Cagnazzo

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Cagaço, a Tartaruga-Rei


Cagnazzocosplay.jpg
Nome Completo Cagnazzo
Classe Demônio
Terra Natal Inferno
Parceiros Golbez
Rubicante
Scarmiglione
Barbariccia
Parentes Mortos, ele mesmo os comeu
Inimigos Humanidade
Equipamento Preferido Usa só as patas e a língua
Habilidades Arrotar lodo

Cagnazzo, o Rei Afogado (カイナッツォ no Japão) é mais um dos lambe bolas de Golbez em Final Fantasy IV, um demônio da água que assume a forma de uma estranha tartaruga gorda azul que faz cover do Blastoise. Apesar de não ser grande coisa em termos de força ou habilidade, morrendo após levar qualquer choque, esse bicho é razoavelmente inteligente, pois conseguiu enganar um reino inteiro por meses, usando um disfarce e fingindo ser um rei que o mesmo havia matado com as próprias patas. E ninguém percebeu que o antigo rei de 1,20m agora media 9,45m, tinha a cara azul e arrotava lodo.

Vida[editar]

Assim como todos os outros demônios elementais, Cagnazzo surgiu de um elemento específico, no caso a água, mais precisamente do Oceanus Procellarum, um oceano perdido nos anais do mundo. Assim que nasceu, Cagnazzo foi enviado para o centro do mundo por seu pai, Koopa Troopa, que sabia que o destino de seu filho era destruir toda a humanidade, pois todos humilhavam seus companheiros de espécie híbridos com humanos, Rubens Barrichelo e Felipe Massa.

Cagnazzo prepara seu ataque mais poderoso e destrutivo, a hidrobomba.

Ao começar a vagar pelos oceanos em busca de prazer e destruição, palavras que para ele são sinônimos, este demônio vai afundando todos os barcos que enconta pelo caminho, matando e esfolando qualquer humano que se recusasse a morrer afogado. Desta forma, Cagnazzo aterrorizou os sete mares por muitos meses com sua cara feia, o que chamou a atenção de Zemus, um vilão vagabundo que fica apenas parado na superfície lunar, controlando criaturas terrestres para que estas façam o serviço sujo em seu nome e promovam a destruição completa do planeta e de seu povo inferior, a sua maior ambição.

Não podendo aguentar ao poder do controle mental alienígena, o até então orgulhoso demônio Cagnazzo vira apenas mais um cachorrinho sob o domínio de Zemus, que faz qualquer coisa que seu patrão mande, mesmo que seja chupar o próprio pau e morrer na tentativa. Agora apenas mais um lacaio, Cagnazzo é ordenado a integrar o grupo de k-pop dos quatro demônios elementais, fazendo parceria com Rubicante, Scarmiglione e Barbariccia, outras aberrações fortes que originaram-se dos elementos naturais.

A primeira ordem que Cagnazzo recebeu de Zemus foi a de ficar sob o chicote de Golbez, que era mais uma marionete, e ajudá-lo a assumir o comando do reino de Baron, pois com as canoas voadoras de guerra daquele lugar, a dominação mundial seria muito mais simples e fácil, sem maiores complicações. Assim, a primeira tarefa de Cagnazzo foi a de, na miúda, assassinar o atual rei do lugar, e assumir o seu posto, vestindo-se com as roupas do defunto. Foda-se que ele não conseguia mudar a cara de demônio, e era mais de oito metros mais alto do que o rei morto, o programador do jogo não botou no script que os bonecos de Baron devem notar estes detalhes, devem apenas obedecer sem questionar.

Posando pra foto de perfil com seus parceiros de crime.

Iniciando sua empreitada para espalhar o caos e o terror pelo planeta, Cagnazzo, em sua primeira ação como rei, convocou Cecil, o capitão do exército do reino, e ordenou que ele fosse roubar um cristal em um reino distante, matando qualquer um que aparecesse pela frente, e queimando os corpos mortos para não deixar evidências. Apesar de achar a ordem estranha, já que o seu rei sempre foi um boiola defensor dos direitos humanos que possui aversão a violência, Cecil não podia desobedecer uma ordem direta, pois isso faria com que ele fosse mandado para a forca por traição. Então, o cavaleiro negro, como um bom capacho, apenas foi cumprir as suas ordens, executando sua missão sem maiores problemas, apesar de deixar escorrer uma lagriminha quando foi obrigado a matar um velho e a chutar um cachorro.

