Carabina M1

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Mg42trpodstrtm3.jpg Carabina M1 é uma arma criada com o intuito de matar (ou não)

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A carabina M1 (para os que gostam de perder tempo falando coisas desnecessárias Carabina dos gringos .30 M1) é uma carabina (uau!) peso-leve semi-automática que se tornou a arma principal dos E.U.A e dos que tem jogos da Segunda Guerra Mundial no computador. Como era usada pelo exército, depois de ter ficado tosca perante os novos armamentos virou popular entre idiotas que acham que tendo uma arma "pesada" possam ser verdadeiros Rambos da vida.

História[editar]

Carabina M1 grudada numa parede vermelha com uma cola potente.

O rifle M1 Garand era a arma usada pelo temível e odiado exército dos Estados Unidos para invadir territórios ricos em petróleo e para matar soldados inimigos em nome da "liberdade e democracia". Ele era projetado para ter embutido nele um visor infra-vermelho com um radar que nem aparece nos jogos. Mas o dinheiro necessário para fazê-lo foi desviado para outros bens materiais que não ajudam nas guerras.

Sem o visor de qualidade fabricado pela Polishop, o M1 Garand ainda era massa. Enquanto os rifles dos outros países eram mais lerdos para atirar do que o Rubinho, o Garand atirava mais de mil. Mas ele tinha um problema. Como os americanos estavam entrando num estilo de vida mais sedentário e sem exercícios físicos, com as operações automatizadas, as pessoas não se acostumavam a carregar coisas pesadas.

E o M1 Garand era pesado. Com os soldados mais fracos, usar o rifle era um fardo. As indústrias bélicas precisavam de uma solução urgente antes que os militares ficassem fracos demais. Como o M1 era o fuzil mais irado e seu problema era o peso mais elevado, pegaram o M1 Garand, colocaram-o para fazer um regime à base de alface e água e pronto. O fuzil virou uma carabina e deram a ela o mesmo nome, tirando uma pequena parte, virando carabina M1.

Eles bem que podiam usar outras armas mais leves. O problema é que não existia nenhuma arma leve naquele tempo. Além de serem pesadas, as outras armas eram uma porcaria. Só o M1 Garand prestava, portanto ele seria a origem da cópia mais magra. E como era uma cópia. Se não fosse o tamanho, pessoas com pequenos problemas de visão confundiriam as armas uma com a outra.

Benefícios[editar]

O começo da morte para quem não portava uma Carabina M1.

Antes da Carabina M1, quem se alistava para ser paraquedista na guerra, mensageiro ou outra profissão sem se envolver em batalhas pesadas ou era um maluco, ou era pobre e precisava de um emprego, ou desempregado, ou cheirava gatinhos. Encarar esses trabalhos era coisa de burro, mas muito burro. Hoje pode ser legal, mas antes...

Para resumir porque era algo idiota, aqui estará algumas razões. Se a profissão não fosse para o exército, marinha, forças especiais ou outra coisa que envolva tiros, tudo bem, o trabalho era legal. Mas quando envolvia guerra e combates, o voluntário precisava de armas. Aí estava o problema. Não existia armas decentes para a função dessas pessoas. O paraquedista, por exemplo. Se usava uma arma normal, ela era tão pesada que o para-quedas não possuía função alguma. O homem ficava tão pesado que se esborrachava direto no solo, sem chance de sobrevivência. Nem adianta fazer macumba.

Alguns falarão que os paraquedistas e afins poderiam usar armas mais leves, como pistolas e revólveres. Mas essa gente esqueceu de que os soldados usam armas muito mais potentes. O paraquedista poderia enfrentar alguém com uma metralhadora pesada ou um fuzil, mas o resultado do combate não seria agradável para o homem com pistola. A mesma coisa com os outros trabalhos. Daí veio a necessidade de uma arma pequena, mas com alguma decência, porque uma pistola é um lixo numa batalha.

