Grandia (jogo)

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Virtualgame.jpg Grandia (jogo) é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Sekibanki tira sua cabeça pra lavar em Touhou 14


331px-Longcat.jpg Prepare-se para ler:
Esse artigo é muuuuito grande e pode causar cegueira.
Pense duas vezes e não seja tão idiota antes de ler algo assim

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Google sobre Grandia (jogo)

Começando pelo começo[editar]

Tela azul da morte na versão para o Grandia
Exemplo de batalha (note o personagem pronto para usar seu Combo)

Esse artigo trata do primeiro, o original do Pleisteitchion Um, sobre o começo do ato falho conhecido mundialmente como Grandia. Pra falar a verdade eu até me surpreendi ao descobrir, procurando imagens para essa coisa, que tinha Grandia 3. Adiante...

Desenvolvimento[editar]

Depois do grande fracasso sucesso que foi Final Fantasy a Sony apostou em um jogo melhor com o mesmo principio de RPG, desta vez com um sistema de batalha menos complicado e gráficos arrasadores. A velha historia do pé rapado anonimo que acaba salvando o mundo de um monstro gigante transformando-se em herói nacional.

História[editar]

Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Seiya salva a Athena, ou que o assassino era o homem de um braço só.

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Começo[editar]

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Numa época desconhecida, em uma cidadezinha de interior, vive um pivete chamado Justin, filho da puta dona do melhor restaurante da cidade, e sua "amiguinha" Sue, cheiradora de gatinhos sem importância. Ambos são cagadores caçadores de aventuras que vivem vadiando e incomodando os pacatos cidadãos. Cansados de aventurazinhas medíocres encontram, nas ruínas perto da cidade, uma mulher holograma misteriosa, Liete, ela diz a eles para ir para o Acre e desaparece. Desnorteados os dois, por não saberem onde fica o tal Acre, vão à procura de informações. Depois de consultarem o guerreiro mumificado, Java, embarcam para o novo continente.

Na viagem descobrem uma parceira de vadiagem aventuras, Feena, e, depois de relaxarem no Sushibar marítimo, chegam em New Parm. Justin enche a cara nos botecos locais e, em devaneios alcoólicos, pega a cueca de Feena que estava presa no varal da casa dela. Em seguida um nerd retardado rapta Feena e a leva para casório e com uma discussão civilizada Justin convence a devolução da garota.

Os três partem para um passeio arqueológico e de novo acham Liete que os manda pra puta que pariu achar o Acre (entre outras coisas sem importância que não tive saco para traduzir o que ela dizia). Saindo da expedição não patrocinada os três encontram um garoto bicho que foi confundido com um gatinho e foi cheirado jazendo no chão. Eles o levam para o muquifo de Feena e catam ervas suspeitas para curá-lo. Quando, em retribuição, o garoto ia dar um bagulho para eles são presos pela Garlyle Forces (grupo de milicos psicóticos que se metem em tudo, e já haviam aparecido nas primeiras ruínas, sendo liderados por um maníaco homicida com um plano secreto maluco de dominar o mundo, General Bola Baal, seguido por seu filho(a), Mullen, e sua puta parceira, Leen) acusados de tráfico de gatinhos. Na prisão, Justin, escondido na ventilação, bate uma punheta para Nana, Saki e Mio (sargentas inúteis) que faziam coisinhas indecentes no vestiário.

Depois de resolvido o mal entendido os quatro (Justin, Feena, Sue e o garoto-gato) são liberados e ganham uma confortável viagem de trem para a vila do piá. Lá eles precisam buscar uma pomada na montanha por terem ficado com calos na bunda (tadinhos). Logo na noite todos são acordados por um ruído enorme, que mesmo xingando os vizinhos não para, e descobre-se ser outra encheção de saco por parte da Garlyle Forces. Eles estão confiscando a enorme pedra de crack que os habitantes do povoado têm como ídolo sagrado na montanha. Cansados de barulhos os acordando no meio da noite Justin, Feena e Sue partem para o muro gigante. É uma subida fácil e sem problemas dando tempo até pra tomar um pouco de sol. Então, lá no topo, Sue é agarrada por objetos mecânicos voadores e jogada precipício abaixo, logo depois os outros dois tem o mesmo fim.

