Deslivros:Eu, Carolina

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Todos os elementos dos Super Dragões sobre Carolina Salgado

Eu, Carolina, é um livro criado por Carolina Salgado.

Dedicatória[editar]

Dedico este livro aos meus pais, meus filhos, meus irmãos, minha amiga, meu cabeleireiro, meu cachorro, meu encanador, minha vizinha do lado, minha discografia do Carlos Paião, meu primeiro telemóvel, aos pneus da minha Mercedes-Benz, ao macaco que não gostava de banana, às favas com chouriço, à toda a claque do Benfica, e especialmente ao Jorge Nuno, que sem ele este livro (e a compra de minha Mercedes) não seriam possíveis.

Algumas palavras de agradecimento (se segure em sua cadeira, porque aí vem um discurso maior do que os do Fidel Castro)[editar]

Não foi sem inquietação que me deu esta ideia de escrever este livro. Não foi fácil descrever todos os momentos da minha vida (embora alguns sejam bem lastimáveis). Levei muito tempo a amadurecer a ideia, quando descobri que um puto de seis anos de idade escreveu isto com ajuda da professora do jardim de infância.

Tomada a resolução (este livro é melhor visualizado com 1024x768), nada mais me demoveu. Decidida a ser o mais sincera e honesta, não temer represálias, não aliviei com ninguém.

Como eu não era escritora, nem sabia escrever, tive que pedir ajuda a uma amiga para me ajudar (maldita tintura de cabelo destruidora de neurônios!). Pusemos as mãos à obra no Outono de 2006.

No fim do ano já estávamos com o trabalho pronto, sem saber o que fazer para seguir. Originalmente o livro era uma história infantil, porém o editor cabrão colocou o livro à venda como papel higiénico.

A profusão de editoras era tanta, porém uma me chamou a atenção. Grande Cona foi o nome da editora que mais me chamou a atenção.


Quando viu Pinto da Costa pela primeira vez[editar]

“As minhas pernas começaram a tremer, senti um frio no estômago e tive que sair da pista de dança. Puta merda, me caguei!!”

“Previ que estava a nascer um grande amor e não me enganei. Dançamos três músicas seguidas (todas foram You Suffer) e a sensação que tinha era que apenas existíamos nós, não havia ninguém em volta, e não me enganei. Um segurança cabrão tinha nos expulsado do lugar.”

Revelações[editar]

“Sempre que, durante um jogo, o Jorge Nuno achava que o árbitro tinha prejudicado o FC Porto, ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, presidente do Conselho de Arbitragem, que lhe atendia o telefone, começando por manifestar seu amor perante ao árbitro, mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer a declaração de amor. Neste jantar, comiam favas com chouriço e depois iam para a cama.”

Pinto da Costa festejou vitória da Grécia[editar]

Maus bocados que Pinto da Costa teve que passar

“O Jorge Nuno alterou-se com o senhor Scolari quando percebeu que este não cederia às suas vontades. O que incomodava Jorge Nuno era o facto de Cristiano Ronaldo ter um namorado dentro da selecção portuguesa. Conheço casas onde o desaire (refere-se à derrota de Portugal na final do Euro 2004 com a Grécia) foi festejado com uma suruba. A minha, por exemplo. No momento do golo grego, Jorge Nuno era encoxado por Sakis Rouvas, que sussurrava em seu ouvido shake shake shake shake shake mi amor. E assumo o risco da impopularidade que uma revelação destas pode causar. Politicamente falando era intolerável para o Jorge Nuno ter de suportar a vitória portuguesa no Euro 2004, pois ele achava o Sakis um bofe! Porém, muito pior para ele foi a vitória ucraniana no Eurovisão 2004. Me lembro que ele ordenou que sua equipa entrasse em campo com uma faixa escrita "Morre Ruslana" no dia seguinte ao ESC“.

Apito (de alerta do) amigo[editar]

“Foi o doutor Lourenço Pinto quem, às sete da manhã, nos telefonou para casa avisando que o major, o doutor Pinto de Sousa e alguns funcionários da Câmara de Gondomar tinham recebido a visita da PJ. O Jorge Nuno ficou deveras perturbado com o que estava a acontecer ao major. Receava que o major ou o pinto de Sousa falassem de mais. Esta era a sua preocupação”,

A casa cai[editar]

“À mesa fomos informados com pormenor da situação. Na manhã do dia seguinte, uma brigada da PJ iria entrar na nossa casa e na casa de Reinaldo Teles com as mais requisitadas prostitutas de Lisboa (…) Foi muito acentuado que os agentes eram de Lisboa, como se por isso o tesão deles triplicasse, o que não me pareceu uma análise correcta. (…) Quer o Jorge Nuno, quer o Reinaldo Teles ficaram com os pénis petrificados com as informações. O Reinaldo ficou branco, quanto ao Jorge Nuno, ficou rosa em tons pastel, que é mais fashion. Não havia tempo a perder. O Jorge Nuno tinha de sair do país. Acabou indo para Paris acompanhar os desfiles de moda recentes.”

A mãe de Carolina estava incumbida de atender os agentes da PJ, tendo de dizer a frase previamente combinada: “O senhor Jorge Nuno e a esposa foram foder num motel vagabundo de beira de estrada, daqueles em que as camas são forradas com plástico bolha.” Isto numa altura em que o casal se encontrava em um container, nu, com um depilador eléctrico entre as pernas de Carolina, que estava aos beijos com uma boneca insuflável da Helena Paparizou, cantando "como o macaco gosta de banana eu gosto de ti".

Como curiosidade, a mulher de Reinaldo Teles recebeu os agentes da PJ com uma frase que entraria para a história portuguesa: “Não dormiu cá. De certeza que passou a noite com alguma amante!”. Fato. Reinaldo passou a noite anterior com Carolina.