Eric Harris

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Cquote1.png Eu me lembro desse cara. Era divertido brincar com ele Cquote2.png
Valentão da escola sobre Eric Harris
Cquote1.png É a prova de que estou certo Cquote2.png
Juiz que proibiu Counter-Strike no Brasil sobre Eric Harris

Harris sorrindo depois de tramar seu plano maléfico para dominar o mundo se vingar da escola.

Eric Harris era um muleque mimado revoltado com sua vida por ser virgem e um típico nerd americano daqueles que são vistos nos filmes da Sessão da Tarde, que apanhava para algum valentão e era zoado pelos colegas de classe, inclusive por aquela loira gostosa que era inspiração para ele tocar algumas.

Revoltado com tudo isso, Eric passa a gostar de um emo com bigode quadrado, vira nazista e combina com o amigo meio nerd Dylan Klebold uma partida de CS no colégio, mais conhecida pelos leigos como Massacre Do Pumped Up Kicks de Columbine, que matou 13 playboys, 24 patys e 69 figurantes que servem apenas para dar número, mas são importantes (ou não). Inspirado em Hitler, ele e o amigo se matam depois de passarem de level. Tudo isso ocorria enquanto tocava Pumped Up Kicks.

Nascimento e juventude[editar]

Harris depois de passar para o Lado Negro da Força, mais especificamente o Lado Nazi-Fascista-Comunista-Satânico.

Eric Harris nasceu em uma cidade desconhecida de algum estado desconhecido dos Estados Unidos, filho do pai e da mãe dele[1]. Desde a infância, Harris preocupava os pais por causa de seu futuro. Era que o pirralho já mostrava sua tendência como nerd, e nerds tendem a ser discriminados na vida.

Harris demonstrava isso porque ele sempre acompanhava seu pai no trabalho, que era desenvolver aeronaves militares de última geração. E o garoto gostava de ver as tecnologias alieníginas da Área 51, utilizadas pelo pai. Vendo que aquilo não ia dar certo, a família de Eric se muda para outra cidade, onde não teria aeronaves para distrair o moleque, que seria obrigado a virar um garoto comum.

Eric Harris (sentado) brincando com seu amigo num momento depressivo.

No novo local, não acontece praticamente nada de interessante para contar sobre a vida do futuro assassino. A única coisa que acontece com ele é que Eric conhece numa Lan House Dylan Klebold, seu melhor amigo e companheiro nos jogos de tiro, tanto virtuais como reais. Os dois ficam muito amigos, o que desperta nos especialistas a dúvida sobre sua verdadeira opção sexual, mas isso é outra história.

Vida escolar[editar]

O tempo passou e Eric entrou na High School[2]. Até aí tudo bem, mas o problema que desencadeia no Massacre de Columbine começa agora. Matriculado na escola Columbine, Eric e Dylan descobrem como é ruim ser nerd e impopular numa escola americana repleta de valentões e outros seres.

Os caras viraram um saco de pancadas, onde seus colegas descontavam a raiva causada pelo dia-a-dia. Para piorar e ficar ainda pior, os diretores do colégio não se importavam, e apoiavam o bullying. Levando pau[3] tanto dos colegas como os superiores, os garotos entram no mesmo processo que transformou o artista e estudante de Belas Artes Hitler em um ditador com sérios problemas mentais.

Aderindo ao nazismo[editar]

Jogo que teria incentivado Harris a se tornar uma pessoa violenta.

Eric adimirava muito Hitler. Essa admiração começou quando ele, na aula de história, soube que o ditador alemão foi ridicularizado na escola por causa de seu bigode escroto, sendo vítima de bullying (uma das razões para ele ter sido tão maluco). Harris se familiarizou com Hitler e se converteu ao nazismo, encontrando nele uma forma de se vingar das zoações feitas pelos colegas.

Nessa época, ele e mais outros garotos jogadores de RPG e jogos violentos decidem se unir e formar uma gangue criminosa com o objetivo de unirem contra os valentões, pessoas que não gostam de nerds e gente que odeia RPG. Por falta de nome melhor, esse grupo foi chamado de "Máfia da Capa Preta". Os membros desse grupo se reuníam para jogarem partidas de Tibia e planejarem ataques terroristas contra a escola.

