Deslivros:Biografia de Allejo

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Cquote1.png Ééééééé...ÉÉÉÉÉÉÉÉ DO BRASILLLLLLLL..." Cquote2.png
Grito que Allejo fez ressoar ao longo de sua carreira

Cquote1.png Incrível a quantidade de gols que esse craque foi capaz de fazer, jogar ao seu lado foi uma das coisas mais emocionantes que fiz no futebol Cquote2.png
Beranco, eterno camisa 10 da seleção

Cquote1.png Eu estava inseguro sobre a nova geração, mas quando ví esse menino começando a dar seus dribles sensacionais, eu logo soube que a camisa amarela estaria em boas mãos Cquote2.png
Janco Tianno

Dados Gerais[editar]

Nome: Hernesto Roni Allejo, vulgo Allejo

Nasc.:15/05/1974

Cidade:Campinas/SP

Altura: 1,78 m


Clubes da Juventude[editar]

Guarani Futebol Clube 1986 - 1990 (2 jogos oficiais - 5 gols)


Clubes Profissionais[editar]

Time Período Jogos Oficiais Gols
Sport Club Corinthians Paulista 1990-1993 103 85
XV de Campo Bom 1991 (empréstimo) 35 50
Futbol Club Barcelona 1993-1996 106 117
Clube de Regatas do Flamengo 1996-1998 72 63
Società Sportiva Calcio Napoli 1998-1999 50 48
Beitar Jerusalem 1999-2003 233 195
Paris Saint-Germain Football Club 2004 42 49
Clube de Regatas do Flamengo 2004-2007 111 78
Guarani Futebol Clube 2007-2009 55 22

Seleção[editar]

Imagem da comemoração do milésimo gol, Maracanã 23/03/2006.

Seleção Brasileira: 1994-2007 (OFICIAIS 123 jogos, 93 gols )


Jogo Oficial de Despedida em 23/02 de 2010 Brasil x Beitar Jerusalem - Pela Copa Allejo, torneio oficializado pela FIFA. Allejo Marca dois gols e se iguala na artilharia máxima à Pelé, embora o resultado da conta seja contestado, dado ao caráter comemorativo do torneio.

Resumo[editar]

Hernesto Roni Allejo, nascido em Campinas no ano de 1974, veio ao mundo para jogar futebol, revelado pelo Guaraní de Campinas, embora seu estrondoso sucesso tenha vindo à tona no Corinthians, e em sua meteórica e inexplicável passagem pelo XV de Campo Bom, clube que rende homenagens eternas ao craque, tri-campeão da Libertadores (Corinthians 92, Flamengo 97, 06), tri-campeão da UEFA CHAMPIONS LEAGUE (Barcelona 93,94,96), foi também mais duas vezes finalista da CHAMPIONS com o surpreendente Beitar em 2001 e pelo PSG em 2004.

Bi-campeão mundial pela seleção em 1994 e em 2002.


Primeiros Anos[editar]

Pelo Guaraní de Campinas, Allejo começou na base aos 12 anos, onde desde cedo impressionou por seus dribles, inicialmente meio-campista, veio a jogar de centro avante após comprovar sua eficiência marcando 7 gols num jogo de juniores em cima do badalado time do Santos, do craque Beranco. Após o jogo, chegaram propostas do mundo inteiro, o clube se valeu de uma lei da época, para segurar o jovem craque, com então 13 anos, e blindou o mesmo até os 16, onde após entrar em duas partidas do campeonato estadual e marcar 5 gols, sendo desses 3 em cima do sua vítima preferida o Santos, não foi possível mais segurar o craque, sendo essa a maior venda da história do Guaraní, recorde que permanece até os dias atuais.

