Charlie Hewitt

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Família Sawyer.jpg Este artigo é CANIBAL!

Este artigo está relacionado com canibalismo. Isso significa que ele(a) se
alimenta dos seus semelhantes e provavelmente é um Serial Killer.

Vida longa ao Holocausto Canibal!

Night creature.JPG Charlie Hewitt surgiu das trevas!!

Of DOOOOOOOOOM!!!

Puro osso.gif


Cquote1.png Você quis dizer: Cosplay de Sheriff Hoyt Cquote2.png
Google sobre Charlie Hewitt
Cquote1.png Experimente também: Drayton Sawyer Cquote2.png
Sugestão do Google para Charlie Hewitt
Cquote1.png Protegendo e servindo sempre, esse é o nosso lema. Cquote2.png
Charlie Hewitt sobre ser um pseudo-policial
Cquote1.png Vista já a sua roupa, mocinho, eu vai ficar de castigo para toda a eternidade! Cquote2.png
Luda Mae Hewitt sobre Charlie Hewitt

Charlie Hewitt, mais conhecido como Sheriff Hoyt, é um dos membros da segunda geração da Família Sawyer, que atualmente carrega o nome de "Família Hewitt". É de longe o mais odiado de todos os personagens da série O Massacre da Serra Elétrica, em vista de suas mais depravadas formas de execução que fazem a cadeira elétrica parecer brincadeira de criança. Cerca de 90% dos fãs da série odeiam Charlie. Os outros 10% são nerds psicopatas sedentos por sangue que adoram vê-lo em ação.

Características[editar]

Devido à todo o seu sadismo, Charlie até foi cogitado para ser o antagonista principal das novas versões do filme, porém, Leatherface ameaçou de morte os diretores com sua motosserra, caso eles resolvessem substitui-lo.

Charlie é provavelmente filho de Luda Mae Hewitt com Johan, aquele cirugião alemão que aparece no filme O Albergue e que se parece com o careca do Chaves, o que explicaria toda a sua sede por sangue, literal e figurativamente. Esse, como já mencionado, é um dos principais fatores que contribuem para que boa parte dos fãs o odeiem.

Um dos principais hobbies de Charlie, assim como ficar o dia inteiro em casa brincando de xerife e bancando o policial, é torturar adolescentes burros que sejam corajosos o suficiente para passar pela sua rua, na qual só existe uma casa e um trailer velho, todos habitados por algum membro de sua querida família. Para Charlie, não existe a menor graça em você assassinar um adolescente simplesmente com um tiro ou com um golpe, sem nem sequer humilhá-lo antes, pois isso tira toda a diversão da coisa. Tanto é que Charlie sempre se apropriou de qualquer mentira pretexto que estivesse ao seu alcance para poder torturar suas vítimas.

Charlie, assim como o restante de sua família, é também um canibal, e adora deliciar-se com o fantástico ensopado de coração, que é um receita de família ensinada por nada mais nada menos do que o Mestre-Cuca Hannibal Lecter, conhecido por seu fino paladar lituano. Charlie procura se alimentar de carne humana pelo menos uma vez por semana. Por ele, suas vítimas seriam apenas assassinadas e depois arremessadas dentro do poço, mas o fato é que Luda Mae Hewitt detestava desperdiçar comida.

Charlie também mostra que, apesar de ser supostamente o chefe de sua família, quem manda lá mesmo é sua mãe, Luda Mae. Isso porque, Charlie é conhecido por baixar as orelhas toda vez que sua mãe fala. Ao que tudo indica, sua mãe é o único ser vivo no planeta que lhe mete medo. Essa é a prova incontestável de que as mães possuem grande poder e domínio influência na vida de um homem, por mais que o mesmo se assemelhe ao Capeta.

Dadas as atitudes de Charlie, acredita-se que nas horas vagas, ele seja um dos maiores fãs de filmes como O Albergue e Jogos Mortais, pois o que ele faz são dignos dos mesmos. Charlie até tentou ensinar seu filho bastardo, Jedidiah Hewitt, a ser fã desses filmes também, porém, o fedelho sempre preferiu assistir putices como O Rei Leão, motivo que o faz considerar seu filho como a maior desgraça que já lhe aconteceu na vida e na de sua família, prova disso é que ele e sua mãe fazem aquela criança medonha e vergonhosa dormir na rua, na casinha de cachorro, junto com o vira-lata de Monty Hewitt.

Uma outra atrocidade curiosidade, é que em um diálogo presente no filme O Massacre da Serra Elétrica, ele mencionou que durante seus tempos de juventude, ele adorava enterrar os corpos de mulheres bonitas, e sempre que podia "se divertia" com seus respectivos defuntos. Tudo isso leva a crer que além de canibal ele era necrófilo, e comia defuntos em ambos os sentidos.

História[editar]

Charlie, brincando de policial, seu passatempo preferido desde quando era criança.

