Deslivros:Hercule Poirot - Morte no Milho

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  • OBS: O título desse Deslivro é meramente ilustrativo, e não tem qualquer relação com a história...

Hercule Poirot é considerado um dos melhores detetives do mundo, sendo considerados por muitos melhor e mais apto até mesmo do ilustríssimo Detetive Pikachu, isso depois de sair seu filme lixão nos cinemas, o que derrubou um pouco de sua fama. Poirot ficou famoso por desvendar casos como a briga entre biscoito e bolacha, o que lhe rendeu um Oscar, por mais que não tenha nada a ver uma coisa com a outra, mas segundo a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas foi um feito tão grande que mereceu o prêmio...

Ato I - O início[editar]

Hercule Poirot, um grande detetive.

Hercule Poirot estava passeando calmamente pelas ruas de Guarapari, visto o fato de que ele próprio é um imã de casos e crimes, quando algo extremamente bizarro e jamais visto em todos os livros de Agatha Christie aconteceu: bateu uma vontade de mijar no interior de Poirot, pois caso você nunca tenha percebido esse velho nunca avisou no meio da discussão em qualquer livro que queria ir ao banheiro...

Saindo do banheiro público, sucedeu-se outra coisa estranha.Cquote1.png Porque eu estou em Guarapari? Cquote2.png, perguntou a si mesmo, mas mal teve tempo para refletir isso que uma mulher totalmente desesperada apareceu na sua frente correndo. Cquote1.png Eu não sei quem você é, por que Guarapari não fica na Inglaterra ou Bélgica, mas eu deduzo que você seja um detetive. Por favor, me ajude, eles estão vindo!! Cquote2.png. Logo em seguida um barulho é escutado por toda a região, e a mulher caí morta no chão logo em seguida...

Ato II - Acensão[editar]

Assustado, Hercule Poirot olha em sua volta em busca de tentar descobrir quem a matou. Cquote1.png Será que esse tiro veio do Rio de Janeiro? Cquote2.png, pensou Poirot em um ataque de estresse e medo. Em seguida ele saiu correndo de lá, o mais rápido que pôde, abandonando o corpo da jovem mulher. Contudo, ele percebeu o erro que acabara de cometer, pois ele poderia analisar o corpo e a bala, porém, ao chegar ao local do crime, o corpo já fora devorados pelos urubus, e alguns torcedores fanáticos do Flamengo. Cquote1.png Porcaria de Cheirinho... Cquote2.png, refletiu Poirot.

Sozinho, sem pistas, ou quase nenhuma, e o pior de tudo, sem poder comer seu pudim de pinga para se acalmar, Poirot decide analisar os fatos, e tentar chegar a uma conclusão. Para isso ele decide a ir a um boteco em busca de informações. Chegando lá, num tal de "Bar do Barro", Poirot decide fazer perguntas ao dono do bar. Cquote1.png Bonjour monsieur. Voudriez-vous répondre à quelques questions?. Cquote2.png, disse Poirot um pouco nervoso. Cquote1.png É o que porra? Tá tirando sarro da minha cara? Cquote2.png, disse o velho com o menor pingo de respeito. Neste exato momento Poirot se lembrou que não sabe falar português, e eles não sabem falar francês...

Depois dessa tentativa frustada de tentar desvendar algo, Poirot se sentiu de volta à estaca zero, quase querendo desistir e volta à Londres. Enquanto estava tirando digitais da calçada do crime, Hercule Poirot ouve alguém gritando, e ao olhar para sua frente vê um vulto correndo. Era outra mulher gritando, e vinha novamente em sua direção. Cquote1.png Socorro! Socorro! Cquote2.png, gritava desesperadamente a mulher. Cquote1.png O que foi madame?! Cquote2.png, disse Poirot num português improvisado. Cquote1.png Eu estou procurando minha pedra de crack de estimação, Socorro. Acho que ela fugiu... Cquote2.png. Depois desse comentário, Poirot decepcionadamente desiste de interagir com a mulher, quando um gemido de dor é ouvido, ao se virar para trás a mesma mulher de antes é encontrada morta...

Ato III - Queda[editar]

Poirot recebendo a carta da confirmação do crime. (PS: Perceba a qualidade miserável do jogo)

Cansado de ver esse tipo de situação, e ao mesmo tempo assustado e surpreso, Hercule Poirot observa o corpo da mulher, com um tiro na testa. Após analisar o ferimento, Poirot decide ir pegar seus equipamentos para fazer a extração da bala. No entanto, ao voltar no local, o corpo da mulher estava sendo devorado por cheiradores de crack famintos, e mais uma vez ele perde o corpo da vítima. Cquote1.png Meu Deus do céu, Berg! Cquote2.png, refletiu Poirot. Deste modo toda a sua esperança de conseguir desvendar esse mistério vai pra casa do caralho...

Puto da vida e já maluco de pedra por falhar tantas vezes desde o seu nascimento, o detetive belga começa a sair correndo feito um selvagem, de rua em rua, até correr tanto que se torne um boneco palito. Mas sua tentativa de suicídio acaba falhando e ele parando para descansar, mas ao acaso ele percebe algo, um detalhe que tinha escapado de sua percepção... Um carro vermelho estacionado, que segundo ele esteve presente no meio dos dois crimes. Cquote1.png Quem quer que tenha matado aquelas pessoas deve estar lá dentro... Cquote2.png, e depois de pensar isso se levantou e foi pôr em prática a sua teoria.

Ao chegar no carro ele vê um jovem de aproximados 21 anos, boné de lado, óculos escuro estilo funkeiro, estava sem camisa e tinha um colar de ouro. Cquote1.png Só pode ser um traficante Cquote2.png, deduziu Poirot. O jovem meliante saiu do carro, com uma expressão facial de quem estava nem ai pra vida. Cquote1.png Então você finalmente descobriu, não foi? Cquote2.png, disse o rapaz. Cquote1.png Pode ir se explicando, pois você está preso em nome da lei! Cquote2.png, gritou Poirot, bravo. Cquote1.png Eu matei essas pessoas pois eu vi que você estava triste por não ter mais nenhum crime para solucionar, então eu lhe dei esse. Cquote2.png, disse o garoto na maior normalidade, e prosseguiu. Cquote1.png Mas agora é tarde, você nunca irá me alcançar, MWAHAHAHAHAHA!! Cquote2.png. Depois de dizer isso, o jovem saiu correndo em disparada, quando escorregou num papel de bala e morreu...

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Depois de todos esse acontecimentos, Poirot foi embora de Guarapari e finalmente voltou para Londres, sua atual residência. Chegando lá ele recebeu, meses depois, um telefonema do prefeito de Guarapari parabenizando-o pelos seus feitos, e que receberia em troca uma prancha de surf que antes pertencia à primeira mulher assassinada, além de ser nomeado como Sir Hercule Poirot pelo governo britânico. Cquote1.png Obrigado a todos que me ajudaram nessa investigação, ou seja, parabéns a mim mesmo, sou foda chupa que é de uva. Cquote2.png, disse Poirot em seu discuso na Cúpula da ONU, durante um debate sobre fome na África...

Não demorou muitos dias e seu prêmio tão desejado chegou, assim Poirot poderia surfar como nunca antes, principalmente pelo fato de que ele nunca realmente tenha surfado, apenas quando ele jogou Mario & Sonic at the Rio 2016 Olympic Games. Na data da entrega, o entregador pediu para que Poirot assinasse num boleto, mas ele estava sem caneta, e por isso foi buscá-la. Ao voltar a prancha de Poirot estava sendo devorada por surfistas famintos que se perderam num tsunami...