Corinthians[editar]

Pelo Corinthians nosso craque teria seus melhores e piores momentos no mesmo ano, o jovem chegou ao time aos 16 anos sendo considerado tímido e franzino, mas goleador e com um poder de drible inquestionável. Ao longo do ano, foi ganhando confiança até demais, e protagonizou episódios de indisciplina que ficaram marcados no seu início de carreira, como o dia em que ele deu dribles além da conta, no antigo craque Zanagoza, no clássico contra o Palmeiras, o craque, ex-capitão da seleção estava em seus últimos anos no futebol e foi desmoralizado diversas vezes pelo craque, com o estádio lotado, Zanagoza em si, pareceu não ligar, mesmo quando o craque Allejo, parava, passava os pés sobre a bola e chamava o craque pra desarmá-lo em tom desrespeitoso, aplicando sucessivas canetas. Em um dos lances, mesmo deixando o jogo correr, o árbitro puniu-lhe com o cartão amarelo, por atitude antidesportiva (não haviam regras sobre FAIR PLAY na época) e um lance histórico após aplicar um chapéu em Zanagoza, ao invés de seguir para o gol, livre do goleiro Da Silva, Allejo volta e aplica mais uma caneta em sua vítima do dia, os próprios jogadores do Corinthians o retiram de campo, o clima esquenta entre os jogadores da própria equipe que pediam que o juiz expulsasse o craque.

Após o jogo Allejo, citou ter ouvido críticas racistas da torcida do Palmeiras, o que era mentira, anos mais tarde, descobriu-se que o descontrole emocional se devia ao falecimento de um de seus tutores no futebol, e alegando falta de clima, o então técnico do Corinthians Inácio Falco, exigiu que o craque fosse emprestado, e o clube selecionado, por uma curiosa combinação de fatores, foi o XV de Campo Bom.


Empréstimo ao XV de Campo Bom e volta ao Corinthians[editar]

Na época o Corinthians estava sendo acionado judicialmente pelo XV de Campo bom, devido à repasses não feitos na contratação do zagueiro Mocha, a dívida e o litígio judicial já perduravam alguns anos, quando então o Corinthians oferece o empréstimo de sua estrela, por um ano, como possibilidade da quitação. O XV aceita desde que não pague qualquer despesa pelo desenvolvimento e salário do craque, ou seja, além do jogador o Corinthians envia uma pequena comissão com médicos e treinadores ao pequeno XV, a combinação é bombástica e naquele ano, o XV foi finalista do campeonato gaúcho, derrotando o poderoso Inter de Porto Alegre na semifinal, e perdendo apenas nos penais para o Grêmio, o time ainda foi longe na Copa do Brasil, chegando à inédita quarta de final,caracterizando um ano em que o jovem craque levava o time nas costas, porém... Os episódios de indisciplina eram recorrentes, Allejo foi devolvido ao Timão no fim do ano, cumprindo uma punição de 10 jogos oficiais, que foram cumpridos durante o estadual, e o craque retornou ao Timão como campeão e artilheiro da Série C, outro dado surpreendente sobre a carreira do craque, é que ele conseguiu ser artilheiro do Paulista de 1992 mesmo cumprindo 10 jogos de suspensão!! 92 seria um ano magnífico e o craque conquistaria o brasileiro, a libertadores e seria vice do mundial Interclubes, fatores que combinados, alicerçaram a contratação do craque pelo Barcelona, campeão mundial de 92, no ano seguinte.


Barcelona[editar]

Primeiro gol pela seleção.

A compra do Barcelona era uma aposta, ótima aposta, mas arriscada, o craque colecionava atos de indisciplina, faltas aos treinos, mal entrosamento com os companheiros de equipe e falas mal sucedidas na imprensa, numa delas, questionou a sexualidade do técnico do seu rival futuro, o Real Madrid recorreu a FIFA e quase que por um milagre não houve uma suspensão dura ao craque, mesmo assim, tal como no Corinthians e no XV, Allejo resolvia magistralmente dentro de campo e seu futebol conseguia ofuscar até seu temperamento explosivo. A primeira Champions veio sem muitas dificuldades, num ano em que o Barça atropelou todos os adversários, Allejo não chegou como titular, mas ganhou a posição marcando muitos gols quando entrava em campo. Terminou o ano como artilheiro e detonando vários recordes pelo clube, foi campeão mundial pelo Barcelona em 93, em cima de um River Plate também repleto de novatos talentosos, num jogo que segundo o próprio craque foi um dos mais memoráveis de sua carreira.

