Club Atlético Huracán

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Club Atlético Huracán
Escudo do Huracán.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial Club Atlético Maricón
Origem Bandeira da Argentina Argentina - Buenos Aires, Parque Patricios
Apelidos El Globito
Torcedores
Torcidas Quemeros (por serem piromaníacos)
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio Estádio Tomás Turbando Adolfo Ducó Coras
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Argentino
Divisão Primera División
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Club Atlético Huracán é um time terciário do futebol argentino que não tem vergonha de ter um balão vermelho como escudo. A desculpa para um escudo tão feito e esfarrapado foi uma tentativa de ser criativo, e isso não se pode negar, é realmente criativo usar um desenho de balão de escudo, mas continua sendo igualmente ridículo.

O Huracán é ainda, por algum motivo ainda desconhecido e obscuro, um time postulante ao cargo de "Sexto Grande do futebol argentino", mesmo sequer tendo arranhado um troféu de Libertadores uma mísera vez... mais ou menos como se o ABC Futebol Clube desejasse ser considerado o "décimo quarto time brasileiro grande" no meio do Clube dos 13, só porque seu nome idiota é relembrado tal qual o escudo do Huracán também é frequentemente recordado, criando uma falsa sensação de tradição no time.

História[editar]

Fundação[editar]

Criado em 1908 por um aviador falido, recebeu o carinhoso apelido de "El Globito" que significa "Os pirralhos perdedores". Na época amadora ganhou seus únicos supostos títulos os quais alega, embora seja quase certeza que isso tudo seja apenas invenção, pois é impossível conceber que o time do Huracán tenha sido 4 vezes campeão argentino consecutivo e invicto. Arqueólogos estudam essa alegação, e os 4 títulos do Huracán da época da Primeira Guerra Mundial ainda não fioram confirmados.

Trajetória[editar]

O Huracán por toda sua história não passou de figurante no campeonato argentino, ruim o bastante para rebaixar um monte de vezes, o que totaliza mais de 10 anos na Série B ao todo. Sempre invejou o rival San Lorenzo, que apesar de nunca ganhar nada também, pelo menos detinha um desconhecido prestígio, enquanto Huracán nem isso, sempre foi freguês do time que é freguês de todos outros times da Argentina e América do Sul.

Em 100 anos de história ganhou apenas o campeonato argentino de 1973, tão esporádico quanto até o Bangu chegar numa final de campeonato brasileiro, um acidente que os times argentinos se certificaram de nunca mais acontecer.

Campeonato Argentino de 2009[editar]

Goleiro do Huracán catimbando e fingindo dor para interromper o ataque do Vélez que marcou o gol da final naquele lance. Estranho que posteriormente este mesmo goleiro levantou milagrosamente curado pelos poderes do Papa, e foi ir reclamar veementemente com o juiz.

No ano do seu 101º aniversário, o Huracan havia subido de divisão, pois comemorou o centenário do clube na Série B, onde teria chances reais de vencer e ganhar algum troféu em sua data especial.

Todavia, de volta à Primeira Divisão em 2009, teve sua chance de ouro após uma bela campanha de destaque, e chegou na última rodada dependendo só de si para ser campeão, típico cenário que separa times grandes de times pequenos, onde o Huracán se apequenou e foi derrotado justo para o time do confronto direto, o Vélez Sársfield para quem perdeu de 1x0 e deu adeus a mais um troféu.

A torcida, jogadores e dirigentes do Huracán reclamaram alguma coisa da arbitragem, mas o que se viu foi um impedimento mal marcado contra o Vélez, um pênalti não marcado a favor do Vélez e uma expulsão justa não dada a um agressor do Huracán... O que nos faz imaginar que a reclamação foi de que o árbitro, aparentemente comprado, não estava roubando o bastante a favor do Huracán.

2011 a 2013[editar]

Foram três temporadas consecutivas amargando na Série B argentina para afogar as mágoas do vice de 2009, como qualquer time pequeno gosta de tirar umas temporadas de férias nas divisões de acesso para descansar as contas.

Libertadores de 2014[editar]

Simplesmente o pior ano da história do Huracán. Você talvez pense que ele tenha tomado alguma goleada, rebaixado, ter sido humilhado... mas na verdade o clube sequer participou da Libertadores de 2014

A hinchada (torcida organizada) do Huracán, chamada de Quemeros (que traduzindo significa "Que Medos") nunca teve qualquer argumento para defender o motivo do Huracán ser considerado o sexto grande da Argentina. A única justificativa mais plausível era "o San Lorenzo nunca ganhou nada e é considerado grande, então nós também queremos ser!" e o time do Papa Francisco nunca foi tão secado na vida, mas Nacional Falsificado do Paraguai não teve a menor chance, e o Huracán viu o rival ser campeão continental.

Libertadores de 2015[editar]

Voltou a aparecer no cenário internacional após o título da Copa Argentina de 2014, e participou da Libertadores de 2015, onde obviamente não teve qualquer brilho em sua tentativa frustrada de imitar o San Lorenzo do ano anterior.

Após 107 anos de fracassos, a AFA considera o Huracán o "décimo sexto time mais grande da Argentina" após as insistentes cartas do clube para incluí-lo como "sexto" grande. Os cartolas obviamente acharam que era um erro considerar o Huracán um sexto grande, e o incluíram como décimo-sexto.

Até superou o Alianza Lima na pré-Libertadores com goleada por 3x0, até ganhou do Cruzeiro por 3x1 na fase de grupos, mas a derrota na última rodada para o time café-com-leite do grupo, o Mineros de Guayana custou a eliminação precoce do time e a pá de terra no sonho da Libertadores.

Títulos[editar]