Estado de Carajás

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Este artigo trata de algum mito, lenda, conto, história de pescador ou desculpa esfarrapada e provavelmente contém informações sobre animais grotescos que capturam sua alma.

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Carajás.

O Estado do Carajás (ou Estado dE Carajás, porque até agora não teve um filho de Deus para definir se é alho ou bugalho) é uma terra sem mangueiras onde devasta o sabiá e as aves que aqui atiram não atiram como lá (atiram muito melhor).

Estado de Carajás
Bandeira do Estado de Carajás
Bandeira do Carajás
Lema
Hino
Gentílico Carajaense, Pistoleiro
Localização
Localização do Estado de Carajás
Região Sul do Norte
Capital Marabagunça
Cidade mais importante Pebas
Estados limítrofes Pará, Tapajós, Goiás do Norte e República Popular do Maranhão
Governo
Governador
Partido
Características geográficas
Área
População 1.000.002 hab. 2007
Densidade
Clima Sub-Infernal de Altitude
Indicadores
Analfabetismo 0,1% 11/12/2018
Mortalidade infantil 2% 11/12/2018
Expectativa de vida 96 anos 11/12/2018
IDH 0,984 11/12/2018
PIB R$ 3.099.364.221.000,00 11/12/2018
17% do nacional
PIB per capita R$ 64.300,00 11/12/2018

Cquote1.png Você quis dizer: Sudeste do Pará Cquote2.png
Google sobre Estado de Carajás
Cquote1.png Experimente também: Domínio Litigioso do Carajás Cquote2.png
Sugestão do Google para Estado de Carajás
Cquote1.png Isto non ecziste!!! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Estado de Carajás
Cquote1.png Perdeu playboy! Cquote2.png
Favelado de Belém sobre a votação do plebiscito de criação do Estado de Carajás
Cquote1.png Why? Cquote2.png
Exterminador do Futuro sobre o Estado de Carajás
Cquote1.png Maixxx quando? Cquote2.png
Paraense sobre o Estado de Carajás
Cquote1.png É um bando de vagabuuundo! Cquote2.png
Kassab sobre o Estado de Carajás
Cquote1.png Ô povo feio e bando de burros Cquote2.png
Ed motta sobre o povo de Carajás
Cquote1.png Separa que é briga! Cquote2.png
Visitante sobre o Estado de Carajás
Cquote1.png Eu acredito no Estado de Carajás. Cquote2.png
Xuxa sobre o Estado de Carajás
Cquote1.png Na União Soviética ninguém separa porra nenhuma. Cquote2.png
Reversal Russa sobre Estado de Carajás
Cquote1.png Eu eftou convenfido, que nunca na hiftória defte paíf, tanta gente quif fe feparar como durante o meu mandato. Cquote2.png
Lula sobre Novos Estados
Cquote1.png Até o cupuaçu-açu teeeem valor nutri-tri-cional 'dequado-ado. Cquote2.png
Ruth Lemos sobre frutas do Estado de Carajás
Cquote1.png O sentimento separatista reflete a obsessão que a população tem com a própria mãe. Cquote2.png
Freud sobre o Estado de Carajás
Cquote1.png A vale Passou aqui... Cquote2.png
Alguém sobre Estado de Carajás

História[editar]

O Estado de Carajás surgiu a partir da invasão colonialista patrocinada pelos EUA em 1978 que tomou posse da região sul e sudeste do antigo estado do Pará. O local antes povoado por pequenas aldeias onde belas índias nativas brasileiras faziam pograma faziam comida com os caminhoneiros por 5 cruzeiros, foi tomado por imigrantes e transformado em uma filial do Xou da Xuxa, onde todas as paquitas são louras e o Dengue está presente no dia a dia da população.

Durante os primeiros anos a resistência do governo imperial Paraense conteve os separatistas Carajaenses utilizando-se de uma organização secreta chamada ORM (Organizações Romulo MaiorSacana) e Tv inCultura. Estas Organizações realizaram incursões no Estado de Carajás e tentaram ensinar a língua local e o Amazonic Way of Life, porém, o tiro saiu pela culatra quando os separatistas realizaram o grande golpe de 2006.

