Deslistas:Jogos de Sonic

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Virtualgame.jpg Jogos de Sonic é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um n00b faz uma Steel Longsword.

Sonic the Hedgehog
Logo Sonic HD.png

O logo do rato de gel

Informações
Desenvolvedor Sonic Team
Publicador CEEEGAAA!
Ano De 1991 até hoje
Gênero Correr pra Caralho Plataforma
Plataformas Cegos e derivados
Avaliação mais de 8000km/h
Idade para jogar Livre... ou não!

Cquote1.png Você quis dizer: Jogos do Ayrton Senna Cquote2.png
Google sobre Jogos de Sonic
Cquote1.png Let Gooo! Cquote2.png
Sonic sobre seus jogos
Cquote1.png Sonic Boom! Cquote2.png
Guiler sobre jogos do Sonic
Cquote1.png Só gosto dos da era 2D!! Cquote2.png
Gamer velho sobre jogos do Sonic
Cquote1.png Só gosto dos da era 3D!! Cquote2.png
Gamer jovem sobre jogos do Sonic
Cquote1.png Pra mim, tanto faz... Cquote2.png
Gamer eclético sobre jogos do Sonic
Cquote1.png Tem pra todo mundo!!! Cquote2.png
Sony, Nintendo e Microsoft sobre jogos do Sonic
Cquote1.png MamaMia! Que jogo desgraçado!! Cquote2.png
Mário sobre jogos do Sonic
Cquote1.png Se não tiver bug eu jogo! Cquote2.png
noob sobre jogos do Sonic
Cquote1.png Nunca na história desse país um bichinho correu tão rápido! Cquote2.png
Lula sobre jogos do Sonic
Cquote1.png ... Cquote2.png
Dr. Roberto sobre jogos do Sonic

Os Jogos do Sonic são nada mais que aqueles games virtuais que levam o próprio nome do rato de gel, mesmo que alguns seja uma merda. Todos os jogos dele são do gênero plataforma e não de corrida, apesar de muitos afirmarem que mais parecem uma fusão dos dois; também são consideravelmente melhores que os jogos do Mário (mesmo que os nerds nintendistas afirmem o contrário) sendo que até hoje os fãs da série preferem recorrer aos games do tempo de 1900 e guaraná com rolha. A verdade é que não existe um único ser na face do universo que não tenha jogado Sonic.

Os jogos[editar]

Sonic se preparando para mais uma aventura suicida. Let's Gooo!!!

Tudo começou em 1991 quando um japonês noob resolveu criar o primeiro jogo do mascote da CEGA!, e com isso surgiu um sucesso para crianças, adolescentes e alguns virgens de 40 anos que curtem furries, alem de muita grana para o bolso da empresa. Vendo que o joguinho foi muito querido por todos (em especial para os odiadores da Nintendo), Tio Yuji e sua equipe nada criativa resolveram então criar uma porrada de sequências para o game das mais diversas formas e para os mais derivados consoles da Cega (e continuam sendo produzidos mesmo depois da morte do Merdacast). Destacaremos aqui os jogos de maior sucesso menor fracasso do azulão que corre feito o cão;

Sonic the Hedgehog[editar]

Desde cedo, Sonic já não aprovava seus próprios jogos

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic the Hedgehog (game).

Este foi o primeiro lixo jogo do azulão produzido pela sua empresa nada inovadora Cega. Lançado em 1991 consistia em sair correndo virado no tetéu, coletar anéis vibradores, vandalizar antigos monitores da Micro$oft (o que deixou Bill Gates muito fulo da vida), destruir robôs minizords com animaizinhos dentro deles, colecionar pedrinhas de crack coloridas em Estágios Especiais, bem como chutar o traseiro do chefão, que diferente de outros jogos de plataforma não era uma aberração vinda do alem com garras enormes, meio-furry e meio-ciborgue, mas sim um humanóide careca com excesso de cabelo no nariz e problema de obesidade, mas com um cérebro de ameba nerd que cria uma porrada de engenhocas mecânicas para fuder com o ratinho de gel. A primeira fase do jogo se passa em Green Hill, um lugarzinho perdido nos confins do Acre fazendo divisa com a União Soviética e a República das Bananas ao norte de Neverland, onde seus miguxinhos vivem felizes até a chegada desse gorducho viciado em picas pingas. O jogo foi um fracasso sucesso tão grande que fez Super Mário Bros. se passar por um lixo e faturou milhões para a Cega e seu imprestável idolatrado Merda Drive.

Sonic the Hedgehog 2[editar]

Sonic 2 promove mais ação, explosões, tretas e surubas que o seu anteceçor

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic the Hedgehog 2.

Com o sucesso de vendas do Sonic 1, Titio Yuji teve a brilhante idéia de fazer uma continuação do joguinho do rato de gel, e assim em um ano depois ele lançou o Sonic 2, o qual redeu ainda mais grana pra empresa quase falida da Cega. Nessa nova treta o Dr. Barriga resolveu pegar mais pesado e colocou Sonic para participar de uma surubinha bem mais empolgante, com mais elementos bélicos, ozônicos e atômicos. Também nesse jogo Sonic foi obrigado a aceitar a ajuda de uma raposa furry muito gay com dois rabus que se tornaria mais tarde o seu parceiro de aventuras: o Tails; de início o azulão se recusou a aceitar a ajuda desse bichinho, mas depois de uma noite em sua cama tanta insistência por parte da raposinha irritante e de tanto chatear o rato de gel, Sonic acabou cedendo às birras do garoto que para a decepção dos nerds apelões, ainda nem sabia voar. O resultado foi mais pancadaria, mais perigos e mais consumo de anéis vibradores foderosos para impedir mortes trágicas, já que aqui o azulão finalmente iria para suas primeiras fases aéreas. O jogo contou ainda com mais uma Chaos Emerald (que no jogo anterior eram apenas seis), o que cooperou para que Sonic pudesse ficar bem mais drogado do que de costume e conseguisse atingir o lendário poder do Super Sayajin transformando-se em Super Sonic (vulgar Sonic Amarelo que Avúa). E assim mais uma porrada de gamers idolatraram o porco-espinho ouriço.

Sonic CD[editar]

Aqui o que se fode mais não é você e sim o tempo... ah! Vai logo os dois!!

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic CD.

Depois de seus consideraveis sucessos para Merda Drive, a Cega lança o seu mais novo console sem future: o Merda CD, onde Sonic finalmente pode fazer um filminho introdutório para seu jogo, chamado Sonic Boom (nome noob). Nessa aventura Sonic se encontra numa verdadeira confusão onde dessa vez o Dr. Fuckyounik consegue controlar o tempo e vive mandando nosso herói para um passado pré-histórico ou para um futuro muito, muito distante. Para a felicidade do azulão, Tails não aparece nesse jogo, mas a Cega lhe deu de presente uma tal de Amy Wineh Rose, uma putinha roseada que logo de cara já quis ir com Sonic direto pra cama, mas ele, macho como sempre, correu pra longe e está fazendo isso até hoje (gay? Poderia até ser, mas a verdade é que nenhum ser vivo em sã consciência seria louco o bastante para pegar uma puta tábua como a Amy). Ainda nesse jogo Sonic conheceu seu primeiro rival, Metal Sonic, bonequinho inflável robô metaleiro que nada mais é do que um clone do azulão, alem de ser a sua versão robótica, malíguina e gay, que no final só acabou tendo um fim trágico recebendo uma entrada violenta de seu próprio criador. Com mais esse sucesso, o ouriço acabou tendo um reconhecimento bem mais simplório no meio dos otakus (isso até o lançamento de seu primeiro anime, é claro!).

