Galo robô do SENAI

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Night creature.JPG Galo robô do SENAI surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

Puro osso.gif
C3PO.jpg Este artigo é sobre uma MÁQUINA!

Ela sabe brincar, pular, cantar, destruir, esmagar e, no futuro, vai escravizar a humanidade e dominar o mundo. Então, cuide muito bem dela e não vandalize este artigo!


O galo robô do SENAI é um antigo projeto cibernético esquecido da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), desenvolvido para fins escusos e até hoje não esclarecidos. Tornou-se uma creepypasta horripilante da internet, principalmente por expôr toda a babaquice que o brasileiro é capaz de fazer com sua criatividade divina e sua zoeira quase desumana. Assim que ficou claro que o Ministério da Defesa estava consumindo vultosos recursos em algo quase inútil, a iniciativa foi desativada e seu desenvolvedor desapareceu misteriosamente.

Concepção do troço[editar]

O galo-robô do Senai, pronto para desintegrar qualquer cruzeirense babaca distraído

Sendo o Senai um instituto de desenvolvimento tecnológico e pretexto fácil de lavagem de dinheiro para qualquer deputado federal camarada, muitos estudantes brasileiros vão lá tentar sua sorte e miseravelmente chamar a atenção de alguma empresa high-tech para poderem passar o resto da vida ganhando dez salários mínimos e bolinar qualquer vadia interesseira faminta por dinheiro. Com esse flood de cérebros e descérebros, é claro que viria para dentro da academia algum zé-ruela engraçadinho bom de montar computador que tinha aquele seu cantinho de consertar celulares para ficar enganando otário.

Com a escassez de dinheiro causada pelos mão-leves que receptavam a grana, as aulas eram monótonas pra caralho e os professores não tinham muito o que ensinar, além de soldar placa-mãe, ligar positivo-negativo e outras coisas que eu nem faço ideia de como são. Com certeza algum dos seus alunos, já puto de ficar olhando o véio fazendo aquilo pela vigésima vez, se viu entre duas opções: continuar acompanhando aquele tédio e acabar batendo o coco na mesa de sono, ou então fazer algo que distraísse sua mente por pelo menos uns vinte dias.

E ele começou a construir a primeira coisa que veio na sua mente. Foi até ao container de lixo da escola, vasculhou as sacolas repletas de comida, restos de peças e um líquido cinzento estranho pegajoso e gosmento, e pegou algumas sobras do almoço daquele dia, quando o cardápio era arroz paulista com frango de três meses (e um copo de suco com bolacha). Voltando à sua sala de aula — vamos ignorar totalmente o fato do professor não ter percebido caralhos nenhum de sua movimentação — começou a trabalhar numa ideia bem louca e totalmente plausível: um galo-robô ciborgue descontrolado psicopata destruidor de cruzeirenses.

O desenvolvimento do troço[editar]

Estava anunciada a desgraça

Então, o anônimo começou a construir seu monstro morto-vivo que mais parecia um Gato de Schrödinger brasileiro avacalhado. Enfiou a cabecinha do galo, colocou suas patas e a desgraça logo tomou forma. Ficou feio pra dedéu, mas era exatamente essa a intenção.

Porém, assim como feijão precisa de arroz, assim como eu preciso de você e assim como o PC Siqueira precisa de crianças, o galo cyberpunk precisava de algo para estar completo: ENERGIA! Seu dono imediatamente embarcou em um vôo para a Transilvânia, comprou um daqueles castelos sombrios de filmes de suspense e comprou um escravo anão corcunda (capaz de ser mais feio que o galo). Numa noite chuvosa, ele iniciou seu experimento de dar vida àquela máquina e, enquanto seu ajudante resmungava sim mestre, sim mestre, o inesperado aconteceu: um raio acertou o galináceo.

Enquanto o cientista (?) abanava toda aquela fumaça e cheiro de frango assado, olhou atentamente para o corpo moribundo coberto com um lençol, e esperou. Mas, como os artigos da Desciclopédia obrigatoriamente têm que seguir as Leis de Murphy, nada aconteceu com o galo. Frustrado, seu dono olhou em volta e viu a salvação, a ferramenta, a verdadeira válvula de escape para nerds e gente que não tem o que fazer: uma pilha Panasonic AAA. E assim com as mãos trêmulas, enfiou a pilha no galo.

Assim que a criação dos infernos esboçou o menor movimento, antes que o cara pudesse gritar esquizofrenicamente está vivoo, está vivooooo!!! o galo fez um movimento mínimo e as cabeças dos presentes voaram e foram parar a dois quilômetros dali. E assim começou a luta pela sobrevivência da humanidade contra o mais novo cataclisma artificial de destruição em massa. O caos reinou na Terra até que a Fundação SCP aliada à Umbrella Corporation (e com apoio da Globo) conseguiu deter o troço e aposentar o galo permanentemente. Hoje ele é só mais uma das bugigangas abandonadas nos galpões da Área 51 ABIN.

Versão 2.0 do troço[editar]

Versão turbinada do galo robô

Como já era de se esperar, como sempre o brasileiro gosta de fazer merda e já conseguiu conceber todo um multiverso relacionado a essa maldição. Várias cópias malfeitas do galo começaram a aparecer em todas as escolas públicas (e perfis de idiotas no Twitter) do Brasil. A mais conhecida é a versão melhorada do ciborgue, que também já fez muito sucesso por aí.

Esse aí consegue ser duas vezes mais estiloso que o original sem perder seu poder total de destruição. Embora pareça mais uma modificação bem pirateada de uma motocicleta só que sem as rodas e com com pernas esquisitas, até que saiu uma bosta bem bonitinha. Nessa versão os desenvolvedores adicionaram funções bem mirabolantes e até bizarras, como buzina com som de galo, programação para rinhas e até cagar. Esse projeto já foi utilizado pela Polícia Federal para caçar vagabundos favelados, pedófilos e traficantes das fronteiras, mas devido à sua violência extrema (as bicadas do frango eram um pouco desproporcionais — era difícil achar um pobre coitado que ainda tivesse o coração dentro do peito depois de ser capturado pela máquina), ele foi definitivamente aposentado e hoje está em exposição naquelas feirinhas de ciências malfeitas de qualquer escola pública por aí.

Leia também[editar]

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Este artigo é sobre mais um daqueles trecos que viraram modinhas na internet.
E as pessoas nem sabem porque usam isso.