Desentrevistas:Dom Pedro I

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Olá, descíclopes do Brasil. Hoje estou aqui no terreiro Filhos de Ogum, onde, com a ajuda do Pai Maneco, estarei entrevistando sua majestade Dom Pedro I, o primeiro imperador do Brasil. Pode começar a receber, Pai Maneco.

Olá. É um enorme prazer entrevistá-lo, Dom Pedro I.[editar]

Boa noite, amigo repórter. Há muito tempo não acontecia nada de legal comigo. Tipo, não tem nada pra fazer lá no Outro Mundo.

Para começar, como é mesmo o seu nome completo?[editar]

Bom, deixa eu lembrar... Pedro Ananias de Alcântara Lindomar Odair Raimundo Adão Quincas Jeremias Reginaldo Serafim Bráulio Adolfo Evaristo Beltrano Juarez da Tecpix Gastão Plínio Ciclano Abelardo Norberto Caetano Francisco Diego Leonaldo Antônio Lorenzo João Vidal Dagoberto Ariel Florentino Januário Barroso Donato Jardel Carlos Josias Adalberto Fortunato Lineu Belizário Wilde Dunha Jonas Firmino Horácio Edmundo Xavier John Paul George Ringo Dorimar Anselmo Aureliano Vitorino Valdemir Valdo Cândido Dearly Renan Bento Sebastião Othon Neemias Misael Armando Rusy Caleb Eric Rui Rosivaldo Rosiel Otaviano Geraldo Washington Ronaldo Silvério Edilson Alberto Lauro Beijamim Mouzart Natal Garcias Salvador Efigênio Abrão Stefânio Stênio Agostinho Ivan Valdemar Laurindo Ônix Edivaldo Sinésio Hernades Valdecir Ataídes Altamir Alfredo Ferreira Tupirama Edivan Lino Gustavo Valdevan Lázaro Osvaldo Vilmar Messias Abrahão Laynus Acrísio Mateus Roney Roenrley Carlino Galdino Paulino Atos Anácio Nelson Sabino Davi Tarcísio Aroldo Edimir Tadeu Zacarias Josino Jesuíno Justiniano Ludovico Asdrúbal Jacinto Anísio de Paula Fulano Ciclano Leopoldo Miguel Benedito Matias Felício Rodrigo Epaminondas Murilo Genival Rafael Joaquim Gabriel Jean José Josué Juscelino Juvenal Joaran Jussiro Mirosmar Gomes Gonzaga Pascoal Cardoso Policarpo Eufrásio Cipriano Roberto Adriano Baltazar Felipe Heleno Hellisçon Dorvacir Jair Jairan Cleudivan Emilson Anésio Uilson Bonifácio Félix Denísio Ramon Henrique Hugo Édson Hudson Hiago ... Esqueci o resto, depois você pesquisa na Wikipédia se você fizer questão de saber todo o meu nome, mas pode me chamar de Pedrinho, Pedrinho das Marquesas.

Eh, deixa pra lá. Conte um pouco sobre a sua infância em Portugal[editar]

Bom, dizem que todo grande líder foi criado a base de muito leite por ser este um alimento muito bom para a saúde e tal. Ouvi dizer que Napoleão foi criado com leite de ursa para ter a força desse animal, e Henrique VIII recebeu leite de loba para ter grande poder de liderança. Enfim, minha mãe conhecia essas histórias e aí resolveu me criar a base de leite de magnésia, e o resultado todos conhecem. Isso me perseguiu durante toda a minha vida. Desde a infância eu tinha a fama de ser um cagão, talvez por isso muita gente nem chegava perto de mim.

E como foi fugir para o Brasil com o seu pai?[editar]

Se eu era um cagão, meu pai foi muito bundão ao fugir do Napoleão, e isso até rimou, ora pois. Por mim eu ficaria em Portugal, mas eu tive que ir para o Brasil, que era uma colônia totalmente mal-estruturada, não tinha quase nenhuma fazenda de criação de gado, e aí faltava leite o tempo todo. Só tinha leite de magnésia mesmo, e isso me fazia lembrar aquele trauma de infância.

Como que foi o Dia do Fico?[editar]

Todo mundo já sabia que eu andava ficando muito com aquela gostosa da Marquesa de Santos, a gente ficava tanto que até tivemos uns quatro ou cinco filhos se não me engano. A Corte de Portugal queria que eu voltasse para o meu país para que eu não pudesse mais ficar com ela, mas aí eu chutei o pau da barraca e assumi para todos de uma vez que eu tava ficando com ela. No dia 9 de Janeiro de 1822, eu disse ao povo que fico com a Marquesa de Santos.

E no dia da Independência, quais foram os bastidores de fato?[editar]

Estava eu passeando no Rio Ipiranga com a minha tropa quando me deu uma caganeira do demônio, como sempre acontecia nas piores horas. Ai Jisuis, por que eu fui comer aquela empadinha naquele boteco na beira da estrada? Aí literalmente a merda aconteceu, e tal da intendência não havia trazido papel higiênico junto. Fiquei muito louco da vida com aquela Intendência de Morte, mas a tropa entendeu Independência ou Morte e não tinha como eu desmentir, senão meu nome seria motivo de piada na Europa. Assim eu acabei proclamando a Independência do Brasil, na cagada mesmo.

Onde você meteu aquelas garrafas na Noite das Garrafadas?[editar]

Olha, você certamente deve saber a diferença entre o poste, a mulher grávida e aquelas garrafas... É que eu não gosto de lembrar dessa história também... Vamos pular essa parte.

E finalmente, por que você voltou para Portugal?[editar]

O pessoal já não agüentava mais as cagadas que eu fiz no governo e durante a Guerra da Cisplatina, por isso eu tive que pedir pra sair. Como eu tinha vaga garantida em Portugal, eu fui tentar a vida lá outra vez, e consegui virar rei por lá também, depois de jogar Lico de Cair Pinto no meu irmão Miguel. O problema é que as caganeiras tavam me matando em todos os sentidos, e a última coisa que consegui fazer foi colocar a minha filha no trono de Portugal, porque o meu lugar sempre foi o outro trono, aquele do Banheiro do Pedrinho, que na verdade era o meu banheiro e acabou entrando para a história junto comigo. O nome Pedrinho nunca foi uma coincidência.

Obrigado pela participação, Pedrinho[editar]

Eu é que agradeço a atenção, repórter. Aah, aah, você sabe onde tem um banheiro aí?? Eu posso estar morto agora, mas as crises de incontinência continuam a me acompanhar depois de morto!! AAAAA!