Aqui cabe um outro detalhe curioso, mesmo com a sua estrondosa carreira, os gols na Champions e no campeonato espanhol, e também no mundial, o jogador ainda não havia feito UM JOGO SEQUER pela seleção brasileira, e sua estreia seria apenas em 1994, quando o craque Janco Tianno, veio a público, impressionando a todos, informar que não iria a Copa, que encerrava sua carreira aquele ano, antes da Copa, mesmo estando cotado como titular absoluto e vindo em boa fase. Quando perguntado em um telejornal o porquê dessa decisão, Janco, emocionado deu uma declaração de que, antes de jogador era torcedor, e que seu orgulho e espírito competitivo não eram maiores do que sua compaixão, e que era impossível, segundo Janco, que o melhor jogador de futebol do mundo no momento, segundo ele, um gênio precoce, não tivesse vaga na seleção, que isso era inconcebível, e que se o problema fosse vaga, ele cederia a sua, e que se o problema fosse indisciplina, que ele tomasse como exemplo o sacrifício pessoal que Janco estava fazendo, revisse seus atos e moderasse o comportamento para estar a altura de representar o país numa copa do mundo.

As palavras de Janco correram o mundo inteiro, seu ato virtuoso também, e mesmo sendo solicitado, ele não voltou atrás, e decidiu manter sua aposentadoria, limitando-se apenas a um jogo de despedida, onde por acaso, seria também a estreia de Allejo na seleção brasileira.

Essa atitude pareceu amolecer o coração do craque, que ganhava agora um novo tutor no futebol, a Champions de 94 viria mais fácil ainda, o brilhantismo de Allejo ofuscava dessa vez, não apenas seu temperamento, ainda confuso, mas também o talento dos demais companheiros de sua equipe, mais uma vez campeão e artilheiro o Barça parecia imparável! Naquele mesmo ano, nosso craque conquistava sua primeira copa do mundo, numa final emocionante, em cima da Itália de Pagani, Galfano e Carboni, decidida nos penais.

Mais uma vez campeão do mundo novamente em cima do River, Allejo era o top do mundo, sendo esse o ano em que mais colecionou títulos individuais e artilharias em sua carreira.

O ano de 1995 não foi marcado por títulos, mas sim pela sua continuidade na seleção brasileira, o abrandamento de suas crises temperamentais e claro por muitos gols, aquele ano finalmente o Barça perdia uma Champions depois de 3 títulos seguidos, para o Bayern de Sieke e companhia, base da seleção alemã, trazendo também muitos novatos bons de bola. Allejo foi mesmo assim artilheiro do torneio.

No ano de 96 o Barça conquistava sua última Champions da década, mais uma vez com Allejo como artilheiro, e a final do Mundial Interclubes desse ano trazia uma novidade inesperada, o atual campeão do mundo era o Flamengo, que derrotou o poderoso Bayern na final do ano anterior, mas o time prepararia ao mundo uma surpresa, Janco Tianno, descumpriu sua promessa, e dois anos depois de sua aposentadoria, anunciava uma pequena turnê de despedida pelo Flamengo, que era mais uma vez campeão da libertadores, o clube decidiu levá-lo à Final do Mundial Interclubes daquele ano, e fosse o que fosse, escalaria Janco no jogo decisivo, o feito quase deu certo, Janco deu muita dificuldade à zaga catalã, marcou um gol e provou a todos que sua aposentadoria tinha mesmo o motivo de promover o futebol de Allejo, o Barcelona virou o jogo com dois gols de Allejo, que numa atitude nobre, após receber o prêmio de melhor jogador da partida e a chuteira de ouro do torneio, chamou seu amigo Janco, para ser receber os prêmios e ser aplaudido por todos.

Flamengo[editar]

Allejo e seu principal incentivador Janco Tianno

Após a final do mundial de clubes chegaram propostas do mundo todo a Janco, mas ele mantendo sua aposentadoria, decidiu aceitar começar sua vida de treinador no Flamengo. A mesma época o contrato de Allejo estava terminando no Barça, muitos jornais noticiavam que dinheiro nenhum seria mais poderoso que um telefone de Janco, para tirar o craque do Barça. E assim foi, antes do fim do ano e craque já havia assinado com o Flamengo e disputado inclusive um amistoso, contra a seleção de jogadores da Europa em mais uma das atrações da turnê de despedida de Janco como jogador.

