Deslivros:A santíssima bíblia do Heavy Metal

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Vamos louvar o DEUS METAL!!
\,,/.Ò.Ó.\,,/
HAIL! HAIL! HAIL AND KILL!


Introdução[editar]

Caro descíclope, esse deslivro te guiará por uma entediante incrível jornada rumo ao mundo do heavy metal. Conforme os tópicos passam, histórias curiosas, informações desnecessárias e piadinhas sem graça sobre as bandas, movimentos e, lógico, os fãs, serão contadas. Se você não for um metaleiro (um retardado que fica batendo cabeça pra um monte de barulheira sem sentido e acha isso o máximo), provavelmente não entenderá o que está sendo tratado aqui. Mas como eu não mando na sua vida, então você faz o que quiser, porra! Só não venha encher o saco se não entender alguma coisa.

Foram meses de muita preparação, pesquisa e organização de tópicos e documentos e falta do que fazer até que esse deslivro se tornasse realidade. Agora, você tem em mãos (não literalmente, você entendeu...) todo o conhecimento descíclope sobre o heavy metal, desde seus primórdios até a atualidade. Ainda há muito o que ser feito, acreditamos, e você perceberá isso pelos links em vermelho. Esperamos que almas caridosas e cabeludas contribuam com esse tipo de conhecimento para esse maravilhoso site.

Boa leitura! (ou não)


A Gênese[editar]

No começo de tudo, Deus estava cansado de ver tanta gente na Terra sofrendo com funk, pagode, rap de gangsters e todos esses tipos de porcaria. O rock, que até então só tinha como fãs aqueles velhinhos que vez ou outra ouviam Beatles enquanto cortavam a grama do quintal e hippies fedidos, tinha que adquirir novos rumos. Então, Deus soprou uma forma de vida no universo, e a ela deu o nome de Deus Metal. Por que metal? Porque esse nome já passava a ideia de algo mais pesado, mais maciço e robusto (isso não fez sentido nenhum, né?). Esse ser foi incumbido de uma missão que até então parecia impossível: atrair o público jovem para a maravilhosa música que ele os daria, o metal (logicamente).

Tony Iommi veio a ser o primeiro apóstolo do Deus Metal em território europeu.

Seu primeiro alvo foi a Inglaterra, onde percebia que os cabeças de piroca faziam um sucesso estrondoso, mesmo alguns anos após o seu fim, em meados de 1970. Escolheu a dedo, então, algum jovem que receberia sua música, como uma espécie de cobaia. O nome do pirralho era Tony Iommi, um operário que só ouvia aquelas músicas enjoativas de rock progressivo e algum blues. Infelizmente, por uma trágica coincidência, no momento em que Deus Metal soprou em Tony o dom do heavy metal, ele sentiu um choque, que reverberou por todo seu ambiente de trabalho, fazendo as máquinas enlouquecerem e deceparem as pontas de seus dedos.

Algum tempo se passou, e então ele comprou sua primeira guitarra, já inspirado pelo Deus Metal. Os familiares de Tony estranharam suas atitudes, pois ele estava deixando o cabelo crescer, ficava até três dias sem tomar banho e começava a se vestir com roupas estranhas. Trancara-se em seu quarto, então, e estudou seu instrumento. A guitarra era uma das várias formas de Deus falar com os mortais, dando-lhes instruções sobre o que fazer com os dons concedidos. As primeiras palavras trocadas ficaram conhecidas por riffs, e assim é até hoje e sempre será. Tony escreveu dezenas de riffs. Mal sabia ele que outros homens também estavam sendo inspirados pelo Deus Metal, como Ozzy Osbourne, que veio a conhecê-lo para então formar uma banda. A Ozzy, deu o dom da voz de taquara rachada. E eis que Deus Metal disse:

Cquote1.png Em verdade vos digo que vocês, meus filhos, formarão uma banda de heavy metal chamada Sapato Preto! Cquote2.png

E assim foi. Não sabiam bem o que significava o termo heavy metal, mas decidiram não questionar uma ordem vinda dos céus. Alguns anos se passaram, seus primeiros álbuns foram lançados, e a sonoridade totalmente diferente e sombria (o lado negro do Deus Metal) angariou um público muito discrepante do que já existia em festivais como o Woodstock. Era o rock com uma pegada mais agressiva, que colocava medo nas velhinhas fãs do John Lennon e fazia muito adolescente ir dormir cedo, mas, de certa forma, conseguia atrair um público mais jovem que sentia necessidade de expressar suas emoções sem medo de julgamentos.