Meio[editar]

Quedinha de nada! As folhas amorteceram. Tudo certo, passado o susto eles calmamente procuram a garotinha, encontram o coturno dela e o Puffy (não falei? É o bichinho de Sue. Ele fica na cabeça dela e se alimenta de seus miolos, nada preocupante, ela não os usa mesmo) que mostra uma panela e as coisas dela. “Merda! A pirralha virou sopa!”, pensam todos. Em seguida aparece Gadwin, cara enorme, se arrotando e peidando que pacificamente explica que não comeu a Sue, não do jeito que eles acham. “Ufa!” Logo os quatro se unem e vão para o povoado onde ele tenta cantar a enfermeira. No Inn eles encontram Guido, um Mogay (os toelhos do Grandia), que depois de ser difamado resolve dar no pé.

Logo que chegam ao novo continente os dois arranjam um bico de batedores de carteiras

Finalmente alguma coisa pra fazer! O cetro tridente da vila sumiu (acho!) e os quatro vão até a fortaleza pedir educadamente ao líder dos monstros para que devolva-o. Depois de recolocá-lo no morrinho os quatro partem em direção à outra vila para aterrorizar os habitantes com caretas e gestos obscenos. É um lugar estranho, habitado por cheiradores de sapos, onde logo conseguem um trabalhinho simples de matar um dragão (na verdade a finalidade deles terem sido mandados para lá era serem sacrificados, a morte do dragão foi consequência da sobrevivência inesperada). Feito isso várias luzinhas denominadas Spirits saem do vulcão proporcionando um belo cenário para a noite de Justin e Feena.

No outro dia o grupo vai até um labirinto numa praia muito simples, é só seguir esquerda, frente, esquerda, direita, frente, trás, meia lua, quadrado, esquerda, frente, esquerda, direita, frente, trás, esquerda, frente, esquerda, direita, frente, trás, esquerda, frente, esquerda, direita, frente, trás, esquerda, frente, esquerda, direita, frente, trás, esquerda, frente, esquerda, direita, frente, trás, triângulo... Pronto! No final encontram seus velhos conhecidos. Quem? A Garlyle Forces é claro! Junto com as amigas do coração: as vadias sargentas Nana, Saki e Mio. Também reencontram o casal Mullen e Leen e com a emoção do encontro eles se descuidam e Justin, Feena, Mullen e Leen são magicamente teletransportados e, numa troca de casais, cada um conta sua história. Descobre-se que: Leen é irmã de Feena... Ah não! Isso é antes! Bem...; a mãe de Mullen é humanoide (exemplo de humanoides: garoto-gato, Gadwin, Dercy Gonçalves, Silvio Santos, etc); que correr com uma tesoura pode dar merda; etc. Depois do papo, Justin e Leen encontram Liete, e lá vem o papo de chegar até o Acre. Desta vez ela diz que para chegar ao Acre ele precisa chegar ao continente de Elência. Quando cada uma volta para seu respectivo parceiro o grupo volta para a vila dos sapos e depois para a vila da enfermeira. Pelo menos Elência os habitantes sabem onde fica, e ainda tem um super tecnológico teletransportador que pode mandá-los direto para Elência (me pergunto: por que eles não pensaram em ir direto para o encontro com Liete? Deve ser porque nem o aparelho sabe onde fica a porcaria do lugar). (In)felizmente ao sair Sue tem um ataque de pelanca e fica jazida na enfermaria com suspeitas dores anais e enorme complexo de abandono, isso faz Justin usar o teletransportador para fazer ela voltar pra casa, gastando a única carga do bagulho. Sem problemas! Gadwin, generosamente, cede sua casa/barco para a viagem. O tempo sem a pirralha proporciona ao casal um pouco de pervertilidade com peixinhos inocentes.