Charlie Hewitt, provavelmente nasceu em algum lugar desconhecido do Texas, assim como toda a sua desgraçada linda família. Sua mãe, uma doce e adorável velhinha, possuia um serviço humilde em um abatedouro humano açougue na entrada da cidade, dirigido por sua mãe e pelo seu tio reclamão, Monty Hewitt.

A família de Charlie sempre esteve muito presente em sua vida. Sua mãe por exemplo, sempre fora bastante protetora e cuidava dele com mãos de ferro, uam vez que o mesmo era uma verdadeiro Capeta furacão quando queria ser. Uma prova disso é que toda santa vez que ele fazia alguma arte ou pintava o 7, Luda Mae Hewitt, a adorável velhinha citada, o obrigava a dormir na rua com os porcos (de forma semelhante ao que faz com Jedidiah Hewitt). Isso quando os porcos não ficavam dentro de casa dormindo em seu quarto enquanto ele era obrigado a madrugar na chuva. Apesar disso, no fundo, bem lá no fundo mesmo, Charlie sabia que sua mãe o amava.

Charlie também sempre pode contar com a educação do seu tio engraçadão, Monty Hewitt, um velhinho mal-encarado que adorava xingar todo mundo na mesa. O velho, que também atuava como o tiozão do churrasco da família nos fins de semana, fora o responsável por ensinar as mais variadas técnicas de preparo de carne humana no espeto para Charlie, que leva essas valiosas lições consigo até os dias de hoje, já que se tornou o novo tiozão do churrasco depois que o velho Monty perdeu as duas pernas.

Além do mais, sua tia, Dona Elefanta Tea Lady Hewitt, sempre o teve como sobrinho favorito (até encontrarem Leatherface no lixão e trazê-lo para casa, é claro), e tinha o costume de, sempre depois da janta - na qual a velha se enchia até ficar maior do que o próprio trailer - lhe servir chá e contar uma historinha para boi ele dormir. Charlie adorava as historinhas de Tea Lady Hewitt, que narrava como ninguém as aventuras de Jack, o Estripador e as peripécias de Elizabeth Bathory.

Charlie, verificando se a carne do defunto que acabou de matar é de primeira ou se só vai servir para dar de ração para o cachorro de estimação do tio Monty.

Logo, podemos dizer que Charlie cresceu com sua família sempre presente em sua vida, se intrometendo onde não eram chamados dando-lhes conselhos e dicas de comos e tornar uma pessoa bem sucedida na vida. Certo dia, o açougue de Luda Mae Hewitt chegou ao conhecimento de um embaixador lituano que passara pelas redondezas daquela honrada espelunca com odor de lixo orgânico em decomposição; que levou a notícia imediatamente para seu país. Durante aquela época, a Lituânia era governada por Hannibal I, que induzira toda sua população a uma nova doutrina religiosa conhecida como Canibalismo (o que explica o fato de que muitos turistas que visitaram o país na época jamais terem mandado notícias novamente). A partir daí, Luda Mae Hewitt e sua família passaram a manter contato direto e de forma sigilosa com o governo lituano.

A partir desse dia em diante, os Hewitt passaram a produzir carne humana para exportação, e o consumo interno foi rapidamente descartado, até porque, os únicos clientes do açougue da família eram Tarman e Three Finger, que procuravam a loja regularmente. Porém, como tudo precisava ser mantido em segredo, os embaixadores lituanos, os únicos indivíduos daquele país que habitavam o Texas na época, não poderiam nem pensar em transportar pessoalmente toda aquela porcaria delícia. Logo, Charlie, que era o único membro disponível na família da época (uma vez que Luda Mae precisava cuidar do açougue, Monty estava passando por um grave surto de reumatismo agudo devido a idade avançada, e Tea Lady Hewitt não conseguia nem andar devido a todo o seu explendor de hipopótamo), acabou se tornando o entregador oficial do açougue de sua mãe, e passou a servir como intermédio de entregas entre Texas e o governo lituano.

Foi questão de tempo até que Charlie tivesse também que levar a carne humana não apenas para a Lituânia, mas também para lituanos espalhados pelo mundo todo. Todas as viagens eram financiadas pelo próprio governante lituano. Certa vez, Charlie fora obrigado a fazer um entrega urgente na Coreia do Sul, sem muitos detalhes do trabalho. Só quando chegou lá que Charlie se deu conta de que as duas Coreias estavam em guerra, e em um momento de distração, Charlie acabous endo pego desprevenido e arremessado dentro de uma cela ao lado de um bando de coreanos de sexualidade indefinida que derrubavam o sabonete de propósito. Logo, irritado com toda aquela viadagem, Charlie resolveu matá-los e se alimentar dos mesmos, uma vez que fora iniciado nos mais perversos rituais de canibalismo, sem contar que a comida do presídio era um lixo.

O Retorno ao Texas[editar]

"Mamãe, voltei!"

