Desnotícias:Pudim.com.br teve frustrado o sonho de virar um Google da vida

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Terra do Pudim, Acre - Waldinho, dono do pudim.com.br, acalentava o plano de transformar seu site em um Google da vida. Em 2005, anunciou que o site chegaria ao ano de 2010 com 1 trilhão de visitas e um faturamento de R$ 20 bilhões. Às vésperas da virada do ano, já é possível saber que a meta não seria atingida. Pudim.com.br fechou 2008 com um faturamento de R$ 13,7 bilhões. O que deu errado?

Seu maior rival, dono da Desciclopédia, tá morrendo de rir.

Pudim.com.br cresceu e se tornou o maior do país a partir do Acre, o grande centro consumidor do país. Para multiplicar as visitas e o resultado, teria de se tornar genuinamente nacional, tarefa que exigiria a superação de alguns desafios.

O primeiro deles é o tradicionalismo e a pulverização que imperam no setor. Existem centenas de sites de busca, pornografia e humor espalhadas pelo Brasil.

Não é nada fácil medir forçar com esses sites pornôs que, apesar de menores, têm a seu favor a fidelidade dos clientes. No Sul, os gaúchos preferem o churrasco.com.br. O Nordeste é território de sites como acaraje.kit.net, que já conta com 2 milhões de acessos.

Em 2007, surgiram boatos de que Waldinho queria vender o Pudim.com.br. A família negou.

Por ser de capital fechado, Pudim.com.br não seguia regras contábeis consideradas básicas e a apresentação dos números não agravada. O problema teria sido contornado recentemente. Há um ano e meio, pudim.com.br contratou a Desciclopédia (sim eh nóis), um dos maiores sites do mundo, para aprender como fazer sucesso na Internet.

A mudança no perfil de seus clientes foi um complicador a mais. O imigrante polonês Walt Disney, pai de Waldinho, lançou as bases do site em 1957 ao abrir as portas aos nerds, principalmente os otakus. O nome da empresa é uma homenagem a eles.

Ao longo das últimas décadas, a rede criou laços quase afetivos com seus clientes, garantindo-lhes pornografia pro ano todo. Mas o aumento do poder de compra da classe C, que deveria favorecer os negócios de Waldinho, acabou por pesar contra.

Quem estuda o comportamento desse consumidor garante que após subir alguns degraus na pirâmide social, ele tende a buscar sites melhores como a Desciclopédia – e o pudim teria percebido essa tendência. “A classe C não quer voltar atrás. Depois de algumas conquistas, tende a entrar em sites cada vez mais atualizados”, diz um executivo do setor.

“Há pouco mais de um ano, para atender a mudança de perfil nos seus clientes, pudim.com.br começou a oferecer ajuda pra dever de casa.” A união com a Desciclopédia, uma rede voltada às classes A e B, atenderia a essa mudança de comportamento.


Fontes[editar]

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/12/06/casas+bahia+teve+frustrado+o+sonho+de+virar+uma+rede+de+varejo+de+alcance+nacional+9199679.html