SegaSonic the Hedgehog[editar]

Sonic e seus novos amiguinhos (que diferente do que muitos pensam não era o Tails e Knuckles)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: SegaSonic the Hedgehog.

O primeiro jogo para Arcade do Sonic. Com o sucesso que o bichinho fez no Merda Drive, a Cega resolveu ver como ele se sairia num game completamente doido onde correr pra caralho não era opcional, mas fundamental, já que aqui todo o cenário vinha sendo destruído e te obrigando a ter que sair feito um louco até chegar no final; como nesse jogo ninguém conseguiria ficar um único segundo sem perder anéis, o jeito foi ter que colocar uma barrinha de energia pra Sonic não morrer ao dar o primeiro passo nessa joça. Também aqui o azulão contou com a ajuda de dois novos amiguinhos de aventura (Mighty e Ray), onde logo foram esquecidos e chutados pra fora da Cega e só muitos anos depois um seguiria carreira nos Chaotix e o outro só seria figurante nos mangás da Archie. De acordo com a história o Dr. Robotnik milagrosamente conseguiu seqüestrar os três patetas e mandá-los para uma ilha de prisão máxima da S.W.I.T. e eles tem que fujir de lá antes que tudo vá pelos ares. Foi também o primeiro jogo do ratinho blue com jogabilidade 3D (ou 2.5D... ou até mesmo 1D! Ninguém hoje em dia joga mais essa merda mesmo!).

Sonic the Hedgehog 3[editar]

Nessa continuação, a maior dor de cabeça não foi o Dr. Balofonik, mas o novo rival do azulão: ManoKnux.

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic the Hedgehog 3.

Já mais do que de saco cheio do Merda CD e de não receber cachê por Arcades, a Cega resolveu criar logo a terceira sequência de sua série de maior faturamento até então, e assim surgiu o pior pesadelo dos nintendistas, sonystas e caixistas fazendo a Cega dominar o mundo (pelo menos temporariamente): o Sonic 3! Novamente obrigado a carregar o Tails de um lado pro outro (sendo que desta vez ele já lhe dava a vantagem de voar), Sonic parte em mais uma empolgante aventura suicida para coletar as Esmeraldas do Caos, libertar os animaizinhos selvagens antes do IBAMA e chutar o traseiro o Dr. Robotnik, só que desta vez o azulão se deparou com mais um rival pé no saco: ManoKnux the Echidna, um equidna corintiano maloqueiro que vivia nos morros da Alameda doa Anjos vigiando fumando um diamante radioativo transgênico, mas depois que perdeu sua pedrinha recebeu conselhos de um Dr. Balofo que esta tinha sido completamente fumada por um ouriço palmerence e seu capanga raposa são paulina. Dai foi uma fuleragem atrás da outra e você passa o jogo todo se fudendo mais nas mãos de ManoKnux do que nas mãos do Cientista Pansudo sendo que Sonic pode novamente plagiar o Goku se transformar em Super Sayajin. O final dessa joça só veio a terminar mesmo no outro jogo logo abaixo.

Lock-On de Sonic & ManoKunx[editar]

Os dois protagonistas na ilustre companhia de um gorducho e uma raposa furry

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic & Knuckles.

É o Sonic 3: Parte 2, já que o final do jogo anterior foi um tanto... WTF?. Nessa continuação altamente direta do 3, só Sonic e Knuckles são jogaveis, mas assim como no anterior os dois continuam no mesmo quebra pau de antes, sendo que é só no final que eles descobrem que o culpado de tudo é ninguém mais que o cara de bunda o Dr. Bobonik, e unem forças para meter cacete no pansudo. Para que as pessoas pudessem comprar as outras versões antigas do Sonic, para Merda Drive, que eram tão caras quanto um celular naquela época, eles criaram esse cartucho com a possibilidade de se fundir com os cartuchos dos outros três games do Sonic ou suas derivações, onde encaixando com o cartucho do Sonic 1 ou com games semelhantes, cria-se o Sonic Special Stages cheio daqueles estágios de pegar Bolas Azuis e nada mais, mas sem interlação com as Chaos Emeralds (uma porrinha, em outras palavras). Fundindo com o Sonic 2, você coloca o Knuckles naquele velhas fases do segundo jogo do ouriço, ou seja, cenários semi-fudidos com um personagem em boa definição (pra época, é lógico). Mas por fim, fundindo o jogo com o Sonic 3 (o que é 100% recomendável), você cria o que é considerados pelos fãs de Sonic, inclundo até fãs de Dragon Ball (podem acreditar), o melhor jogo do Sonic em 2D do Mundo, sendo jogado até hoje em dia, num Emulator (é, claro): Sonic 3 & Knuckles, contando agora com um Last Story cacetero alem das Super Chaos Emeralds que te fazem atingir o poder do Hyper Sayajin. O resultado dessa série de fusões foi nada mais nada menos que bilhões de verdinhas pra Cega alem de fazer até mesmo super fãs pé roxos do Mário jogarem os games do encanador na lata do lixo para endeusar a nova febre mundial dos videogames: o Sonikkuuuuuuuu!!!

Sonic 3D Blast[editar]

Sonic em seu RPGistico mundo 3D (que de 3D não tem absolutamente nhêca de pitibiriba)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic 3D Blast.

A primeira tentativa fracassada de levar Sonic para o pitoresco mundinho em terceira dimensão. Com a explosão de vendas do Sonic 3 & Knuckles e já entediados de ver Sonic correndo só pra frente (e desde quando ele corre pra trás?), o presidente da CEEEGAAA! e seus capangas se atreveram a tentar dar um novo susto na contraída nintendinho com um jogo do Sonic totalmente em 3D, sendo que no final das contas foi a própria Cega que acabou se assustando com o seu trabalho de porco. Sem tanta emoção e ação quanto em suas aventuras anteriores, Sonic agora se encontra num fatídico mundinho tosco de cenário para RPG, onde mais uma vez o Dr. Bobonik seqüestrou os bichinhos do cão e os prendeu em robôs (coisa que já deve estar te dando no saco), só que desta vez, diferente dos outros jogos, será obrigatório para o ouriço ter que sair matando todos os maltidos robôs para ter que coletar os chatos passarinhos que são a única forma para você destravar os portais para ir pra próxima fase. Sem dúvida foi á idéia mais retardada desde a criação da bola quadrada. Quando você achava que não dava pra ficar pior a Cega se supera não permitindo que Sonic vire Super Sayajin depois de coletar as 7 esmeraldas coloridas (Pôneis Malditos!). A verdade é que nem os gráficos enganam ser em 3D (tá mais pra um 2.5D bem fudido) e o jogo de Blast não tem porra nenhuma. E assim começou a era lixos do azulão... ou não!

Sonic the Fighters[editar]

A tão esperada vingança por todas as vezes que Knuckles te sacaneou nos jogos clássico acontece aqui!

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic the Fighters.

