Deslivros:A história de Bháskhara

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Bháskhara, uma história[editar]

Havia um homem na Arábia muito intelectual, que naquela época era chamado de Intelectual (a.k.a. nerd). Como todos de sua raça, ele sentiu uma voraz vontade de fazer algo estúpido e sem noção. Como naquela época não se podia jogar Tibia, Ragnarok ou similares, ele resolveu fazer uma jornada real, que apesar de não ganhar nenhum ponto de skill, seria uma inspiração para muitos nerds que hoje fazem "épicas" jornadas nos jogos.

Seu nome era Bháskhara (a.k.a. Báscara), que na infância crescera como um menino feliz, longe das drogas, e sobrevivera a dois Aiatolás (baiatolás), na base de coca-colas e movimentos repetitivos das mãos. Em seus estudos na biblioteca de Alexandria (Atual Argentina), ele descobriu que os Árabes se utilizavam de deixar a estrutura capilar facial(barba), para venerar seu zoroastro (rei-deus) naquela época chamado CN (que após duas centenas de décadas, ele revelou ser Chuck Norris).

Naquele tempo Bháscara ficou encantado com números como: o poder de Chuck Norris, a idade da já então anciã Dercyópatra Gonçalves (que se descobriu ser originária do Egito, visto que após sua morte foi enterrada em uma pirâmide), a massa molar do elemento chucknórrio (que chamaram de mol toneladas/mol), entre outros.

Ele queria que a matemática trabalhasse com números dessa grandeza mas depois de algum tempo eles foram arredondados para infinito. Em um de seus trabalhos, ele descobriu que a razão entre o poder de CN e os anos de vida da Dercyópatra, multiplicado pelo número sagrado 42, era igual a velocidade da luz no vácuo, o que foi uma enorme proeza, visto que não se conhecia o vácuo, nem se sabia o que era verdadeiramente a luz, demonstrada pela seguinte equação:

Bhaskhara foi quem definiu o conceito de zero(muito associado à grande descoberta do vácuo), mas essa é uma história para outro (des)livro.

Em um de seus devaneios, ele decidiu que sua primeira grande jornada seria pela Europa (o que naquela época era chamado jornada, hoje é meramente denominado "tour"), parando em Lisboa, terra de dona Maria I,II,III,π,..., raiz de menos treze,...,número de Euler, 42(a melhor tirana rainha da história), entre outras.

Nesse caminho, Bháskhara passou por Roma (visto que todos os caminhos levam a Roma) e por lá conheceu muita gente interessante, como a imortal rainha da Inglaterra Elizabeth II, os grandes imperadores Júlio César e Adriano (atualmente saíram da Roma e estão na Internazionale), e um jovem rapaz chamado Galileu (que não era Jesus),que lhe deu um mapa para o final da Europa, recomendando para tomar cuidado, pois se fosse muito longe ele corria o risco de cair do mundo. Isso certamente assustou Bháskhara, que tinha muito medo do vácuo que o aguardaria se ele por acaso escorregasse "acidentalmente" da perigosa beirada do mundo.

No caminho, Bháskhara precisou fazer uma parada de urgência na Grécia, afinal, seu estoque de batatas chips e coca-cola estavam terminando. Totalmente perdido, Bhaskhara foi assaltado por uma gangue de brasucas (naquele tempo, apenas mais índios tentando ganhar a vida na Europa). De repente, ele fez o sinal. Tirou seus óculos de fundo de garrafa e com a lente superpoderosa, projetou o nerdsinal na montanha (os nerds que não responderam ao seu chamado tiveram seu cabelo escurecido e alisado, originando assim os emos).

Pitágoras, o líder regional do movimento nerd juntou um grupo tão forte para suprir a demanda de Bháskhara, que eles formaram um grupo chamado Bháscara e os Pitagóricos (o que parece, mas não é, uma boy band). Seu grupo foi fortemente carregado de gente que cantava sem parar a música de Zelda, enquanto rumavam para Portugal.

Assim que chegaram em Lisboa, Bháskhara e os pitagóricos formaram lá um verdadeiro exército de nerds. Para te controle sobre eles, Bhaskhara e Pitágoras criaram comandos regionais de controle (atualmente chamados de guilds). A guild chamada PtPlayer$ (que apesar do nome não são petistas), foi comandada por Miguel, que era conhecido como General.

E como para todo nerd não falta um amor platônico, Miguel veio a se tornar um idiota pasmado (tarado) por sua vizinha boazuda Maria Antonieta (que não tinha nada de francesa e era viciada em brioches(Gatinhos)). Até aí tudo bem. O problema é que ela parecia se interessar por suas investidas idiotas. Mas a situação piorou quando ele conseguiu ser bem sucedido na pior cantada da história: -oi! -oi! -er...eu queria te perguntar...bem...você conhece o Rodrigo? -não..porque? -Então fica comigo!!

A situação piorou quando se casaram.

Mas então, a guild de Miguel foi "convocada" para uma "épica" missão de ida e volta ao Acre(ACREdite, era possível). Maria perguntou quanto tempo a viagem iria durar. Miguel, completamente cegado pelo amor (ou pelos peitos) de Maria, respondeu sem pensar: 1 Mês.

Porém na noite seguinte ele se deu conta de que ninguém sabia a localização exata do Acre a não ser CN, assim, como ele só havia andado um quarteirão, então voltou sozinho para casa.

Flagrou então, Maria com dois cadetes do exército, fortes como jogadores de rúgbi, fazendo sexo selvagem na sua cama de 250 reais (ou 1 k de GP), com sua esposa Maria Antonieta. tomado pela fúria, ele pegou seu AK-47, e atirou até matar os três. Como todo nerd PK fica marcado foi fácil para a polícia local localizar e prender Miguel, que acabou condenado à guilhotina dos jacobinos (amigos de Maria Antonieta).

Pitágoras e Bháskhara tiveram acesso ao laudo da perícia, de onde tiraram sua fórmula mágica:

 ***POLÍCIA NACIONAL LUSA DE PORTUGAL***
 RELATÓRIO DA DIVISÃO DE HOMICÍDIOS:
 
 O LAUDO INDICA QUE AS VÍTIMAS FORAM ESQUARTEJADAS E SUAS PARTES ENTERRADAS EM QUADRADOS NO QUINTAL DO ASSASSINO.
 ALÉM DISSO, A SOMA DOS QUADRADOS DOS CADETES É IGUAL AO QUADRADO DA PUTA LUSA.
 
 Miguel Porto
 DELEGADO DA DIVISÃO DE HOMICÍDIOS

daí surgiu a fórmula

Falhou ao verificar gramática (erro de sintaxe): {\displaystyle b²+c²=a²}

próximos livros da coleção[editar]