Feliz com a missão cumprida pelo seu servo, Cagnazzo o recompensou enviando-o para mais uma missão suicida, desta vez em uma na qual, com a companhia de Kain Highwind, ele deveria fazer o papel de carteiro, pois os mesmos estavam em greve, entregando um pacote misterioso na Babilônia, um vilarejo no qual viviam alguns satanistas que, quando sacrificavam virgens e nerds e bebiam de seus sangues, podiam invocar criaturas demoníacas monstruosas e poderosas. Apesar do cagaço, mais uma vez sem questionar porra nenhuma, Cecil e seu velho amigo foram para a bendita aldeia, e chegando lá, eles não aguentaram a curiosidade e abriram o pacote, apenas para descobrir que ele estava recheado de bombas. Largando o pacote no meio da rua, pois não queria ser pegos na explosão, eles correram até o abrigo mais próximo, e assistiram de camarote as bombas explodindo e matando geral, com exceção de uma garota retardada, chamada Rydia, que para vingar-se dos caras que mataram sua família e amigos, invocou Titan, um puta grandalhão de uns nove metros que, com um pisão, quase matou Cecil e Kain, deixando-os a beira da morte.

Acreditando que tinha matado dois coelhos com apenas uma cajadada, pois Cecil também era uma ameaça para os seus planos de destruição global, Cagnazzo comemorou em seu castelo usurpado, gastando o ouro do reino para fazer uma orgia com muitas putas pagas e álcool a vontade. E assim ele ficou aproveitando o seu domínio sobre o reino de Baron, mas para garantir que não teria nenhuma surpresa desagradável enquanto tava na putaria, ele deixou que Baigan, um monstro inútil, cuidasse da guarda do castelo, matando qualquer um que se aproximasse de sua sala.

Luta[editar]

Cagnazzo preparando sua tsunami para afogar alguns vermes insolentes que desafiam a sua vontade.

Após alguns meses no trono, acreditando que seus inimigos estavam mortos e enterrados, enquanto estava cheirando uma carreira de cocaína no rabo de uma puta, eis que Cagnazzo é surpreendido pelo grupo de protagonistas, liderado por Cecil, que estava querendo explicações sobre as mortes e os roubos de cristais que o rei estava promovendo. Não muito feliz em ter seu entretenimento interrompido, Cagnazzo não vê mais razões para manter o seu disfarce como humano, e mostra para a galera a sua real aparência, de uma tartaruga azul gigante que arrota logo e peida algas marinhas.

Para dar um maior impacto emocional a batalha que iria acontecer em instantes, Cagnazzo ainda provoca Cecil, dizendo que matou seu querido rei a sangue frio e o comeu com batatas e cenouras no jantar, e usou os seus ossos para palitar os dentes ao final da refeição. Agora levando a treta para o lado pessoal, Cecil lidera a investida contra o demônio elemental da água, e com os seus conhecimentos em pokémon, sugere que os magos de seu time fiquem eletrocutando a tartaruga, pois monstros aquáticos são fracos contra a eletricidade. A estrategia funciona melhor do que o esperado, e após entrar em choque, Cagnazzo vira farinha, lamentando-se por não ter usufruído mais um pouco dos benefícios de ser rei.

Renascimento[editar]

No fechar das cortinas, quando o chefão final Zemus se sente encurralado pelos protagonistas, ele resolve usar a carta Monstro que Renasce que estava escondida em sua manga, ressucitando todos os demônios elementais em uma tacada só, entre os quais incluem-se nossa querida amiga tartaruga. Porém, Zemus esqueceu de considerar que enquanto estavam no limbo, Cagnazzo e seus amiguinhos não evoluíram nada, enquanto que os heróis haviam farmado pra caralho matando monstros fálicos, e estavam bem mais poderosos do que antes, quase no nível máximo e com equipamentos lendários. Ou seja, bastou uma paulada na cabeça para Cecil e seus companheiros enviarem Cagnazzo e os outros inúteis de volta para o inferno, de onde os mesmos nunca mais saíram.