Eça de Queirós

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um vinho ishtränho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe


Cquote1.png Você quis dizer: Isso Cquote2.png
Google sobre Eça de Queirós

Cquote1.png Quem é? Cquote2.png
Você sobre Eça de Queirós

Cquote1.png É alguma nova dupla sertaneja Cquote2.png
Carla Perez sobre Eça de Queiros

Cquote1.png É Essa ou Aquela de Queirós? Cquote2.png
Guria retardada sobre Eça de Queirós

Cquote1.png Não, Eça de Queirós não é mulher, sua idiota! É homem, porra! Ah, vai esquecer pra depois perguntar de novo sempre a mesma merda? Cquote2.png
Sua mãe sobre pergunta da sua filha retardada, que é a irmã de você

Vida[editar]

Eça de Queirós


José Maria de Eça de Queirós, nasceu em Portugal em 1800 e ... Ah 45. Ele não teve uma vida difícil, sempre teve dinheiro e tudo que queria em mãos (veja no que deu). Isso tudo que eu falei é muito óbvio, pois é claro que se ele fosse pobre jamais teria a idéia de ser escritor, afinal, quem nasce pobre sonha em morrer rico. A infância de Eça foi totalmente monótona, chata tranqüila como a de toda criança rica da época. Como não tinha nada melhor pra fazer, esse desgraçado pequeno gênio começou a escrever.

Na adolescência, Eça começou a dividir seus interesses literários com os romances (finalmente algo inteligente) e diferentemente dos outros garotos da mesma idade, começou a pensar em sexo um bom casamento, claro, naquela época não se poderia olhar para uma menina em lugares decentes sem casar com ela, assim Eça passou a freqüentar diariamente os puteiros bailes da corte para realizar seu desejo (o dele - e o seu também). Além disso, foram esses romances desvairados bonitos que deram toda inspiração para Eça escrever suas obras primas (e comer as primas também), mas disso nós falaremos mais pra frente.

Na vida adulta, de tanto freqüentar os lugares já citados, ele acabou engravidando conhecendo uma moça boa (se é que você me entende) e como deveria de ser, casou se com ela. Tiveram um casamento aberto feliz, embora tivessem fofocas que diziam que Eça traía sua amada (ela traía também). De qualquer forma, Eça manteve seu casamento até a hora de sua morte (óbvio, naquela época não tinha divórcio e gostando ou não, era "até que a morte nos separe"). Ele ainda teve tempo para perder tempo fazer licenciatura e direito (enfim, fez tudo errado).

Bom, a hora chega pra todo mundo e para Eça, ela veio exatamente em 1900. Ele morreu sabe se lá do que, mas deve ter sido tuberculose, pneumonia, só pra seguir os outros escritores. E nem foi em Portugal, foi em Paris (que traíra).


Obra[editar]

Eça participou de dois movimentos literários, o primeiro foi o romantismo, mas nesse movimento ele escreveu coisas tão inúteis que ninguém nem sabe o que foi escrito.

O segundo movimento foi o realismo (ahh, esse sim, você deve conhecer bem) e durante essa fase ele fez suas obras mais famosas O Primo Basílio e Os Maias (vou falar detalhadamente delas depois). Aqui no Brasil, o realismo é retratado por Machado de Assis, e em Portugal, por Eça de Queirós, fazendo uma comparação simples, podemos perceber que os dois tem estilos parecidos. A diferença é o que o realismo de Eça era real mesmo, não era do tipo Missa do Galo onde a moça mostrava o e o cara já ficava todo animado e se mostrasse a canela o sujeito teria um orgasmo. Era sexo animal desejo carnal bem mais acentuado.

o Primo Basílio[editar]

(Eu sei que você já assistiu)

Em filme e em livro

O Primo Basílio é uma das obras primas (onde ele come a prima) de Eça, a obra é dona de um realismo tão acentuado que já virou de cabeceira para os (punheteitos) letrados. Quem assistiu ao filme antes de ler é preguiçoso e quem assistiu mesmo depois de ler, é porque queria ver putaria (e não apenas ler).

A história do livro em geral fala sobre uma moça muito bonita, a Luísa, que trai o marido com o primo, o Basílio e fica a vida inteira descrevendo as fantasias sexuais dos dois (é a parte do paraíso no filme, que eu sei que você não cansa de ver). É isso (e no final ela morre...).


Os Maias[editar]

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Os Maias, assim como o Primo Basílio é mais uma obra de putaria realismo intenso, onde o estúpido personagem principal casa com uma prostituta (já começa mal), ela trai ele com Deus e o mundo (quanto corno) até que ele expulsa ela de casa (se fez de macho), mas aí é tarde porque ela já está grávida. Ela leva o bebê com ela e deixa o filho mais velho com ele, depois de muito tempo os dois irmãos se encontram e acabam fazendo o que não deve. No final todo mundo morre de desgosto.

Eu recomendaria o livro, mas eu já sei que você não vai querer ler, afinal, são 400 páginas só no primeiro volume. Além disso na mini série você vai ver a Ana Paula Arósio semi nua (o que você não vai ver no livro). Infelizmente, não vai ter tanta putaria como você queria, pois a mini série foi exibida na TV aberta sob forte censura!

As personagens desta obra representam classes sociais, gerando-se daí a crítica Queirosiana: Afonso da Maia: Afonso era o velho, que, apesar de saber as coisas, ninguém queria saber e os filhos comeram gajas mantiveram relações com senhoras que só os fuderam prejudicaram. Pedro da Maia: O Pedro foi educado pela mãe, e era um paneleiro do caralho, um conas e uma menina representante do romantismo. Maria Monforte: A MM era uma puta senhora que fazia do Pedro cão aquilo que desejava. Pedro, feito cão obedecendo cegamente, cumpria todos os seus desejos. Carlos da Maia: O Carlos era um pinão que, de tanto pinar, pinou a irmã galã, que não conseguia manter uma relação estável até ter conhecido Maria Eduarda, sua irmã. Não fez nada do que ia fazer na vida e vivia do ócio. Maria Eduarda: A Maria Eduarda era bem boa uma mulher belíssima, era boa moça simpática, generosa e irmã do carlos.

Característica da Obra[editar]

As obras de Eça mostram o lado forte da personalidade feminina (que feminista) e o lado gay sensível da personalidade masculina. Ou seja, ao contrário da própria personalidade do autor, os livros dele podem levar você para o lado rosa da força. Portanto, se você ainda não decidiu se quer mesmo ficar do lado azul da força, é melhor se manter distante.

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