Clock Tower

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Torre do Relógio
Clock Tower.jpg
Uma Clock Tower
Gênero Terror, Comédia
Desenvolvedor Human Entertainment
Publicador Human Entertainment
Plataforma de origem Super Famicom
Primeiro lançamento Clock Tower: The First Fear (1995)
Último lançamento Haunting Ground (2005)

Cquote1.png CARALHO!!! O ASSASSINO MALDITO!! O CAPETA!! O CARA DAS TESOURAS TÁ TE FATIANDO! CORRE!!!! Cquote2.png
Seu primo sobre Clock Tower

Clock Tower é uma série de jogos macabros condenado pela igreja católica. Foi invenção de uma produtora atualmente falida, a Entretenimentos Desumanos que foi fechada depois de falir após muitos processos por apologia ao nazismo. A série foi comprada pelas coorporações Sol Fofo, pertencentes à Capcom após um pacto com o diabo, e assim foi lançado Clock Tower 3, que agora com a ajuda do capeta ficou mil vezes melhor que os jogos anteriores.

O Game Over ocorre apenas quando a personagem principal é estuprada.

Clock Tower inovou os jogos de Survival Horror porque sua jogabilidade não consiste em atirar, matar e triturar zumbis e demônios, mas sim correr e se esconder, proporcionando pouca ou nenhuma diversão aos jogadores. A grande diversão porém, acontece quando o tinhoso te descobre escondido na lata de lixo e corta sua cabeça e estupra seu corpo decapitado.

No dia primeiro de abril de 2009, a Capcom anunciou que um filme de Clock Tower será lançado em 2010, estrelando a Milla Jovovich que tem bastante experiência em Resident Evil.

Assim como acontece na série O Massacre da Serra Elétrica, só a primeira mídia da série mesmo que prestou, depois foi só ladeira abaixo.

Jogabilidade[editar]

O realismo da personalidade das personagens é o ponto forte da série.

Clock Tower é a única série de jogos do mundo onde a personagem jogável é uma autêntica guria retardada que deve fugir e correr igual uma mariquinhas em cenários cheio de perigos e inimigos (os estupradores) soltos. A personagem deve se esconder em latas de lixo e usar o cenário para acertar o saco escrotal dos estupradores e ganhar tempo para solucionar puzzles e ler bilhetes e mensagens macabras com mensagens satânicas subliminares.

As personagens da série sempre são fracas e indefesas, quando capturadas sempre são facilmente mortas nos cenários repletos de maníacos psicóticos.

O Maníaco da Tesoura Gigante[editar]

"Bobby Maniac Esponja Scissorman", carinhosamente conhecido como "O Maníaco da Tesoura Gigante" é o grande antagonista da série Clock Tower. Esse maluco insano é um serial killer estuprador que carrega uma tesoura gigante e tem uma tara mórbida por molestar garotinhas retardadas, além de ser um vândalo. Esse terrível criminoso é procurado pelao FBI e pela Interpol.

Teoria sugerem que Bobby é imortal, uma vez que ele não morre nem com um piano caindo na sua cabeça e muito menos com uma motosserra ligada dilacerando sua barriga. O papa certa vez sugeriu que essa entidade é o anticristo em pessoa e nem a água benta funciona nele.

Seu maior amigo é o Constantine.

Jogos[editar]

Clock Tower: The First Fear

Só Jennifer mesmo faz alguma coisa, as outras só tão lá pro Scissorman ter a quem matar.

Lançado pra SNES, PlayStation, WonderSwan, Windows 95, Clock Tower: The First Fear é o único jogo da série que não é uma merda completa e pode ser considerado um survival horror de verdade. Apesar da jogabilidade cagada em point-click, o jogo fez sucesso em sua época por conta da atmosfera medonha e pelo vilão aterrorizante, e não me refiro ao Scissorman, que só é um anão chato, e sim a Mary Barrows, que dá medo em qualquer um, quando a cara dela fica azul na caixa de diálogo não existe macho pra aguentar.

A grande inovação deste jogo é que ele não dá ao jogador a possibilidade de explodir os inimigos, a única maneira de fugir de Bobby Scissorman, de Dan e de tua mãe, aquela vadia, é aproveitando-se da inteligência artificial merda desses inimigos e escondendo-se em locais óbvios pra qualquer um, como dentro do guarda-roupa ou debaixo da cama.