O primeiro jogo de porradaria do Sonic; lançado exclusivamente para Arcades, tá mais mesmo é pra um V de Vingança dos seguistas, onde aqui seu objetivo não é sair correndo e pulando feito uma gazela louca um condenado depois de uma rodada de café Express, mas sair quebrando a cara de todo mundo. Os rings de luta são os próprios cenários dos jogos antigos do azulão (dã! Não diga!..) e agora novos personagens apareceram, mas não para se familiarizar com os ótários que ainda não haviam se identificado com algum furry do mundo do Sonic e sim apenas para encher lingüiça. A história? Robotnik reformou a Death Egg Estrela da Morte com a ajuda de Darth Vader e Palpatine em mais uma tentativa frustrante de dominar o mundo. Agora Sonic e seus amiguinhos devem sair batendo uns nos outros pra ver quem irá ficar com as 8 Esmeraldas do Caos (a de Espio é falsa) e pegará o foguete para dar um pau no balofo bigodudo. Apesar da falta de sucesso do ouriço em Arcades, o jogo foi até bem apreciado pelos sonicistas, já que aqui é possível descontar em Knuckles toda a raiva que ele te fez passar em Sonic 3 (quebra o maluco! QUEBRAAAAA!!!).

Sonic Jam[editar]

Sonic e sua pequena aventura pelo reino da fantasia!

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Jam.

Com a morte do Merda Drive e falta de fama do Merda 32x, a Cega lançou o Merda em Saturno e juntamente com ele um novo visú para o azulão. Na verdade o resultado foi um dos games mais ridículos do rato de gel, que de tão ridículo o próprio Sonic nada fez aqui; só correu no quintal de uma florestinha mixuruca, completou umas missões bestas e depois foi direto pro cinema assistir seus trailers de jogos antigos. Talvez por falta de criatividade da Cega em criar qualquer bostinha com o nome do Sonic ou devido o papai do ouriço estar muito ocupando criando um jogo para o público LGBT, a era que introduzir Sonic no mundo 3D tenha sido uma bela bosta. Para não deixar a situação tão constrangedora, a sorte foi que Sonic Jam vinha com os 4 jogos clássicos da trilogia Sonic e um certificado de garantia do dedão Bontinne de qualidade; mas em relação ao resto... uma meleca!

Cquote1.png Isso é uma vergonha! Cquote2.png
Boris Cazói sobre Sonic Jam

Sonic Adventure[editar]

Sonic finalmente entra num mundo real... ou quase.. essa cena não convence nenhum disso!

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Adventure.

O primeiro jogo suicida do Sonic e que só tem ligação com os clássicos uns 300 anos-luz. Com um arremesso do Merda em Saturno direto na sexta... do lixo, a Cega resolveu fazer o cúmulo do 3D (ou quase isso) e dai surgiu o Merdacast e uma nova era de corridas desenfreadas para o ratinho de gel (que agora entrou na puberdade, emagreceu uns quilinhos, cresceu uns centímetros e passou a usar lentes de contato verde). No jogo a trama é completamente sem pé nem cabeça, pois tudo começa com uma profecia maia envolvendo o primo do Monstro do Lago Ness, o velho Dr. Balofonik os três antigos amiguinhos do ouriço (Tails, ManoKnux e Amy) juntamente com um bug gato obeso e um robô revoltado. Já na jogabilidade Sonic finalmente aprendeu a arte do Le Parkour para sair tão rápido quanto um foguete com nitro infinito viajando a mais de 8000 km/h. Para aumentar ainda mais a felicidade dos nerds avacalhados, o jogo contava com alguns personagens secretos, uma porrada de tomakushis e a volta do lendário Sayajin Super Sonic para derrotar o chefão final no Last Story (que pra revolta dos conservadores nem era o Dr. Robotnik, de agora em diante chamado de Dr. My Eggman). Para muitos gamers, foi o único game do Sonic em 3D que prestou desde... Sonic 3D Blast Sonic 1 (?).

Sonic Adventure 2[editar]

Sonic e sua versão emo num momento de lazer

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Adventure 2.

Jogo feito logo dois anos depois do dito cujo acima para comemorar os 10 anos do azulão. Como o próprio título já diz, ele é a continuação do trambolho já citado anteriormente, só que sem nenhuma ligação com a história do primeiro Adventure. Aqui o jogo foi dividido em duas equipes: a Equipe Jedi Hero (composta por Sonic e sua trupe) e a Equipe Sith Dark (composta por Eggman e seus novos capangas) sendo que você poderia jogar com qualquer uma delas. Também conhecemos nesse jogo a versão emo do Sonic e seu mais idolatrado rival até os dias de hoje: o Sonic Preto Shadow, com o objetivo de acumular muito mais fãs que o rato de gel, e também a primeira personagem da série Sonic proibida para pirralhos menores de 18 anos: a Rouge the Bat, considerada uma das gamers girls mais gostosas do mundo só mesmo para promover hentais da turminha do azulão. Na história Eggman desperta um projeto pra lá de velho do seu tatatatatatatatatatatatatatatatatatatatatatatatatataravô (que é o Shadow) e depois entra em aliança com Rouge para conseguir as esmeraldas pra... dominar o mundo! Dai Sonic é confundido com Shadow e todo mundo passa a odia-lo até que Tails descobre tudo e com ManoKnux tentam impedir essa porra toda. Como aqui a garotada ainda estava mais do que babando fascinada pelos gráficos 3D, a cambada de gamers considerou até hoje esse como o melhor jogo do Sonic em 3D HD (sendo que eles só ficaram babando esse game mesmo foi por causa do Shadow).

Série Sonic Advance[editar]

Sonic Advance se destaca por sua incrível qualidade gráfica e definição perfeita no carisma dos personagens (como pode ser visto na cara do Tails)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Advance.

A primeira série de sucesso do ouriço para portáteis (coisa que a série Sonic & Tails não conseguiu fazer no Tigolo Gear). Com a falta de jogos do azulão para portáteis, a Cega resolveu lançar uma nova trilogia do Sonic só para Bad Boy Advance, e o resultado foi a série com o nome nada criativo de Sonic Advance. Nessa nova suruba do azulão, que pra começo de conversa não tem nenhuma ligação nem com os clássicos e nem com os recente jogos, Sonic e seus comparsas Tails, Knuckles, Amy e Cream se encontram novamente em mais um desses malucos desfechos de viadagem viagem no tempo, onde na primeira bagaça eles tem que arruinar mais um plano fajuto do Eggman, na segunda suruba Sonic deve salvar os demais e no final chutar o traseiro do Dr. Pansudo e na terceira e última avacalhação eles se dividem em duplas de dois (não dava pra ser duplas de três?) alem de Sonic conhecer mais um rival que não foi tão pé no saco quanto Metal Sonic e Shadow: o Gemerl, um robô gótico clone de um tal de Emerl (que só vai aparecer no segundo jogo de porradaria do ouriço); esse tal de Gemerl foi um autentico brasileiro, pois não desistiu nunca de enfrentar o azulão mesmo levando uma surra no final e sendo a fichinha de entrada de um novo transformer de Eggman. No final esse troçinho vira o chefão final e cabe a Super Sonic com seus Kame Hame Hás juntamente com Eggman e sua nave amplificadora de Hadoukens terem que acabar com a aberração. Apesar dos esforços, essa séria não conseguiu nem de longe quebrar os clássicos (pena...).

