Geraldo Vandré

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Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Geraldo Vandré
Geraldoalckmin.jpg
Hay Gobyerno? Soy Contra!!!
Origem Paraíba
País Brasil
Período anos 60
Gênero(s) MPB, Bossa Nova, Modinha Music e Fuck Music
Gravadora(s) URSS
Integrante(s) {{{integrantes}}}
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}

Cquote1.png Você quis dizer: Comunista Cquote2.png
Google sobre Geraldo Vandré

Cquote1.png Vagabundo, Vagabundo, Vagabundo! Cquote2.png
Gilberto Kassab sobre Geraldo Vandré

Cquote1.png Quem sabe faix a hora! Num ixpera acuntecê! Tá ligado vacilão?! Cquote2.png
Traficante carioca intimando seus aliados para invadir o morro, embrando Geraldo Vandré

Cquote1.png Na União Soviética, a Ditadura faz músicas de protesto contra VOCÊ! Cquote2.png
Reversal Russa sobre músicas do Geraldo Vandré

Geraldo Pedrosa de Araújo Dias conhecido pelo seu nome artístico como Geraldo Vandré é um imbecil músico e compositor (ou não), que conquistou fama na década de 60 no Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, sendo um dos desocupados que juntamente com o Gilberto Gil, Caetano Veloso e Ney Matogrosso, escrevia músicas de viado e comunista protestos contra a Ditadura, que era o regime de governo vigente nesta época. Lembrado até os dias de hoje, por Sem Terras, sindicalistas e estudantes universitários quando levam ("borracha") surra da PM, entre outros vagabundos movimentos sociais e de protestos espalhados pelo país,LUTOU CONTRA ESSA PORRA.

Biografia[editar]

Estudantes na Micareta do Collor. Ao som de Geraldo Vandré
Típicos fãs e ouvintes de Geraldo Vandré...

O Geraldo Vandré era um típico playboy carioca, da qual nasceu em João Pessoa na Paraíba, mas desde criança foi acompanhar o pai que se mudou com a família para o Rio de Janeiro, para tomar posse como deputado federal (o Rio era capital do Brasil nessa época). E no Rio de Janeiro permaneceu, da qual cresceu, e ingressou na Faculdade de Direito da UFRJ. Da qual tornou-se membro da UNE, e lá tomou conhecimento e inspiração para escrever suas músicas, através da cartilha comunista que ganhou do PC do B e do PSTU, uma vez que assim como os estudantes nos dias de hoje, julgava muito cansativo ler Karl Marx.

Foi na UFRJ onde Vandré ingressou nos movimentos sociais, da qual fez muita besteira e apanhou da polícia ingressou nos movimentos sociais em defesa dos seus interesses financeiros pobres e oprimidos pela Ditadura, por meio das suas canções de protesto, até ser exilado. Como legítimo comunista, filho de família abastada, como FHC entre outros, ao invés de fugir do Brasil para viver na União Soviética ou em Cuba, onde ocorriam os regimes de governo que defendia para o Brasil, acabou optando por viver na França em Paris. Onde permaneceu durante os tempos da Guerra Fria e das Diretas Já, até que as coisas se acalmassem por aqui. Enquanto o povo brasileiro apanhava da polícia, do exército e do DOPS, cantando suas canções de protesto.

Atualmente, ele vive em São Paulo em uma confortável cobertura nas proximidades da Avenida Paulista, passando a sua aposentadoria e seus últimos anos com todo o conforto, luxo e comodidade que só o capitalismo pode proporcionar, com a venda dos seus discos, e paradoxalmente com a execução das suas músicas pelo governo nas propagandas de programas sociais, como o Prouni, ENEM e o Bolsa Família, da qual acompanha a repercussão da sua obra durante e nos intervalos do Jornal Nacional em uma moderna tela de plasma de 800 polegadas com trasmissão digital, enquanto aprecia um xaruto cubano com whisky e uma punheta (pois seu médico proibiu erva e cheiramento de gatinhos por serem coisas de pobre que fazem mal). Ele é um cara muito admirado por todos.

Estilo Musical[editar]

Foto de um luau na USP, com muito sexo, drogas e rock, ops... Geraldo Vandré...

Seu estilo musical consiste em canções monótonas de protesto contra o governo, a ditadura, o FMI, o capitalismo e até mesmo protesto contra protesto. Da qual este autista artista possui um vasto repertório de seis canções com este mesmo tema, que faria Che Guevara ninar como um bebê.

Até os dias de hoje, a sua famosa música "Pra não dizer que não falei das flores" é intensamente cantada nos movimentos de protesto, principalmente pelos Sem Terras quando fazem quebra-quebra e vandalismo nas grandes cidades como; São Paulo, Brasília, Curitiba e Porto Alegre. Além dos estudantes universitários de instituições públicas quando invadem a Reitoria. Passando a cantar a músicas de Vandré numa tola tentativa de se esquivar do "borrachão" da Tropa de Choque da polícia que é acionada para contar a bagunça e os danos materiais desse pessoal. Isto é muito freqüente na USP, da qual os alunos cantam cínicamente esta música após detonar metade da instituição e apedrejar a PM. Da qual se dizem vítimas da repressão do governo, devido ao borrachão que levam pelas suas ações, com destaque nos principais jornais do país, uma vez que os filhos dos principais jornalistas estão lá, tumultuando uma das principais universidades do país em nome da "liberdade de expressão", e empolgados pelo "caminhando e cantando...". Hoje quando visita seus amigos capitalistas ele diz "Nãaao.. isso é coisa do passado essa esquerda ladrona ninguem mais aguenta nem eu!" e quando vai a um jantar com seus amigos esquerdistas ele diz: "Temos que fazer alguma coisa contra isso porque a ditadura desse jeito que está, vai voltar.. o bom é que posso lançar outro disco"

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