E esse foi um começo. Os anos 80 foram marcados de explosões do heavy metal mundo afora, com o thrash, o black, o falso metal, o progressivo, o death, o grindcore, o djent, zZZzzZz...

Os anos 80[editar]

O Sapato Preto já fazia considerável sucesso nas paradas britânicas e internacionais, juntamente com os colegas do Iron Maiden, que decidiram seguir uma vertente menos sombria e agressiva e mais colorida e alegre. O Roxão Profundo já punha um peso em suas músicas também, assim como o Cabeção de Motor e o Sacerdote Judas, então Deus Metal conseguira agradar a todos, desde os mais depressivos e antissociais até os mais alegrinhos. Sua missão estava dando certo.

Thrash Metal: Exodus, Metallica e a rebeldia de São Francisco[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Thrash Metal da Bay Area
Apóstolo Gary Holt, do Exodus.

Ainda nos anos 80, surge, em São Francisco, uma cena de metaleiros vagabundos e bêbados que descobriram que dava para misturar guitarras desafinadas com gritaria sobre guerra, morte e bebedeira. O thrash metal (que era pra ser trash, mas foi grafado intencionalmente errado) juntava milhares de cabeludos fedidos em bares de esquina para louvarem a Satã sem ninguém importuná-los. É dito que Exodus tenha sido a primeira banda ocidental de thrash metal do mundo. Esse estilo emprestou muita coisa do punk rock e do chamado speed metal. Bandas de speed metal eram formadas por punheteiros que tinham como único objetivo tocarem rápido, sem se importar com a música ou as letras. O Motörhead, por exemplo, já apresentava esses traços em seus primeiros álbuns, Ace of Spades e Overkill.

Surgia, nesse meio tempo, o Sarcófago e o Sepultura aqui no Brasil, bandas que obviamente falavam de morte e que no começo não foram muito bem aceitas, porque o metaleiro brasileiro desde muito cedo chupa rola de gringo. Então, mais davam moral para o Slayer (nos EUA) e alguns grupos da cena europeia.

Metallica vs. Megadeth: a eterna briguinha inútil[editar]

Dave Mustaine fez parte do Metallica em seus primórdios, tendo escrito algumas músicas para o primeiro álbum da banda (Kill 'em All), mas foi demitido antes mesmo de terminarem. Motivo: ele gastou quase toda a grana da banda em putas, drogas (principalmente heroína) e bebida. O que é estranho, pois todos os outros integrantes faziam isso também, mas enfim... Dave, puto da vida, decidiu formar sua própria banda, Megadeth. Sua proposta era de formar uma banda mais visceral, com letras mais porrada e instrumental rápido pra caralho, e conseguiu. Desde então, fãs das duas bandas se digladiam em fóruns online, discutindo sobre qual banda é melhor. Acaba que ninguém ouve nada.

O thrash metal europeu: A supremacia alemã (nazismo)Kreator e Sodom[editar]

Se os Estados Unidos tinham o Slayer e o Megadeth, a Alemanha tinha o Kreator e o Sodom, duas bandas de thrash que se propunham a tocar a mesma merda que os americanos, porém, com uma qualidade superior de gravação, e a segunda banda focava na Guerra do Vietnã, em se banhar em sangue de vietnamitas, abusar de mulheres vietnamitas, etc... Muito influenciados pela agressividade do Venom e do Celtic Frost, tais bandas começaram a excursionar pela América do Norte, aumentando a quantidade de idiotas fãs desse estilo. Vale lembrar que naquela época não existia internet, então se fazia algo inacreditável para os tempos modernos: a troca de correspondências. Só assim que os músicos conheciam outros músicos e fãs novas porcarias bandas para, acredite se quiser, ouvir com os amigos!

