Ganimedes (satélite)

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Ganímedes é o maior dos satélites de Júpiter e do sistema solar, alguns dizem que ele é gay, mas nada oficial, Ganímedes não saiu do armário.

Descoberta[editar]

Ganímedes arrasando! Uia!

O satélite foi descoberto em 1610 por Galileu Galilei que era pagão e por isso muito fissurado em Júpiter. Ao invés de ir a missa dava desculpas para sua tia que estava estudando os planetas. Acabou inventando que havia descoberto Ganímedes para justificar suas ausências. Alguns anos depois um tal de Simon Marius descobriu Ganímedes, dessa vez de verdade.

Durante bastante tempo ninguém sabia nada desse satélite, até 1973 quando a Pioneer 10 e sua propulsão à Mentos e Coca-Cola chegou à Júpiter e revelou detalhes de Ganímedes, que tinha uma espécie de catapora branca.

Pouco tempo depois as missões Voyager deram uma passada por Ganímedes também, mas foram de utilidade nenhuma, pois suas imagens em preto e branco faziam Ganímedes parecer a Lua da Terra e não revelavam nada de mais.

Finalmente em 1995 a Sonda Espacial Galileu chegou a Ganímedes com uma tripulação de cinco Smurfs e uma Smurfette que estudaram o satélite detalhadamente, criando por lá inclusive uma pequena colônia, já que há água líquida e oxigênio em ótimos níveis.

Nomenclatura[editar]

Quem teve a ideia do nome "Ganímedes" foi Simon Marius, Galileu era mais sem graça e insistia em chamá-lo de "Júpiter III". Conforme Simon Marius, grande fã de yaoi, Ganímedes na mitologia era o jovem responsável por servir o chá de cogumelos de Júpiter, deus famoso por sua promiscuidade e por gostar de cortar para os dois lados, mandava Ganímedes utilizar apenas uma tanguinha enfiada no rego para que pudesse apreciar os dotes do garoto, e após muita sedução Júpiter pegou o boiolinha. Este como um dos mais clássicos contos yaoi da mitologia romana, fez do personagem Ganímedes o nome mais apropriado para o satélite de Júpiter.

A coloração rosa, e a sua composição de purpurina contribuiu para a aceitação do nome pela comunidade astronômica.

Características[editar]

Ganímedes no passado quando era a capital da Galáxia.

Ganímedes seria um planeta se não fosse o detalhe que orbita Júpiter. Dizem que é visível a olho nu, mas você precisa ter uma visão do caralho, já é um saco achar Júpiter no céu, imagina um pontinho colado.

De acordo com os dados das inúmeras expedições espaciais feita ao satélite, sabe-se que há muito tempo atrás Ganímedes foi habitado 1 trilhão de diversos tipos de raças da galáxia, popularizado no cinema como "Coruscant", foi durante milênios a base Jedi, local do Senado Galático e a capital da República Galáctica. Todavia durante a Rebelião Sith de 1.000.000 a.C. Ganímedes foi capturado pela gravidade de Júpiter que consumiu o ecossistema do planeta até se tornar nessa coisa inóspita de atualmente. Restou apenas uma pequena população de Ewoks transgênicos que se alimentam de algodão doce que frequentemente caem na superfície do satélite advindos de Júpiter.

O Telescópio Espacial Hubble encontrou em Ganímedes traços de oxigênio, de água liquida, de cocô de passarinho e leves traços de metano que indicam a existência de peidos.

Ganímedes possui inclusive até um campo magnético próprio, o que significa nada de extraordinário, já que o satélite é engolido pelo imenso campo magnético de Júpiter mesmo.