Sonic Battle[editar]

Primeira tentativa frustrante da Sega de plagiar Super Smash Bros.

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Battle.

Com a falta de sucesso que Sonic the Fighters fez nos Arcades, a Cega resolveu abusar sexualmente mais um pouco do portátil da Não-intendo e dai lançou o que mais parece ser um plágio de Super Smash Bros., mas só com os personagens do Sonic (claro!), e assim surgiu Sonic-chega-de-viadagem-tá-na-hora-do-porradaria-Battle (embora no logo só apareça resumidamente Sonic Battle). Nesse game Sonic e seus amiguinhos aparecem no mesmo design que a série Advance (isso porque o jogo foi novamente para Bad Boy Advance... ¬¬) embora pudessem já caminhar mais livremente num cenário 3D; bem diferente dos demais jogos do azulão, onde ele só sabe correr, pular e dar aqueles impulsosinhos, aqui o ouriço e todos os outros personagens mostram ser de fato descendentes dos Guerreiros Zs soltando Kame Hame Hás, Denki Damas, Hadoukens, Chaos Controls, Sonic Booms e todo tipo de técnicas milenares listadas aqui. O jogo foi tão foda e ao mesmo tempo tão filler que a única novidade foi um personagem secreto chamado Emerl, robozinho emo copião apelão que no final dessa joça acabou morrendo de crise emocional se tornando mais secundário que os Chaotix. Pelo menos se saiu bem melhor que aquele lixo da SNK...

Sonic Erooooooooooooooooooooooooooes[editar]

O jogo que é uma verdadeira suruba

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Heroes.

O jogo mais violento e sanguinário do Sonic até hoje, tão pancada que comparado a outros games, God of War é um toleto de cocô só em seu surgimento, de tão revoltado, assassinou o último lixo console da Cega: o Merdacast (coisa que nem Sonic Adventure 2 Battle e nem Sonic Adventure DX tiveram coragem de fazer por mera viadagem), e dele em diante a empresinha japa nunca mais teve moral pra criar videogames... Só jogos, e nada mais que isso. O jogo é marcado principalmente por ser dividido em grupinhos Super Sentais de três, onde cada personagem é responsável por uma técnica milenar: o líder por natureza tem o dom de Correr pra Caralho (chamado Speed da Telefonica), o inútil-mor usa a arte do Double Rabo Voador (chamado Fly o pequeno guerreiro), e o revoltadinho metido a bad boy executa o Especial de Porrada (chamdo Power Ranger). São um total de quatro equipes onde tem-se a Team Sonic (formada pelo ouriço rockeiro Sonic, a raposa furry Tails e o maloqueiro ManoKnux), a Team Dark (formada pelo emoúrico Shadow, a tesuda Rouge e o noob Ômega), a Team Rose (formada pela puta rosa Amy, a sarcástica Cream e o idiota Big) e os Chaotix (onde só mesmo Mighty foi jogado fora e o resto continua por lá até hoje). Na trama Eggman diz pra Sonic que vai destruir o mundo dentro de três dias, e dai eles tem que sair metendo porrada e esquartejando tudo a sua frente a fim de deter o balofo bigodudo antes que seja tarde, mas lá pro final descobrem que o verdadeiro vilão dessa joça é o Metal Sonic (agora em seu visu mais metaleiro) e com isso o clone do azulão vira um dragão e a galera toda invocam os poderes dos Super Sayajins num briga que é simplesmente o caralho, sendo que como sempre Sonic e seus capangas vencem e tudo volta a ser tão fulo quanto antes. Foi sem dúvida o único jogo que prestou depois da morte do Merdacast, já que dele em diante a Cega só saiu metendo seu mascote em jogos que são uma bela bosta.

Série Sonic-na-hora-do-Rush[editar]

Sonic e sua nova amante num momento de carícia intima

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Rush.

Essa foi uma das séries mais paradoxais do azulão, com toda aquela idiotice de mundos paralelos, versões do contra e outras viadagens a parte. Foi lançado para o primeiro portátil que prestou da Não-intendo: o LSD, onde por algum distúrbio da Cega, ao ver que esse troço tinha duas telas, resolveu fazer um jogo dobrado e quebrado onde o cenário é um só embora dividido pela porra da dobradinha do minigame. No jogo tudo será feito em jogabilidade 2D (mesmo que os cenários e os chefões sejam em 3D), e você pode escolher sair correndo pra cacete usando o Sonic ou sua mais nova amante: a Blaze the Cat! A história também é completamente confusa onde o mundinho se fode fundi com o mundo do contra e dai passam a existir versões paralelas e noobs de tudo e todos, onde nesse outro universo Sonic é uma princesa gata (literalmente) puta e lésbica com os poderes da fênix, Eggman é velho com uma roupa de piloto do Barão Vermelho e as Chaos Emeralds são pedras de crack assadas no fogo do Inferno. Seguido-se o raciocínio (que raciocínio?) demonstrado na teoria quântica de Murphy em contradição com as leis de Newton aprovadas por Einstein, Sonic perde as esmeraldas que vão parar nesse outro mundinho tosco, enquanto é perseguido por Blaze que quer estupra-lo torra-lo depois de ser enganada por Eggman que lhe disse que o azulão estava com as esmeraldas do contra e dai rola uma suruba do cão sendo que no meio dessa joça toda Sonic acaba chutando o traseiro do Eggman do Contra e a Blaze a do Eggman original. Apesar da falta de criatividade, a Cega resolveu fazer uma continuação dessa bosta chamada Sonic Rush Adventure, e bem como qualquer jogo do azulão que leve o nome adventure no final nesse jogo o que teve de sobra foi ÁGUA, e nesta nova suruba conhecemos a versão do contra do Tails intitulada Marine e um novo vilão que mais parece o Dr. Balofo versão robô-pirateado, onde agora a história se passa no Caribe a procura do tesouro perdido... putz!

Shadow the Hedgehog[editar]

O jogo do Sonic Preto Shadow, mesmo parecendo mais uma fusão de GTA com Doom, não foi lá essas coisas

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Shadow the Hedgehog (jogo).

Já enjoados de fazerem tantos jogos da série Sonic onde a primeira (se não, a única) opção jogavel é o rato de gel, a Cega resolveu criar um jogo do pior e mais fuleiro rival do azulão: o Shadow the Hedgehog (ou Sonic Preto para os noobs), onde o resultado foi uma mistura feia pra caralho de GTA + Doom + Drogas + Emisse, ou seja, um ouriço emo mutante andando de moto pelas ruas de Los Angeles carregando uma metralhadora e atirando em tudo e todos que surgem pela sua frente (quer sejam alienígenas malvados devoradores de cérebro humano, quer sejam criançinhas inocentes indo alegremente para a escolinha aprender o A B C). Na história, Shadow está sofrendo de amnésia depois da suruba que rolou em Sonic Heroes, quando lhe aparece uma aberração multante alienígena chamada Black Doom que disse que tinha o remédio para cura-lo se em troca ele lhe trouxe-se as 7 Chaos Emeralds; com isso o emouriço sai fases e mais fases sinistras a fora, metendo o cacete tanto em policiais quanto em E.T.s (e porque também não dizer em Sonic e Eggman) afim de conseguir essas porrinhas. Durante toda a jogatina, você decide se Shadow vai acabar a história no lado azul, roxo ou rosa da força (lê-se: mocinho, HP neutro ou bandido (a)...), sendo que no final dessa tralha toda, ele descobre que Darth Vader Black Doom é seu pai ( o que o deixa mais emo ainda), e este vira um demônio chamado Devil Doom que só é derrotado quando Shadow libera o poder dos Super Sayajins sozinho para enche-lo de pancada. A Cega fez tanto estardalhaço por esse lixo que no final das contas acabou virando o jogo mais odiado pelos seguistas e o mais querido pelos rockstaristas, o que não deixa de ser uma tremenda merda.