Também existe um "botão de pânico", a quantidade de fezes na calcinha de Jennifer determina o que ela vai conseguir fazer quando estiver cara a cara com os malucos da família Barrows. Se estiver com pouco medo, ela até consegue reagir, derrubar o Scissorman e fugir. Mas se estiver com muito medo, quando tiver fugindo do vilão ela vai tropeçar em alguma coisa, cair e levar tesourada, seguindo no maior clichê de filme de terror.

Outro ponto importante deste jogo é a existência de múltiplos finais, sendo que pra cagar todo o jogo, basta esquecer de checar um objeto aleatório que não tem relação alguma com o enredo. O único final considerado bom, no qual apenas duas amigas de Jennifer Simpson são estraçalhadas e mortas, é o final "A", no qual ela mata todos os vilões e foge com uma das amigas. Todos os outros finais são game overs, com a protagonista morrendo de maneiras diferentes.

Mas o que tornaria este jogo tão importante pra série "Clock Tower", é que este é o único jogo da franquia onde a Torre do Relógio não foi colocada de maneira aleatória apenas pro nome do jogo ter algum sentido. Aqui o relógio é mais ou menos importante mesmo, pois é a única coisa que mata o Scissorman.

Clock Tower 1, que na verdade é o Clock Tower 2

Após a morte de Bobby no 1° jogo, seu irmão Dan (que usa o nome de Edward) assume o manto de Scissorman, o carniceiro das tesouras.

Aqui o jogo já passa por uma decadência, apesar de ainda se manter mais ou menos fiel a proposta original. Em Clock Tower, lançado pro PlayStation, a jogabilidade continua na merda do point-click, na mesma necessidade merda de checar objetos aleatórios pra avançar no jogo e na mesma merda de ações em eventos nada a ver com nada determinarem o final. Por exemplo, aqui existe a possibilidade de jogar ou com Jennifer Simpson ou com sua tutora, Helen Maxwell. E o que define com que boneco você vai jogar é o número de vezes que você conversa com um cara aleatório no começo do jogo, que nem ligação com as protagonistas tem.

Por ser uma continuação direta do The First Fear, aqui se mantém o Scissorman como grande vilão, ele morreu no 1° jogo, mas aparentemente passa bem. Mais do que isso, agora existem mais Scissormans por aí pra perseguir a protagonista.

Assim como no jogo anterior, tanto Jennifer quanto Helen são bem frágeis, se o vilão chegar perto delas, um abraço. Por conta disso, é necessário continuar naquele martírio de correr por várias salas e se esconder em locais óbvios pra despistá-lo, isso enquanto controla o medo no "botão do pânico".

Ao todo, existem no jogo uma penca de finais, sendo que apenas 1 ou 2 prestam. Os outros são só remendos mal desenvolvidos que só estão lá pra dar a ideia de finais múltiplos mesmo e manter a essência da série.

Clock Tower 2: The Struggle Within

Presença garantida na lista de piores jogos de todos os tempos, Clock Tower 2: The Struggle Within possui todos os elementos necessários pra transformar o jogo num amontoado de fezes imensurável. O enredo é cheio de buracos e inconsistências, a jogabilidade ainda é no método ultrapassado de point-click, os gráficos são todos cagados e serrilhados, as músicas parece que foram escolhidas aleatoriamente e não combinam em nada com o cenário, o ritmo é lento e o jogo não flui, você não faz ideia do que tem que fazer a seguir, as ações pra avançar no jogo não fazem sentido e, principalmente, é necessário ficar voltando zilhões de vezes no mesmo lugar pra conseguir dar cabo de inimigos simples, algo absurdamente entediante, uma corrida de caramujos seria mais divertida do que isso.

Acredite, ver a calcinha quadrada de Alyssa e bater punheta a meio mastro é a única coisa que dá pra aproveitar de Clock Tower 2.

Talvez o único elemento que se salve deste desastre gamístico seja Bates, o espírito que vive no corpo de Alyssa e que assume o controle em alguns momentos do jogo, é o único personagem com algum carisma.

Apesar de fazer parte da série "Clock Tower", no jogo não aparece nenhuma Torre do Relógio. Se na maioria dos jogos os produtores botaram uma Torre do Relógio aleatória só pra dizer que ela tava lá e dar sentido ao nome do jogo, aqui eles nem fizeram questão de colocar. Além disso, todos os elementos clássicos foram abandonados, nem o Scissorman botaram. Neste jogo, os roteiristas ficaram em dúvida se copiavam Resident Evil ou se continuavam mais na pegada sobrenatural característica de Clock Tower, aí acabaram fazendo o pior meio termo da história dos jogos.