Após uma porrada de longos anos, preso e se alimentando de seus companheiros de cela, Charlie já não aguentava mais aquele Inferno. Certo dia, num momento de distração do carcereiro, Charlie conseguiu passar a perna no trouxa e matá-lo. Depois de ter feito um ensopado de coração com os restos mortais do carcereiro, Charlie roubou a chave e finalmente conseguiu escapar das garras do presídio. Matou mais um pobre coitado na rua e fez outro ensopado. Aproveitou e ficou com a carteira do mesmo, afinal, o indivíduo não precisraia mais dela, pois era um defunto. Com o dinheiro, comprou num camelô ali perto uma passagem clandestina para o Texas, e finalmente poderia voltar e rever sua adorada mãe, que deveria estar extremamente zangada pelo filho chegar tão tarde e atrasado para a hora da janta.

Chegando ao encontro de sua família, sua mãe, amorosa como sempre, o abraçou forte. Mas como era de se esperar, pegou um pedaço de madeira enorme e meteu porrada no lombo de Charlie, que ficou tanto tempo fora sem nem ao menos deixar o celular ligado. Para a surpresa de Charlie, a Interpol descobriu a politicagem e o canibalismo presentes na Lituânia, e mandou prender Hannibal, lançando o negócio da família novamente para a sua velha rotina de sempre: cuidar do açougue, matar adolescentes, voltar pra casa e fazer o ensopado.

Porém, aquilo não impediria Charlie de realizar seus sonhos. Voltou da Coréia, e influenciado por toda a violência com que as autoridades militares e policiais tratam as pessoas, colocou em sua cabeça que queria ser policial. No dia seguinte, nem perdeu tempo: esperou o guardinha da esquina passar pela sua rua, e aproveitou que o mesmo estava distraído demais se deliciando com uma caixa de rosquinhas para meter-lhe chumbo nos miolos. Então decidiu levar o corpo do policial para a janta, e passou a usar as roupas do mesmo, já que elas seriam jogadas no lixo mesmo. Foi então que Charlie finalmente realizou o seu sonho de ser policial, sem contar que ele estava com roupas em falta mesmo, unindo o inútil ao agradável.

No dia seguinte, Charlie acordou cedo e se dirigiu para um moinho velho perto da sua casa, que pertencia a um grupo de imigrantes holandeses que sua famíla devorou no passado. Lá, ficou o dia inteiro vadiando exercitando o ofício de policial e fingindo que era realmente um xerife. Em meio a suas brincadeiras, sua mãe lhe telefonou no dia seguinte,a visando que um grupo de vítimas adolescentes tinha chegado na cidade, para que ele não perdesse a chance de levar carne nova pra casa.

Charlie disse que estava ocupado demais e pediu para que a velha mandasse eles lá que ele estaria planejando uma emboscada. Luda Mae deu um jeito de enganar os trouxas e enviarem eles pra lá. Quando chegaram no local, Charlie ficou escondido com seu carro na atrás de uma moita. Afinal, ele viu que eles estavam em 5, e ninguém seria burro suficiente para se arriscar assim. Logo, esperou que dois dos patetas fossem procurá-lo no outro lado (como se trata de um filme da série O Massacre da Serra Elétrica, é óbvio que os dois iriam acabar encontrando a mansão de sua família), para se dirigir aos restantes. Enquanto esperava, Charlie acabou caindo no sono de tanto ouvir as lorotas que eram faladas por aquele grupo.

Charlie, a simpatia em pessoa.

Quando acordou, só estavam 3 por lá (sendo que dois deles já haviam ido pro saco). Logo, era a sua deixa para entrar em ação. Chegando lá, como de costume, usou um pretexto para torturar Erin e companhia. Após ter levado Morgan, Charlie telefonou para seu irmão caçula Leatherface, que matou Pepper mais rápido do que o Ligeirinho e começou a perseguir Erin, até finalmente capturá-la e levá-la para a janta.

Na casa dos Hewitt, Charlie torturou Erin mais um pouco enquanto os demais membros da família ficavam falando abobrinhas pelos cotovelos. Finalmente, Erin escapou, e Leatherface a perseguiu como de costume. Após 20 entediantes minutos de perseguição, Erin cortou um braço de Leatherface e conseguiu escapar. Chegando na estrada, pegou carona com um indivíduo aleatório. Quando viu que o idiota estava voltando para a cidade onde se encontrava a família, Erin deu um soco no motorista e tomou posse de seu caminhão. Charlie, que curiosamente estava ali perto, como se tivesse se transportado com toda sua família, resolveu averiguar com Luda Mae Hewitt e Henrietta Hewitt arás, de forma semelhante aquelas típicas vizinhas fofoqueiras. Enquanto isso, Erin fugiu do caminhão, roubou o bebê que Henrietta roubou de uma pessoa qualquer, e se apossou do carro de polícia de Charlie. Charlie não teve a menor chance: Erin o atropelou por três vezes e fugiu pelo horizonte com o bebê, pondo fim ao reinado de Terror de Charlie e deixando-o mais amassado do que panqueca americana no café.

Ver também[editar]


v d e h
BUUUUUZZZZZZZZZZZZZZ!!! O Massacre da Serra Elétrica...
Leatherface montagem 2.jpg