Deslivros:As aventuras de Jabubu no moinho do ácido

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As aventuras de Jabubu no moinho do ácido foram uma série de acontecimentos que ainda estão para ocorrer, e que ninguém deveria saber quando foi. O problema central desta construção, empreitada ou mesmo obra de fricção não é tão somente semântico, como também estadual, legal e bonito. É por isso que onde, como, quando e o porquê dos eventos se apresentarem é algo que certamente não interessa pra Marilene, mas sim para os palhaços da esfera de sete lados.

A proposta[editar]

Imagem do primeiro segundo em que o terceiro avião do gás caiu.

Estava Jabubu com seu hermano Hermanoteu fumando umas cigarretes, quando o periódico anual chega falando por baixo da porta que "é hora de dar tchau, é hora de dar tchau". Mas Hermanoteu não aprendeu a dizer adeus. Ele tinha uma personalidade de Paggi, e acabou explodindo o lugar após 14 meses de pensão, o que mandou o inquilino voando mais de oito mil metros e fazendo flexões. Feito isto, Jabubu apostou com seu irmão, o homem-bombado, pra ver quem chegava primeiro ao moinho a fim de desenrugar a pele.

Moendo o vendedor de gás[editar]

Como Jabubu é o personagem bom daqui, está claro que ele pedalou ligeiro, chegando à terra prometida por último. Com a ajuda de um GPS, ele achou o moinho perto de uma cachoeira louca, porque é o bichão mesmo. Jabubu trocou uma peça grande e gostosa (sabor Cheetos de frango) pra entrar no quinto andar, porém quase foi barrado pelo ventilador do vendedor de gás, que estava peidando e jogando truco com Maria Bethânia. Acabou que o vendedor de gás virou alpiste, pois ele pediu a Jabubu para ir pro beleléu.

Pausa pra limonada quente[editar]

Limão viajante usado como combustível no processo.

Enquanto Jabubu ainda nadava sem nada ver, Hermanoteu estava em algum lugar do moinho depreciando sua limonada quente, quando de repente, Jabubu chega pela janela com seu bigode azulado. É aí que começa uma épica disputa pra ver quem assobia chupando cana num pé só por mais tempo, até que Jabubu, acidentalmente, faz com que seu irmão arrebente o rabo na quina (e na sena) da mesa. O efeito cítrico deste acidente acidental provoca uma distorção no espaço-tempo do moinho, que fica loucão no ácido.

Na viagem interplanetária[editar]

Deitado Jabubu está, tocando xilofone dentro do moinho, até que ele começa a levitar e acorda de repente. Percebendo que está trancado em outro sonho, Jabubu resolve então quebrar a realidade, usando a churrasqueira do elefante falante e um tijolo baiano. A realidade presente vai tomando na jabiraca, na medida em que as cores vão se distorcendo em uma paleta de 300 euros. Com pouco esforço, Jabubu fica cansado, mas consegue escapar de fora do moinho do ácido (ou pelo menos ele pensa que sim).