Deslivros:A crônica do velhote de 100 anos que caiu no chão, ficou com a bunda cagada pra cima, e morreu de fome alguns dias depois

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Por quê na África não tem vidente? Porque preto não tem futuro.

O velho tentando fazer suas necessidades.

Dedico essa história, baseada em fatos reais, ao meu pai. Obrigado por nunca fazer parte da minha infância e ser um bêbado, te amo!

Capítulo 1: No banheiro[editar]

Doutor Paulo vivia num sobrado. Sua vida era miserável, já que ele não só tinha 100 anos, como não tinha ninguém para lhe fazer compânia na sua vida, já que ele tinha Alzheimer e vivia cagando na fralda, e sua filha o abandonou quando ela teve que limpar sua bunda pela primeira vez usando uma colher de sopa, que não só ficou presa na bunda do velho, como acabou dando tétano pra ele de tão antiga que a colher era.

No seu dia a dia, doutor Paulo passava suas horas lendo revistas pornográficas e tentando se masturbar, ênfase em tentando, já que ele era tão fracote que era forçado a segurar seu pênis com o dedo mindinho com medo de não partir o pau no meio. Muitas vezes, ele se masturbava na cama já que era tão velho que se se movesse de mais acabaria quebrando seus ossos com osteoporose, mas como hoje ele se sentia animado, conseguiu, após se arrastar por 2 horas e se esborrachar no chão tentando descer as escadas, chegar no banheiro com sucesso.

Ao alcançar o banheiro, animado, Paulo abaixou suas calças. Imediatamente, ele sentiu o frio fudido de banheiro durante o inverno, e sofreu um colapso, só não sofrendo um ataque cardíaco porque ele carregava seus remédios de coração no bolso (A esse ponto de sua vida, Paulo já tava tão acostumado com seu coração parando que pra ele tinha virado uma rotina. Ele tinha até ganho o prêmio de maior número de ataques numa só hora no mundo!). Ele enfiou sua bunda na privada, e esperou enquanto a merda atravessava seu trago intestinal.

Devido a sua idade, ele estava menos defecando bosta e mais cagando uma pedra, a esse ponto o cocô, se fosse visto por alguém normal e não alguém com visão de águia, poderia ser confundido com uma rocha com cheiro de enxofre. 3 horas depois, ele finalmente colocou a bosta pra fora do corpo, só que um novo problema surgiu: o impacto da água na bunda quando a bosta caiu na privada desequilibrou Paulo, o jogando no chão, com a bunda suja de merda, e deixando suas perninhas de palito de dentes quebradas no chão.

O resultado da caganeira do velho.

Capítulo 2: Com o anus pra cima[editar]

Paulo tava numa situação de merda (Entendeu? De merda? Porque ele está cagado! HAHAHAHAHAHA! É, essa foi infame.) O pior não era o fato que suas pernas estavam quebradas, que sua bunda estava cheia de bosta e apontada pra cima, ou que seu pênis ficou inchado após ele bater no chão, não não, a pior parte é que ele estava pelado, e o chão estava FRIO PRA CARALHO, e se não fosse pela janela que refletia alguns raios de sol no banheiro, ele provavelmente teria morrido de hipotermia em questão de 10 minutos.

Paulo pensou em tentar ligar com seu celular, mas logo lembrou que ele era um velhote que odiava tecnologia e que quando recebeu um liquidificador de presente no seu casamento, mandou queimar o aparelho e tentou matar seu primo que deu o presente, e por isso não tinha celular. Alias, nem energia elétrica sua casa tinha, já que ele parou de pagar suas contas faz 10 anos, e só não foi preso pela prefeitura porque ele morava num terreno baldio invadido que ninguém conseguia chegar perto devido aos tecos de vidro no chão.

Sua segunda opção era tentar rolar aos poucos até a porta do banheiro e então bater sua cabeça nela pra abri-la. Essa ideia também foi descartada quando ele lembrou que a última vez que tentou rolar ele quebrou metade dos ossos do corpo, além de que ele tinha uma puta enchaqueca e não iria bater sua cabeça em algo nem fudendo. Já tinha passado 2 horas que ele estava nesse estado, e o cocô fossilizado da sua bunda começou a feder ainda mais.

Para amenizar o cheiro Paulo tentou esfregar sua bunda no chão, mas ele acabou piorando ele, já que agora a bosta tinha se espalhado em mini pedacinhos marrons no piso. Mais 5 horas depois, Paulo começou a ficar com fome. Ele não tinha comido nada de manhã, já que seu estômago era fraco e ele só conseguia se alimentar de lentilhas, e as únicas que tinham sobrado no seu bolso ele tinha comido horas atrás, e ele não poderia comer o papel higiênico, já que tinha usado os últimos rolos para limpar a porra da sua punheta da cama.

Capítulo 3: Morte da merda[editar]

Não vendo mais nenhuma opção, Paulo se resignou. Ele lentamente se moveu até os pedacinhos de merda no chão, e enfiou um deles na boca. Aos poucos, ele mastigou a bosta, que ficou presa nos seus dentes devido a textura de pedra delas. A principio, ele até gostou da bosta, que lembrava um pouco de cookies de creme de leite, só que sem o creme e sem o leite. Mas aí, depois de 5 minutos, ele começou a vomitar que nem um louco. O vômito tinha coloração de água do rio tietê, e vinha em pulsos que pareciam o guicho do Blastoise.

Quando parou de vomitar, Paulo estava subimergido em vômito, seu rosto enfiado na meleca marrom, incapaz de se mover com as pernas quebradas. Aos poucos o cheiro do líquido capotou ele, e seu rosto ficou dentro do vômito, afogando ele rapidamente. Após morrer, ele soltou vários peidos, que fizeram nuvens gigantes amarronzadas que saíram pela janela, e que foram vistas pela sua filha, que dirigia um carro não tão longe dali.

Vendo as nuvens de bosta no ar, a filha de Paulo imaginou que ele estava tentando ou mandar mensagens de sinal pedindo ajuda, ou que ele estava fumando maconha de novo. Imaginando ser a primeira opção, ela foi até a casa do velho, e logo depois deu um grito ao ver o corpo de seu pai naquela situação. 1 semana depois os restos de Paulo foram vendidos no Bom Negócio.com para um fazendeiro, que usou seu corpo esfolado como boneco sexual pelo resto da eternidade.

Moral da história: Não cague e vomite!