Federico Devito

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Jacobblackbah.jpg Este artigo pode te levar para o lado rosa da Força!

E fez aulas de sapateado quando era criança.

Não o leia, exceto se você for macho, mulher ou está pintando as unhas de glitter.

Frederico Devito mostrando o QI de alguém que posa para a Capricho.

Federico Devito é mais um filho perdido do Romário Danny DeVito.

Introdução

Como qualquer grande desgraça que cai sobre o território brasileiro, Federico Devito é da Argentina. Homossexual assumido, ficou famoso em terras tupiniquins por ser irmão da travesti sonsa Taylor Swift pela inusitada relação grupal com seus parceiros Eduardo Surita e Caique Nogueira, a qual atraiu a atenção de milhares de garotinhas, emos e afins da Revista Capricho. Federico é autônomo, trabalha em sua conta no twitter ganhando 10 centavos por click, função que o rendeu lucro por sua grande quantidade de seguidores que possui. Todos esses followers são fruto do trabalho de um cientista indiano que treinou vacas (o maior público de acesso do twitter de Federico) a acessarem a rede social. Com incríveis 1,50 de altura, almeja um futuro promissor na carreira de dançarino de covers da Lady Gaga. Devido ao seu excelente trabalho autônomo como produtor de vídeos, não pretende fazer faculdade.


Além do uso de ferramentas da internet para ganhar dinheiro, de fazer ensaios de tendência homossexual para a Revista Capricho e de cantar (mal) músicas de Beyonce, Federico constantemente se prostitui na Av. do Estado em Balneário Camboriú. Não que precise de dinheiro, mas sim pela pura tradição portenha.


Conhecido em Balneário Camboriú como o primeiro argentino ex-heterossexual a pisar nessas terras, se formou no ensino médio com alto garbo e elegância. Tinha como melhores amigos os pênis de seus colegas de classe; todos afirmam que 'ele não é gay, mas sim uma mulher, pois pensa como uma. Vocês já leram o que ele escreve no tumblr?'


Escreveu um livro tão redundante e superficial quanto o título pode sugerir. "O preço de um lição", ou seria "A resposta de uma pergunta"? com co-autoria de Gutti recebeu críticas positivas como 'ele não sabe escrever um parágrafo sequer, o livro é cheio de erros grotescos!'. Se nomeia escritor nas redes sociais e tem por público alvo das suas crônicas indecentes meninas virgens, leitoras da Capricho e fãs da irmã. A história conta a vida tediosa de um rapaz sem nome (porque ele não teve inspiração com nomes próprios) que não tem relações íntimas com ninguém durante o livro inteiro e que é apaixonado por Juliana, uma pré-adolescente apática, burra e que se nega terrivelmente a dar (o seu coração) para ele em dois anos de namoro no Shopping, Curitiba e Mogi (os únicos lugares para onde eles passeiam; nota-se que ela morava numa cobertura do Higienópolis e não tinha dinheiro para diversões melhores). As frases filosóficas de Juliana que se repetem por exaustivos capítulos são "não sei" e "sei lá", o que mostra que ela está intelectualmente ao nível do rapaz-protagonista-sem-nome. Os grandes conflitos da trama giram em torno das acusações de Juliana e suas amigas sobre a opção sexual do protagonista (gay), com quem namora e não relata um único pensamento obsceno para com ela. São 360 páginas de pura enrolação, escritas na linguagem precária e popularesca (do gueto, como ele se intitula) de um ex-colírio com distúrbio de personalidade - ou idiota, simplesmente - que não tem bases literárias para escrever nada.

Mais tarde, o talentoso Devito escreveu mais um livro, tão bom quanto o primeiro, inspirado em suas aventuras sexuais na África.