Desnotícias:Morre, pela 21ª vez, o humorista Roberto Gómez Bolaños

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TANGAMANDÁPIO, México

Legista e pedagogo Maestro Linguiça explica as causas da morte de Bolaños.

Após morrer cerca de 20 vezes apenas neste ano, mortes estas noticiadas prontamente pelos mendigos de likes jornalistas amadores do Facebook, na tarde desta sexta-feira, 28, o humorista Roberto Gómez Bolaños morreu pela 21° vez, em sua mansão de móveis de isopor que só pode ser acessada por uma passagem secreta escondida no barril do Chaves, localizada no centro da metrópole mexicana Tangamandápio. Porém, desta vez, aparentemente a morte do mestre do humor foi definitiva, pois Sheng Long, ao ser invocado por alguns nerds tetudos, declarou que já estava de saco cheio de ressuscitar alguém que, em menos de 25 dias, certamente iria morrer de novo.

Em memória de Bolaños, os três principais partidos políticos do México, DNVR, UTPJ e APDF, resolveram deixar de lado as diferenças ideológicas, e se uniram para garantir que o país mexicano teria um dia de luto em homenagem ao homem que, com seus músculos, marreta biônica e anteninhas de vinil, conseguiu unificar o povo mexicano nos anos 50, além de ajudar na implementação de programas de humor em meio as antes imbatíveis telenovelas dramáticas mexicanas e brasileiras.

No momento, terráqueos e alguns jupiterianos prestam as últimas homenagens ao mito da televisão mundial, uma lenda que conseguiu fazer com que uma geração inteira parasse na frente do televisor por alguns minutos para assistir algo que não é Emmanuelle no Espaço, algo que até então era impensável.

Acredita-se que, após a morte, Bolaños tenha subido a Stairway to Heaven, onde esperava encontrar Seu Madruga, este que, pouco antes de bater as galochas, prometeu que, quando Bolaños se juntasse a ele, iria lhe oferecer um desjejum com dois ovos.

Velório[editar]

Heróis de toda parte do mundo levam o caixão de Bolaños.

O corpo do finado Chaves, alter-ego do herói mexicano Chapolin, foi levado para ser velado na Cidade do México em um dos estúdios da Televisa, onde será transmitido para diversos países. Heróis de todo planeta e toda vizinhança se reuniram para prestar suas homenagens após o esforço de colocar o corpo de Bolaños no caixão, visto que quando alguém abaixava o braço dele a perna se erguia, e quando duas pessoas seguravam as pernas e braços ele erguia a bunda. Alguns fãs até consideraram a ideia de jogar um pouco d'água no defunto, em uma frustrada tentativa de recuperá-lo de seu estado piripáquito.

Uma grande coroa de chirimoias foi usada para decorar o caixão feito com a madeira de seu barril, afinal ele era muito humilde para ter condições de comprar um caixão.

Após o velório, foi realizada uma edição especial televisionada para o mundo inteiro do Festival da Boa Vizinhança, cuja música de abertura, "Boa Noite Vizinhança", foi tocada pela Banda do Chaves. O vocalista escolhido para substituir Bolaños nesta apresentação tão especial foi Higino, aquele carinha da escola que nunca ninguém notou, mas que nem por isso deixou de admirar o homenageado da noite. Durante o evento, cuja estimativa de público girou em torno de 50 mil pessoas sentadas, 25 mil em pé e 13 pessoas enganadas, além dos telespectadores que pararam para assistir a homenagem, foram servidos para os participantes algumas doses de suco de limão que parece tamarindo e que tem gosto de groselha, bebida muito apreciada e inclusive comercializada por Bolaños em vida.

No final do evento, amigos próximos de Bolaños, como os empresários da área imobiliária Zenon Barriga y Pesado e Senhor Calvillo, o jogador de squash com bola quadrada Frederico Jr., o ladrão reformado Senhor Furtado entre outros, prestaram suas últimas homenagens ao mito, declarando como Bolaños mudou os rumos de suas histórias. Destaque também para o Pirata Alma Negra, que cruzou os sete mares para dar o seu depoimento.

O show de encerramento foi realizado pelo Trio Parada Dura, banda da vózinha de Ramón Valdez, que tocou os clássicos "Se você é jovem ainda" e "Que bonita a sua roupa", fazendo milhões de pessoas rirem, chorarem e se emocionarem.


Fontes[editar]