Uma nave super tecnológica pelo céu e a gente nessa joça!

Chegando em Elência logo encontram Guido novamente e fazem amizade com os simpáticos nativos. Em seguida, com dois novos integrantes no grupo (Rapp e Milda), já começam a se encrencarem com as máquinas de guerra da Garlyle Forces. Destruíram o monstro Gaia pelo simples preconceito de ele usar rosa. Irritados, a Garlyle Forces processa a vila de Rapp e o grupo de Justin é banido de lá. Milda os leva para sua vila para conhecerem seu marido (que é um boi... ou uma vaca), lá eles conhecem um sábio boi/vaca que não sabe de nada e os manda para uma viagem num universo paralelo conhecido como cu do mundo para buscar uma aspirina.

Deixando Milda na vila, o grupo de três parte até a cidade do deserto (Zill Padon) para tomar um banho na fonte d’água, Guido se junta ao grupo na brincadeira e eles acabam por encontrar ruínas antigas. Adivinhem. Liete de novo! Ela entrega uma moedinha para o bonde (!? Ah não isso acontece quando Justin está com a Leen!) dizendo é a chave para encontrá-la e que devem ir até as termas 69 cachoeiras blá blá blá. Feena é presa na nave da Garlile Forces, por porte ilegal de chicote, e General Baal tenta enrrabá-la. Daí o grupo vai salvá-la e acaba fodendo com o tecnológico veículo, na hora da fuga, Baal revela ter três caralhos gigantes e verdes no lugar do braço, rouba a Spirit Stone (pequena parte da Spirit Stone completa, leia “Spirit Stone” depois para mais detalhes) de Justin e joga o casal em queda livre, isso faz Feena revelar seu poder das asas verdes e blá blá blá.

Nas cachoeiras eles jogam a moeda numa poça e, deixando Guido, sobem no brilho mágico que surge. Então os três sobem ao espaço e finalmente avistam o Acre (Aaaaaaaaaaaaaaah bom! É por isso que ninguém conhece!) onde são carinhosamente recebidos. Logo encontram Liete, ela mostra que todos os outros habitantes morreram de tédio menos ela porque tinha um quebra-cabeça de 8694525685258546932159 peças que vinha tentando montar a alguns séculos. Os quatro então partem de volta para Elência e vão até a J Base reclamar sobre o abuso de poder da Garlyle Forces. Lá descobrem que Mullen e Leen (e os outros soldados sem rostos e por isso menos importantes) apanharam para o General Baal por fazerem uma suruba sem convidar ele. O grupo encontra Baal e seu monstruoso amiguinho Gaia, depois da discussão Gaia se irrita e sai destruindo tudo que vê. Feena (ou foi a Leen?... tanto faz!) com seu poder salva todo mundo. Então o grupo parte para avisar Zill Padon do perigo em vão, pois segundos depois a cidade é destruída. Arrasados eles começam a tentar proteger a cidade de constantes ataques de monstros (que foram transmorfoseados pelo Gaia). Em seguida Leen aparece com um papo estranho de “Corporal Feena” (minidicionário de ingrêis: Corporal= Cabo) e numa demonstração é comprovado que Feena é mais poderosa que a irmã. De volta a J Base, Gaia se transmuta virando uma lagarta gigante e fazendo coisas obscenas com os canhões da base. Oh não! Leen, depois de seu discurso triste dizendo que foi trocada pela Feena e falando algo sobre os pobres e incansáveis soldados, morre pelo chupão que Gaia deu no canhão (TT.TT).

