Curso profissionalizante

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Os Cursos profissionalizantes(em pobrês: emcino proficionalisante) são aqueles cursos que ensinam coisas que qualquer orelha seca que se preze deveria saber, como usar o telefone e o computador, cozinhar alguma coisa quando tiver fome e organizar aquele amontoado de contas não-pagas que vão se juntando mensalmente. Por isso, são considerados cursos para incapacitados intelectuais (ou gente burra mesmo).

Origem[editar]

Local e tipo de pessoa que costuma oferecer cursos deste nível.
Desde padeiro a auxiliar de almoxarifado, todos usam algum computador com um desses softwares com os cursos instalados.

Os cursos profissionalizantes surgiram em 2003, durante um Domingo Legal daquele ano, quando o então apresentador daquele programa Gugu Liberado fez um merchan pra escola Microlins. Apesar das instituições do Sistema S oferecerem os mesmos cursos desde quando tua mãe era virgem, a Microlins ficou conhecida por empregar o conceito de que "curso profissionalizante = emprego garantido" (e em parte era mesmo, subemprego era o que não faltava na época), fazendo com que todo fodido queimasse quase 1.000,00 lulas pra apenas pegar seu currículo e cair no conto do vigário que era divulgado em todas as tardes de domingo no SBT. Como na época não existiam esse festival de Pronatecs, então o diploma daquela merda ainda valia alguma coisa.

Com o tempo os cursos profissionalizantes foram bastantes gourmetizados, quando passou-se a oferecer até cursos de cuckismo e empreendedorismo (este último, patenteado pelo SEBRAE e transformado em lorota pela Bel Pesca) e foi indo até estes mesmos cursos serem oferecidos a população mais carente.

Os cursos profissionalizantes deixaram de ter sua relevância no final da década de 2000, quando o governo lançou um festival de emissões gratuitas de diploma, sob os mais variados nomes. Primeiro veio os cursos oferecidos com o salário oficial mensal do brasileiro, depois o Desqualificopa, NoobJovem, PRONATEC e SiSUTEC.

Atualmente estas tranqueiras só são oferecidas por pequenas escolas de bairro no interior do imenso brejo continental brasileiro.

Escolas de formação[editar]

Os donos dessas escolinhas conseguem lucrar bastante oferecendo estes cursos à analfabetos e outros tipos de incapacitados. Isso porque para fundar uma escola profissionalizante da vida é necessário apenas 10 sucatas (restos de computadores que ninguém quer), um CD com uma cópia pirata do Windows XP (32bits), um software gratuito com cursos como digitação e gestão empresarial e um porão ou qualquer outro buraco onde dê pra alocar estas máquinas, um ar-condicionado (dependendo da região onde mora) e 10 microcéfalos que farão bastante barulho durante as aulas. Para conseguir um bom retorno, o proprietário define um preço que ele acha que o curso dele vale e multiplica o mesmo valor por 100.

Para promover estes cursos, os proprietários destas escolas vão em locais onde está a maior parte do público-alvo, levando consigo um bolo de panfletos. O impresso costuma exibir preço do curso ao consumidor final como promoção. Para definir o valor "descontado", eles multiplicam novamente o valor do curso, dessa vez por 2. Para pagar o custo que teve com a impressão destes panfletos, o dono da escolinha define um preço de matricula que também utiliza os mesmos cálculos citados, pega-se o valor gasto na impressão daquele monte de lixo, multiplica por 100 e define o valor do "preço sem a promoção" multiplicando o resultante do calculo anterior por 2.

Cursos[editar]

Por fim, a lista de cursos profissionalizantes inclui: