Decapitação

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O próximo da fila é você, Anônimo

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A sentença de morte de antigamente
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Rainha de Copas sobre Alice (a do País das Maravilhas) e o destino de sua cabeça

A decapitação é uma das mais de oito mil formas que alguém pode perder a cabeça, isso no sentido literal da palavra, nada de metáforas ou coisas do tipo, ou seja, ter o seu objeto pensante arrancado de alguma forma brutal de cima de seu pescoço, espirrando sangue e coisas do tipo para todos os lados. Quando esse "pequeno acidente" vem a acontecer, geralmente o indivíduo que perdeu a cabeça e não a conseguiu recolocar no momento certo vem a óbito, para a alegria tristeza das pessoas que o admiravam, se é que não foram elas próprias que fizeram isso a ele (nunca se sabe). Adotada como a melhor forma de execução de antigamente (mesmo que atualmente ainda ocorra, só que com menas frequência), a decapitação sofreu várias modificações ao longo do tempo, deixando no chinelo até mesmo a evolução das câmaras de gás, que mudaram bem pouco se comparado às várias formas de se tirar uma cabeça de cima de um pescoço.

Uma decapitação histórica[editar]

A cabeça de São João Batista, o que será que fizeram com ela depois disso?

Não se sabe como foi que começou a onda "decapitacional" que se espalhou pelo mundo como uma praga despartada de uma descristalização, assim como a gripe suína ou a epidemia de AIDS, mas relatos bíblicos falam de uma que ocorreu lá por 1900 e guaraná com rolha, no tempo de Jísuiz Criztus, que ficou muito famosa entre todas as que ocorreram antes dela (que, com certeza, não eram de ninguém muito importante), já que se passou exatamente com o primo dessa celebridade mundial. Seu nome era São João do Bonfim Batista, filho de Zacarias dos Trapalhões e Princesa Izabel, a prima de Maria, sua prisão ocorreu por dar uma de fofoqueiro sobre a vida do Rei Herodes Antipas, que vivia na maior sacanagem com a própria cunhada Herodíades, metendo o chifre na esposa na cara de pau.

Qualquer um pode ser o carrasco de uma decapitação, desde fortes homens a delicadas mulheres (se bem que eu descofio da delicadeza das que fazem isso)

Ao saber desse babado que rolava na city, João Bastita não conseguiu ficar de boca fechada, pois achava que todo mundo tinha que saber daquela sacanagem que rolava dentro do palácio de Herodes. Ao descobrir que alguém sabia do seu caso, Herodes mandou que João Batista fosse preso, coisa que veio ocorrer rapidamente. Porém, mesmo sendo considerado inimigo de Estado, Herodes gostava de João Batista (ui!) por causa de seu corpo escutural sua sabedoria incondicional, impedindo que qualquer um fizesse mal ao cara. Herodíades, ao contrário, não gostava de fofocas (a não ser que ela as contasse) e desejava matar João Batista, por isso, resolveu passar uma ideia no homem, afim de fazê-lo cair em tentação e, assim, ter um motivo para fazer Herodes o matar, porém, João Batista só curtia virgens e não deu bola para a mulher, pouco importasse o quanto ela rebolasse.

Por fim, Herodíades pegou a sua filha mais novinha e a fez dançar para os convidados de Herodes durante uma grande festa realizada no palácio. Salomé, jovem e bonita, dançou tão lindamente que todos os convidados se admiraram, sendo que até mesmo Herodes gostou da moça. Ao final da dança, diante de todos, Herodes falou para a moça que ela poderia escolher o que quisesse, pois nada lhe seria negado, fosse um computador de última geração, um IPhone ou um carro zerinho. A pedido de sua mãe, Salomé pede a cabeça de São João Batista em uma bandeja (sabe-se lá o que ela faria com a cabeça do cara, mas tudo bem). Por ter sido uma promessa feita diante de pessoas importantes, Herodes (a contragosto) cedeu ao pedido de Salomé e mais tarde a moça recebia o seu prêmio em uma bandeja de prata (sendo que eu ainda fico pensando o que é que ela iria querer com a cabeça do cara).

As armas decapitacionais[editar]

A decapitação oferece a sua vítima a chance de se despedir antes de ir pro beleléu (algo que não acontece com uma injeção letal, por exemplo), sendo que é bem mais rápido e indolor do que uma simples facada no coração, já que a pessoa ainda agoniza antes de morrer, o que é sofrótico demais. Foi com esse pensamento que a decapitação foi criada, proporcionar ao seu utilizador uma morte rápida e sem muitas lágrimas (ou não). Amadoramente falando, até mesmo com o tiro de um 3oitão pode-se decapitar alguém, basta que seja dado o tiro com a bala certa e no local exato para que a cabeça rôla role, mas somente os puros de coração que tem mais sangue frio podem fazer tal coisa secamente e sem errar. Afim de sanar tais problemas, o de simplesmente lesionar o ser humano e não matá-lo de vez, foi criado armas específicas para a linda arte da decapitação, entre elas se encontram:

Degola[editar]

Uma típica Degola, muito usada antes da invenção da Guilhotina.