Triste pela perda, Feena se junta a Garlyle Forces e não deixa Justin ir junto dizendo que é coisa de adulto (até parece que ela é mais responsável), desolado e cabisbaixo Justin é zoado até pelo papagaio e volta para Zill Padon. Lá reaparecem todos que participaram do grupo, até a Sue (não me pergunte como ela voltou!), com extrema motivação Justin, Rapp e Liete entram no portal que foi abrido pelos Spirits e, assim que passam pelo labirintozinho do mal, depois pega a supermegaultramágica-aerodinâmica-espada-do-poder-supremo-da-divina-fusão-do-coração-de-herói-com-ferro-barato.

Fim[editar]

"Então... quem vai primeiro?"

Com o mundo todo fodido o grupo não tem tempo nem pra comprar uma poção ou antídoto e é mandado direto para J Base pós-apocaliptica, que agora é a entrada para o Gaia (na primeira vez que cheguei lá demorei pra caralho pra perceber a pequena fenda na parede XD). Depois de avançar sem problemas maiores do que monstrinhos amigáveis e simpáticos, o grupo encontra Mullen e Feena apanhando para Gaias mecânicos que Justin derrota com um simples RoundHouse Kick. Depois de uma conversa Mullen admite não ser o herói da história e passando a responsablidade da missão pra justin e fugindo com o rabo entre as pernas. Rapidamente o grupo chega no lugar do confronto final. Depois de um rápido aquecimento com Baal, que virou um super monstro sinistroso, com garras voadoras, inúmeros golpes mortais, extremo senso de humor e se duvidar mais forte que o próprio Gaia, eles enfrentam o Ultimate Gaia. Coisa de criança! Depois de suas duas formas ele morre e Justin, acompanhado de Feena, encontra a fonte de energia do Gaia, a pedra de crack gigante. Depois de dar um golpe certeiro na pedra Gaia vira uma árvore gigantesca, os caras que viraram pedra voltam ao normal, Leen é revivida pelos Spirits, etc, etc e etc.

Coisas do jogo[editar]

Mana Egg[editar]

Mana Egg é uma droga alucinógena superdesenvolvida em forma oval (dã!) que dá a impressão do chapado usuário ter poderes aboiolados e coloridos. As consequências do uso excessivo são: coceira violenta nas partes intimas, principalmente traseira; perda de controle dos músculos intestinais; e afeminamento excessivo. Poderes combinados dão poderes diversificados. Exemplo: fogo+água=água quente; água+terra=barro.

Spirit Stone[editar]

Justin carregando a Spirit Stone, repare na técnica usada no manuseio

Mil e uma utilidades para essa enigmática pedra que Justin carrega para todo o lado. As principais são: escorar a mesa, supositório de emergência, quebrador de vidros, anestesia, peso de papel, etc. É uma pequena parte da Spirit Stone original (grande pedra de crack), usada para trazer Gaia the fierce knight de volta à vida. Foi encontrada pelo pai de Justin e surrupiada por sua mãe, Lilly, e vendida descaradamente para um camelô, que vende ao curador do museu que resolve, por peso na consciência, devolver para Justin. Só pode ser usada por membros da Angelou Civilization Sociality (os filhos da puta que criaram a porra da pedra) o que é suspeito é Justin usá-la toda hora. Proteje contra petrificação e da umidade e pode ser utilizada como peso de papel e de colar, fica ótima no pescoço.

Personagens do grupo[editar]

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Justin: Filho da dona do melhor restaurante a cidade (tem só dois, o dono do outro é a lagosta no aquário do lugar). Não fazer nada da vida é um de seus hobbies. Seu pai, que fugiu com a antiga dona do outro restaurante, era explorador e atualmente explora outro tipo de coisa. Fontes seguras disseram que provavelmente ele é "Spiritero", ou seja, os caras que fizeram a Spirit Stone, já que ele usa e abusa das mais diferentes formas a pedra (hohoho).


