Deslivros:Contos Pandêmicos

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Os contos a seguir foram extraídos de um livro já há muito tempo perdido junto com a civilização Maia e o Santo Graal, porém foi deixada uma cópia escondida em código morse nos episódios antigos dos Simpsons, que foram escolhidos por Deus, os Iluminatti e a FBI para serem os divulgadores dos segredos do passado, presente e, principalmente o futuro. Muitas pesquisas estão sendo feitas para tentarem descobrir quem seriam estas tais pessoas, que no futuro ou passado iriam passar por tais desavenças, e uma delas está sendo feita em parceria com a Desciclopédia. Então, caso algum parente seu se encaixe com tais relatos ligue para o número 0000-1713 e ganhe barras de ouro que valem mais do que dinheiro...

O Conto[editar]

Nova versão do Zap Zap conta com apoio à luta contra o coronavírus...

Desde que começou essa pandemia, numa quinta-feira, eu, um pobre coitado coronavírus estive passando por maus bocados. Há muito tempo atrás, nossa raça de vírus convivia numa boa com os chineses, porém eles acabaram por ficarem descontrolados, comendo todo tipo de animal: cachorros, morcegos, criancinhas (na época comunista) e, uns meses atrás, até mesmo coronavírus... Tudo isso começou quando a cerveja Corona iniciou a ser comercializada por lá, e como os chineses se gabavam por terem hábitos alimentares estranhos decidiram adicionar coronavírus nas cervejas. Isso deixou nossa comunidade furiosa, e como vingança começamos a atacar civis chineses.

E a parte em que eu comecei a passar maus bocados por conta disso é que meus amigos estão agora competindo em quem contamina mais pessoas entre eles, e como eu sou um vírus vegano e não parasito seres de origem animal eles começaram a tirar sarro de mim... Eu até posso ser burro o suficiente para ser vegano, mas não ao ponto disso ferrar com minha imagem, então eu vou mostrar para eles que sou capaz de ir até mesmo além de suas capacidades. E de fato eu estava me mostrando ser um vírus muito competente em esvaziar asilos, porém, certo dia, eu entrei num pulmão de um fumante, e acabei por inalar altas quantidades de fumaça, assim meus próprios pulmões pegaram câncer e eu morri... Agora eu sou um vírus em forma de espírito que assombra os pulmões de quem fuma e contraí coronavírus...

Conto do hospital tuberculoso[editar]

Era uma quinta-feira, eu estava trabalhando como enfermeira no hospital público da cidade italiana de Noccu já faziam 10 anos desde que fugi de casa para seguir minha carreira dos sonhos: ser uma enfermeira de idosos para encontrar um velho ricaço poucos passos de jazer morto no leito do hospital, me caso com ele e herdo toda a sua fortuna... Era um dia pacato, e até o momento nenhum véio de mais de 90 anos tinha aparecido segundo as minhas preferências: um idoso parecido com a idade do Mick Jagger e tão bonito quanto o Jailson Mendes...

Já estava perdendo as esperanças de conseguir tal feito, quando derrepente uma ruma de idosos com mais tubos enfiados na garganta do que uma tartaruga marinha residente do rio Tietê poderia ter... Eu me perguntei se esse seria uma mensagem de Deus após tantas vezes eu desejar um véio rico para eu cuidar e logo em seguida deixá-lo morrer para pegar sua fortuna, com certeza esse seria um pedido aceito por Deuspois conhecemos sua bondade... Mas no fim das contas eram apenas vítimas do coronavírus, sendo que um deles vomitou sua sopa de ervilha eu estava lhe servindo, me transmitindo a doença, sendo que agora eu sou um espírito de uma vítima do COVID-19 que irá reencarnar como vírus para puxar o pé dos que ainda vivem...

Conto da perseguição em alta tuberculosidade[editar]

Zé Gotinha ainda declara: Cquote1.png Em breve nos cinemas também em 3d Cquote2.png...