As coisas começaram muito bem para Allejo no Flamengo, que foi campeão e artilheiro da libertadores em 97, voltando ao Brasil os episódios de indisciplina tiveram uma pequena recaída quando Allejo e Janco se desentenderam após o craque ser substituído no primeiro tempo do clássico contra o Corinthians, mais uma vez por excesso de fintas, o craque e o treinador começaram um bate-boca na beira do campo, que continuou mesmo após a expulsão dos dois do campo de jogo. Os mesmos vieram a publico se desculpar e Allejo, prometeu nunca mais repetir atos de destemperamento enquanto vestisse o manto rubro negro, a promessa foi cumprida, o futebol e os títulos voltaram a ser pauta, Allejo foi campeão da Libertadores de 97, artilheiro e o Fla voltaria a ser campeão mundial em cima do Juventus.

Em 98 às vésperas da copa muitas propostas milionárias chegavam ao Fla e numa delas, foi impossível não ceder e Allejo foi vendido ao Napoli, que montava um time poderoso com Sieke, Allejo e Pagani.

Napoli e copa de 98[editar]

O Brasil chegava a copa de 98 como favorito, com os craques Gomez, Da Silva, Beranco e sua estrela maior Allejo em plena forma, porém a disciplinada e defensiva Alemanha seria campeã, o Brasil caiu nas seminais para os Alemães e conquistou o terceiro lugar em cima da surpresa da Copa o Marrocos.

Pelo Napoli, mesmo com um super time, os resultados em títulos não vieram, Allejo enfrentou a primeira lesão séria de sua carreira, que o afastou dos campos por 8 meses, em sua volta não fez tantos gols, chegando a ficar pela primeira vez uma sequência de 3 jogos como reserva sem entrar. Ao final de seu contrato o riquíssimo, porém modesto em importância, Beitar Jerusalem, fez uma proposta estratosférica ao Napoli, que aceitou vender seu craque e mais um inesperado e vitorioso episódio de sua carreira começaria.


Beitar Jerusalem e Copa de 2002[editar]

O Beitar "quebrou o porquinho" para contratar Allejo, que era o único craque de renome no time, os demais eram novatos e desconhecidos, para custear a vinda de Allejo o time marcava muitos amistosos, torneios amistosos e numa ocasião Allejo chegou a jogar duas vezes no mesmo dia! Um amistoso onde jogou os 90 minutos, ao lado dos jogadores sub 18 do clube pela manhã, e um jogo oficial do campeonato Israelense a noite. A FIFA multou pesadamente o clube pelo ocorrido, porém, a multa não foi maior do que o arrecadamento dos amistosos e o fato se repetiu mais algumas vezes, porém Allejo não jogava mais jogos inteiros no mesmo dia, sim um tempo em cada jogo.

Os títulos do campeonato nacional e da copa da liga israelense vieram naturalmente e no ano seguinte, o Beitar se qualificou para disputar a Champions League, onde alcançou uma inédita classificação para a segunda fase da competição. Os dólares se multiplicavam, e o Beitar recebia propostas do mundo inteiro, porém a multa recisória de Allejo era inconcebível, altíssima e manteria o craque no time até o final de seu contrato.

No ano de 2001, veio a redenção, Allejo estava sendo muito criticado pela mídia, e embora continuasse titular da seleção, muitos questionavam sua aptidão para a copa, por estar em um time que teoricamente disputava uma liga inferior, acontece que aquele ano, o tal time inferior destruiria vários dos grandes europeus e se sagraria vice campeão da Europa, perdendo apenas para o poderoso Bayern.

O feito, e mais uma artilharia da Champions, qualificavam Allejo internacionalmente, e mesmo sobre muitas dúvidas, muito comentário, o craque brilhou na copa do mundo de 2002, foi artilheiro e levou o time do Brasil a conquistar mais um título!

Em 2003, o Beitar não repetiu o mesmo sucesso, embora tivesse montado um poderoso time, e alguns adversários da liga israelense também tivessem se reforçado à altura. O contrato da lenda terminava no final do ano, e ele parecia disposto a sair do clube que ajudara a por no mapa.

E assim foi foi, Allejo saiu ao final de seu contrato, a custo zero, para encarar mais um desafio em sua carreira, o PSG.