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Sue: Companheira suspeitavelmente fiel do acima citado. Seus pais não saem de casa e são totalmente liberais em deixá-la ir sozinha pelo mundo acompanhando um garoto pervertido que vive enchendo a cara de remédios como tranquilizante pra cavalo e frequenta boates noturnas de falsas propagandas de erotismo. Ninguém se importou, também, quando um bando de humanóides de armadura desembarcaram no porto, entraram na casa da Sue e a levaram para o outro lado do mundo (e tudo isso só para motivar o herói a salvar o mundo).


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Feena: Baita puta, vive vadiando e agredindo senhoras idosas a chicotadas no meio da rua (é seguidora do José Toalha). Anda quase com tudo a mostra. Sua irmã mais velha, Leen, é a preferida (só porque, ao contrário da irmã caçula, arrumou um emprego e banca os vícios em jogatina da família, o que a deixa desolada). Ela é... como é o nome da raça? Sei lá! Chamemos então de "Spiriteros". Ela é descendente dos filhos da puta que criaram a Spirit Stone, ou seja, ela é "Spiritera". Só na viagem de volta para a cidade inicial ela e Justin têm uma penca de filhos (viagem demorada, hein?) que logo que chegam começam a abusar do Puffy de Sue.



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Gadwin: Cara enorme, cheio de anabolizantes, sempre com pose de machão e mal perdedor. Mesmo com Game Shark se você vencer a primeira luta é como se tivesse perdido, aparece o Justin todo fodido e a Sue do lado (ele vence com o Dragon Cut, técnica que Justin pode aprender e melhorar para o super RoundHouse Kick que quando joguei sem trapaças não consegui por falta de sorte). Missõezinhas simples com ele: matar hidra de cinco cabeças (a quinta é bem embaixo), lutar com dragão, etc (coisa de noob). Depois de tudo ainda te faz lutar com ele pra dar aquele lixo que chama de barco.


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Rapp: Filho da puta dos mais. Ele e sua gangue prendem Justin e Feena depois que chegam no continente de Elência e exigem que Feena dê para eles em troca da liberdade, isso não acontece pois se tornam amiguinhos depois de Justin e Feena salvarem um da gangue. Parece ser órfão (foi o que deduzi quando ele acariciou duas pedras grandes mencionando "father" e companhia, ou ele estava chapadão). Mestre em cheirar gatinhos, tem alguma tara em enfiar o dedo no cu nariz e tem surtos psicóticos ao ingerir Coca-cola.


homi ou muié?

Milda: Em contraversão ao nome do jogo que indica a vastidão do cenário, Milda recebe esse nome escroto para mostrar a idiotia o tom humorado do jogo. Tem dois metros de altura por dois de largura por dois de comprimento. Não faz porra nenhuma de magia e mesmo com um machado equipado ela faz combo com a cabeça (de cima). Namora um vaco e tem um quarto rosa cheio de coraçõezinhos. Sua melhor técnica é uma série de combos alucinantes.


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Guido: Um coelho sanguessuga filho da puta. Mercenário desgraçado. No level 100 aprende a técnica suprema The Power Guido (queria saber quem é que vai tentar upa-lo até esse level, quem já usou Game Shark entendeu) e ajuda no período de estadia no grupo (esta informação é totalmente desnecessária, por favor se souber algo mais interessante para essa merda edite esse arquivo). Em Zill Padon é o chefe dos Mogays e sua cleptomania já gerou muita discussão.



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Liete: Única habitante do Acre, os outros habitantes morreram de coma alcoólico, em disputas pelo controle remoto da tv e pela única Playboy, de cansaço pelas seguidas raves eternas e de tédio por só poderem assistir a leilões de vaca e o SBT. A mulher holograma finalmente aparece quando o grupo sobe aos céus e lá tem de vencer (de novo) três chefãos fodônicos. Acho que ela é a última descendente direta dos "Spiriteros" e tem vários poderes furrecos interessantes.