Até hoje, ninguém entende ao certo o porquê de Clock Tower 2 levar o nome de Clock Tower, já que essa mídia não possui nenhum elemento da série. Parece só um jogo aleatório no qual botaram o nome de Clock Tower pra capitalizar em cima.

Por fim, mantiveram o conceito de múltiplos finais, porém é tudo aleatório e mal-desenvolvido. O único final mais ou menos decente é o "A", os outros são apenas game overs com cenas bonitas. E o pior, pra dar game over, basta deixar de fazer algo randômico nada a ver com nada, por exemplo, se deixar de checar uma certa armadura 2 vezes no início do jogo, você vai jogar por horas e não vai conseguir terminar essa merda, vai levar game over e ter que começar tudo de novo. Pra tentar "ajudar" o jogador, o jogo dá dicas pra atingir todos os finais, mas todas as dicas são tão ambíguas e vagas que mais atrapalham do que ajudam, direcionando o jogador pra um caminho errado.

Clock Tower 3

Esqueça o conceito de protagonista indefesa em meio ao terror, em Clock Tower 3 o negócio é viajar no tempo e matar serial killer com os poderes de garota mágica.

Lançado pra PlayStation 2, Clock Tower 3 é o último jogo "canônico" da série, apesar de nem se dar ao trabalho de seguir a estória dos outros jogos. Apesar do enredo drogado, que envolve viagens no tempo, transformação da protagonista em Sailor Moon e lutas contras chefões, esse jogo ao menos é divertido. É impossível jogar isso e se sentir jogando um Clock Tower, mas é um bom passatempo se esquecer deste detalhe.

Aqui aquela jogabilidade ultrapassada e entediante de point-click finalmente foi abandonada, dando liberdade de movimentos a protagonista. O conceito de protagonista normal e sem poderes característico da série também foi deixado de lado, mesmo tendo apenas 14 anos e 45kg, Alyssa pode bater de frente com loucos de 2 metros e 140kg jogando água benta neles e os matando com seu arco sagrado de Sailor Moon, exorcizando os mesmos com suas flechas sagradas abençoadas pelos céus.

O conceito de pânico também foi reintroduzido aqui, mas de uma maneira diferente. Se antes a protagonista em pânico não conseguia se defender, aqui se Alyssa entrar em pânico ela vai tropeçar, cair e ser morta instantaneamente. Ou se estiver escondida, ela vai sair de onde está e gritar, sendo morta de maneira cruel também. Pra baixar o nível de pânico, existem itens que podem ser usados, como água de lavanda e uma pulseira que dá invisibilidade por alguns segundos. Isso aí, se um assassino tá colado no seu cangote e você abre o inventário, o tempo para instantaneamente, e você fica livre pra dar aquela cheiradinha na lavanda e relaxar.

Aqui também botaram o conceito de exorcismo de almas, que é algo bem aleatório e mal desenvolvido. Basicamente, Alyssa as vezes é atacada por fantasmas que estão presos neste mundo por itens sentimentais perdidos, e cabe a você devolver esse item a eles, pra que eles possam subir aos céus. Em 99% dos casos, o tal item sentimental tá a 2 metros da alma propriamente dita, e ela poderia pegar por conta própria, mas é melhor depender de uma guriazinha pra isso.

O grande ponto merda neste jogo é a inteligência artificial dos inimigos, que inexiste, todos os perseguidores de Alyssa seriam reprovados no exame de fezes. Se no primeiro jogo Mary e Bobby conseguem deduzir onde Jennifer está pela lógica, aqui os inimigos podem até ver você entrando no esconderijo, mas param de te perseguir imediatamente e começam a te procurar de novo. O único mais ou menos inteligente é o Scissorman, que educadamente espera você sair do banheiro pra te atacar, não invadindo seu esconderijo em hipótese alguma.

Por fim, aqui abandonaram o clássico elemento dos múltiplos finais, tornando o jogo linear até não poder mais. Não importa o que você faça, os NPC's marcados pra morrer, invariavelmente vão morrer.

v d e h
Clock Tower logo.jpg