Cem Anos de Solidão

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Cem Anos de Forever Alone
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Capa genial do livro
Autor Gabriel García Márquez
País Bandeira da Colômbia Colômbia
Gênero Novela colombiana
Editora Dom Quixote
Lançamento 1988


Cem Anos de Solidão é um aclamado e elogiado livro (só não se sabe porque) que conta a história de uma família desde o primeiro até o último de seus descendentes. Uma família completamente irrealista, com personagens tão improváveis como Superman, que vivem em um ambiente mais improvável ainda. Este romance foi criado por ninguém menos que Gabriel García Márquez, que tirando alguns nerds, é um desconhecido mesmo já tendo ganho Nobel e tudo. Cem Anos de Solidão é comumente conhecida como a obra-prima da literatura colombiana, o que mostra a total falta de bons escritores tanto na Colômbia como em todo restante da América do Sul, quando um homem velho maconheiro, bêbado e comedor de prostitutas se torna o melhor escritor do seu país e passa a ser globalmente aclamado a ponto de ganhar um Nobel. O livro em si é comumente compartilhado entre escolas de todo o mundo para estudantes do ensino médio que devem desperdiçar meses de suas vidas lendo essa porcaria e analisando as alucinações delirantes de García Márquez com seus múltiplos José Arcadios e Aurelianos. Esta obra foi traduzida para 666 idiomas, um recorde para a sub-cultura da sub-literatura sul-americana.

O livro conta a história da cidade fictícia de Macondo (Maconha + Viado), desde a sua fundação até sua destruição por um tornado. Coisas estranhas acontecem no meio desses tempo, como pessoas que saem por aí flutuando, homens estranhos sendo perseguidos por borboletas amarelas, crianças nascendo com rabo de porco, etc. Para justificar as aberrações excentricidades na trama, o autor usa a desculpa de um artifício literário denominado de "dorgas manolo" "realismo mágico", na qual você pode escrever pura fantasia sem explicação nenhuma e ninguém pode te corrigir, por mais delirante e absurda que sejam.

Durante o curso do romance, percebemos que ocorrem coisas estranhas, surreais e irreais. Tudo isso porque, enquanto García Márquez estava escrevendo o livro, ele foi exposto a alucinógenos típicos da cultura colombiana, o que explica este livro ser amplamente aceito como representação da cultura da América Latina, mas tanta exposição aos tóxicos lhe causaram danos irreparáveis que afetou sua escrita. Desde então, em todos os seus escritos coisas estranhas acontecem, como pessoas voando, água entrar em combustão ou pessoas que conseguem lamber o seu próprio cotovelo. Para atender a essas deficiências.

O autor recebeu aclamação da crítica mundial mesmo que nenhum dos leitores tenham entendido muito bem o livro, e em face a isto, todos decidiram concordar que o livro era muito bom. Pablo Neruda ainda descreveu Cem Anos de Solidão como "Don Quixote do nosso tempo" para relacioná-lo com um outro livro que ninguém entendeu.

Enredo[editar]

O que aconteceria se o roteiro de uma novela latino-americana fosse transformada num livro? Mais do que isso, como se cinco roteiros de novelas latino-americanas distintas fossem colocadas num mesmo livro com as histórias separadas pelas gerações. O resultado seria um livro maçante pra caralho que não faria sucesso, então vem a genialidade de Gabriel García Márquez, que coloca uma pitada de acontecimentos surreais na trama, e assim surge a história.

A história começa muitos anos depois de enfrentar o pelotão de fuzilamento, José Arcadio Buendía e sua esposa (que também era sua prima) Ursula chegam a um povoado denominado de Macondo em busca da terra prometida. Lá encontram ciganos vendedores de gelo que ficam voando em seus tapetes voadores. Enquanto se adequavam à nova cidade a casa dos Buendía tornou-se uma fábrica de crianças devido ao gosto de Dona Ursula pelo membro viril do seu marido, que por alguma razão misteriosa García Márquez insiste em descrever constantemente. Assim daria-se origem à José Arcadio jr, Aureliano e Amaranta, sendo esta terceira uma lésbica que foi lutar na guerra e portanto recusou qualquer pretendente, morrendo solteira e sem descendentes.

Mais tarde, produto de incesto com uma prima distante chamada Rebecca, uma puta que dormia com a família surge uma menina com retardo mental que adora vagar nua e subir aos céus sem nenhum problema.

Finalmente, o livro perde todo o seu significado, sentido e lógico com a chegada de quase vinte Aurelianos e um número similar de José Arcadianos, um grupo de homens que afirmam serem todos filhos de Aureliano (o outro), mas todos Aurelianos morreram na competição de tiro realizada em Macondo durante quarta-feira de cinzas. A única maneira de salvar a esperança de um derramamento de sangue desnecessário é apenas pular algumas páginas que logo na frente há mais Aurelianos a surgir entre massacres, bananeiras, trens amarelos e borboletas obsessivas-compulsivas.

Fielmente todo esse delírio psicodélico termina quando o zumbi do cigano Melquiades retorna de sua sepultura (pela décima ocasião) e revela mágicos pergaminhos para Aureliano, que os ignora e prefere se dedicar à praticas incestuosas com sua amada tia ninfomaníaca que obviamente fica grávida (os ciganos desse livro inventaram de tudo, menos preservativos para os personagens incestuosos da trama), e assim finalmente, quando não podia mais comer a sua esposa e tia que estava com o barrigão materno, já que até para Aureliano fetiches tinham limite, ele teve a oportunidade de ler o pergaminho do cigano zumbi, manuscrito este que se revelou ser o próprio livro Cem Anos de Solidão numa aterrorizante metalinguagem. E assim prosseguiu o nascimento do seu filho que após tanto incesto nasceu sequelado com metade de seu corpo de porco.

Então os cogumelos alucinógenos de Gabriel Márquez acabaram, e o livro chegou a seu fim.

Personagens[editar]

São muitos os personagens presentes neste livro, mas podem ser resumido em apenas quatro palavras "Ursula, José Arcadio e Aureliano" já que todos personagens se chamam assim. A razão para García Márquez repetir tanto estes nomes tem muitas explicações, a primeira é que o idiota não sabia qualquer outro nome, então não tinha outra opção senão colocar os nomes que conhecia. A outra explicação é que Gabriel é um sádico que gozava quando as pessoas explodiam suas cabeças tentando descobrir qual José Arcadio e qual Aureliano era qual.