Influências[editar]

Eric e Dylan eram jogadores viciados de jogos considerados violentos por sua mãe, como Unreal Tournament (possivelmente ele deve ser parente do Garoto alemão doido) e Duck Hunt. Segundo os especialistas, seu vício em jogos pode tê-lo influenciado a brincar de tiro na escola. Recentemente, descobriu que esse especialista foi pago pelos fabricantes do jogo dos Teletubbies (rival dos jogos de tiro) para falar isso.

Também dizem que ele via muitos filmes e desenhos extrememente impróprios, como Lazy Town, Zoboomafoo e o Horário Eleitoral Gratuito, o que teria contribuido para deixar sua mente doentia ainda mais doentia, já que esses programas causam efeitos devastadores na mente humana.

Antes do massacre[editar]

Armamentos utilizados por Eric e Dylan para brincarem com seus colegas.

Para executar seus planos de vingança contra quem zoava dele, e ainda ganhar fama mundial, Eric e Dylan precisavam de armas decentes, e não faquinas de plástico e shurikens de papel. Nos EUA, devido ao grande número de grupos mafiosos e a alta possibilidade de encontrar uma arma pesada em locais públicos (GTA é uma prova disso), a população adquire armas facilmente, sendo que até uma criança pode ter uma AK-47.

Desse jeito, para conseguirem as armas necessárias ao massacre, Harris foi a uma Ammu-Nation perto de casa, furtou comprou os materiais necessários, e pronto. Além de comprar armas, ele fabricou algumas. Com base em manuais que não prestam pegos na internet de páginas da Desciclopédia Wikipédia escritos por algum membro da Al Qaeda, ele fez algumas bombas nucleares caseiras. Por ter usado as informações da Wikipédia, as bombas não funcionaram.

Antes de brincar de guerra no colégio, Harris escreveu um Death Note, contendo os nomes dos valentões, playboys epatricinhas que seriam mortos. Nele, Eric também escreveu uma espécie de diário de um emo, contando o quanto que a sua vida era ruim, os momentos depressivos e seu ódio pelos professores[4], que lhe obriga a aprender as matérias mais inúteis imagináveis e inimagináveis.

Massacre de Columbine[editar]

Essa câmera é uma porcaria, a imagem no fundo está muito ruim.

Tá, agora vamos parar de enrolação e mostrar como é que foi esse negócio. Usando táticas terroristas aprendidas jogando Counter Strike com especialistas, ele, seu amigo Dylan e mais 69 figurantes cúmplices secretos da Máfia da Capa Preta infiltraram miniguns, escopetas, submetralhadoras, metralhadoras, bombas tocas e Balas Soft na escola. Como eles enfiaram esse arsenal lá dentro, ninguém sabe[5], provavelmente os caras eram ninjas.

No colégio, Harris e seu amigo usaram técnicas de combate muito avançadas, que é sair atirando que nem um maluco e gritar como um macaco. Assim, eles mataram quem fosse azarado a ponto de tomar uma bala perdida. Como eles tinham fortes tendências nerds, os garotos foram para a biblioteca, para relaxar um pouco lendo um livro.

Logo depois chegaram as Forças Especiais para fazer o seu trabalho. Ouvindo boatos (falsos) dizendo que Jack Bauer estaria no colégio os procurando, Eric e Dylan entraram em desespero, e como os dois não queriam serem estuprados na prisão, eles se se suicidaram. E assim a história terminou com um final feliz (ou não).

Curiosidades[editar]

  • Eric é admirado por todos os nerds revoltados que sonham em um dia matar todo mundo que zoa com eles.
  • Harris, por ter grande habilidade em infiltrar armas escondidas, seria aceito na Al Qaeda, ou em outro grupo terrorista.
  • O garoto realizou o sonho de ficar famoso um dia. O problema é que ele está morto e não sabe disso.
  • Ele, além de ser aparentemente um nerd, também virou gótico (o que piorou seu desequilíbrio mental).
  • A mente dos pagodeiro pode ser comparada a do Homo Erectus.
  • A curiosidade de cima não tem nada a ver com Eric Harris.

Notas[editar]

  1. Informação escrita para os que não sabem disso, afinal pessoas com baixo QI podem não saber
  2. Mais precisamente o Ensino Médio para os que não possuem conhecimentos avançados em inglês
  3. Não pensem em outras coisas, por favor.
  4. Compartilhado pelos seus "colegas"
  5. Na parte de enfiar lá dentro, não pensem o que eu estou pensando que você está pensando
v d e h
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Bruno se apresenta ao Bangu.jpg
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