Deslivros:Nauru

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Nuvola apps bookcase.png
Este artigo é parte do Deslivros, a sua biblioteca livre de conteúdo.
A Expedição Nauru

Nauru é um dos menores países do mundo, com tamanho inferior ao sítio do Paulo Camacho Julião, suplente de vereador da cidade de Nova Mutum, no Mato Grosso, município que ninguém conhece até mesmo dentro da cidade. Além disso, a população desse país insular é menor que o público de um estádio em uma disputa acirrada no futebol entre o Brusque Futebol Clube e o Ceilândia Esporte Clube.

Esse pequeno país fica situado no continente da Oceania, que por sua vez é o continente mais perdido e isolado do planeta, no e do qual as pessoas terráqueas, mesmo as bem estudadas, só conhecem os países da Austrália e Nova Zelândia. Em suma, Nauru é um país perdido de um continente perdido.

Para se ter uma ideia de quão pequeno é esse país, é possível que a soltura de uma bufa ruidosa no extremo sul da ilha faça a dona Soraia Pingabraba, moradora nauruana no extremo norte da ilha, ouvir esse flato e ainda sentir o cheiro. Para piorar a situação desse país, ele está absurdamente isolado dos demais países desse continente esquecido.

Algumas poucas pessoas, apenas as que sabem que tal país existe (porque eu mesmo nem sabia da existência disso até hoje...), acreditam que morar nesse pequeno país é pior que criar um país próprio dentro de uma garagem no meio de um deserto despovoado e viver ali a eternidade, dados os fatos de seu isolamento e de seu absurdo tamanho, menor que o sítio do Lula em Atibaia, mas que não é dele, pelo amor de deus!

Início da pesquisa[editar]

Mapa de Nauru, ampliado mil vezes

Nauru sempre foi ignorado na geopolítica mundial. Se por um lado o Brasil é um anão diplomático, por outro, Nauru foi considerado um micróbio diplomático. Apesar da crença popular que o Nauru é o mini-Acre, alguns exploradores ingleses, em uma expedição nesse ano de 2020, descobriram que a vida em Nauru é diferenciada, e em nada se assemelha aos preconceitos desferidos sobre esse país nanico. Essa expedição demorou cerca de quatro horas para cobrir todo o país de cabo a rabo, e essa demora deveu-se à preguiça dos exploradores naquele dia, porque a coceira escrotal dos estudiosos estava foda.

A pesquisa realizada, inicialmente escrita num caderno de anotações rasurado que mal dava pra entender, foi digitada posteriormente no bloco de notas e impressa num papel higiênico. Infelizmente, grande parte da pesquisa impressa foi usada pra limpar o ânus embosteado de um estagiário com obesidade média que estava grampeando páginas antes da dor de barriga, mas grande parte foi recuperada graças à força de vontade da equipe, que conseguiu diferenciar letras e palavras no meio pedaços de milho e manchas marrons inapagáveis no documento frágil.

A pesquisa custou cerca de quatrocentas libras esterlinas ao governo do Reino Unido, o suficiente pra construir duas jangadas para a equipe - dois pesquisadores -, uma para a tripulação (os dois pesquisadores) e outra para os equipamentos e mantimentos (comida enlatada e caderno de anotação). Quando foi lançada ao mar, a jangada de mantimentos e equipamentos se perdeu pois não havia alguém pra "pilotar"; assim, durante toda a viagem de jangada rumo a Nauru, a equipe teve que pescar peixes e comer cruamente. Depois de alguns meses de viagem árdua, finalmente chegaram ao Nauru. Se não era Nauru, ao menos era uma ilha tão perdida quanto, então não faria diferença para a pesquisa.

A pesquisa[editar]

Cquote1.png Será que é Nauru? Se não for, vai ser Cquote2.png

O estudo no país demorou bastante dado o tamanho dessa ilha, em parte porque inglês precisa de chá da tarde para o negócio andar e não havia chá naquele momento; além disso, ficar vários meses no oceano deu uma coceira sacolina do caramba nos pesquisadores, então cada passo que davam na ilha era uma coçadinha no órgão murcho.

Descobriu-se nessa expedição que o país Nauru tem uma população diferente de tudo o que eles já tinham visto antes. Os habitantes desse país pareciam pedras, e não se mexiam. Foi uma descoberta muito importante, e os pesquisadores responsáveis pela expedição sabiam que aquelas quatrocentas libras esterlinas investidas não foram jogadas no lixo, ao menos parte delas pois a outra parte não tripulada se perdeu no oceano.

Quando chegaram à Inglaterra, passaram a pesquisa no papel, que foi cagado, mas recuperaram boa parte dos escritos e passaram a limpo em outro papel. Só conseguiram recuperar texto suficiente pra encher meia folha A4 de papel sulfite, porém aquele mesmo estagiário gordo enrolou e fumou a pesquisa com orégano.

Conclusão[editar]

Não foi possível tornar Nauru um país mais importante. As quatrocentas libras foram definitivamente pro lixo, e Nauru continua sendo a mesma merda.