Era uma quinta-feira, e eu me encontrava em uma situação muito complicada. Antes do coronavírus arrombar com a vida de muitos, o carregador do meu celular estava quebrado, e por conta disso eu estava sem celular, e isso já fazia alguns dias e mal conseguia esperar o fim de semana chegar para comprar um novo carregador para voltar a assistir pornografia no XVideos... Porém, quando o país em que eu habito (Espanha) entrou em quarentena. Agora eu só podia sair de casa para motivos muito importantes, que são se exercitar, sair para trabalhar e fazer as compras. O único problema é que eu estou atualmente desempregado, eu sou cadeirante e não tenho nenhum dos braços (bato punheta mentalmente, com o tempo você se acostuma) e quem faz as compras é a minha empregada.

Por isso eu planejei em sair escondido para uma loja perto da minha casa e rapidamente comprar o que eu tanto almejo. Estava tudo ocorrendo bem: já estava na minha bicicleta motorizada para cadeirantes, estava próximo a loja, quando derrepente um tanque de guerra desgovernado saiu em disparada, dizendo: Cquote1.png Parado já ai, escória criminosa! Nós trabalhamos para a FBI e ouvimos por meio do seu computador seus planos! Ninguém infringe a lei sob minha supervisão! Estou confiscando seus bens roubados. Agora pague sua fiança ou será levado à prisão... Cquote2.png. Eu sentia já ter ouvido isso antes, o que me fez sair em disparado, resultando numa perseguição de 2 segundos, com o tanque de guerra me esmagando. Agora eu sou um espírito que assombra os que tentam sair de casa durante quarentenas...

Conto do armário tuberculoso[editar]

Era uma quinta-feira, quando botei meu filho de noite para mamar na minha... mamadeira. Após ele ter bebido bastante leite, o meliante menor de idade pôs-se a dormir, então resolvi colocá-lo de uma vez na sua cama, porém assim que o fiz o encapetado acordou com medo dizendo que existia um monstro dentro do armário dele. Eu disse que o único monstro que poderia sair do armário dele seria um murro meu na cara dele caso não fosse dormir. Isso aparentemente o convenceu de que não teria trégua caso não fosse dormir...

Porém, pouco tempo depois, ele torna a acordar e encher o meu saco, me amolando para ir investigar o armário. Nesse momento eu estava batendo uma bronha por debaixo do cobertor da minha cama, e não fazendo sexo com a mãe do guri, já que sou virgem e esse tal meu filho fui eu que roubei de um berçário enquanto estava de férias no Paraguai... Por conta de ter sido praticamente pego punhetando, quase que rumo uma voadora no guri. Depois de todos esses acontecimento finalmente eu cedi à vontade do pequeno, e fui olhar no armário que já tinha me arrependido de ter comprado. Foi quando eu estava prestes a me virar, após já tê-lo aberto o armário, para dizer que não tinha porra nenhuma e iria meter uma surra nele, que um coronavírus salta de dentro dele e me devora na frente do meu próprio filho. Desse jeito agora eu sou um espírito que assombra os armários dos pais que não acreditam no monstro do armário...

Conto do tubérculo[editar]

Coronavírus visto num microscópio...

Era uma quinta-feira, eu e meu avô estamos na nossa fazenda de plantação de batatas indo resgatar nosso cachorrinho dw1!!3$GthO%¨&*()+efesfe (nome francês muito chique, por sinal), isso porque a pandemia do coronavírus tinha acabado de começar na nossa cidade, e como o meu avô disse Cquote1.png Fique longe dos tubérculos, eles causam tuberculose depois que os pássaros cagam neles... Cquote2.png nós devíamos ir em busca dele para abrigarmos o doguinho em nossa casa muito aconchegante na favela do da Rocinha...

Contudo ao chegarmos dentro da fazenda vimos que ele tinha fugido justamente onde menos queríamos ir: na plantação de batatas. Meu avô disse para eu ficar, pois batatas são deveras perigosas se mal manuseadas, porém eu avisei a ele que sem mim não teria quem escrever nossa história na Desciclopédia, então ele concordou em me levar. No trajeto tínhamos de fazer silêncio, pois caso os coronavírus das batatas nos ouvissem eles iriam sair de suas tocas para nos atacar. O problema é que eu queria muito peidar, pois comi o equivalente a um caminhão pipa de feijoada, e por isso não me segurei e soltei um peido mais barulhento do que um gordinho gritando de dor ao se estatelar de uma cadeira que não aguentou seu peso tonelástico...