Começa a nojeira: as primeiras bandas de grindcore (Carcass e Napalm Death)[editar]

No comecinho dos anos 80, mais precisamente em 1981, surgia uma banda na Inglaterra que tinha uma proposta muito diferente e, convenhamos, desagradável: cantar sobre tudo o que havia de mais podre no mundo. Doenças, necrofilia, sangue, estupro, comer cocô, vermes entrando em cadáveres, canibalismo e tudo mais o que você podia arranjar em livros de Biologia, inclusive fotos que servissem como capas de álbum. Essa banda era o Napalm Death. Suas músicas eram insanas, incrivelmente velozes e agressivas, onde o vocalista urrava qualquer merda que ele viu em alguma enciclopédia na parte de Patologias e vomitava no palco toda a cerveja da noite passada. O foco principal da banda, que veio a forjar um estilo conhecido como grindcore, que infelizmente possui muitos fãs até hoje, era apenas o massacre dos instrumentos e as letras mais sujas e mórbidas possíveis. Mais para frente, uma banda que se consagrou no death metal americano bebeu muito da fonte de mijo do grindcore, o Cannibal Corpse.

Sua primeira reação ao ouvir uma "música" de grindcore.

As "artes" dos álbuns era grotesca, com partes humanas expostas, fotos reais de cadáveres e pessoas cagando uma nas outras. Acha demais? Não viu nada! Esse povo começou a inventar coisa, colocando temas como pornografia, scat e tortura de genitais em suas letras. Basta uma simples pesquisa no Google, usando termos como porngrind albums, goregrind albums e horrorgrind albums se quiser ver a nojeira com seus próprios olhos. Os fãs de grindcore não vivem nos mesmos locais que pessoas normais, assim impossibilitando sua convivência em sociedade (o máximo que chegam, na verdade, é um hospício, por serem completos perturbados). Como se não bastasse, veio a surgir um pouco tempo depois o death metal, que piorou continuou o trabalho dessas bandas. Hoje em dia, o grindcore é considerado piada, pois é impossível você ouvir um porco grunhindo por 3 minutos e não dar risada, mas mesmo assim possui fãs fieis (que matariam quem fala mal das sagradas bandas, e ainda tirariam foto do cadáver e se masturbariam todos os dias).

A ascensão do Death Metal[editar]

Alguns malucos, não satisfeitos com a podreira que o thrash já era, decidiram ir além. E se temas como a morte fossem levados mais a sério, tipo, bem a sério mesmo? Para dar uma incrementada, foram incorporados urros guturais (diferente da gritaria adolescente do thrash convencional), batucadas frenéticas na bateria, guitarras em afinações mais baixas e nomes de desgraças, como: Obituary, Death, Sepultura, Autopsy, Pòssessed, Terrorizer e por aí vai. Foi alcunhado de death metal pelas primeiras bandas que surgiram, pois mesmo que apresentassem elementos de thrash em sua nova música, deveriam continuar o legado do Deus Metal.

Na Suécia, a coisa era maior. A cena do death metal por lá crescia como o thrash na Alemanha em relação ao americano, e nomes como Unleashed, Entombed e Dismember ajudaram a difundir esse que viria a ser um subgênero do chamado metal extremo. Essa é a fase em que Deus Metal mostra seu lado mais cruel, mais ou menos como Jeová no Antigo Testamento, matando todo mundo, torturando e fazendo churrasquinho de gente. Bandas como Deicide deicidiram (trocadilho proposital) ir mais longe ainda, com músicas falando sobre ódio a Jesus, matar Jesus, cuspir em Jesus, queimar estátuas de Jesus, matar cristãos... E todos seus álbuns falam disso, mas não enjoam os fãs alienados.

