Georg Lukács
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Georg Lukács foi um marxista. Assim como todo marxista, suas cores favoritas eram o vermelho e o amarelo. Como não foi um militante ferrenho, passava suas tardes a brincar de consciência de classe, ao som de hinos da Internacional e também, batendo figurinhas de barbudos revolucionários com seu colegas.
Sua principal criação foi a reificação, quando matou uma mosca que havia pousado nas páginas de "O Capital".
Seu restaurante favorito era o "Stalin´s Burgers" onde podia apreciar seu prato favorito, contradição ao molho Hegel, mal passado, é claro. Apreciava também uma boa bebida, como a "Vodka Adorno" e a "Whisky Marcuse".
[editar] cit.
A libertação do capitalismo significa a libertação do domínio da economia. A civilização cria, assim, o domínio humano sobre a natureza; mas, como consequência, o homem cai sob o domínio desses meios que haviam lhe dado a possibilidade de dominar a natureza. O capitalismo assinala o ponto culminante desse domínio. No capitalismo não existe classe que, por sua posição produtiva, esteja voltada a criação da cultura. A destruição do capitalismo, a sociedade comunista, altera a questão justamente neste ponto. Ela quer criar uma organização social na qual se destina a cada um esse modo de vida que na época pré-capitalista somente as classes dominantes podiam levar. Com isso começa a história da humanidade. Da mesma maneira que a história, no seu velho significado, começou com a civilização e a luta do homem com a natureza pertence a época "pré-histórica", assim o historiador do futuro começará a verdadeira história da humanidade com o comunismo desenvolvido. O domínio da civilização significará então a segunda época "pré-histórica". IDIOTAS!