A Degola é muito utilizada hoje para matar galinhas em alguns locais, apesar de que já existem máquinas tão mais precisas que fazem um frango comum (de um lado) surgir até com a etiqueta de preço (do outro) ao passar por uma porrada de porcas e parafusos. Mas antes de virar um objeto rural e quase pré-histórico, a degola já foi utilizada para cortar algumas cabeças mundo afora, sendo que de animais passava-se longe tal ideia, o preferido sempre foi ver cabeças humanas sair rodando (MWAHAHAHAHAHA!). O processo é simples e indolor (principalmente para o carrasco que a execulta), sendo que, somente uma batidinha é necessária para cumprir a setença do fudido destinado a morrer por decapitação.

Essa arma de execução é composta de uma pedra alta e (de preferência) cilíndrica, igualmente a uma coluna romana, que tenha o tamanho médio dos execultados (por volta de 90 cm a 1 metro) para que ele (de joelho) consiga ficar com a baceça apoiada no ápice da coluna, isso para que o seu pescoço fique a mostra para o carrasco saber onde vai atingir. As armas com que se vai cortar é que podem variar, mais escolhido por todos é um grande machado, o que nada impede que seja feito com uma espada, um pé-de-cabra ou mesmo com um cabo de vassoura, se bem que, com essas outras formas a vítima tem que morrer com mais do que uma simples batidinha no pescoço, o que torna a execução maçante, chata e cansativa para quem a está assistindo, já que (no passado) essas execuções sempre tinham um público que gostava de apostar até onde a cabeça do cara rolaria depois de se desprender do corpo (tem brincadeira pra tudo).

Guilhotina[editar]

Essa belezinha espera por você, Anônimo, MWAHAHAHAHAHA!

Mais conhecida do que a degola, a guilhotina é a irmã rica dessa outra, criada depois de muito tempo e para ser bem mais eficiente do que do que essa sua irmã pré-histórica e falha, sem falar que o espetáculo de se ver alguém guilhotinado era bem menos feio do que ver alguém tendo a cabeça decepada por um machado ou outro objeto pontiagudo, sem falar que, se o processo falhasse na primeira tentativa de degola, a coisa se tornava ainda mais torturante, tanto para o carrasco (que vê o seu serviço mal feito) quanto para o futuro defunto (que tinha que levar mais uma machadada para poder morrem em paz). Com a guilhotina essas falhas são sanadas, devido a estrutura física elaborada para a criação da típica ferramenta de assassínio, que acabou virando o símbolo mundial quando o assunto das rodas de amigo é sobre decapitação (não me pergunte como os amigos chegaram a esse tema bizarro para conversar entre si).

Geralmente feita de madeira, a guilhotina possuía de cinco a sete metros de altura, tendo no seu ápice a fixação de uma lâmina auto-limpantecortante móvel (estilo a do Prestobarba), que tinha como movimento somente o "pra cima e pra baixo". A altura era estratégica, pois, lembre das suas aulas de física, quanto maior a altura, maior a pressão (Desciclopédia também é cultura, oras), ou seja, quanto mais alto a guilhotina ficasse, mais preciso era o corte de sua lâmina. Na base do objeto era feito um suporte com um espaço redondo para o pescoço do futuro decapitado, sendo que algumas variações ainda colocavam as mãos da vítima também ali, afim de evitar que ela abrisse o suporte e fugisse. Com a cabeça de um lado da guilhotina e o corpo do outro, a lâmina ficava no meio tornando mais fácil a precisão do corte e que não abrisse nenhuma falha na execução. Mas e a cabeça, que destino tinha?

As apostas de rolar a cabeça não aconteciam como na degola, pelo simples fato que, do outro lado da guilhotina, onde ficava a parte que a cabeça caia, colocava-se um cesto, afim de evitar que a cabeça saísse rolando e fosse chutada por alguém com nojo dessa parte do corpo. Mas como apostas tinham que rolar nesses momentos trágicos, apostava-se se a cabeça cairia mesmo no cesto, ou se ela conseguiria sair para fora dele, indo parar no meio da multidão (sendo que raramente isso acontecia). Quando o criminoso era muito perigoso, geralmente a sua cabeça ficava em exposição em praça pública, afim de que ele servisse como um exemplo a ser respeitado observado, sendo que, quem cometesse o mesmo crime que ele, teria o mesmo destino (bom, dá para se perceber que o pessoal se comportava bem depois de assistir a uma cena dessas, não?)