Power Metal: Helloween, Blind Guardian e nerds jogadores de RPG[editar]

As músicas de power metal se encaixavam perfeitamente nas sessões de RPG dos nerds.

Existia os metaleiros que iam para os shows, enchiam o cu de drogas e bebida e vomitavam por todo o caminho de volta para casa, mas também existia aqueles que não saíam do próprio quarto, viciados em D&D e Mountain Dew. O que fazer com esses tipinhos? Deus Metal não havia esquecido deles, é lógico! Muito inspiradas no Iron Maiden, bandas com uma sonoridade mais alegre e fugindo da temática violenta do thrash surgiram. Destaca-se o Blind Guardian, que cantava sobre O Senhor dos Anéis e outras nerdices! Havia algo mais maravilhoso que isso? Os nerds puderam se sentir representados, e pela primeira vez depois de muitos anos, começaram a frequentar shows.

Anos 90[editar]

O heavy metal continuava em ascensão, porém, vez ou outra apresentava alguns declínios, pois porcarias como o grunge e o glam rock estouravam. Porém, Deus Metal é poderoso e não deixou barato.

O black metal norueguês: chiadeira de rádio e queima de igrejas[editar]

Os músicos de black metal se fantasiavam para jogar Vampiro: A Máscara escondidos da mãe.

Noruega, o freezer europeu. Enquanto as bandas suecas, inglesas e alemãs continuavam fazendo o que faziam de melhor (ou seja, nada), as coisas por lá estavam bem... quentes. Quentes até demais para um país tão frio (dizem que lá é tão frio que até pinguim coloca casaco). O que acontecia era que um grupinho conhecido como Inner Circle, cujos membros se pintavam como pandas (inspirados pelo Kiss), queimavam igrejinhas nas cidades do interior, o que acabou por chamar a atenção da polícia. Tais membros eram músicos do chamado black metal, um subgênero mais voltado para mensagens anticristãs, cheiramento de gatinhos, morte de cristãos e deflorar virgens.

Era a coisa mais escrota do mundo, e justamente por isso ganhou a notoriedade gigante que possui hoje. Os berros eram tão incompreensíveis que pareciam cabras castradas com fome, acompanhados por guitarras desafinadas que propositalmente soavam como chiados de TV de pobre. Quanto mais grotescos se apresentassem, melhor. Tinha até idiota cortando os pulsos ao vivo (quando o Mayhem era uma banda de black metal de verdade) e muitas tretas envolvendo assassinatos e suicídios (por exemplo, o cara que ironicamente se chamava de Dead e às vezes dormia debaixo da terra pra experimentar a sensação de estar morto; acabou se matando com um tiro de escopeta na cara).

Você pode até estranhar a sonoridade do black metal na primeira ouvida (e na segunda, terceira, quarta...), mas saiba que deve ser assim mesmo. Propositalmente podre e mal gravado, como uma crítica negativa às músicas "eletrônicas" da época. Porém, anos depois, apareceram bandas que esculacharam tudo, tipo o Cradle of Filth.

A segunda geração do death metal[editar]

Um fã de death metal.

Bandas como Obituary, Death, Morbid Angel e até mesmo Carcass (que abandonou o seu grindcore de raíz) explodiram no mundo. Tamanha foi a repercussão (tanto negativa e positiva), que o próprio governo norte-americano chegou a fazer um comunicado em rede nacional criticando a banda Cannibal Corpse (carece de pontes), acusando-os de fazer apologia ao estupro e a necrofilia. O que aconteceu foi o contrário do esperado: a popularidade da banda só aumentou, porque ninguém dá moral para o que político diz, e inclusive eles fizeram uma ponta no filme Ace Ventura. Jim Carrey é um assumido fã de death metal.

