Estância

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Estância é uma grande fazenda de gado localizada em algum lugar indeterminado no interior de Sergipe, e como o nome sugere, é um estância, um local só para passar um tempo (instante) e depois ir embora, não sendo recomendável por organismos mundiais ali estabelecer residência.

História[editar]

Em 1621 dois compadres venceram uma rifa em São Cristóvão (então capital) na qual ganharam uma fazenda. O que eles não esperavam é que tais terras ficavam próximo da Puta que o Pariu, e mesmo assim fora da Bahia, ou seja, nada de vantajoso. Mas como Aracaju não existia ainda e tudo era sem graça, eles decidiram embarcar nessa aventura de ir criar uma vila no meio do nada e para nada, pois não havia nada de valioso naquela região.

Por ser um local de fauna e flora pobres, e assim possuir apenas muita grama o popular "pasto", a região tornou-se propícia para a criação de gado, e assumiu o nome de "Estância", pois era só um ponto de parada. Inicialmente era só uma vila criadora de gado pertencente à Santa Luzia do Itanhy, mas em 1757 foi autorizada a separação ao descobrir-se que Santa Luzia do Itanhy na verdade nunca nem existiu, e assim em 1831 sua sede é transferida totalmente para Estância, mas só esqueceram de extinguir Santa Luzia do Itanhy que ainda é catalogada no IBGE até hoje como sendo município, mesmo não tendo nada lá.

Geografia[editar]

A famosa Praia do Saco. Linda, mas deserta, afinal está a 50 Km de distância da cidade após 1 hora de carro.

Estância está localizada há 3 horas e meia (devido paradas na precária BR-101) da capital sergipana Buracaju, Estância foi considerada por Dom Marco Eugênio Pedro I o "Jardim de Sergipe", pois assim que chegou na cidade percebeu a grande quantidade de homens flores que se desabrochavam.

O seu centro urbano é cortado pelo rio Piauí e os seus habitantes se comportam como baianos, tudo apenas para comprovar a ausência de identidade do povo como sendo sergipano.

Sabe-se que o território do município tem um litoral, mas a cidade está mais no interior e o seu litoral é completamente subaproveitado e abandonado. As praias embora relativamente bonitas, são desertas e abandonadas, então o turista ou curioso que decide visitá-las deve levar consigo um kit de sobrevivência feito pelo Bear Grylls, porque não há a mínima estrutura oferecida nas distantes praias de Estância.

Cultura[editar]

Estância é uma cidade antiga e que teoricamente deveria se orgulhar de seus antigos casarões. Mas como não existem escolas (decentes) ou universidades na cidade, o povo não é instruído a dar valor a coisas supérfluas como "cultura", e apenas querem saber de dançar forró e demolir casarões antigos como prática cultural. Portanto, pela baixíssima instrução dessa população, a preservação do "patrimônio cultural" é nunca reformar um edifício e deixá-lo definhar até desmoronar, o que frequentemente acontece com os casarões abandonados, que a prefeitura se nega a gastar dinheiro com preservação reformas sob o pretexto de não influenciar num edifício histórico. O povo, é claro, acha tudo aquilo feio e idiota, e nenhum turista se presta a visitar Estância para ver casas velhas e abandonadas, sempre que podem a população faz por bem derrubar esses sobrados azulejados, coloniais, casas ecléticas, art-déco que não tem utilidade alguma.

A Prefeitura Municipal é amplamente elogiada por nunca tomar atitudes a fim de consertar esses sobrados velhos, poupando assim dinheiro público para outras coisas mais úteis mas que por enquanto ainda não foram vistas, pois Estância nunca se desenvolve. Para não haver mais problemas com esses sobrados caindo aos pedaços que nem para moradia de mendigos serve, muitas vezes os elogiáveis prefeitos da cidade incentivaram a destruição de tais edificações, pois é visível que um suposto tombamento engessaria a cidade que precisa de mais viadutos, metrô, avenidas expressas com 6 faixas, esgoto e outras estruturas que para serem feitas necessitam que os sobrados sejam imediatamente derrubados.

Lazer[editar]

A principal diversão dos marcianos estancianos é se deslocar para a Praia do Saco (olha o nome) ou para a Praia de Abaís no feriado da padroeira da cidade, que é Nossa Senhora da Conceição de Guadalupe. A praia do Abaís é muito frequentada no Carnaval, quando todos os marcianos masculinos soltam a franga e revelam o que realmente são no bloco conhecido por bichinhas-enrustidas-querem-dar-o-cú Abaisanas.