PSG[editar]

O clube francês ofereceu um contrato de apenas um ano, segundo condições do próprio Allejo, seu desempenho notável de sempre já começava a dar pequenos sinais de cansaço, mesmo assim, em sua curta passagem pelo clube, Allejo alcançaria mais uma meta atípica em sua carreira, levando o clube a chegar a final da Champions, onde fez história sendo mais uma vez artilheiro e vice campeão da competição, derrotando seu ex clube, o Beitar, na semifinal, Beitar que dessa vez tinha uma super seleção de craques.

O PSG caiu para a Juventus na final, mas mesmo assim, o talento do jogador atraiu centenas de propostas ao final de mais um contrato. Mais uma vez Allejo demonstrou personalidade, entendeu seu momento e decidiu voltar ao Brasil, aonde ainda poderia jogar mais algum tempo em alto nível, o clube escolhido foi o Flamengo, Allejo nem mesmo esperou que o ano terminasse para se juntar aos seus novos companheiros.


Volta ao Flamengo, campeão mundial de clubes e conquista da libertadores[editar]

A volta de Allejo ao Brasil e ao Flamengo, foi um mega evento, seu mentor Janco Tianno era técnico do clube, o que interviu em muito para a sua vinda, porém, com a volta para o Brasil, alguns quadros de indisciplina voltaram a dominar os jornais e a vida de Allejo. Na situação mais noticiada, Allejo e Janco Tianno, foram vistos discutindo aos berros na saída do túnel para o segundo tempo, os dois foram expulsos do campo antes mesmo do segundo tempo iniciar, o juiz disse na súmula que os dois chegaram a trocar tapas, fato que nunca foi negado nem confirmado pelos dois, que vieram a público pedir emocionadas desculpas pelo fato, ocorrido na semifinal do campeonato carioca de 2005.

Os feitos em 05 eram magníficos, Copa do Brasil, campeonato brasileiro, artilharias e tudo indicava uma libertadores vencedora! Naquele mesmo ano, o craque tomou uma decisão importante em sua carreira, imitando o gesto de seu mentor Janco Tianno, dias antes da escalação oficial para a Copa do Mundo de 2006, ele decidiu que não iria se juntar a equipe, e indicou um substituto para sua posição, o novato Edimar, do Vasco, time rival, também rebelde como o craque no início da carreira. Edimar não foi chamado à Copa, o Brasil caiu nas oitavas para a surpreendente seleção de Senegal, e o craque do Vasco foi contratado pelo Flamengo no fim do ano, para fazer história pelo rubro negro.


Em 2006 Allejo venceu pela última vez a libertadores, se sagrando o primeiro jogador a ser tricampeão nos dois continentes. E se sagrou campeão mundial com o Flamengo no final do Ano, em cima do ex clube Beitar Jerusalem, que conquistou uma Champions League HISTÓRICA naquele mesmo ano. A final do mundial foi repleta de homenagens à Allejo, que havia anunciado sua aposentadoria, mas desistiu e voltou atrás.

No ano seguinte, o ocaso de toda a sua qualidade já era visível, e com Edimar resolvendo vários jogos, Allejo começou a frequentar o banco de reservas com mais frequencia, entrando e marcando em muitas oportunidades, porém, se contundindo e ficando fora a maior parte do ano. Ao fim de seu contrato, decidiu que se juntaria ao Guarani como um tributo ao clube que o revelou ao futebol.


ver: milésimo gol [1]

Guaraní, últimos lances da grande lenda nos gramados[editar]

A passagem pelo Guarani não seria marcada por muitos títulos, ou artilharias, mas sim por estádios lotados e muitas homenagens, as contusões eram cada vez mais frequentes, mas mesmo assim o craque se despediu do futebol ainda mostrando grandes lances, e marcando gols importantes.

O Guarani estava disputando a Série B, Allejo marcou bastantes gols pelo clube e levou o de volta a série A, disputando o campeonato em 2008 e 2009 na condição de um reserva de luxo, que marcava muitas vezes quando solicitado.

Sua derradeira partida foi contra o Flamengo, em um estádio lotado, onde o craque marcou um gol, e a torcida rubro negra pela primeira vez comerou em alta voz um gol contra a sua meta, o craque em prantos nem conseguia comemorar, sendo agraciado pelos jogadores dos dois times, em um jogo oficial que mais pareceu um grande amistoso de despedida. Linda cena à altura desse grande mito do futebol.