiram parar os temerosos tanques soviéticos com simples coquetéis Molotov e mataram vários soviéticos atirando pedras com estilingues. Essa primeira dificuldade fez com que os soviéticos sofressem terríveis baixas logo no início, pois eles eram burros de doer.

As primeiras investidas[editar]

Soldados finlandeses na segunda rodada de Tiro ao Alvo Nos Soviéticos.

Os soldados soviéticos vieram em coluna, em um brilhante ataque frontal contra os soldados finlandeses que estavam escondidos nas florestas glaciais finlandesas. Os tanques soviéticos ficavam atolados na neve ou simplesmente não se movimentavam, já que na Finlândia NÃO HÁ rodovias. Os soldados finlandeses usavam uniformes branquissímos com tecido fino de Paris e por isso dificilmente eram reconhecidos pelos soldados soviéticos n00bs e lesados. Os relatos informam que logo na fronteira um número médio de oitenta tanques da U.R.S.S. foram destruídos pelos finlandeses fodões, fazendo os soldadinhos em terra ficarem correndo igual barata tonta por cerca de meia-hora.

Depois das batalhas de Khalkhin Gol, o Alto Comando do Exército Vermelho tomou a nobre atitude de se dividir em dois para evitar a fadiga dinamizar as ordens para as tropas em combate. A estratégia deveria ter dado certo, contudo os soldados soviéticos ainda estavam levando um especial de porrada do exército inimigo; perdendo homens (Ui!), blindados e a moral. Após o comando ter se dividido em uma primeira vez ele se dividiu mais uma vez só para se ajeitar um pouco mais, tendo um comando militar e outro político.

Soldados finlandesas na final do Tiro ao Alvo Contra Soviéticos, vencendo de lavada.

Somente em 6 de dezembro de 1939 os finlandeses viram que poderiam brincar com os soviéticos no interior do país e sairam da maldita Linha Mannerheim e deram um prejuízo danado nos inimigos vermelhos. Os soldados soviéticos estavam em maior número e eram muito mais facilmente visíveis do que os finlandeses, um grande "bônus" para aqueles que queriam defender seu país de uma injusta agressão perpetuada por um louco bigodudo comunista. Uma outra vergonha derrota do Exército Vermelho foi na Batalha do Rio Taipale onde os finlandeses fizeram os russos de gato e sapato e ainda os combateram usando esquis (tiraram onda!).

Defesa finlandesa[editar]

Os finlandeses tinham apoio das renas do Papai Noel para repelir os soviéticos.

A primeira vitória significativa dos finlandeses contra os soviéticos ocorreu no dia 12 de dezembro de 1939 na Batalha de Tolvajärvi, onde a 139° Divisão de Fuzileiros do Exército Vermelho foi dizimada por alguns gatos pingados do Exército Finlandês. Os uniformes soviéticos, a desorganização das tropas e o apoio que os soldados finlandeses recebiam da grande mídia os fizeram atropelar os soviéticos com uma capacidade de dar inveja. Na Batalha de Suomussalmi os finlandeses tiveram a grande sorte de sequer ter que lutar contra os soviéticos já que eles não levaram seus casaquinhos que a mamãe manda pôr e acabaram morrendo congelados.

Um soldado soviético brincando de estátua depois de uma guerra sangrenta.

Os soviéticos trouxeram mais homens para a sauna gay o campo de batalha e mais tanques de guerra, os finlandeses então tiveram que usar táticas de guerrilha, com ataques períodicos, porque não possuíam artilharia anti-tanque para combater os blindados soviéticos. Essas batalhas de guerrilha duraram de Ladoga Carélia até o Porto de Petsamo, no Ártico. Os bravos finlandeses mataram mais de dois mil soviéticos na Batalha de Kollaa, onde o atirador Simo Häyä se destacou, e depois os finlandeses infligiram graves derrotas no Exército Vermelho: a primeira em 5 de dezembro nas Batalhas de Ägläjärvi até os cafurdós de Tolvajärvi e a segunda quando os vermelhões correram feito menininhas no dia 11 de dezembro.

O que sobrou de Raate depois que os soviéticos deram mole.

