Desconversas:Julgamento à moda cinematográfica

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Papo cabeça

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Pré-julgamento[editar]

Um julgamento ao estilo American Way
  • Arauto do julgamento: Vamos começar o julgamento do réu Anaclelson Osnei Fridermann, acusado de estupro com concurso material com o crime de lesão corporal gravíssima da vítima, o senhor Jaison Maicon Elton Vila, que se encontra com uma deformidade horrível no ânus após um ataque violento do criminoso.
  • Chamador do julgamento: O Estado contra Anaclesson Osnei Fridermann.
  • Réu: Anaclelson, não Anaclesson!
  • Arauto do julgamento: Silêncio! Ainda não começou!
  • Réu: Hmff...

Apresentações[editar]

  • Chamador do julgamento: Chamo à bancada o Excelentíssimo Juiz, Doutor Álvaro Dimetrodon.
  • Juiz: Meritíssimo! Vai chamar de Excelentíssimo o seu avô. Enfim, obrigado a todos! Começa-se aqui o julgamento do réu Anaclelson Fridermann, acusado de estupro e lesão corporal gravíssima à vítima, Jaison Vila. Chamo a presença do advogado de defesa e o réu à bancada de defesa.
  • Advogado de defesa: Olá a todos!
  • Réu: Prazer!
  • Juiz: Agora chamo à sua bancada o advogado de ataque. Huehue, gostaram da piada?
  • Plateia do julgamento: Ha-ha-ha-ha, viva o juiz! Comediante nato esse juiz!
  • Promotor: Vai tomar no cu, Sr. Dr. Meritíssimo! Chama certo aí, palhaço!
  • Juiz: Tá bom, mas não se irrite! Chamo então o promotor à sua bancada. A vítima, por enquanto, ainda não chegou.
  • Promotor: Bem palhação você, né seu juiz? Enfim, bom dia, boa tarde e boa noite a todos!

Início do julgamento[editar]

Cquote1.png Objeção, meritíssimo! Cquote2.png
  • Juiz: Iniciando o julgamento, chamo à frente a primeira testemunha de defesa, a senhora Elena Schumacher.
  • Policial com uma bíblia: Você promete dizer a verdade, apenas a verdade, só a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade, até que a morte nos separe?
  • Testemunha 1: Prometo!
  • Juiz: Senhora Elena, qual seu grau de parentesco com o réu?
  • Testemunha 1: Sou amante dele.
  • Juiz: Sem mais. O promotor pode fazer as perguntas à testemunha.
  • Promotor: Senhora Elena, qual o seu parentesco com o réu?
  • Advogado de defesa: Objeção, o promotor está confundindo a testemunha!
  • Juiz: Objeção aceita. Senhor promotor, por que você perguntou a mesma coisa que eu perguntei antes?
  • Promotor: Nem prestei atenção no que você perguntou. Qual o grau de parentesco dela com o réu?
  • Juiz: Ela é amante do réu.
  • Promotor: E amante por acaso é parente?
  • Juiz: Para o julgamento, será considerado o parentesco. Atenha-se ao julgamento.
  • Promotor: OK, OK, então, senhora Elena Schumacher, você tem algum grau de parentesco com o Michael Schumacher?
  • Advogado de defesa: Objeção, não há relevância na pergunta do promotor!
  • Juiz: Objeção negada, porque eu também quero saber a resposta disso. Testemunha, responda ao promotor.
  • Testemunha 1: Sou não, esse sobrenome é bem comum na região Sul, na cidade de Guabiruba, de onde vim.
  • Promotor: O que você estava fazendo na noite do crime?
  • Testemunha 1: Eu estava passando roupa e assistindo Fala que eu te Escuto.
  • Promotor: Sem mais perguntas, Senhor Juiz.
  • Juiz: O advogado de defesa pode começar a inquirição.
  • Advogado de defesa: Começar o que?
  • Juiz: Inquirição, porra! Pode realizar a oitiva da testemunha inicial.
  • Advogado de defesa: Mano, fala de um modo que eu consiga entender, porra! Quer me ferrar aqui no tribunal perante meu cliente e diante o júri?
  • Juiz: Que júri? O senhor acha que está num episódio de Pede mais Um? Aqui é um julgamento de estupro e lesão, não tem júri aqui não!
Cquote1.png O que é inquirição? Cquote2.png
  • Advogado de defesa: Puts, que merda! Acho que preciso estudar mais huahuahuauha!
  • Juiz: Agora, por obséquio, o senhor poderia perguntar à testemunha inicial de uma vez?
  • Advogado de defesa: Certo. Senhora... É, qual seu nome mesmo? Até esqueci depois de tanta bosta.
  • Testemunha 1: Elena.
  • Advogado de defesa: Ah é, Elena, nome da cachorrinha poodle de uma amiga minha da faculdade, mas aquela lá começa com H, acho. Bem, então, senhora Elena, você conhece o réu há muito tempo, correto?
  • Testemunha 1: Sim.
  • Advogado de defesa: Por acaso o réu mostrava algum sinal de violência? Era o réu um sujeito violento?
  • Testemunha 1: Jamais, senhor! Ele me tratava com muito carinho e respeito. Até passava gelzinho lubrificante Ai Meu Ânus, que é bem caro, antes de...
  • Promotor: Objeção! A testemunha está transformando esse julgamento num conto erótico.
  • Juiz: Merda, senhor promotor, eu queria ter ouvido o fim da história... Mas enfim, objeção aceita. Testemunha Elena, nada de putaria aqui nesse tribunal; aqui é coisa séria. Não tá parecendo ser, mas é sério! Atenha-se aos fatos, sem detalhes sórdidos de sua vida pessoal com o senhor réu.
  • Testemunha 1: Perdão senhor!
  • Advogado de defesa: Como pôde ser ouvido, a testemunha afirmou que o réu não é um homem violento. Certamente não pode ter sido ele o autor dos crimes em juízo.
  • Juiz: Alguém mais tem pergunta a fazer? Não? a janelinha vai fechar... OK, encerrada a primeira parte do processo, vamos ao intervalo para as partes do processo poderem esvaziar a bexiga e o resto. Voltaremos em quinze minutos.

Continuação do julgamento após o primeiro intervalo[editar]

Cquote1.png Chamo para testemunhar o jurista Tomás Turbando Cquote2.png
  • Juiz: Bem-vindos novamente! Chamo agora para testemunhar a testemunha, o senhor Carlos Albuquete, testemunha de acusação.
  • Promotor: Meritíssimo, sua frase ficou bem escrota... Testemunha, testemunha, testemunha... Puta que pariu, deu até ruim no tímpano ouvir isso.
  • Advogado de defesa: Objeção! O promotor está tentando confundir a testemunha.
  • Juiz: Os dois idiota poderiam parar de gracinha que o julgamento ainda nem começou direito?
  • Policial com uma bíblia: Você promete dizer a verdade, apenas a verdade, só a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade, a não ser que queira enfrentar a ira de nosso senhor Jesus Cristo, o salvador?
  • Testemunha 2: Prometo sim.
  • Juiz: Senhor promotor, poderia inquirir a testemunha, sim?
  • Promotor: Senhor Carlos Albuquete, você conhece a testemunha há quanto tempo?
  • Testemunha 2: Uns vinte anos acho.
  • Promotor: Pelo que noto, você está bem desligado né? Eu perguntei há quanto você conhece a TESTEMUNHA, não o RÉU! Fica esperto na próxima!
  • Testemunha 2: Ih, caralho, desculpa por isso! A testemunha anterior eu nunca vi antes não senhor.
  • Promotor: E o réu?
  • Testemunha 2: Esse sim conheço há vinte anos.
  • Promotor: Sabe de algo que ele tenha feito anteriormente que possa ligá-lo aos crimes aqui julgados?
  • Testemunha 2: Sim, ele é um homem doente, louco, espancador de idosos, estuprador de felinos...
  • Plateia do julgamento: Óóó!!! Bzz bzz bzz bzz! Bzz bzz bzz... (cochichos)
  • Juiz: Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada)
  • Promotor: Sem mais, meritíssimo! Acho que isso prova tudo!
Cquote1.png Tenho certeza que meu amante é inocente! Cquote2.png
  • Juiz: O advogado de defesa pode questionar a testemunha.
  • Suposta vítima do crime que chegou atrasada ao processo: Opa opa, pessoal, desculpem o atraso, eu tive uma caganeira fodida depois de almoçar vaca atolada com manteiga de garrafa e cerveja quente, desculpa mesmo aí galera, isso não irá se repetir!
  • Juiz: Sente-se em seu lugar! Tá atrapalhando o julgamento!
  • Suposta vítima do crime: Não dá pra sentar, esqueceu? Meu furico... Tá arrebentado...
  • Juiz: Então fica em pé, ou agachado, mas não atrapalha a porra do processo!
  • Suposta vítima do crime: Foi mal, foi mal, já tô indo pro meu canto! Podem continuar aí!
  • Juiz: Continuando, depois dessa interrupção... Onde eu estava mesmo?
  • Advogado de defesa: Eu iria fazer as perguntas antes desse arrombado, literalmente, atrapalhar o troço.
  • Suposta vítima do crime: Olha ele! Olha ele! Tá me ofendendo! Eu sou a vítima!
  • Juiz: Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem! Por favor, senhor advogado de defesa, comece as perguntas antes que eu fique doido aqui.
  • Advogado de defesa: Ah, foda-se, eu até esqueci o que iria perguntar. Deixa pra lá! Depois eu me viro.
  • Juiz: Sem mais perguntas? Nenhuma das partes quer perguntar algo? 1-2-3, acabou o tempo! Vamos ao intervalo e voltamos logo.