Como a carabina M1 era pequena o suficiente para que os caras trabalhem sem competir na categoria carregamento de peso, o problema foi resolvido. E como cópia da M1 Garand, podia matar algumas pessoas sem apelar para a sorte. E esse armamento não ficou restringindo a apenas uns malucos que poderiam trabalhar com segurança mas não o fazem (se bem que se trabalhassem na cidade normalmente, seriam assaltados e sequestrados). Como os militares tinham uma vida sem muitos esforços físicos, eles pegaram a carabina por ser menos pesada.

Medidas[editar]

As medidas e niveis da Carabina M1 em algum jogo.
  • Tipo: Carabina (ninguém sabia essa).
  • Lugar de origem: Fábrica de armamentos.
  • Tempo de serviço: 1900 e guaraná com rolha até hoje (nos museus)
  • Quem usa: Antigamente era o exército. Agora traficantes e qualquer um pode usá-la.
  • Guerras: Guerras universais, guerra da Wikipédia e brigas de rua.
  • Design: Velho.
  • Produção: Fábricas clandestinas.
  • Aquisição: Pela internet.
  • Unidades fabricadas: Desconhecida (não contaram).
  • Peso: 1 Kg, até fracotes a carregam.
  • Sistemas de alimentação: Armas não possuem sistema digestório.
  • Calibre: Pode ser .50 ou então .30 .

Características[editar]

Algum desconhecido com uma carabina M1. No fundo ele está rezando para que o disparo alcance o alvo.

Como a Carabina M1 era pequena, seu tiro não era forte. Para matar uma pessoa, precisava de cinco disparos no peito. Se fosse nos pés, então era uns quinze. Com colete nem se fala. Mesmo com uma potência fraca, ela era melhor do que uma pistola, cujo disparo nem alcançava o alvo, e se alcançava não perfurava o pêlo da pele, e se o alvo não tinha, pelo, não perfurava a pele, e se pasassa a pele, não...

E a arma ainda era fraca em outras coisas. Além da munição para matar formigas, o tiro não ia muito longe. Alguém que estivesse numa extremidade do estádio do Maracanã dava um tiro com a carabina M1. o disparo alcançava a trave do gol oposto. Se fosse de uma arma comum, a bala chegaria na trave do gol oposto, ricochetearia e atingiria a trave do gol aonde está o atirador e voltaria à trave do gol oposto. Mas se atirasse de uma pistola, o tiro nem alcançaria o meio-campo.

A carabina M1 não foi feita para uma luta comum, aonde as pessoas trocam tiros. Sendo uma arma mais fraca, ela servia para a defesa, assustando o inimigo e dando tempo para o atirador fugir correndo pra caralho. Ela só era usada pelos soldados comuns porque eles estavam fracos demais para usar uma arma mais pesada (leia-se: decente)

Portanto, essa carabina não era para ser a arma principal, e sim apenas uma reserva no caso do armamento principal não ter munição ou na perda de qualquer outra arma. Mas lembre-se de que os combatentes viviam de McDonalds e televisão. Por causa disso, nesse período os Estados Unidos não invadiam países, apenas pagavam mercenários para realizar o trabalho.

A munição da carabina M1, apesar de ser fraca, era resistente á maresia, ácido sulfúrico, suco gástrico e catarro. Só a resistência à maresia bastava. Por isso a carabina foi muito usada nas batalhas próximas ao mar. As munições das outras armas não resistiam tanto a ferrugem e em alguma hora ficavam enferrujadas dentro do cano do fuzil, o que era um aborrecimento para os soldados sem a M1. Depois de algum tempo esse problema foi resolvido usando um creme contra a ferrugem.

Decadência[editar]

Alguém depois de comprar a nova Carabina M1 reclamando com os fabricantes.

Como dito antes, a carabina M1 era muito fraca. Isso todo mundo sabia, mas num determinado momento começou as reclamações. Primeiro foi alguns combatentes. Eles faziam todo certinho, emboscavam o adversário e na hora do golpe final (parece coisa de desenho esse golpe final) a M1 não fazia certo. Por mais escroto que pareça, o ar parava o tiro e o desintegrava antes dele chegar no alvo.