As firulas do power metal[editar]

Foi nos anos 90 em que a autoridade máxima em power metal surgiu: Rhapsody of Flower, uma banda italiana que cantava sobre dragões, histórias de princesas, elfos e duendes. Cada álbum era uma história nova, contando com ninguém mais, ninguém menos, que Cristopher Lee narrando passagens como num RPG. Os nerds foram a delírio.

Outras bandas menos conhecidas foram surgindo, como Dragonforce, Dragonland, Dreamland e Kamelot. A primeira dessas, em específico, tornou-se conhecida pela sua música no Guitar Hero III, Through the Fire and the Flames, que ninguém conseguia tocar em modo expert, a não ser um ou outro demente que ficava o dia inteiro treinando. Diferia-se das demais pelos seus efeitos computadorizados presentes em 80% das músicas.

Dream Theater e o metal progressivo[editar]

Até o meio dos anos 90, ninguém havia pensado em pegar aquelas músicas entediantes e extremamente longas do Rush, Yes e Genesis e trazer para o heavy metal. Eis que chegou o Dream Theater, que além de uma sonoridade divisora de águas, trazia um guitarrista capaz de alterar a temperatura do próprio Sol, John Petrucci, capaz de tocar 283 notas por minuto.

O que acontece após um solo de John Petrucci.

E se naquela época usavam LSD, cocaína e outras paradas, isso não podia ser diferente no metal progressivo. James LaBrie fumou tanto que hoje em dia está com voz de disco arranhado (antes, cantava igual um cabrito desmamado, atingindo 5 oitavas acima do normal), e o ex-baterista, Mike Portnoy, sempre cheirava antes dos shows (daí vinha seu espírito sempre enérgico e alegre).

Legado do black metal sendo jogado no lixo[editar]

As bandas da cena norueguesa de black metal não ofereciam muitos discos, sob o risco de uma hora cair no mainstream. Nunca foi a intenção de nenhuma banda ficar conhecida por mais que dez pessoas do bairro (graças a Deus), mas alguns hereges ousaram e desafiaram a regra do Deus Metal: Não ficarás reconhecido na mídia global de jeito algum! Exemplos: Behemoth, Cradle of Fritas, Dimmu Burger (sim, eles seguiam o movimento trve, mas deram uma de Metallica e se venderam). Essas bandas transformaram o black metal num verdadeiro circo, com fantasias de palhaços, sacerdotes negros e sangue teatral na cara.

Ninguém merece um palhaço berrando sobre sexo com vampiras gostosas. Aliás, se alguém entender as letras do Cradle of Filth, ganhará um prêmio Nobel de Literatura, pois nem o próprio compositor fazia ideia do que estava escrevendo.

Anos 2000[editar]

Parece que o novo milênio foi um tempo de reinvenção. Muitas bandas queriam resgatar os estilos do passado, o Iron Maiden continuava lançando ótimos álbuns, novos subgêneros se formavam (chamamos de fusão), como o Atmospheric black metal e o Death metal melódico, que mesmo já existindo nos anos 90, só adquiria maior notoriedade agora. Muitos trabalhos dignos de atenção foram lançados, como Frozen of Time do Obituary, M-16 do Sodom e Anthems of Rebellion do Arch Enemy. Bandas incríveis e notáveis mostravam seus trabalhos, como Gojira e Mastodon.

Porém, aconteceu que o Deus Metal se descuidou um pouco, e muita merda aconteceu, como a ascensão do metalcore, onde emos achavam que sabiam tocar metal, mas só cantavam sobre amores não correspondidos e sobre cortar os pulsos. Hoje em dia, algumas bandas de metal tentam incorporar elementos de música eletrônica em suas canções, o que por si só já parece uma ideia horrível.

Conclusão[editar]

O heavy metal é um estilo musical atemporal. Não importa sua idade, você sempre será um babaca metaleiro. Shows pelo mundo reúnem gente de todas as idades e gostos. Deus Metal fez um bom trabalho com seus apóstolos Dave Mustaine, Tony Iommi, Gary Holt, Steve Harris, Chuck Schuldiner, John Petrucci, Yngwie Malmsteen e dezenas de outros.