Complexo Museológico, Oficinas e Casa de Plantin-Moretus

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Este artigo é belga e contém altas doses de lavagem cerebral e teorias da conspiração que farão com que você acredite que Complexo Museológico, Oficinas e Casa de Plantin-Moretus existe!

Cuidado: a qualquer momento um agente da NWO pode sequestrá-lo!

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


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Aluno sobre Complexo Museológico, Oficinas e Casa de Plantin-Moretus

O Complexo Museológico, Oficinas e Casa de Plantin-Moretus é um museu na Bélgica. Até aí ele é odiado pelos alunos vagabundos. Mas ele é um museu especificamente para livros, e não são livros de sacanagem ou histórias em quadrinhos. São livros com conteúdo de escola, com um monte de assuntos complicados que alunos odeiam. Por isso, esse é um dos patrimônios mundiais mais odiados pelas crianças, adolescentes e demais seres que estudam.

História[editar]

Estátuas protegendo o complexo. Elas soltam raios laser pelos olhos em caso de necessidade...

Não que eles gostem dos outros patrimônios (como maus estudantes, eles odeiam patrimônios por ser matéria da escola), mas esse é mais odiado por eles, já que Plantin-Moretus é um museu de livros escolares. Antes de se tornar um museu, ele era um estabelecimento de imprimir livros. O autor escrevia normalmente e levava um exemplar ao estabelecimento. Lá, ele se multiplicava centenas de vezes, iniciando o terror dos jovens.

Nesse local, todos os livros que surgiam eram impressos, menos os que se tratavam de assuntos fora da escola. Por isso, esse era o alvo preferido das gangues formadas por crianças e adolescentes que buscavam o fim do sistema educacional. Os ataques, geralmente feitos por lançamento de pedras, pichações e depredação em geral, forçavam os proprietários a tomarem mutios cuidados quanto à proteção do estabelecimento.

Ele contratou seguranças, instalou vidro à prova de balas, cãmeras de circuito interno, etc. Mas só faltava ter dinheiro par pagar tudo isso. A compra de tudo isso fez com que o lugar entrasse em prejuízo e ligo foi à falência. O governo, que não queria o fim da impressão dos livros, comprou o estabelecimeto e continuou a produção de livros, além de adotar medidas duríssimas quanto às gangues, como a punição de permanecer 666 horas diretas na escola estudando.

As medidas causaram o declínio das gangues de alunos, que sumiram. A produção de livros chegou a tal ponto de o lugar exportava os produtos para o país inteiro. O estabelecimento só entrou em declínio quando as gangues de alunos vagabundos resurgiram mais fortes e atacaram a livraria, destruindo boa parte dela. A UNESCO a transformou em patrimônio mundial, proibindo mais ataques.

Hoje[editar]

Hoje ela é um museu com vários livros que participaram da história da tortura de jovens. Um exemplo é uma Bíblia com 42 línguas, incluindo AAAAA, Miguxês, Lulanês e linguagem dos Mano. Também tem um livro com resultados sobre o estudo da plantação e fabricação da maconha, recomendado para traficantes. A coleção de livros desse museu chega a 69 mil exemplares detectados, descontando possíveos livros escondidos.