Série Sonic Riders[editar]

Nosso herói, constrangido com mais um dos micos que a Sega faz ele passar.

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Riders.

Querendo plagiar algum jogo esportivo fudido, a Cega resolveu criar o que se tornou a ideia mais noob para um jogo do Sonic, onde desta vez a arte de correr pra caralho seria fundamental e nosso amiguinho azul não correria com os pés, mas sim com uma prancha voadora (¬¬); e foi visando essa brilhante ideia que surgiu a série Sonic Riders, que assim como na série Advance, acabou virando uma trilogia de merda. No primeiro jogo, Sonic e seus comparsas são chamados para um torneio de surf só que sem ser no mar e com pranchas automáticas, onde eles são desafiados por um grupinho de vândalos chamados Babylon Rogues, onde no final descobrem que era tudo mais um plano de Eggman para dominar o mundo. Já no segundo jogo, intitulado Sonic Riders: Zero Gravity, nosso heróis se meteu na mesma roubada que a anterior com esses passarinhos medíocres, só que agora com pranchas bem mais turbinadas e foderosas alem de novos inimigos que são androides com algum tipo de parentesco com os clones de Star Wars. Finalmente no terceiro jogo, o Sonic Free Riders, o ouriço volta à velha e tosca modinha de grupinhos que nem foi em Sonic Eroes, só que aqui você continua controlando apenas um noob no jogo; alem disso aqui eles dispensaram os trambolhos exagerados do Zero Gravity e voltaram as pranchinhas lights de sempre, sendo que a única novidade mesmo foi que o game foi feito unicamente para ser jogado com o Kinect da X-Caixa 360° (aquele que plagiou o Wii da Não-intendo com sensor de movimento e te obriga a ter que se levantar do sofá pra jogar essa porra). Considerada uma das idéias mais idiotas da Cega, o jogo só serviu mesmo como um tira gosto antes dos lançamentos mais importantes que vieram logo depois (e que não deixaram de ser uma tremenda porcaria).

Sonic the Hedgehog 2006[editar]

Mais ação! Mais porrada! Mais ouriços! Mais aventuras! Mais promessas da SEGA! E o jogo sai a mesma porcaria de sempre...

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic the Hedgehog 2006.

Depois de tantos lixos produzidos e de fazer seu mascote quebrar a cara em joguinhos de quinta categoria, a Cega juntamente com a Sonic Team resolveu criar então o game que seria o aclamado messias da era moderna e que salvaria a imagem do Sonic de todas as merdas que sua empresa o fez passar até a situação relevante exatamente no seu aniversário de 15 anos. E assim surgiu uma versão mais surrealista e detonada do Sonic Adventure só que com o nome do primeiro jogo do azulão para os consoles da geração Next-Gen (PolyStation 3 e o X-Botox 360°); e assim surgi Sonic 2006! (ou Sonic Next-Gen para os mais nerds), o jogo que marcou o seu retorno nada triunfal, onde o rato de gel conta com a ajuda de dois de seus piores rivais (um antigo, o Shadowzinho, e um calouro, o ouriço-jedi Silver) alem de correr tanto pra caralho que do nada você nem o controla mais e ele passa a correr sozinho no jogo (lol) em cenários bem mais suicidas, compostos por 1% de plataformas, trilhas e loops, e 99% de buracos infinitos. Quanto à história a coisa já se saiu bem mais noob que nos jogos anteriores, onde o nosso herói passa a plagiar a rotina de um certo balofo bigodudo tendo que salvar uma princesinha que diariamente é raptada pelo Dr. Ovoman enquanto fica tendo que viajar no tempo para impedir uma cria do Capeta e um Shadow azul sem nariz de dominarem o mundo. No final dessa joça toda finalmente se descobre que o motivo dessa suruba toda era pra ver quem iria por as mãos numa tal de Chama do Desastre, que ficava dentro da princesa (OMG!), e para consegui-lo tirar de lá era necessário fazer a princesinha chorar; só tinha um jeito de fazer isso, e esse jeito era matando Sonic; dai Mephiles dá um hadouken no rato de gel pelas costas e o mata fazendo a Elise Zelda chorar e liberar o troço do cão, que vira Solaris, The God of Time. Após um ritual de macumba e receber um selinho da princesa Zelda, Sonic volta a vida e junto com os outros dois guerreiros Z ouriços fodões liberam mais uma vez o lendário poder dos Super Sayajins para derrotar o Deus do Tempo, sendo que ao fim da suruba ele e a sua nova amante voltam no tempo, matam o primeiro chefão antes dele nascer e assim salvam o mundo onde vivem felizes para sempre. Apesar desse puto enredo e de todas as demais trambicagens da Cega, o jogo não foi o sucesso esperado e só fez Sonic passar ainda mais vergonha num futuro fudido.

Série Sonic Rivals[editar]

Sonic e seus amiguinhos rivais prontos pra pancadaria

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Rivals.

Como os jogos para consoles maiores só estavam resultando em merda, a Cega resolveu fazer um joguinho do ouriço para o primeiro (e provavelmente o único) portátil da Sony: o PSP (que diferente do DS da Não-intendo, não tinha assessórios gays nem frescura de duas telinhas, optando assim para um público mais... macho!). A partir disso, foi criado a série mais porradorestica que Sonic Battle e mais caceteira que Sonic CD e Sonic Heroes: o Sonic Rivals, que nada mais é do que a fusão de briga + correr pra caralho + porrada + pseudo-plataforma + punheta, ou seja, TRETAAAAAA!!! No primeiro jogo, o Dr. Eggman, após passar vários meses frequentando cassinos em Las Vegas, ficou viciado no trunco, trinca e UNO depois de perder todas as partidas para o Sr. Bond, e dai resolveu criar uma máquina que transformasse todas as pessoas da terra em cards colecionáveis para a próxima promoção da Elma Chips; ao saber disso, Sonic mais uma vez se prepara para salvar o mundo, mas acaba caindo de pancada no caminho com ManoKnux, Shadow, Silver e Metal Sonic, onde ficam o jogo todo brigando pra ver quem vai coletar os cards colecionáveis e as benditas Chaos Emeralds, sendo que no final todos descobrem que Eggman era na verdade o Eggman do Contra e resolvem fazer um falça-aliança para chutar o traseiro do bestão. Já no segundo jogo, chamado Sonic Rivals 2, nossos antiheróis saem pelo seu mundinho a fora em equipes duplas de dois (onde as trupes são o rato rockeiro & seu parsseiro kyuubi, o maloqueiro dos mano & a maior tesuda dessa joça, o camaleão estressado & o Trunks versão furry e por fim o emouriço & o clone gay do Sonic) para impedir uma nova ameaça mundial do Século XXI: Osama Bin Laden Ifrit, um demônio parente de Iblis Trigger e Dercy Gonsalves. Dai rola bem mais porrada que antes, bem como mais corridas, mais transformações Super Sayajins, mais cards e mais suruba. Como o jogo é na verdade de pseudo-plataforma (e mesmo tendo sido bem melhor que os últimos lixos produzidos), os fãs desprezaram o joguinho por não terem grana para comprar um PSP serem muito retardados a fim de preferirem ficar jogando as bostas dos jogos anteriores do azulão (gamer... vai entender!).