Nesse momento uma ruma de vírus partiram para cima de nós, porém no último segundo possível meu cachorro dw1!!3$GthO%¨&*()+efesfe saiu da casa do caramba de onde ele estava, e se jogou na frente do cardume de vírus, se sacrificando em nosso lugar. Meu avô ficou deveras puto com isso, pois segundo ele viemos salvar o cachorro pro sarnento logo depois morrer, mas em compensação erradicamos os coronavírus das batatas, fazendo assim uma colheita que rendeu um total de 7 anos de prisão para meu avô após os compradores morrem intoxicado por fezes de pássaros batateiros... Agora eu sou um espírito pois todos os outros humanos desse livro também são...

Conto da perseguição em alta tuberculosidade II[editar]

Coronavírus após perceber que não está sendo levado a sério pelo povo brasileiro...

Era uma quinta-feira, eu estava voltando a pé para casa, após ir ao supermercado comprar mantimentos para apocalipse zumbi, pois vai que descobrem que esse coronavírus pode controlar as mentes humanas, por mais que eu seja de exatas... Eu um dado momento eu me lembrei de que uma vendedora de perfume tinha me dado aquele típico pedacinho de papel com perfume nele, e resolvi dar uma cheirada, mas como todo aquela pessoa que cheira algo, comecei a ficar viciado, e fiquei cheirando aquilo cada vez mais, até que numa cheirada mais violenta meu nariz se irritou e eu acabei espirrando na frente de muitos.

Nesse exato momento, uma ruma de agentes sanitários começaram a gritar e vir na minha direção: Cquote1.png Parado já ai, escória criminosa! Ninguém espirra em público e de modo errado e anti-higiênico sob minha supervisão! Agora pague sua fiança ou será levado à prisão... Cquote2.png. Eu sentia já ter ouvido isso antes, o que me fez sair em disparado, e eu sentia já ter falado que eu já tinha ouvido isso e sair em disparado, o que me fez sair ainda mais em disparado. Contudo eles eram muitos, e todos eles me cercaram e pularam em cima de mim, o que me fez morrer asfixiado. Então agora eu sou um fantasma que assombra aqueles que espirram de forma errada durante uma pandemia...

Conta da acusação tuberculosa[editar]

Era uma quinta-feira, e eu estava numa farmácia pegando meus rolos de papel higiênico, quando bateu aquela vontade de soltar uma gases de baixa categoria, mais conhecidos como pum, peido, bufa, etc. Eu até tentei segurar, a fila estava quase acabando e eu seria o próximo a ser atendido, porém deu um erro no processador do caixa eletrônico e percebi que demoraria para eu sair de lá. Então, sem pensar muito, não aguentei e soltei um peido barulhento, fazendo muitos se jogarem no chão por pensar ser troca de tiro... Porém a pior reação ao meu peido foi do virólogo Zeca Zé Jr., filho de Zeca Zé, renomado virólogo da Segunda Guerra Mundial, que logo após ouvir meu peido declarou: Cquote1.png Esse som é deveras familiar a meus ouvidos, e é aquele som feito pelo coronavírus após infectar alguém! Cquote2.png...

Depois de proferir tais palavras, uns tiras da pesada vieram na minha direção dizendo que eu estava preso por estar com coronavírus em local público sem as devidas precauções... Porém eu não dei ouvidos, pois estava distraído com as contrações intestinais, que indicavam mais peidos vindo. E foi bem isso o que aconteceu, peido atrás de peido, bufa atrás de bufa, e isso preocupou um dos policiais, que disse: Cquote1.png Se não pararmos esse cidadão, que está sendo atacado por vários coronavírus, ele se transformará num Megazord coronístico, atacando todos que cruzarem seu caminho Cquote2.png. Após proferir essas tais outras palavras, uma ruma de tiros vieram na minha direção, e agora eu sou um espírito que assombra as residências dos que acusam injustamente os outros de transmitirem coronavírus...