Deslivros:Dane-se tudo, eu tenho dinheiro! Uma biografia de Seto Kaiba

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Uma obra autobiográfica, de Seto Kaiba, da Editora Longrod Von Hugen Dong. Nota da Tradução: Esse é na verdade um tipo de "esboço" para o livro a ser lançado fora do Oriente, portanto muitos termos foram trocados ou removidos para que fosse publicado. Afinal, o que pode ser normal lá, pode ser estranho aqui.

Prefácio[editar]

Durante minha vida, eu vi muitas coisas, fiz muitas coisas, cheirei muitas coisas, comi muitas coisas, disse muitas coisas, e matei muitas coisas. Espero que com esse livro dê uma luz sobre minha vida, a vida de Seto Kaiba!

Agradeço a meu pai, que fez a pessoa que eu sou hoje, e a outras pessoas menos importantes, porque não mudaram em nada na minha vida, e isso é bom.


Capítulo 1: Início[editar]

Antes de ser rico, eu era uma criança. Meu irmão Mokuba e eu fomos mandados para um orfanato, pois eu tinha demitido nossos pais, e eu não tinha dinheiro. Isso era um problema por muitas razões, a principal era que sem dinheiro eu não podia mandar as coisas se danarem. Meu irmão mais novo, que eu posteriormente chamaria de "Cale-se" Mokuba era alvo de valentões, e eu sempre defendia-o, porque quando você ou alguém de sua família está sendo sacaneado por órfãos, você sabe que alcançou o fundo do poço. As freiras, naturalmente, não gostavam quando lutávamos, e fui posto no Dormitório por uma semana. Minha vida seguia mais ou menos essa rotina, até que um bilionário conhecido como "Dr." Roberto[1] nos adotou.

Uma foto de Kaiba ainda no orfanato.

Enquanto crescia, fui percebendo quão viciante jogos de cartas para crianças podiam ser, e meu novo pai, um santo, me comprava toda carta que ele podia achar, e graças a ele, possuo o Deck mais poderoso do mundo. Um dia ele me trouxe três cartas que seriam minha marca registrada, essas cartas eram o Blue-Eyes White Dragon[2]. Elas eram o símbolo de poder, e mais tarde descobri que existiam apenas 4 no mundo inteiro, então tratava as minhas com muito cuidado, tinha até feito réplicas em caso de perda, um dia ainda usarei essas réplicas[3]. A partir dessa obsessão com cartas adquiri habilidades que ficariam comigo a vida inteira. O que o Dr. Roberto não me ensinava, eu aprendia sozinho, o que deixava meu pai ainda mais orgulhoso. Ele me ensinava o jogo e até como conseguir cartas que não estavam à venda, eu até me ensinei[4] um método de procurar essas cartas: tendo apenas uma vaga descrição eu poderia saber de qual carta estava se falando.

Quando comecei minha vida escolar, eu era do tipo solitário, afinal era o único que lia livros[5], além do mais eu preferia não participar dos jogos de cartas de outras crianças, porque eles tinham Decks horríveis e estratégias ainda piores, isso quando tinham uma. Eu tinha habilidade, eles não. Eu recusava perder meu tempo duelando com eles. Até o dia em que alguém me desafiou, e quando recusei, disse que eu provavelmente não sabia jogar, o que me deixou furioso, a ponto do "Não" virar "Sim" e disse a todos da sala que limparia o chão com suas bundas a qualquer hora. Peguei meu Deck, embaralhei, saquei minha mão e esperei a vez de meu adversário. E já que eu sou um personagem principal, eu podia trapacear[6]: evoquei meus três "Blue-Eyes" e aí foi o Inferno na Terra, depois desse dia ninguém mais ousou falar mal de minhas habilidade, habilidades essas que seriam usadas um mês depois. Meu pai havia me mandado para uma escola pública, onde eu seria o absoluto e relativo melhor em tudo (em comparação às outras crianças[7]) e eu realmente era melhor que os outros. Um mês depois de humilhar o tolo que tinha me insultado, uma escola particular desafiou a nossa para um torneio de Duel Monsters, e como a cidade era muito centrada em jogos de cartas de crianças, então não foi totalmente idiota.
A escola votou em mim para representar, e como sou o personagem principal, eu ganhei, mas o duelo foi difícil, e tinha que ser, senão como que um jogo de cartas ia atrair tanto público? Venci usando o Blue-Eyes Ultimate Dragon[8], o que qualquer um já deve ter adivinhado, trapaceei para invocar[9].

