Club Real Potosí

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Club Real Potosí
Escudo do Real Potosí.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial '
Origem Bandeira da Bolívia Bolívia- Potosí
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio Víctor Urtiga
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador Cerveza Potosina
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Boliviano
Divisão Primera División
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Club Real Potosí é uma filial do Real Madrid localizado no cu do mundo, ou mais precisamente na cidade de Potosí. Como esta pitoresca cidade localiza-se numa dimensão alternativa, por muitos anos o time local não sabia onde disputar campeonatos e se manteve no amadorismo.

História[editar]

Fundação[editar]

O Club Real Potosí foi criado em 1986 através da fusão dos Academia de Fútbol Real Potosí com o Banco Minero (BAMIN). O escudo e nome foram uma cópia cretina do Real Madrid da Espanha, porque a ideia inicial para um escudo era desenhar um morro e um buraco estilizado, mas ficou parecendo um cu arregaçado muito indecente, e a ideia foi descartada, não sobrando mais criatividade, ficaram com o escudo do Real Madrid mesmo. Eu até poderia dizer que o uniforme também é inspirado no time espanhol, mas isso seria uma afirmação falsa, porque o uniforme do clube exibe tantas propagandas e de tantas cores, que mais parece um abadá com traços e pistas de cor branca por trás de todas propagandas.

Ascensão[editar]

Foi no ano de 1998 que chegou à primeira divisão boliviana. A cidade de Potosí é tão adversa, que oferece dificuldades de respiração até para os outros times bolivianos de La Paz, que estudam seriamente banir o Real Potosí do campeonato. Apesar do time de Potosí ser incrivelmente ruim e seus jogadores de 1,50m de altura batam escanteio com as mãos por não entender as regras direito, aproveitando-se das condições de sua cidade horrível e intimidadora, o Real Potosí foi campeão boliviano de 1997.

Libertadores de 2007[editar]

O Real Potosí ficou internacionalmente conhecido com sua participação de estreia na Libertadores de 2007, quando caiu no mesmo grupo de Flamengo e Paraná, dois clubes brasileiros. Em situações normais, o Real Potosí seria um time tão desconhecido e irrelevante quanto o Misto do Mato Grosso do Sul, por exemplo, se dependesse da qualidade técnica de seus jogadores, mas tornou-se um time temido e virou motivo de preocupação. O Real Potosí não se tornou extremamente notório por seus jogadores que parecem ter caído numa piscina de gel pra cabelo antes dos jogos, mas sim pelo seu estádio localizado na estratosfera onde não há oxigênio.

Times brasileiros cheios de frescura sempre fazem o maior escândalo antes de ir enfrentar o Real Potosí, é sempre o mesmo mimimi, mas acabam viajando pra lá. Afinal os brasileiros sempre foram conhecidos por serem frescos e egocêntricos, porque ninguém reclama que os mesmos brasileiros que reclamam de Potosí são os que obrigam times como o Cienciano de Cuzco a sair de sua cidade límpida de ar fresco para ir respirar a poluição assassina da cidade de São Paulo.

O fato é que o Real Potosí mesmo assim empatou dois jogos em seu temido estádio, e ganhou apenas do Paraná que este nem precisa de altitude para estar jogando mal. E o time boliviano sequer passou da fase de grupos.

Libertadores de 2008[editar]

Na Libertadores de 2008, e dessa vez caiu no grupo de Cruzeiro e San Lorenzo, que foram os dois times da vez a reclamar das condições varzeanas do estádio de Potosí. Quanto ao time, comemorou como título derrotar o Cruzeiro em casa por 5x1 (mesmo que depois tenha perdido de 3x0 no Mineirão), os jogadores do Cruzeiro com nariz sangrando, sofrendo de enfisema pulmonar e insuficiência respiratória e tendo ataques constantes de asma não tiveram chances. A atmosfera no estádio do Real Potosí é tão peculiar que num dos lances o jogador do Cruzeiro concluiu para o gol para tentar descontar a humilhalção da goelada, mas a bola simplesmente mudou de trajetória sem explicação como se as leis físicas mecânicas de vetores fosse uma força desprezível no ar rarefeito do estádio.