Ainda durante a Batalha de Suomussalmi, mais precisamente na estrada de Raate, os soviéticos foram emboscados pelos finlandeses enquanto passeavam tranquilamente na estrada querendo emboscá-los primeiro. Os soldados tentaram correr para os morros, para os bueiros, para as florestas, mas foi tudo em vão: os soviéticos perderam cerca de 7 mil - 9 mil bofes homens nessa batalha do Capeta. Eles ainda ficaram com a moral manchada depois que os finlandeses pegaram os equipamentos soviéticos deixados em batalha.

Apoio estrangeiro[editar]

Cquote1.png Se eu morrer tem uma coleção de revistas pornôs debaixo da minha cama. Cquote2.png

Os soldados finlandeses receberam apoio logístico, de material, e de homens da Suécia, Dinamarca, Noruega, Estônia e Hungria. Embora este apoio não tenha sido lá uma grande coisa ao menos serviu para que o Exército Finlandês não sofresse penúria, já que eram miseravéis um dos exércitos mais novos do mundo. Cerca de doze mil soldados estrangeiros ajudaram a Finlândia a repelir os russoviskis invasores.

Contra-ataque soviético[editar]

Equipe finlandesa de Tiro Ao Alvo Em Esqui Contra Soviéticos se preparando para uma partida.

Depois que perceberam que estiveram fazendo merda este tempo todo, os soviéticos fizeram um replanejamento de suas táticas e mandaram as tropas ficarem entrincheiradas até que alguém tivesse uma ideia boa de como vencer os finlandeses. Ficou decidido em uma reunão secreta com os comandantes do Exército Vermelho que os soldados só atacariam o inimigo com inteligência e cautela, para não dar um vexame maior do que já tinha sido feito. Nas batalhas da área de Lapland os soviéticos resistiram na Batalha de Salla, mas levaram outro sacode dos finlandeses na Batalha de Kemijärvi (esses soldados em esqui são impossíveis!). Depois a União Soviética pôs os aviões 14-bis para funcionar e bombardear áreas onde tropas finlandesas estavam entricheiradas.

Soldados retornando depois de uma batalha em esqui super-eletrizante.

O chefe de pessoal Boris Shaposhnikov recebeu carta-branca de Titio Stalin e suspendeu os ataques soviéticos no final de dezembro, para reestruturar as tropas. Em 7 de janeiro de 1940 Semyon Timoshenko (por que esses russoviskis não podem ter nomes normais?) assumiu o comando das tropas no campo de batalha e ordenou que as tropas atacassem sem piedade os finlandeses, antes disso, em 1° de janeiro de 1940, um ataque massivo junto com bombardeios já havia sido ordenado.

Os ataques foram tão incessantes que os finlandeses ralaram peito da Batalha de Petsamo e no dia 10 de janeiro de 1940 os soviéticos tem sua primeira vitória (até que enfim!), tomando a parte ocidental do Istmo de Carélia na Segunda Batalha de Summa. Os finlandeses já estavam ficando sem munições e mantimentos quando a França e a Inglaterra estavam interessados em meter o bedelho no conflito. A guerra se aproximava do fim.

Fim da guerra[editar]

Com os ataques soviéticos ficando cada vez mais incessantes e os finlandeses ficando exaustos não havia outra alternativa a não ser parar com aquela bincadeira de criança matança e selar mais um pacto de não-agressão. Os soviéticos fizeram os mesmos pedidos para que retirassem suas tropas da Finlândia, mas a Finlândia relutou mais um pouco e a situação continuou o mesmo bagaço que era antes. A comunista finlandesa Hella Wuolijoki se reuniu com um embaixador soviético em uma reunião secreta na Suécia para traçar os rumos finais da guerra, ao menos essa reunião serviu para por fim no governo-fantoche de Terijoki-Kuusinen.

A Alemanha e Suécia queriam o fim da guerra porque tinham interesses escusos, o Rei Gustavo da Suécia até pôs mais pano na manga se negando a dar apoio bélico para a Finlândia. Em 25 de fevereiro os soviéticos entregam os Termos de Paz para os finlandeses, mas os soviéticos ainda conseguiram chegar até os subúrbios de Viipuri, uma cidade vital da Finlândia. O Tratado de Paz de Moscou é assinado em 12 de março de 1940 e as tropas cessam a hostilidade no dia 13 de março.