Quando a pressão atmosférica estava fraca demais para parar o disparo, o inimigo fazia um colete à prova de balas muito rudimentar colocando um pedaço de madeira na frente do corpo (se isso pode ser chamado de colete). Incrivelmente o pedacinho de madeira parava o tiro da carabina. Isso foi um motivo para as tropas quererem outras armas, mesmo pesadas demais. Aí a carabina M1 foi perdendo espaço.

Para reverter a situação e continuar lucrando, os fabricantes do armamento fizeram uma cópia da arma e colocaram um nome diferente. Dessa vez não deu certo. Como precisavam instalar algo novo na Carabina M1, pegaram peças de uma metralhadora e enfiaram dentro da M1. Isso não convenceu ninguém, mas a tentativa desesperada dos fabricantes de salvar sua grana comoveu os atiradores, que por pena usaram mais um pouco a arma.

Mas a paciência dos militares tem limite. Mesmo instalando peças de metralhadora na carabina M1, a indústria que produzia a arma não entendia porcaria nenhuma de metralhadora. Experiência no manuseio nem se fala. O que era para melhorar piorou, e essa carabina ficou um lixo. O cano entortou, o gatilho caía, a mira desregulava, a coronha dava ferrugem e o design ficou muito feio.

Uma das cópias falsificadas variantes da Carabina M1, repare como ficou feio esse negócio enorme em cima.

Nem precisou passar uma semana para que todas as carabinas M1 fossem abandonadas e incineradas. Ou melhor, nem todas. Alguns batalhões, por xingar demasiadamente seus superiores, estes os puniam não enviando fundos para a aquisição de armas no mínimo funcionais. Para uma solução urgente, esses batalhões usaram umas carabinas M1 durante algum tempo, até realizarem um roubo ao banco e roubarem arrecadarem dinheiro para a compra de armas um pouco melhores.

Funcionamento e outras coisas complicadas[editar]

A carabina M1 tem o funcionamento igual da M1 Garand. Existem algumas diferenças entre elas mesmo assim. No sistema a gás é um exemplo. Para não pesar muito a arma e evitar uma combustão que pudesse virar um incêndio, a quantidade de gás de repolho com ovo necessária para funcionar a arma é menor do que na Garand.

Outra coisa diferente é a quantidade de munição que cabe na arma. Como a carabina é mais fraca que o fuzil, precisa de 42 a 51 tiros para matar. É um porre recarregar uma arma toda hora, por isso cabe mais munição na carabina M1. Mas mais munição deixaria ela mais pesada, então a bala usada na carabina é uma pedrinha um pouco maior que um grão de areia. Isso foi algo melhor, assim fica mais difícil para mestres da luta pegar a bala em pleno ar.

Uso civil[editar]

Apesar das forças armadas não usarem mais essa antiguidade, por ser uma arma antes usada por militares, muita gente a achava um armamento irado. Como queimar todas num incinerador iria gastar muita gasolina e o petróleo está caro, o pessoal do exército achou mais lucrativo vender o que restou para cidadãos desconhecidos. Então venderam os exemplares restantes para lojas de armas.

As vendas foram muito boas, dando muito dinheiro para a insegurança nacional. Uma parte da propaganda de vendas era mostrar pessoas famosas portando Carabinas M1. Nos comerciais da TV, aparecia Zé Pequeno com uma dessas dominando as bocas. Em outra para países islâmicos, aparecia Osama Bin Laden do lado de uma M1 discursando em um vídeo. O que ajudou a disparar as vendas.

Variantes[editar]

Variantes são cópias fajutas que possuem só algo pequeno de diferença. Algumas estão listadas aqui.

  • M1A1: Era uma M1 normal, mas a parte de trás havia sido serrada. Usada por quem não gostava da parte de trás (sem trocadilhos).
  • M1A2: Podemos ver a criatividade dos fabricantes em nomear as cópias. Era uma M1 comum, mas não conseguiram pensar no que mudar e não foi fabricada.
  • M2: Uma que atirava um pouco mais rápido, e só.
  • M3: Só botaram um telescópio em cima e deram esse nome.