Libertadores de 2009[editar]

Em sua terceira Libertadores consecutiva enfrentou mais um brasileiro, o Palmeiras na pré-Libertadores. Mesmo em seu estádio desprovido de oxigênio no ar, o Real Potosí apanhou de 5x1, tanto que em condições normais no jogo de volta perdeu de 15x0 (em aspectos morais, porque o time paulista de placar garantido nem correu, e venceu por apenas 2x0).

Libertadores de 2010[editar]

Pela sua quarta Libertadores consecutiva, o Real Potosí enfrenta o Cruzeiro mais uma vez, que traumatizado pelo confronto de 2008, foi visitar a cidade de Potosí na véspera do jogo, para sentir menos os efeitos da altitude. Os jogadores cruzeirenses caíram de para-quedas no estádio para evitar a seção de alpinismo que deveriam praticar para chegar ao estádio, e conseguiram um empate de 1x1.

Em Belo Horizonte, o Real Potosí sofreu com a altitude invertida e o excesso de oxigênio, e com alguns jogadores desmaiando em campo envenenados com tanto ar respirável, eles perderam de 7x0 e deram adeus ao campeonato.

Libertadores 2012[editar]

Jogador do Flamengo vindo à óbito num jogo em Potosí devido à ausência de oxigenação no sangue, motivo do time boliviano ser temido.

Após a ausência na Libertadores de 2011, voltou à pré-Libertadores de 2012, e enfrentou o Flamengo de novo, o time mais fresco do Brasil em relação à altitude. O Real Potosí mais uma vez venceu em casa, por 2x1, aproveitando-se do fato que os jogadores do Flamengo estavam falecendo no gramado. Porém no jogo de volta a derrota por 2x0 no Maracanã custou a anunciada eliminação do time boliviano.

Estádio[editar]

O Estádio Víctor Agustín Ugarte pertencente ao Real Potosí é um famoso estádio de futebol. Foi considerado por um ranking elaborado pela Conmebol como o estádio da América do Sul que oferece a maior quantidade de condições adversas possíveis, superando o Mangueirão do Pará e seu gramado que foi substituído por barro, a Ilha do Retiro do Recife que mais parece um mangue, o Canindé em São Paulo que fede a esgoto ao lado do Rio Tietê, o Pablo Rojas do Cerro Porteño cujo alambrado é propício para invasões de campo e o La Bombonera do Boca Juniors que não possui lugares pra sentar e mais parece um condomínio de favelas amontoadas do que um estádio.

O estádio do Potosí localiza-se a 4100 metros de altitude, ou seja, oficialmente está na estratosfera do planeta e nesse ambiente a presença de oxigênio no ar é nula, havendo apenas o vácuo inter-espacial. Os habitantes e jogadores do Potosí possuem pulmões anômalos adaptados a estas condições, mas os times visitantes não, nem mesmo os clubes de La Paz.

Se não bastasse isso, o acanhado estádio ainda exibe um gramado em péssimas condições e na verdade é brita pintada de verde, pois qualquer planta em Potosí não consegue realizar a fotossíntese adequadamente. As arquibancadas tem cheiro de estrume e os vestiários são permanentemente alagados.

A temperatura ambiente também é outro desafio, sendo comum registros de temperaturas próximas do zero absoluto, pois os raios solares que incidem em Potosí são desviados por um campo iônico que envolve a cidade e dispersa qualquer fonte de calor.

E por último, o transporte até o estádio é outra adversidade a se comentar. Como é impossível qualquer tipo de ônibus subir aquelas ladeiras, os times adversários chegam no estádio de Potosí através de uma comitiva de charretes puxadas por lhamas.

Títulos[editar]

  • Vencer times brasileiros em Libertadores (3 vezes) Paraná em 2007; Cruzeiro em 2009; Flamengo em 2012