Sonic and the Secret Rings[editar]

O lendário ouriço azul prestes a queimar a rosca… de seus inimigos!

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic and the Secret Rings.

Uma definição para esse jogo: WTF?? Já sem criatividade para novas aventuras do rato de gel, a Cega resolve fazer a coisa mais absurda que nem a tua avó teria tamanha criatividade para imaginar esse tipo de coisa: criar uma série de jogos do Sonic chamada Story Books, onde o azulão entra uma fábula desfeita e dai rola uma baita suruba sem noção. Criado para o mais novo console da Não-intedno, o WRYYYYYY!!!!, nesse game, nosso querido amiguinho é mandado para as lendas de As 1001 Noites onde ele comeu a Sherazarde e todas as outras quengas gostosas no harem do sultão. Segundo a história, reza a lenda que existia um gênio muito malvado da lâmpada maravilhosa chamado Erazor Djinn Jafar, que depois de ter sido derrotado pelo Aladdin quis dominar o mundo árabe com os 7 esmeraldas do caos anéis secretos (dai o nome dessa budega, como se já não bastasse o tanto de anel já presente em todo santo jogo do Sonic); com isso, sobra pra uma outra gênia de um anel mágico (de novo anel!) chamada Sharah Sininho ter que impedi-lo, só que pra isso precisa de um usuário e é a partir desse mísero detalhe que Sonic entra nessa buceta, pois usando esse anel mágico ele irá sair desventurando o Irã, Iraque, Ágraba, Meca, Turquia, Egito e até o Deserto do Saara para conseguir encontrar esses malditos anéis antes do Majim Boo versão bombada. No final é o Erazor que consegue os tais anéis, mata Sharah, deixa o rato de gel muito puto da vida e se transforma num diabinho da garrafa deformado pra dedeu. Infelizmente, pra seu azar, Sonic também entra na brincadeira e se transforma num tal de Mystic Gohan Sonic DarkSpine e mete o cacete nesse troço, logo depois faz três desejos: ressuscitar Sharah, virar sultão e fude-lo para toda a eternidade. Com isso ele viveu no seu harem feliz para sempre... ou não.

Sonic Umlixo[editar]

Quando Sonic entrou na puberdade

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Unleashed.

Ainda sem ideias boas para um tema progressivo na carreira do ratinho de gel (que já estava com a carreira mais do que no fundo do poço), mais uma vez a Cega sai se borrando para fazer algo descente... ou quase. Vendo que os gamers fãs do azulão estavam pouco se fodendo para a jogabilidade 3D HD, a empresa japa novamente com a Equipe Sônica resolveu criar um game onde era possível jogar hora em 3D hora em 2D; até ai tudo bem... se não fosse a ideia tosca e noob que vem logo depois para uma história do ouriço: Tudo começa quando Eggman, no espaço, mais uma vez tenta dominar o mundo em sua navezinha gigantesca e armada até os dentes (o que já está dando mais do que no saco) e como já era de se esperar Sonic aparece nesse trambolho fudendo tudo e todos, e pra completar já de cara enfrentando Eggman num robozão e virando um Super Sayajin arrebentando logo tudo isso de vez. Quando todos achavam que esse show de porradaria havia chegado ao fim, o ridículo toma conta do enredo, onde Eggman usa uma máquina que usa o poder do Super Sonic para despertar uma antiga profecia maia e ao mesmo tempo fazendo o azulão atingir a puberdade precoce adquirindo a maldição dos mil pelos e virando um lobisomem (OMG!). Depois dessa nem é preciso dizer que o resultado foi uma tremenda merda, onde durante o dia Sonic aparece como um ouriço hyper-ativo que corre pra caralho e de noite vira um lobouriço bombado com os braços do Sr. Fantastico e a força do Hulk. Diante desse estúpida novidade, houve quem gostasse e quem odiasse esse belíssimo trabalho de porco da CEEEEGAAAA! Alem disso, Sonic dispensou Tails para ter a companhia de um outro furry kawaii ainda mais gay chamado Chip, um esquilo voador com uma baita giga de viadinho passivo. Felizmente no final dessa joça, Sonic vira Super Sayajin pra matar Gaya (um deus maia bissexual cheio de olhos e tentáculos) e com isso a bichinha do Chip morre, fazendo Sonic voltar ao normal e se libertar dessa maldição dos Infernos.

Cquote1.png Fala sério! Se queriam um Sonic mau, por que não pegaram o Black Sonic de Sonic X? Que bosta, Cega!!! Cquote2.png
Gamer revoltado sobre Sonic Unleashed

Sonic and the Black Knight[editar]

Rei Arthur e os Kamen Riders cavaleiros da Tavola Redonda

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic and the Black Knight.

É a segunda suruba aventura de Sonic na medíocre série Story Books, onde agora o azulão vai parar nas lendas medievais de Camelot encontrando-se com seres mágicos (tipo gnomos, elfos, fadas e duendes... se bem que isso não faz muito diferença diante das aberrações já vistas no mundinho do Sonic), enfrentando Dragões e salvando princesas plagiando certos personagens conhecidos. Aqui desta vez não é uma gênia, mas sim uma maga chamada Merlina que invocara o ratinho de gel dos confins da terra para ajuda-la a salvar o Reino de Camelot das garras do Rei Arthur que se converteu para o lado Negro da Força virando um tal de Black Knight Darth Vader, o qual juntamente com seus Kamen Riders furries que são Shadow, Knuckles e Blaze Lancelot, Gawaii e Percival pretendem fazer o império contra-atacar. Sobra então pra Sonic ter que retirar a tal de sabre de luz do Luke uma Calibur da pedra, enfrentar tudo quanto é de anomalia celta que surge pela frente, matar o Black Knight (bem como os seus Kamen Riders) e virar o novo rei da Inglaterra, dando assim um chute no traseiro de Elizabete I. Só que como todo jogo do Sonic tem que ter um spoiler lá pro final do jogo, Merlina que passa o tempo todo sendo agarrada por ele, descobre que o azulão a traia com a Dama do Lago e dai ela o trai e se transforma em Drag Queen Dark Queen, um travesti que controla a alma penada do Black Knight; com isso Sonic apela para uma mãozinha dos seus ex-rivais Kamen Riders que o transforma em Sonic Excalibur, o cavaleiro de ouro mais foderoso do planeta. Dai ele desse a espada na feiticeira Escarlate matando-a de tesão e reinando em Camelot com sua nova putinha vivendo assim feliz para sempre (pela segunda vez).

Sonic the Hedgehog 4[editar]

O azulão de volta as origens... ou não segundo ele e mais uma porrada de outros fãs

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic the Hedgehog 4.

É a continuação da primeira série clássica do azusinho (ou pelo menos era o que deveria ser... ou não). Vendo que os fãs mais nerds do rato de gel estavam pouco se fudendo para os novos games, a Cega junto com a Equipe Sônica resolveram retomar as velharias do Mega Drive (que a essa altura do campeonato já estava mais do ultrapassado, falido e no lixão dos eletrônicos). Visando então criar uma continuação decente (ou quase) da série Classica, a Cega cria o projeto Mr. Neblemouse, que depois de tantas propagandas estardalhantes acaba só virando mesmo o Sonic 4 e nada mais (já pra não plagiar o título do New Super Mário Bosta), voltando assim a velha e tosca jogabilidade 2D em fases que são apenas um bando de bloquinhos recoloridos a lá paint com uma tela para no fundo que tá mais pra um trabalho de porco feito no fotoshop. Como é um game feito com conceitos de velharia, nem o logo foi mudado (Sonic sai de um buraco com asas mandando com seu dedinho você tomar noku) e na historinha o Dr. Eggman Fuckyounik tenta pela 4ª vez dominar o mundo e Sonic mais uma vez tem que impedi-lo (novidade...). Dai acontece o que já é de conhecimento de todo mundo: Sonic sai correndo cenários a fora, coletando anéis vibradores, vandalizando monitores da Micro$oft, destruindo robozinhos furries e colecionando as esferas do dragão esmeraldas do caos para virar Super Sayajin, sendo que como aqui a Cega ainda estava sem imaginação para novas ideias acabaram pegando uma porrada de cópias baratas dos chefões do Sonic 1, 2 e 3 com uma jogabilidade que mais parece uma fusão das técnicas antigas do azulão com suas mais recentes, ou seja, suruba total. Com isso a empresa japa conseguiu fazer o impossível: transformar um pseudo-clássico de sucesso numa completa bosta. Se te consola o episódio 2 tem a aparição da bichinha do Tails e do Metal gay Sonic.

Sonic "Restart"[editar]

Sonic e Tails após entrarem pra família Restart!

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Colors.

O jogo mais gay do ouriço. Quando todos já estavam esperando mais uma bostinha da Cega com o nome do azulão, eis que finalmente surge um jogo bom e decente desde a criação do Sonic 1 Sonic Heroes que agradou tanto a gregos como a troianos, onde a jogabilidade é praticamente a mesma bosta coisa do Sonic Unleashed só que sem aquela parada ridícula de lobisomem, monstrengos deformados, demônios e thriller; ao invés disso, a empresa sem futuro na ilustre companhia da Dimpes resolveu apelar para o estúpido esquema tosco do Sonic 3D Blast, só que sem aquela maldita jogabilidade RPG do cão e no lugar de passarinhos noobs irritantes substituiu-se por ETzinhos coloridos ainda mais irritantes, o que agradou a todos, principalmente fãs da Disney e dos públicos LGBT. E assim surgiu Sonic Colors (ou Colours para um ingrês mais (in)culto), o qual contava com o oferecimento das industrias Lux Colors e da banda Restart, exclusivo só para os Não-intendos com controles vibradores. Diferente do que se viu no Sonic 3D (onde os periquitos australianos não faziam porra nenhuma), aqui os alienzinhos concedem poderes cósmicos e felomenais para o Sonic por determinado tempo que nem item de RPG, onde eles podem transformar o rato de gel num raio laser, foguete, cubo mágico, dentadura deformada, imã gigante, pedaço de queijo ou até em um dos doze signos do zodíaco. Segundo a história, Sonic e Tails são convidados para um exoplanetinha-parque-de-diversão criado pelo Dr. Ovoman que jurava ter ficado bonzinho, mas que na verdade só estava tentando dominar o mundo universo pela 21340870918273-8974-9527345786786-$%#%[email protected]!%$#¨$*¨&¨%-1234678774ª vez, e vendo que isso resultaria em merda caso pegasse de novo as Chaos Emeralds, resolveu buscar sua fonte de energia nesses tais Wisps; só que um deles é salvo por Sonic e dai toda a cambadinha resolve ajuda-lo a chutar pela zilhionézima vês o traseiro o Dr. Balofo. O jogo chega a ser tão colorido que até parece ter entrado em processo lisérgico (e se bobear pode inclusive te matar por epilepsia!).

Sonic Generations[editar]

Quando o Sonic do passado glorioso se fundiu com o Sonic da atualidade fracassada

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Generations.

Foi quando finalmente a Cega resolveu parar de tomar tantas drogas e passou a ter uma ideia que preste. Depois de tantos altos e baixos na carreira do seu mascote (alguns mais pra baixo do que pra alto), a Cega quis fazer um jogo para comemorar os 20 anos do azulão, contudo deveria ser um jogo tão caceteiro quanto Sonic Adventure 2 (dos 10 anos do ouriço) porem menos constrangedor que Sonic the Hedgehog 2006 (dos 15 anos dele); dai depois de terem fumado uma maconha das bem brabas em Mushroom Hill com os mano corintianos dos Chaotix, entraram num estado de estase e imaginaram como seria se o Sonic moderno magrão e alto de olhos verdes se encontra-se com o Sonic clássico gordo e baixinho de olhos pretos. Com isso eles junto com a Equipe do Sonikkuuuu criaram o Sonic (Des)Generations (no tradutor Goooooooogle: Sonic Gerações), onde é possível jogar tanto com o Sonic do passado glorioso em jogabilidade 100% 2D quanto com o Sonic da atualidade fracassada em zonas pseudo-3D HD. Quanto à história, os miguxos de Sonic estão preparando a sua festinha de aniversário quando o Dr. Bobonik faz um trambolho sem noção abrir um portal no tempo-espaço que faz os personagens ficarem presos lá e se encontrarem com seus EUs mais antigos; dai os dois Sonics se encontram e a coisa fica feia, onde eles devem passar por todas as antigas zonas desde Sonic 1 até o Colors coletando anéis, quebrando monitores do Ruindows, acabando com a raça de robozinhos, robozões, aberrações e Chefões até encontrar o Dr. Ovoman Fuckyounik; só que como sempre, lá pro Last Story, aparece um spoiler mostrando que quem fez tudo isso foi um tal de Time Earth (que é ninguém mais que o Yuji Naka após virar Darth Nhaka the Baka, o sith mais nerd do universo). Assim Sonic volta a ter seus tão esquecidos momentos de glória pau a pau com o Mário em jogos de quinta categoria.

Sonic Lost World[editar]

Apesar do título, o jogo não tem nenhum dinossauro... ou não.

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Lost World.

O jogo mais drogado do Sonic até hoje. Simplesmente o que a Cega não consumiu pra manter o juízo no Generations, ele abusou até demais de todo tipo de alucinógeno que você puder imaginar pra fazer o Lost World. Pra começo de conversa, a história se passa em outro planeta chamado Lost Hex que, logo de cara, já percebe-se que o pessoal responsável pela construção foi bem desleixada, deixando esse mundo feito pela metade. Sonic e Tails chegam lá por mero acidente enquanto perseguiam Eggman que havia sequestrado vários bichinhos pela zilionésima vez. Dai não se sabe como Knuckles e Amy também vão parar por lá, e acabam conhecendo um grupo de diabos bizarros chamados Deadly Sex Six, que estão sendo obrigados a trabalhar pro Sr. Barriga por não lhe terem pago o aluguel. Sonic os liberta do poder do cientista pansudo, mas estes acabam saindo mundo a fora fazendo um arrastão pelo planetoide a fim de dominarem o mundo juntamente com Freeza & Cia, sobrando pro rato de gel ter que fazer aliança com o Dr. Eggman para darem um fim nessas pragas infelizes. Se essa história já não é lisérgica o suficiente pra você, a jogabilidade consegue ser ainda mais lombrada, como Sonic fazendo Le Parkur em paredes e tetos de cenários onde ninguém faz ideia do que é em cima ou em baixo (isso sem falar das zonas que tem praticamente um deserto árido ao lado de uma geleira glacial). A própria Sega afirmou que jogar isso é mais eficiente do que o consumo de maconha, cocaina, crack, LSD e quaisquer dorgas de nível SS. Mesmo se chamado Lost World ninguem até hoje encontrou uma mísera fera jurássica nesse trambolho.