O futuro decapitacional[editar]

Antigamente decapitar alguém era bem mais divertido

Por estarem muito fora de moda em nossa evoluída época, que é um mundo em que tirar a vida dos outros é quase uma brincadeira cotidiana e não mais uma excessão, tais divertimentos medievais e que tem uma longa história de vida, muito usados nas mais variadas épocas históricas como na Idade Média, na Revolução Francesa e varias outras que já ocorreram (até mesmo em solos brasileiros), começaram a perder espaço para métodos mais modernos às chamadas "Penas de Morte" da nossa querida Idade Moderna. Atualmente a decapitação é tratada como um ato desumano (além de obsoleto), assim como a forca, a crucificação e a cadeira elétrica, para a tristeza dos mais sádicos, que gostam mesmo de ver o circo pegar fogo, contanto que a batata que esteja assando não seja a sua (a dele, não a tua, eles poucos se importam com você, Anônimo). Cortar uma árvore afim de contruir uma forca, além de imoral é totalmente inaceitável, ainda mais em uma época em que a valorização ao Meio Ambiente tem ganhado tanto foco, devida a questão do Aquecimento Global e a morte dos ursos polares. Além disso, pegar o ferro, um mineral tão necessário para as nossas indústrias, para construir a lâmina de uma gilhotinha também é tratado como desperdício de grana, por esses motivos, matar alguém por decapitação está ficando mais difícil e caro.

Agora, toda a ação que existia na decapitação foi trocada por uma simples agulha com substâncias tóxicas e mortais (coisa sem graça)

A moda agora são as chamadas injeções letais, uma mistureba de produtos tóxicos e facilmente conseguidos em farmácias ou até mesmo com a tua mãe (que eles preferem chamar de coquetel, mas, pra mim, coquetel é somente bebida) que são enfiados em uma seringa e inseridos diretamente no corpo do fudido presidiário condenado à Pena de Morte (que de pena só tem o nome mesmo, já que ninguém tem pena do cara que vai ser morto), de preferência direto na sua corrente sanguínea pelo braço. Tal mudança nos métodos executacionais dos condenados a "pena" foram escolhidos por serem considerados mais "humanos" (pelo visto, a questão de humanidade já não é mais a mesma das de muitos anos atrás), pois fazem um processo em que a vítima "sofreria menos" antes de ir sentar de vez no colo do Capeta, coisa meio difícil de saber se é verdade, já que ninguém pergunta ao futuro morto como ele se sente depois de receber tal inveção da morte, ou se realmente dói muito a picadura da agulha (ui), ou então se ela está vendo alguma luz vindo em sua direção e se sente feliz com a sua partida (mas como foram cientistas que testaram, ninguém ousa questionar).

Porém, ainda se ver alguns países tratado os seus piores criminosos com tais execuções retrógradas e banais, sendo que a forca ainda é a mais usada (como na caso do Saddan Hussein, pelos Estados Unidos, que foi postada no Youtube), e a decapitação a mais "amadoramente" vista, principalmente em canais de Televisão Islâmicos, em que grupos extremistas fazem tal ato em rede local, afim de demonstrar a sua noobisse força diante dos outros grupos radicais. Mesmo assim eles não se utilizam de guilhotinas, mas sim de grandes e enferrujadas facas peixeiras (em que o indivíduo morre primeiro de tétano, antes de morrer por decapitação), afim mesmo de causar repúdio e nojo em quem assiste e sente saudades dos tempos em que decapitar alguém era mais rápido e divertido (ou não). Mas, isso tudo tem um período para acabar, principalmente quando o mundo se tornar um lugar bom e feliz de se viver eles descobrirem um método mais ousado de matar o seu semelhante.

Famosos decapitados[editar]

Cquote1.png Cortem-lhe a cabeça! Cquote2.png
Frase de efeito da Rainha de Copas falando do que ela realmente gosta de ver
  • Robespierre - Sem ter tido o apoio de seus inimigos (durante a época da Revolução Francesa), morreu guilhotinado e sem nem ter sido julgado sequer;
  • Luis XVI - Esposo de Maria Antonieta, foi acusado de traição à França e teve a sua cabeça arrancada por uma guilhotina;
  • Maria Antonieta - acusada de traição ao seu marido povo, morreu guilhotinada também (pelo visto, a França adorava decapitar seus prisioneiros);
  • Tiradentes - Nosso representante brasileiro primeiro morreu enforcado e depois foi esquartejado, tendo a sua cabeça exposta em praça pública, a modo de embelezar a localidade;
  • Cosme e Damião - O Santo desses santos é forte, foram afogados, queimados, apedrejados, mas nada disso os matava, porém, ao serem decapitados finalmente morreram;
  • As Cartas de Baralho da Alice no País da Maravilhas - Por ordens da Rainha de Copas, várias cartas já tiveram as suas cabeças cortadas, principalmente aquelas que pintaram as rosas brancas de vermelhas para agradar a Rainha;
  • Nick Quase Sem Cabeça - Uma tentativa fail de decapitação, presente no livro/filme do garoto bruxo.