Calisto (satélite)

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Calisto é um planeta que pagou muito pau para Júpiter e acabou virando um de seus satélites. É do tamanho de Mercúrio e abriga uma raça de bactérias que compõem um óleo negro capaz de entrar em humanos através da visão e tomar seu controle transformando-os numa espécie de zumbis.

Descoberta[editar]

Calisto totalmente fashion.

Calisto foi descoberto em janeiro de 1610 por Galileu Galilei, junto com seus três irmãos. Galileu nessa ocasião utilizou seu engenhoso sistema de telescópios hereges para desmentir o papa e assim provar que Deus não existe. Posteriormente a Igreja descobriu que Deus também criou Calisto, e o Vaticano lançou em nota oficial uma retificação desculpando-se por ter queimado Galileu. Posteriormente inventou-se que foi Giordano Bruno é quem foi queimado pela igreja para tentar despistar.

Posteriormente, um tal de Simon Marius escreveu seu nome na Wikipédia e eventualmente ficou com os créditos da descoberta de Calisto.

Nomeação[editar]

Galileu que era sem graça queria que se chamasse "Jupiter IV". O nome Calisto foi proposto por Simon Marius como uma homenagem ao seriado Xena, uma lirinha da qual Simon sentia tesão. O nome foi bem aceito, já que a Callisto do seriado era uma das amantes de Zeus (Júpiter).

Exploração[editar]

Calisto na época que orbitava a Terra junto com a Lua.

Depois das observações de Galileu só em 1970 com as sondas Pioneer 10 e Pioneer 11 que Calisto voltou a ser observada. A utilidade delas foi de quase nada, pois espiões da KGB haviam sabotado e hackeado essas sondas e elas acabaram mandaram para a NASA fotos do Mickey Mouse.

10 anos depois (1979-1980) foi a vez da sondas Voyager 1 e Voyager 2 tentarem descobrir algo sobre Calisto, mas a única coisa que conseguiu registrar foram as mais de 5.000 discotecas e danceterias que funcionam no satélite.

Animados com a descoberta das Voyager, em 2005 a sonda Galileu passou por Calisto para com a tecnologia do Google Earth fotografar os habitantes de Calisto em sua intimidade. Porém, os jupiterianos descobriram os sórdidos planos dos terrestres e abateram a sonda Galileu que caiu em Ganimedes, e ainda abriram em Coruscant uma ação contra Terra por ter ferido o acordo intergalático de não invasão de privacidade. O processo ainda corre em justiça. Caso condenado, a Terra pode pegar de rebaixamento para planeta anão a ser explodido pela Estrela da Morte.

Apesar disso tudo, muitos cientistas botam fé na criação de futuras bases tripuladas em Calisto, os mesmos cientistas que contribuíram para a farsa do homem na Lua. Eles já contactaram os melhores estúdios de Hollywood para contribuir nessa nova farsa.

Características[editar]

Calisto abaixo e a esquerda, comparado com Júpiter ele é menor que uma de suas espinhas.

Superfície

Calisto é a maior bola de discoteca do sistema solar, é recheado de grandes pontos brilhante onde acreditam-se ser antigas cidades de Klingons hoje dominada pelos jupiterianos.

Depois da Lua, é o satélite do sistema solar com o maior número de crateras em forma de donuts catalogadas, o que indica traços de sua formação.

Possui um oceano de mijo de rinoceronte, indicando um descaso dos habitantes locais com planejamento e saneamento básico. Mas outras teorias indicam que o coeano é essencial para manter o equilíbrio hidrostático do satélite.

Atmosfera

A atmosfera rica em dióxido de carbono indica a presença de muitos carros, usinas de energia a base de carvão, muitas indústrias e muitas vacas.

Uma agradável brisa sudoeste mantém o clima do satélite ameno em relação aos outros três grandes satélites jupiterianos.

Órbita

Calisto não é afetado pela ressonância orbital jupiteriana, nem pelo campo magnético doa planeta, e por isso ao contrário dos outros três grandes satélites Io, Europa e Ganimedes, Calisto é o único onde os seres vivos anão precisam assumir uma forma verde para sobreviver.