Personagens menos importantes[editar]

Gants e cia: Ele e seu bando de desocupados fizeram uma aposta com Justin no inicio da historia onde se ele não achasse as quatro tranqueiras na cidade, então Sue iria suar e dar para os três ao mesmo tempo. Infelizmente isso não acontece, mantendo Sue com sua virgindade, ou não. Depois disso ele e seus capangas mirins só ficam vagando pela cidade apenas fazendo peso no mundo.

Lilly: Como já citado várias vezes, é a mãe de Justin e dona do restaurante mais badalado da pacata cidade. Antigamente fazia bicos nas esquinas e nas horas vagas trabalhava de pirata à bordo do Holandês Voador. Foi quando, ao tentar pegar emprestado a Spirit Stone do pai de Justin, decidiu parar com essa vida e se jogar nos braços do primeiro cara que visse na frente. Ele foi embora deixando um filho não assumido, um restaurante falido, o nome marcado pelos traficantes da cidade e muitas dívidas no boteco.

Curador do museu: Um velho tarado que chega na cidade depois de uma suruba escavação com uma estátua estranha (que era a pornografia da antiguidade) que levou muito tempo pra restaurar (...!) e que Justin faz o favor de quebrar. Em agradecimento ele dá a Justin o passe para as ruínas ali perto na esperança de ver o moleque ser comido por alguma slime faminta.

Mullen fazendo pose de viado fodão para foto

Mullen: Cara chato pra cacete! Enche o saco toda a história, fica se achando o herói do jogo e depois que sua putanamorada morre ele corre atrás de Feena. Sua mãe humanóide vivia enchendo sua cabeça desde criança com histórias eróticas degeneradas e fazia questão de dar para o pai, General Baal, na sua frente. Com isso virou um punheteiro descarado.

Leen: A cara de inocente é só aparência, atrás da carinha tímida e cabelinho azul meigo vive uma grandessíssima puta. Basta Justin ficar sozinho com ela e ela já começou a se insinuar para o garoto. Suas asinhas vermelhas não conseguem superar o poder de Feena por ela ter começado a trabalhar cedo e Feena essa só ter ficado vadiando, e isso poupou sua força.

General BallBaal: Não faz nada da vida, só fica babando na cadeirinha e xingando todo mundo. Não se sabe (pelo menos eu não) o porquê dele estar tentando foder a humanidade, ele passou todo tempo sentado a bordo de sua navezinha rindo malévolamente e planejando o que faria no fim de semana. Detentor de vários títulos e recordes como: arroto mais longo, mais rápido na coçada corrida de saco, etc.

Nana, Saki e Mio: As três são tão imprestáveis que é preferível falar de todas de uma vez. A única parte memorável seria quando Justin vê as três no vestiário com conversas indecentes (hehehe)... er... Memorável para descobrir a senha da porta, é claro!...

Java: O irmão mais novo de Dercy Gonçalves, tem cerca de 115 anos e está no level 6669 e é top level no Tibia. Passa o tempo dando tarefas como matar o rei Orc da mina para criancinhas e construir montanhas-russas diabólicas para fugas alucinantes. Para brincar com a Sue ele convence Justin à abandoná-la dando uma passagem de primeira classe num cruzeiro. Ela escapa do velhote e se esconde no navio, e para não ser estrupada pelos marinheiros Justin troca sua passagem por uma na terceira classe.

Garoto humanóide (Rom... Rem... Ram, algo assim):Nenhuma importância além de fazer o grupo ser preso, dar cocô de mafagafo para o grupo comer e mostrar o caminho da vila dele.

Blá blá blá: todo o resto é o resto...

Conclusão[editar]

Concluimos então que toda a merda que acontece no jogo é culpa da Spirit Stone. Se não fosse ela o general Bola não teria revivido o Super Gaia e ninguém teria que salvar o mundo. Tudo culpa dela, maldita pedra!

v d e h
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