Deslivros:Confissões de Feminazi

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Só mulher é foda! Quer dizer... leia minhas confissões...

Meu nome é Claudemira Maria de Saint-Tropez, 24 anos, filha de imigrantes e feminazi por opção. Ou falta dela, dirão alguns machistas opressores. Não, não era uma gordona, como esses imbecis que estabelecem padrões estúpidos podem pensar. Eu sempre fui uma top model. Mas é justamente esse o grande problema: esses imundos acham que minha buceta é o que? Não dou pra seu ninguém. Nunca, jamais.

E assim vivia eu a vida a fugir dessa raça imunda, com minha androfobia extrema. Todos esses imundos ficavam a expelir sua saliva a cada passada e me confundiam com a cadela da mãe deles ao viver de assoviar para mim. Daí me enfezei e decidi me juntar às pessoas que decerto compreenderiam minha dor. Assim me juntei ao Femen e conheci a liberdade dessas malditas encarnações do mal com seus bastões que fazem eles se acharem superiores, pobres tolos, que ficam com medinho de papai os capar por seu complexo de Édipo mal superado. Bando de mimadinhos!

São todos iguais. Sim são! Esses abjetos restos de nada que se consideram melhores que nós por nascerem um monte de capilares em seus rostos e os tornam tais quais porcos selvagens, javalis imundos e fétidos, odeio a todos. Todos! Um dia uma cientista tornará possível um homem grávido, daí quero ver vocês aguentarem por até nove meses um monte de células irritantes chutando suas barrigas e causando enjoos e contrações, duvido que vocês vão ainda continuar com esse papo machista de serem contra a gente jogar fora essa porra, seus imbecis que nos fodem e depois correm do páreo! Sobra pra nós a pecha de mãe solteira, de otária, pra carregar essa porcaria chorona ambulante mordendo nossos seios e os levando cada dia mais para nossos pés e depois vocês ainda dizerem que estamos estragadas!

Tomara que um dia cortem os paus de todos vocês!

Ainda lembro do dia infeliz que um abjeto indivíduo dessa raça, devo confessar aqui, deu as caras numa esquina deserta ante mim. Estava com seu carnegão fálico em fogo e brasa e olha pra mim com olhar de gula. Gritava:

- EU VOU COMER TEU CU! VOU!

Eu, horrorizada, vi ele com sua arma de carne insana na mão. Ordenei desesperada:

- SEU PUTO, BAIXA LOGO ESSA PORCARIA!

Ele baixou minha saia e calcinha. Que delícia de rola!

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