Sonic Mania[editar]

Um jogo com personagens clássicos, fases clássicas, visual clássico, mecânica clássica e tudo mais que você puder imaginar clássico para consoles pós-modernos de última geração.

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Mania.

Jogo feito por fanboys com o objetivo de jogar no esquecimento os poucos jogos 3D realmente bons do Sonic e levar a fandom de volta a era dos 16 bits do Merda Drive. Assim como os games antigos, a história se passa em cinema mundo, como os personagens só sendo mandados sem mais nem menos pra outra fase descartando qualquer lógica de explicação. Aqui Sonic, Tails e Knuckles vão para Angel Island e lá se deparam com uma trupe de Egg Robôs que encontram uma tal de Phantom Ruby (pedrinha rosa lisérgica com os poderes do ZA WARUDO!), onde depois disso os tais robôs ganham poderes de Stands, se voltam contra o Dr. Buchotnik e começam uma corrida armamentista pela tal pedrinha-plágio-da-gema-da-realidade. Durante o game Sonic e sua galera revisitam várias fases clássicas, coisa que o Sonic Generations já tinha feito, com o diferencial que aqui não tem Sonic Moderno e correria desenfreada com Boost. Por ser uma versão cuspida e escarrada dos clássico de Mega Drive, jogo foi um sucesso de vendas e críticas (coisa que não acontecia com o azulão desde Sonic Adventure 2 em 25 anos de carreira) e até ganhou DLC com mais fases, mais bônus, mais modos multiplayers, mais personagens (na verdade só os esquecidos Mighty e Ray), mais putaria pra destravar, mais trofeus pra coletar entre mais uma caralhadas de coisas para alegria dos puritanos e aderentes da Velha Guarda dos Games (e alguns seguidores de modinha recentes).

Sonic Forces[editar]

Cquote1.png Na União Soviética, quem ajuda Sonic a lutar contra as forças do mal é VOCÊ Cquote2.png
Resistência Reversal Russa sobre OC do Sonic Forces

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Sonic Forces.

Simplesmente o Sonic Generations com um enredo melhor (só o enredo mesmo, porque de resto...). Depois de só ter tomado no rabo tantas e tantas vezes, Dr. Eggman resolveu pegar umas aulas com a sua versão dos quadrinhos e finalmente conseguiu dominar quase todo o planeta, espalhando milhares de seus Eggterminators Megazords por todos os cantos. Nisso Sonic e sua turminha resolvem fazer o mesmo e criam o grupinho dos Lutadores da Liberdade (que aqui foi rebatizado de Resistência plagiando Star Wars: O Despertar da Força) para dar fim em toda essa trambicagem do vilão. Só que como ele não conseguiu o apoio do Rotor, Antoine Bunnie e nem de sua ex Sally Acorn (só tendo apoio de Tails, Knuckles, Amy, Silver, os Chaotix e uns poucos seres pensantes da bancada evangélica brasileira Antiga Ordem dos Cavaleiros Jedi), teve que chamar novamente o seu EU do passado pra integrar nessa bagaça além de um novo personagem que nada mais é do que um fancharacter que você cria nesse jogo. Eggman também conta com a ajudinha de alguns vilões bem melhores que ele, como Chaos 0, Metal Sonic, Shadow (WTF?) e Zavok (WTF?²), sem falar do Infinite (vilão que viaja no tempo e é uma cópia descarada do Mephiles). Nisso Sonic, Soniquinho e VOCÊ partem pra tudo quanto é de canto do mundo com o grupinho da Resistência, visitando passado, presente, futuro, pretérito perfeito, pretérito mais que perfeito, pretérito imperfeito, futuro do pretérito, dimensão Prime, dimensão Zero, Dimensão Twilight Cage, Era Jurássica, Dimensão 7 de Dragon Ball Xenoverse, Dimensão do Silêncio, Dark World, a Crise nas Infinitas Terras, Apocalipse, Céu, Inferno, Purgatório e o Fim do Mundo pra acabar de vez com o Império/Nova Ordem e livrar a galáxia do Lado Negro da Força, o que logicamente acontece no final do jogo depois que Super Sonic mata o último chefão (sendo que Super Sonic só aparece por causa de uma DLC e as Chaos Emeralds nem sequer são citadas no jogo).

Sonic X-Treme[editar]

Cancelamento Em maio de 1996, a Sega exibiu uma demo jogável do X-treme na E3 1996, e exibiu uma versão do mecanismo de Coffin. A essa altura, o moral da equipe havia caído e a rotatividade estava alta. Wallis alega que ele demitiu um artista por não ter puxado seu peso e por atrapalhar a equipe. Em agosto, Coffin havia contraído pneumonia grave . Wallis elogiou o esforço de Coffin, chamando-o de "dínamo humano",mas disse que Coffin "se esforçou no chão" e que a equipe não tinha chance de cumprir seu prazo sem ele. Na mesma época, Senn ficou tão doente que lhe disseram que ele tinha seis meses de vida, apesar de ter sobrevivido. Com as duas equipes aleijadas e faltando apenas dois meses para o prazo, Wallis cancelou o jogo.

A Sega declarou inicialmente que o X-treme havia sido adiado, mas no início de 1997 anunciou que havia sido cancelado. Nas férias de 1996, a Sega se concentrou em Sonic Team's Nights into Dreams, e um porto do jogo Genesis Sonic 3D Blast da Traveller's Tales , com o qual Wallis contribuiu. O desenvolvedor de STI Peter Morawiec solicitou que o X-treme fosse retrabalhado em estágios bônus no 3D Blast , mas o Traveller's Tales não conseguiu transferir adequadamente o modelo de Sonic. O trabalho da Sonic Team em um jogo Saturn 3D Sonic tornou-se Sonic Adventurepara o Dreamcast . Restos de seu protótipo podem ser vistos no jogo de compilação de Saturno, Sonic Jam .

Enquanto Senn achava que a versão que ele e Alon estavam desenvolvendo poderia ter sido concluída com seis a doze meses adicionais, a divisão de PCs da Sega não pagaria pelo seu desenvolvimento e pode ter hesitado em fazê-lo depois que o mecanismo foi rejeitado por X-treme . Depois que o projeto foi rejeitado, Alon deixou a Sega. A Sega of America acabou com a IST em 1996, após mudanças na administração. Roger Hector, da STI, acreditava que o sucesso do PlayStation levou a turbulências corporativas na Sega, que resultaram na dissolução da STI. Segundo Wallis, a STI foi reestruturada como departamento de desenvolvimento de produtos da Sega of America depois que o departamento de desenvolvimento de produtos anterior se tornou SegaSoft.