Intifada do Araguaia

Motivados pelos separatismo dos cabocos do Tapajós e pelos traidores do movimento do Grande Estado Nacional de Goiás - o Tocantins no caso - os carajaenses, já putos da vida com o melody e a banda Calypso, resolvem não mais fazer parte da mesma elite laqüera paraense. Resolveram então desencadear a Intifada do Araguaia, uma guerrilha secreta nas matas do Araguaia, contando com camaradas valorosos e bem intencionados, entre eles José Dirceu e José Genoíno, mas foram descobertos e xisnovados por índios com os quais ficavam fazendo sacanagem espionagem nas matas adentro. Os militares entraram em cena, liderados pelo general Roberto Marinho, e apoiados por uma organização secreta, a ORM, fuderam acabaram com todos e também com os índios e desmantelaram os planos dos rebeldes.

O Grande Golpe de 2006

Ataque ao pau-de-arara

Inspirados pelas notícias da heróica revolução gaúcha transmitida por telégrafo através do radionoticiário "A Casa das 7 Mulheres", os Carajaenses, disfarçados de índios-da-bunda-de-fora, se organizaram em uma milícia armada e iniciaram a revolução que culminou no saque e destruição da frota de po-po-pôs Paraenses que transportava açaí e carangueijo para a região de Carajás, arremessando tudo ao rio: o episódio ficou conhecido como A Festa do Açaí (Asahy Party).

De posse de amostras dos únicos artigos que eram importados do norte, os Carajaenses inciaram a cultura de açaí e a criação de carangueijo e puderam enfim declararem-se independentes em 27 de agosto de 2006.

A Guerra do Itacaiúnas

Oficiais Carajaenses lamentam a morte da guerreilheira Dorotéia

A resposta do governo paraense à declaração de independência foi imediata. O grupo de elite das forças armadas paraenses foi enviado para assassinar líderes separatistas e o evento ganhou os noticiários mundiais na ocasião da morte da guerrilheira separatista norte-americana Dorotéia Strange. Uma sucessão de conflitos teve lugar nas matas de Carajás e Tapajós ao todo cerca de 30 mil homens morreram. Nenhum pelo conflito, mas todos por insolação e febre amarela. Os sobrevivente se organizaram em aldeias onde engravidaram casaram-se com índias nativas brasileiras tentando aumentar a população destes locais para se precavir de novas incursões armamentistas paraenses.


Hoje em dia os estados do Carajás e Tapajós são reconhecidos com entes federativos por 3 dos 47 estados brasileiros e pleteiam uma vaga nos Estados Unidos do Sul. Até o momento, seu status oficial perante Brasília é o de "Domínio Litigioso do Carajás".

População[editar]

É sabido que ninguém nasce no Estado do Carajás (só morre), todo mundo que ali mora é migrante ou já o foi um dia. O Censo de 2008 apontou as seguintes raças e etnias aqui existentes*:

  • Brancos:0,02%
  • Negros:1,2%
  • Marrom-bombom:3%
  • Índios Nativos Brasileiros:20%
  • Esquimó:0,3%
  • Japa Pardo que acha que é branco:9%
  • Pardo que acha que é negro:17%
  • Maranhenses (vai ter pra la viu !):87%
  • Marcianos:6%
  • Neguinho estilo Obama:3%
  • Paraense: 0,000000000000000000000000000000000000000000000001e10%
  • Papel pardo:1%
  • Onça parda:0,01%
  • Pardal:0,05%


*Os Maranhenses incluem-se em todas as categorias somando 99,9% da população.

Economia[editar]

Shopping de Carajás em dia de muita venda

A comunidade turco-judaica-mineira-pãodura que imigrou para o Estado de Carajás ensinou a população a fazer economia e hoje o local enfrenta grande estagnação porque ninguém gasta dinheiro e o comércio fica às moscas.

Túnel em direção à Singapura localizado na Serra dos Carajás, Parauapebas

O estado suporta sua economia em quatro grande pilares: a cava de buracos para a extração de minhocas radioativas; setor funerário; revenda de projéteis de revólveres; e a venda de terras doadas pelo INCRA aos Sem-Terras


Projeto de Expansão

O Governo Permanente Carajaense iniciou em julho de 2007 a projeto "Grande Túnel de Minhoca" que abrirá um enorme túnel ligando o Estado do Carajás a Singapura, criando um canal direto de trânsito entre a região e os tigres asiáticos. Os detalhes do projeto são segredo de estado, mas sabe-se que a concessão para a obra foi vencida pela companhia Vale. As obras têm previsão de conclusão em 2018, porém projetos de suporte já estão sendo implementados como o ensino obrigatório de Javanês em todas as 3 escolas públicas do estado e criação de infra-estrutura turística para o túnel que envolve bungee-jump no túnel, arremesso de pedra no túnel, escalada ecológica no túnel, construção de hotéis com vista para o túnel e transposição do oceano atlântico para a criação da praia do túnel.

