Encostas, Casas e Adegas de Champagne

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

World Heritage Site logo.png

Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Encostas, Casas e Adegas de Champagne é a denominação de um patrimônio mundial da França que ninguém ainda entendeu direito o que é. A UNESCO diz que é algo sobre a tradição francesa de fazer champanhes e de seus habitantes serem pobres embriagados metidos a refinados. A invenção do champanhe vem do nordeste da França por volta do século XIII e revolucionou o país para sempre, gerando consequências até hoje, pois desde então os franceses puderam se embriagar de modo requintado, e por isso as plantações de uva da região e seu processo de criação devem ser preservados.

Clima[editar]

Localizado no Nordeste da França, numa área de clima temperado, tais condições climáticas oferecidas por aquela latitude são as piores possíveis para o cultivo de qualquer árvore ou vegetal robusto, sobrando assim a única possibilidade de plantar frutinhas que não ligam de serem plantadas num lugar cheio de nevoeiros e nada tropical. Além disso, o solo pobre é o responsável por conceder a acidez e sabor de pobre necessário para as genuínas uvas de Champagne para a produção do melhor champanhe do mundo, além é claro da poluição no ar e uma devastação quase completa da fauna e flora nativa o que gera erosão e torna o plantio da uva ainda mais propício.

História[editar]

Um champanhe francês de altíssima qualidade. O genuíno de Champagne, considerado até patrimônio mundial pela UNESCO.

Em algum momento do século IX, Paris já era uma metrópole europeia cosmopolita, e com o fim do feudalismo havia se transformado de um pacífico vilarejo num antro de libertinagem, gente bêbada, marginais, esgoto a céu aberto, bordéis, cabarés de can-can, moulin rouge e pobres coitados bebendo vinho até caírem na sarjeta e perderem o direito de propriedade de seus próprios cus que poderiam ser reivindicados por qualquer um que passasse por ali. Em meio a este cenário e situação de praticamente impossível reparo, o rei francês Luís II de França recebe a notícia de que haviam inventado uma bebida alcoólica para frescos e que tinha gosto de água suja gaseificada como se fosse um refrigerante de extrema péssima qualidade. O rei então teve a brilhante ideia de que poderia afrescalhar e acalmar a sua população oferecendo a nova bebida para todos, mas como os terrenos dos arredores de Paris estavam tomados por pântanos de cocô e xixi, teve que arrendar um terreno a umas 100 milhas da capital, onde estabeleceu suas famosas plantações de uvas.

A ideia deu tão certo que a região produtora das uvas do precioso champanhe francês chegou a tornar-se um reino independente de 950 até 1311, o Condado de Champanhe, que abastecia Paris com champanhe, deixando todos afrescalhados, assim reduzindo drasticamente as taxas de homicídio e pilantragem do país, pois agora todos se achavam chiques e refinados. O único efeito colateral foi que todos os franceses passaram a falar fazendo biquinho.

Os ingleses ficaram curiosos sobre esse tal champanhe, o que seria, então tentaram conquistar a França, dando início à Guerra dos 100 Anos e depois a Guerra dos 30 Anos, para derrotar os franceses só na Primeira Guerra Mundial. Mas quando os britânicos finalmente beberam do tão famoso champanhe francês, descobriram que era tudo mentira, como tudo na França onde os queijos são azedos e os pães parecem pedra, mas por todos esses séculos os franceses mentiram com convicção sobre a superioridade de seu champanhe, para não se sentirem inferiores.

O Papa Urbano II foi o primeiro líder mundial a mentir sobre a qualidade do champanhe francês, e isso até fez o Vaticano ser permitido mudar-se para Avignon por uns anos.

Hoje as plantações de uvas e as adegas de Champagne foram consideradas patrimônio mundial, o que significa que de acordo com a UNESCO o povo da região vai ter que continuar fingindo que vivem como se estivessem no século XIII.

Produção[editar]

A produção de um genuíno champanhe francês começa pelo plantio da uva, que deve ser feito por um produtor rural devidamente autenticado, vestido de camponês, que vai à cidade e compra suas sementes mágicas. Depois deve plantar numa terra fofinha e esperar uns meses, regando apenas com sua própria urina.

Depois de coletados os cachos de uvas genuínos de Champagne, estes devem ser levados para porões secretos dos castelos das redondezas. Lá as uvas são expostas a ratos, cujos fluídos corporais darão o futuro aspecto medicinal do champanhe francês que acredita-se ser um antídoto contra leptospirose.

Por questão de tradição, a vigilância sanitária é proibida no local de produção, para que nenhuma prática seja proibida. Uma vez maturadas, as uvas são colocadas em grandes tonéis e imediatamente pisoteadas por pessoas desconhecidas, que adicionam às uvas Staphylococcus, bactérias essenciais para a flora intestinal humana.

O sumo produzido é armazenado em enormes barris como do Chaves e misturados à Guaraná Dolly quente, para assim adquirir a sua única espumosidade e características frisantes ímpares que o fazem tão único.

Por fim, são engarrafados em garrafas PET especiais. O armazenamento que também é padrão deve ser em porões escuros, com as garrafas de cabeça para baixo, para as purezas se acumularem na tampa e exalarem um odor de merda assim que o genuíno champanhe francês, que é patrimônio mundial, for aberto numa comemoração de palhaços metidos a requintados.