Capítulo 2: Aquisição[editar]

Meu pai me deixou por motivos desconhecidos quando eu tinha 15 anos, me deixando seu dinheiro e suas propriedades. Eu finalmente podia mandar as regras se ferrarem de novo! Meu primeiro ato como Executivo-Chefe da KaibaCorp foi subornar o político certo, um tão desprezível que aceitaria o suborno. Qual era esse político? John McCain[10]. Eu podia agora mandar tudo se danar, eu tinha dinheiro! Eu podia roubar a Estátua da Liberdade, e não ter problemas. Nesse tempo eu pude realizar inúmeros crimes. Um dia na escola, uma criança de cabelo ridículo falou de uma carta rara, e graças à minha habilidade de procurar cartas através de vagas descrições, eu sabia que era o Blue-Eyes White Dragon. Eu precisava tê-lo, tentei até subornar[11] o velho, mas ele não vendia, então sequestrei[12] o velho e duelei com ele até a submissão com meu novo KaibaCorp Duel Monster Holographic Generator™[13] e então liguei para o garoto cujo nome lembrarei pelo resto de minha vida: Yugi.

Na frente dele eu rasguei o Blue-Eyes e devolvi à ele, duas coisas que não deveria ter feito, eu podia ter ficado com a carta, eu tinha que ter ficado com a carta. Yugi conseguiu me derrotar em um Duelo. Se eu ganhasse, eu podia ter continuado com minha carreira de crimes, ao invés disso, fiquei obcecado com a derrota. Eu deixei "Cale-se" Mokuba no comando da empresa, o que tempos depois notei que era uma coisa muito estúpida para se fazer. Um homem chamado Pegasus reuniu seus capangas[14] e enquanto reestruturava meu Deck, fui atacado por esses mesmo capangas[15] Eu peguei minha mala e pulei pra fora pela janela, eles achavam que eu tinha morrido, eles não eram um grupo muito inteligente. Eu roubei um helicóptero e voei até o castelo de Pegasus. Um dos meus helicópteros não faria falta: eles usaram meu Deck e deram para um palhaço gay se fazendo de mim, só que fantasma. Yugi matou o palhaço gay e me devolveu meu Deck. Eu tinha coincidentemente aterrisado no local do Duelo, assim pude ter meu Deck de volta. Um amigo de Yugi, Jounuchi, tentou me derrotar em um Duelo, o que me deu a oportunidade perfeita para testar meu novo Portable Duel Monster Holographic Generator™, a versão portátil de meu Gerador Holográfico. Depois dessa pequena inconveniência, eu invadi o castelo de Pegasus e consegui resgatar meu irmão, mas fui pego. Ao invés de me aprisionar, Pegasus me deu uma luva e duas fichas em formato de estrela, e me disse para conseguir 10 mais, e eu consegui derrotando Yugi em um Duelo e peguei as dele. Eu perdi para Pegasus, que me selou minha alma[16]. Depois de Yugi libertar meu irmão que também estava na mesma situação que eu, pude escapar das correntes. Eu sou o único personagem do programa que não precisa ser resgatado.

Capítulo 3: Meu Torneio[editar]

Foto de Kaiba, ao lançar seu torneio.