Consequências[editar]

Como era de se esperar os soviéticos não queriam sair de mãos abanando de um conflito tão sangrento quanto a Guerra de Inverno e mendigaram demandaram 11% do território finlandês e ainda de bônus anexaram os Estados Bálticos para o seu território. Um revanchismo nasceu entre os finlandeses, que queriam aqueles territórios de volta, e mais uma treta seria plantada entre União Soviética e Finlândia.

O vexame do Exército Vermelho[editar]

Pelo menos eles pegaram um pano de chão da Finlândia.

As derrotas iniciais dos soviéticos foram veículadas no mundo todo, no Jornal Nacional, na CNN e até no Balanço Geral, para o desgosto de Titio Stalin. A partir daí todos sabiam que os soviéticos apesar de numerosos eram uma presa fácil para qualquer exército amador que existisse por aí. Adolfinho gostou dessa demonstração de fraqueza do Exército Vermelho para que pudesse lançar mão da super-secreta Operação Barbarossa que foi simplesmente o "troco" do que a malvada U.R.S.S. fez com a Finlândia. O comando do Exército Vermelho tentou recuperar a reputação dos seus homens, mas a merda já estava feita.

Simo Häyä[editar]

O gostosão do Exército Finlandês: Sino Raia.

Simo Häyä foi um dos maiores snipers que os finlandeses usaram contra a União Soviética. Ele matou cerca de cinco mil soldados soviéticos apenas com balas de festim e chicletes estragados. Quando a guerra acabou ele foi condecorado com o Prêmio Counter Strike de Pontaria e viveu o resto de seus dias como héroi nacional. Infelizmente ele morreu ( já era tempo ) de caganeira aguda durante os anos 2000.

Guerra naval e aérea[editar]

Cquote1.png Me parece que esse avião foi derrubado pelo Estado Islâmico... Cquote2.png

A Guerra de Inverno não foi exatamente uma guerra com aviões, barquinhos, submarinos e caças a jatos, mas houve alguns bombardeios por parte dos soviéticos e alguma movimentação aérea-naval dos finlandeses. No bombardeio de Helsinque, antes da invasão, o russo Vyacheslau Molotov disse que as bombas lançadas "eram ajuda humanitária para os finlandeses famintos" (por que ele não conta isso para a mãe dele?), sendo a primeira fase dos conflitos mar-ar na Guerra de Inverno. Os soviéticos até tentaram usar encouraçados para invadir a Finlândia por mar, mas acabou dando merda assim como as batalhas terrestres.

Aqui estão dados da guerra aérea durante a Guerra de Inverno:

  • 2075 ataques soviéticos em 516 localidades.
  • 12,000 bombas lançadas em Viipuri, Finlândia.
  • Finlandeses derrubaram 200 aviões soviéticos e perderam 62.
  • Artilharia anti-aérea finlandesa derrubou mais de 300 aviões soviéticos.
  • Os soviéticos só se foderam nessa guerra.

Condições de vida no pós-guerra[editar]

Os soldados finlandeses ficaram bem felizes no pós guerra.

Apesar de toda guerra causar grandes danos nas nações envolvidas a Guerra de Inverno não infligiu grandes danos na população civil como se pensou que haveria de ser: ainda havia pão quentinho na padaria, nenhum escritório ou escola finlandesa foi destruída (que pena!), poucas árvores foram destruídas e sobraram quase nenhuma mina nas ruas finlandesas (que ruas se só tem neve?). O país perdeu 30% de sua força econômica, mas isso é algo que se pode recuperar quando e como quiser.

Influência na Segunda Guerra Mundial[editar]

Houve apenas uma pequena distração já que a guerra de verdade ainda não havia começado e Hitler ainda estava brincando de anexar países. A influência da Guerra de Inverno só foi ser sentida em 1942 quando os alemães penetraram (em todos os sentidos) na União Soviética, dando início á Guerra de Continuação.

Guerra de Continuação[editar]

A Guerra de Continuação foi o apoio finlandês dado pelos soldados alemães nazistas, safados, skinheads, bichonas que ocupavam a Finlândia na época de 1942 a 1943. Os finlandeses queriam reaver os territórios perdidos para os soviéticos, mas não reaveram porra nenhuma já que os alemães perderam a Batalha de Stalingrado, algo decisivo para que os finlandeses não ficassem na punheta mão.

Vídeos[editar]

Ver também[editar]