Fuga da Família Real Portuguesa

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Cquote1.png Comme ça vá, Messieurs? Tout ton Portugal sont appartìent à nous! Cquote2.png
Napoleão sobre Reino de Portugal
Cquote1.png Não corram, vão pensar que estamos fugindo! Cquote2.png
D. Maria, a Louca sobre Fuga da Família Real Portuguesa
Cquote1.png Foi o único que escapou de mim! Cquote2.png
Napoleão sobre D. João VI
Cquote1.png Porto todo dia! Cerveja, cachaça e putaria! Cquote2.png
D. João VI sobre Porto Seguro

Rota marítima da fuga, planejada pelo navegador real.

A Fuga da Família Real (1808) foi mais uma acachapante e vergonhosa humilhação e sacanagem ocorrida na História de Portugal e a melhor coisa-ruim que poderia ter acontecido na História do Brasil.

Portugal estava na merda. Aliás, continuava na merda. Na verdade, nunca havia saído da merda. Nem o Marquês de Pombal conseguiu tirar Portugal da merda de pombo, com suas tentativas de Privatização das colônias (e que por pouco não privatizou Portugal também). Portugal estava tão na merda, que estava dependendo do Brasil e do ourinho das colônias africanas para sobreviver. Se não fosse o Brasil e as colônias africanas fudidas, Portugal e Inglaterra já teriam falido faz tempo. Portugal estava tão incomensuravelmente na merda que importava urubu, pintava de verde e vendia como papagaio, isso quando D. João VI não os comia pensando ser frango.

Tudo aconteceu quando Napoleão Bonaparte decretou o Bloqueio Continental, proibindo o comércio (exploração) com a famigerada, famélica e maligna Inglaterra. Porém Portugal devia uma fábula para os generosos senhores de Londres e não poderia deixar de ser aliado da Inglaterra pois cagava de medo de tudo e de todos. Ou era a invasão da Inglaterra (com vaselina) ou a da França Napoleônica (sem vaselina). Merda por merda, D. João VI corajoso e valente como um Rei-Bragança, preferiu "dar área" para os franceses (sem lutar) e abriu as pernas para a Grã Bretanha que fez inclusive sua escolta na fuga para o Brasil. O pobre Brasil, que além de não ter nada com aquilo descubriu que o rei português era um cagão, valente somente com escravo no tronco (ou tronco do escravo). Como resultado, Napoleão invadiu Portugal e sem vaselina.

O então príncipe regente D. João VI colocou em operação o Plano B: Se mocozar no Brasil!. Era uma ideia brilhante que saiu de sua bunda, porque os portugueses nunca tiveram plano A. É fato que Napoleão mandou um exército tão tosco em Portugal, que não seria difícil derrotá-los, afinal Napoleão dominava a Europa inteira, mas Portugal poderia derrotá-lo e... quá, quá, quá... Porém D. João sempre quis saber o que que a baiana tem mas acabou mesmo se encostando no PAUlista. A sua mãe, D. Maria, a Louca, não iria deixá-lo ir sozinho afinal, era louca mas não comia vidro.

Os portugueses podem dizer que foi Transmiigração, Mudança de Sede e coisa e tal. Mas foi fuga mesmo. Covardia das grandes. Cagaço. Porém ninguém deve recriminar D. João VI. Afinal, passar férias (sem ser convidado) no Brasil não é para qualquer um, ainda mais um rei-corno-vagabundo ocupadíssimo. Tinha de inventar essas coisas para passear mesmo! Napoleão e os francos que o digam.

A fuga[editar]

Rota da família real no mar

A invasão francesa tomou volume quando o francês Junot invadia a Corte sem usar vaselina e tomar o poder à força, jogá-lo contra a parede e fazêmulher. Quando a família (corrupta) real foi cercada e a morte de todos parecia inevitável, a Rainha Carlota consegue numa manobra brilhante distrair a atenção dos exércitos franceses ao surgir nua em pêlo cavalgando um enorme bode branco, que na verdade era João VI disfarçado. Infelizmente um dos flatos da rainha acabou assustando o animal João VI que, desembestado, caiu em um desfiladeiro português projetando a rainha Carlota numa queda de vinte e dois metros e empalando-a num roliço e lustroso tronco de pau-de-sebo erigido no vilarejo (favela) imediatamente abaixo ao palácio do corno.

Testemunhas descreveram a nobreza da rainha perante o sofrimento, enquanto debatia-se freneticamente sobre o tronco: em momento algum o sorriso apagou-se de seu rosto. Depois de algumas horas, utilizando suas últimas forças para lutar contra os populares que tentavam tirá-la daquela situação, a rainha Carlota deu seu último suspiro mas não parou de cornear o rei-bragança, nascido para tal.

A então princesa espanhola Carlota Joaquina foi fundamental distraindo o exército francês contando piadas de português.

Contudo, o nobre sacrifício da rainha não foi em vão. Entretidos com aquela situação, o exército napoleônico - como não poderia deixar de ser - acabou abrindo a retaguarda para que a família (ladra) real escapasse. Numa jangada improvisada com garrafas PET e o gigantesco elástico da cueca de Dom João VI (único legado dele para o Brasil) os representantes da coroa portuguesa - incluindo Pedro I (cheirador de chalaça) - conseguiram fugir pelo Atlântico em rumo a uma terra batizada com o nome de um pau. PAUlista.

Consequências[editar]

Cquote1.png Pelo amor de Deus, se for alguém decretar a independência desta merda que sejas tu, meu filho viado. Não vamos deixar que nenhum João das Couves faça isso! Cquote2.png
D. João VI para D. Pedro I

Seu João das Couves, o homem que provavelmente declararia a Independência do Brasil se D. Pedro I não tivesse tomado a dianteira

. Para o Brasil, foi realmente uma sorte que chegou um rei-corno aqui e colocou ordem na casa da moeda (5 para a Inglaterra, 1 para Portugal e 0 para o Brasil... 5 para a Inglaterra...) senão essa zona iria declarar a independência e se fragmentar totalmente ou seja preferiram uma Índia unida à várias Bélgicas separadas. Se não tivessem posto logo um Imperador como D. Pedro I, ninguém iria permanecer unido num país continental, e seríamos um bocado de republiquetas de merda como a Bolívia e o Paraguai ou Paraíba ou Maranhão. Quem duvida que estude a Confederação do Equador e se quiser acreditar naquilo, acredite. Uma das muitas vantagens é que o Imperador do Brasil Pedro I (putanheiro-mór) já era da família real portuguesa, então a Independência foi conseguida num acordão, sem muita guerra e derramamento de sangue, porque guerras custam muito caro. Para o Brasil foi um ótimo negócio, já para São Paulo foi uma merda típica de portuguinha. E terá volta.

Cquote1.png Eu não queria voltar para Portugal, peixe. O pessoal lá é muito burro, sabe mermão??? Cquote2.png
D. João VI, já convertido num carioca izperto cheio de ginga renegando as origens