Eu criei um torneio, em que o limite do impossível havia sido quebrado para todos: eles tinham que jogar Duel Monster pelas regras. Foi sucesso meio garantido, mas deu pra fazer. Eu tinha uma carta de Deus Egípcio. Eu era imparável, pelo menos é o que pensava. Tive até que trabalhar junto de meu rival para que as pessoas seguissem as regras, cheguei até a inaugurar o novo KaibaCorp's DUEL DISK SYSTEM© que era mais fácil de carregar que o Portable Duel Monster Holographic Generator, posso dizer que era menos imbecil pois tinha espaço para todas as cartas e funcionava como um Duel Monster Holographic Generator. Ainda assim, eu perdi o torneio, mas aprendi uma coisa valiosa: existe mais do que jogos de cartas na vida.

Capítulo 4: Mulheres que eu conheci[editar]

"(...)esse foi o momento em que eu percebi que jogos de cartas de crianças não me tirariam da depressão. Sério, foi esse momento mesmo!"

Depois do Torneio eu entrei em uma série de quedas na minha vida. Eu parei de comer, dormir e tomar banho, mas um dia eu disse a mim mesmo: "Kaiba, existe muito mais na vida além de jogos de cartas infantis". Eu acho que já sabia disso o tempo todo, por isso eu sempre perdia do Yugi. Então eu decidi transar, e era bem fácil até. Eu memorizei o Kama Sutra, e fui a um bar. Foi lá que encontrei Fonda Fontaine.

Nós nos encontramos e foi tudo tão real. Saímos por alguns meses. Ela era meu troféu, e sempre que Yugi me derrotava, eu saía com ela, e ele apenas encarava. Mas cometi o erro de propôr em casamento, e ela me largou, dizendo que precisava trabalhar em uma escola de Duelo que acabou falindo[17]. Assim que jurei nunca me casar, meses depois usei essa história para entrar na saia de Anzu (nunca cheguei a entender porque chamavam-na de Tea), interesse amoroso de Yugi. Garanti a ela um mês inteiro de sexo flamejante, sempre gravava e mandava para o Yugi, apenas para dizer "Você é um perdedor, agora chore!". Mais tarde acabei terminando com Anzu, pois ela insistia naqueles discursos de amizade, se só a ideia disso era muito chata, imagine ouvir TRÊS HORAS direto! Eu então decidi começar a transar com Sarah Palin, o que foi um choque para mim pois ela era a Srª Valores Familiares, e acima de tudo, Srª Anti Sexo Pré Matrimonial, isso e o fato de eu ter apoiado Obama nas eleições. Teve um dia em que eu fiz um menage a trois com (ela garante que era) a filha dela. Aquele foi um ótimo dia para ser eu. Três meses mais tarde comecei a sair com Mai "Valentine" Kojaku, uma verdadeira dama, com ENORMES... Valores de caráter.

"Uma foto do dia em que consegui um mènage entre Mai e Anzu, um dia que nunca esquecerei, afinal até gravei! Vê-se que Anzu não está muito confortável, mas eu tinha dinheiro, mandei ela se danar, e ela aceitou na hora, descobri que ela tinha um gosto em ser xingada, vai saber..."
Alguns colegas garantem que meu relacionamento com Mai dava um tom Noir ao ambiente.