Renda[editar]

As maiores fontes de renda da região advém da cava de buracos para a extração de minhocas, do setor funerário, da revenda de projéteis de revólveres e da troca de terras doadas pelo INCRA. Contudo toda a renda é direcionada pra os bolsos do Jader cofres de Belém. Isso acontece porque a sociedade local não acredita em nada, porquê vive no meio do nada segundo as ORM (Organizações Romulo MaiorSacana) tudo o que dizem sobre o esgoto Belém é mentira, portanto, tudo não passa de uma tremenda teoria da conspiração.

O Produto Interno Bruto do Carajás apresenta a seguinte composição:

Composição do PIB (2008)
Atividade Participação no PIB (%) Total (em porrilhões de reais)
Cava de buracos para a extração de minhocas radioativas 90% 1.000.000 e10
Setor funerário 7% 1.129.976,00
Grilagem e troca de terras doadas pelo INCRA 1,95% 234.148,96
Revenda de projéteis de revólveres 1% 124.000,00
Taxa de embarque dos A380 da Tam que voam para a civilização (Centro-sul do Brasil) 0,2% 12.784,00
Restante das atividades econômicas 0,3% 15.059,76

As profissões mais vizadas na ragião são tão intensamente concorridas - por paulistas e gauchos migrantes que são os únicos normalmente capacitados - que leva até mesmo ao famoso Pal (briga á tapa). Sem dúvida a profissão mais nobre e bem remunerada no carajás é a Pistolgem, sendo pois a profissão do sonhos da classe média carajaense. É a profissão que construiu o ideário do carajaen way of life

Outras profissões tem grande destaque, entre elas estão: Levar Transportar ferro da Vale: as tarefas de logística e transporte de minério são devidas a muitos pais de família, especialmente aos que são escravizadas pela Vale trabalham para a Vale; Carinha da Infraero que fica com sinalizador pro avião estacionar': é uma profissão considerada moderna e arrojada para os padrões de Carajás. É muito visada pela classe média intelectual porque é a única mareira de se meter de graça em qualquer avião e rasgar para Brasília.

Geografia[editar]

Divisão política do Estado de Carajás

O Estado do Carajás compreende a região mais fim de mundo do estado mais fim de mundo do Brasil. Uma das suas características marcantes é o fato de não ter praias, nem ter fronteiras internacionais, se tornando assim uma espécie de Minas Gerais, só que muito mais pobre e muito mais quente. A capital Marabagunça é conhecida mundialmente nacionalmente localmente por ser o único lugar no mundo onde 4 em cada 5 moradores já tomou tiro pelo menos uma vez no último mês. Ao sudoeste do estado estendem-se cadeias de serras. Ao norte do estado estendem-se cadeias de verdade. Todo o estado é banhado por uma rede de esgoto rios que transportam os dejetos locais até Belém onde finalmente os coliformes fecais alcançam o mar.

As principais cidades são:
Marabagunça: Quer ser Capital do estado. É a cidade onde nada acontece. Nem vento acontece, por isso o local vive num constante abafamento climático digno de sauna a vapor. É uma cidade tranquila e extremamente acolhedora; tão acolhedora que dizem que quem entra em Marabagunça não sai mais.
Parauabalas: É uma cidade particular pertencente à Vale. Além das obras do túnel Carajás-Singapura a cidade é famosa pelos testes nucleares realizados em seu entorno e pelas relíquias histórias do faraó Faisal, antigo rei do local.
Redenção: A mais bonita das cidades de Carajás e que com 26 anos de emancipação conta com uma população acima de 85.000 habitantes. E é tão bonita que ninguém quer morar lá. Só tem 85 mil habitantes, menor que Parauapebas e Marabá.
Conceição do Arafjouston: Banhada pelo rio araguaia ao que parece a população tem sumido pelo rio pois diminui drasticamente a cada cheia.
Tucuruí: Famosa por ter a maior cabaré "casa de massagem" em forma de usina hidrelétrica do mundo. Atrai todo ano mais de 2 milhões mil dúzias de turistas em busca de suas belas praias paradisíacas com vista para o açude.
Gato Félix do Xingu: Para quem achava que no Xingu só tinha índio, saiba que Gato Félix o Xingu tem muito mais que isso. A cidade tem... tem... ...

Ver também[editar]