Continuação do julgamento após o segundo intervalo[editar]

Testemunha de acusação
  • Juiz: Estamos encaminhando para o fim do processo e agora virão as perguntas ao réu e depois à suposta vítima dos crimes. Chamo à bancada o réu, senhor... Ah, já esqueci o seu nome, senhor réu; vou te chamar de réu mesmo.
  • Réu: Anaclelson, pô! E eu quero que o identificador de minhas conversas seja Anaclelson, não Réu. Eu tenho nome pra isso!
  • Tá bom senhor Anaclelson: ...
  • Policial com uma bíblia: Você jura dizer a verdade, apenas a verdade, só a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade, solamente la verdad, por você mesmo, por deus, por seus pais?
  • Analcleson (acertei, viu?): Até que enfim! Sim, aceito! Opa, digo, sim, eu juro!
  • Juiz: Chamo para as inquirições o promotor.
  • Promotor: Você que é o estuprador, né?
  • Réu: Não sou não! EI! É Anaclelson, não "Réu"!
  • Desculpa, foi falha no CTRL C CTRL V; esse erro não voltará a ocorrer!: ...
  • Promotor: E o que você estava fazendo na noite do crime?
  • Anaclelson (agora acertei!): Eu não lembro direito, acho que jogando futebol amador.
  • Promotor: Onde o senhor joga futebol, qual a posição que o senhor joga e quantos gols fez no dia, caso tenha feito?
  • Advogado de defesa: Objeção, não há relevância na pergunta do promotor!
  • Juiz: Objeção aceita. Atenha-se a fatos relevantes.
  • Promotor: Sem mais para o momento então.
  • Juiz: Objeção aceita. Atenha-se a fatos relevantes.
  • Promotor: Senhor????
  • Juiz: Ops, foi mal aí, é que vocês falam tanta merda que até foi automático isso. Enfim, advogado de defesa, é a sua vez!
  • Advogado de defesa: Senhor Anaclelson, há quanto tempo você doa dinheiro para o asilo dos veteranos da Guerra dos Farrapos?
  • Anaclelson: Dez anos.
  • Advogado de defesa: E há quanto tempo você doa para o Teleton?
  • Anaclelson: Desde o primeiro programa, senhor!
  • Advogado de defesa: Nota-se que o réu é um sujeito de bom coração. Jamais seria um criminoso. Sem mais perguntas.
  • Juiz: Encerra-se este bloco, e voltamos depois de quinze minutos.

Continuação do julgamento após o terceiro intervalo[editar]

Fim da linha para o acusado. The End!
  • Juiz: Senhoras e senhores, agora serão as perguntas à vítima e depois o meu veredito. Chamo à frente o querelante, senhor Jaison Vila.
  • Jaison: Obrigado, doutor!
  • Policial com uma bíblia: Você promete dizer a verdade, apenas a verdade, só a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade? Se mentir, sua hemorroida irá estourar, sua avó falecer e seu nariz cair.
  • Jaison: Prometo!
  • Juiz: Agora, para as perguntas, chamo o promotor!
  • Promotor: Senhor Jaison, onde o senhor estava na noite do crime?
  • Jaison: Você quer dizer além de estar sendo enrabado violentamente pelo criminoso?
  • Promotor: He-he, foi mal! Sem mais perguntas.
  • Juiz: Agora, para as perguntas, chamo o advogado de defesa!
  • Advogado de defesa: Senhor Jaison, estava muito escuro na noite em que o senhor foi violentado analmente?
  • Jaison: Sim, estava.
  • Advogado de defesa: Então, como o senhor conseguiu ver que o senhor Analclesson...
  • Anaclelson: ANACLELSON!!! PAREM DE ERRAR MEU NOME, DEMONHO!!!!
  • Advogado de defesa: Ichh, foi mal aí, é que o assunto tava sobre "anal" aí dei bola fora. Voltando, como o senhor, Jaison, pôde ver que era o senhor Anaclelson o autor do crime?
  • Jaison: Eu já conhecia a ferramenta que ele usou para me estuprar.
  • Plateia do julgamento: ÓÓÓÓÓÓ!!!!!! Bzz bzz bzz bzz! Bzz bzz bzz... Viado! Bzz bzz bzz... (cochichos e sons de espanto)
  • Juiz: Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem!
  • Anaclelson: Merda! Seu vacilão! Cagueta do caralho! Agora todos saberão que, além de estuprador, também sou boiola... Estarei duplamente fodido na prisão...
  • Juiz: Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Ordem! Ordem no tribunal! ORDEEEEM!!! PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada)
  • Advogado de defesa: Puts, me ferrei... Mais um processo perdido, sou um bosta meu deus!

Encerramento[editar]

  • Juiz: PÁ PÁ PÁ PÁ! (martelada na bancada) Sem mais! O réu é culpado do crime de estupro e lesão corporal! Declaro o processo encerrado!
  • Promotor: Chupa essa, advogadinho de nada! Sou pentacampeão em julgamento, cuzão!
  • Juiz: Encaminha-se o réu arguido à penitenciária mais próxima e fim de papo! Podem ir embora, o show terminou!
  • Plateia do julgamento: Êêêêêê!!! CLAP CLAP CLAP!!! Juiz lindoooo! Fiu fiiiiuuuuu!!!