Ficamos juntos por um tempo. Hoje em dia, de vez em quando ela ainda me liga para "ficarmos juntos" se é que você me entende. Depois desse relacionamento comecei a namorar uma mulher chamada Aeris Gainsborough. Aeris era muito sacana, nós dormimos juntos quase que instantaneamente, e isso durou sete meses. 2 de namoro e 5 de casados.
Aeris me enganou até eu casar com ela em Las Vegas, eu estava bêbado, e ela tirou vantgem de mim. A manhã seguinte foi bizarra, acordei e achei Aeris abraçada a mim, quase como sempre, mas notei que ela tinha um anel na mão, um anel de casamenteo, olhei pra minha mão, e também tinha um anel de casado. Eu gritei. Eu não sabia o que fazer. Até hoje eu não me lembro de ter me casado, eu tenho até a fita e a papelada, mas na minha memória tinha um branco total daquele dia. Ela ia anunciar a seus amigos, depois de vender seu negócio. Mas um homem chamado Sephiroth (de início achei que era um pseudônimo, mas o nome dele era esse mesmo) a matou, e eu não ia deixar ele sair vivo dessa, as pessoas até sabiam que ela era minha esposa (exceto seus amigos) pois ela se apresentava como Aeris Kaiba a muitos de meus conhecidos. Deu para ver que seus amigos não sabiam, pois achavam que ela ainda era solteira, e devo dizer que odiava seus amigos, uma vez encontrei um deles chamdo Cloud, sabia que ele era um ovo ruim. Eu tinha de fazer algo para salvar minha reputação.

Contratei um assassino para matar Sephiroth, um assassino que eu podia jurar não contar a ninguém que eu o contratei.[18] Logo estava sozinho, e namorando de novo: tive rápidos casos com uma chamada Zelda e outra chamada Peach, mas Aeris era realmente meu único relacionamento sério.

Capítulo 5: Conclusão[editar]

Durante a pausa estratégica da banda[19] para lançar uma turnê, eu continuei fazendo muitas coisas grandiosas: cheguei a bater um papo com o Capitão Jean Luc Picard da U.S.S. Enterprise, e ao voltar para casa no meu jato eu pensei: "que jatinho chato", e a ideia surgiu "Por que não fazer um jato que se pareça com um monstro de Duelo?" Eu arranjei alguns engenheiros para trabalhar nele imediatamente. Tinha que ser belo, mas letal. E precisava ter 4 metralhadoras calibre .50, seis mísseis Stinger e espaço para 10. Eu faria o Inferno nos céus. Foi rapidamente construído e graças ao suborno dado, o Exécito adaptou prontamente.

De fato essa foi uma das minhas grandes realizações, e se eu pusesse todas daria mais de um livro, mas espero que você tenha curtido ler sobre minha vida e como a vivi, e continuo vivendo. Mas no fim você já deve saber: eu não ligo, se você não gostou dane-se você eu tenho dinheiro mesmo!



  1. Tanto no esboço quanto no livro, o nome foi alterado para proteger as testemunhas.
  2. Traduzindo, seria Azul-Olhos Branco Dragão
  3. Segundo a editora, esse comentário foi removido do livro original para não ferir os direitos de propriedade de Maximiliam Pegasus, criador do jogo.
  4. Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Autodidata
  5. Kaiba não chegou a salientar o tipo de escola que frequentava, mas supõe-se que era escola particular qualquer escola possível pública, mas no decorrer do livro essa afirmação muda.
  6. A frase em negrito não aparece no livro
  7. Em um bate papo no Portal Desentrevistas, Kaiba havia entendido que seu pai queria aumentar sua auto estima, e Kaiba garante:"(...)não havia jeito melhor!"
  8. Uma tradução mais apurada seria "Azul-Olhos Supremo Dragão"
  9. Também não consta no livro.
  10. Na versão do livro e nessa versão o nome não mudou, suponha-se que o nome seja fictício.
  11. No livro, o termo foi substituído para "comprar do"
  12. Substituído para "Chamei"
  13. Traduzindo direto do Inglês: KaibaCorp Duelo Monstro Holográfico Gerador
  14. No livro, o termo foi substituído para "Associados".
  15. "Recepcionado" por esses mesmos "associados"
  16. Sgundo Pegasus: "(...)isso foi apenas uma expressão, uma metáfora por assim dizer. Agora saia ou serei obrigado a soltar os cães."
  17. Escola essa que Kaiba re ergueria para se tornar a Duel Academia
  18. Obviamente isso não está no livro.
  19. Ele se refere a banda onde participa como baixista, Bullet for Mai Valentine