Benoît Tréluyer

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Francia d.JPG ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!

Benoît Tréluyer
Tréluyer em Le Mans.jpg
Acho que aprovou o artigo...
Nascimento 7 de dezembro de 1976
Alençon, Bandeira da França França
Nacionalidade Bandeira da França França
Ocupação Piloto

Cquote1.png Você quis dizer: André Lotterer francês Cquote2.png
Google sobre Benoît Tréluyer
Cquote1.png Você quis dizer: Sobrevivente em Le Mans Cquote2.png
Google sobre Benoît Tréluyer
Cquote1.png É a 1ª pessoa que conheço que tem nome com circunflexo no “i”! Cquote2.png
Você sobre Benoît Tréluyer
Cquote1.png Você traiu o movimento Peugeot, veio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Benoît Tréluyer

Pra começarmos, esse artigo fala de um fenômeno raro da natureza: pessoas que tem um “i” com acento circunflexo no nome. Pois é: BENOÎT TRÉLUYER é mais que isso: é um piloto que corre lá no Japão na Itaipava GT Japão e na Fórmula 1 Kamikaze Series. Nascido em 7 de dezembro de 1976, em Alençon, França, é o piloto favorito dos Otakus franceses e uma referência para os de Alençon. Na Fórmula Audi Nas 24 Horas de Le Mans, é o atual campeão junto com André da Loteria e Marcelo Falso, o trio sobrevivente da Temporada de Caça a Audi, que vitimou 6 pilotos, provocando destruições de 2 carros, 1 piloto ferido na pista e vários mecânicos feridos em briguinhas dignas de Automobilismo americano. Vale ressaltar que ele traiu o movimento Peugeot, ou seja, precisou ir pra maior rival pra ser campeão.

Antes de Pilotar[editar]

Dizem que ele está nessa foto. O que eu vejo são 2 japas muito gostosas! (redundância: A gente vê por aí!)

Quando criança, Benoît era criança, foi mais um que se tornou membro da “Geração Bioman”, que ajudou a formar uma nova geração Otaku no país, e que, misteriosamente, faria parte de uma geração de pilotos de lá, que se frustaram por nunca conseguirem ser Mangakás. Emocionado ao ver Alain Prost se irritando com Ayrton Senna na Fórmula 1, resolve seguir essa vida também, já que dinheiro nunca lhe faltou, e podia torrar um extra na tentativa, que a princípio é frustrada, de ser piloto. Comprou um Kart (reparem que quase todos os pilotos compram: raro é ver gente que construiu ou roubou) e foi pra uma pista lá em Alençon, uma espécie de Pará da França. Ou seja, um lugar quase sem automobilismo e com os chefes do esporte de lá envolvidos com corrupção, no caso deles, desvio de verbas pra comprarem perfumes. Mas ele conseguiu superar toda a corrupção e foi correr na cidade grande, onde ganhou muitas corridas. A concorrência, espantada com aquele garoto meio caipira que nunca correu contra rivais com mais potencial pra seguir a carreira tinha comprado os comissários pra aceitar que ele entrasse com um kart mais potente, com Papeletas Azuis (qualquer semelhança com choro de perdedor no futebol brasileiro não é mera coincidência). Já era hora de avançar, e, na noite que ele disse que já estava na hora de progredir, recebe a chance pra pilotar na Fórmula Renault Escargot Series

Na Base[editar]

Como todo piloto que se preze, foi aprender a correr na base: na base da porrada e da cobrança dos chefes de equipe que estão cagando e andando pros pilotos, eles querem mesmo é o dinheiro que eles trazem: Estreou num carro da categoria com chassi da Renault na F1, mas, com um motor Gordini com 40hp de pura emoção. Temendo essa mistura explosiva, consegue um contrato melhor, pra correr na Fórmula 3 Escargot Series, onde, no 2º ano, ganhou a lendária corrida do Pau em Pau, no tradicional Bengalelê Motumbo Street Course. Como a corrida valia o triplo de pontos, foi campeão com considerável facilidade. Querendo expandir sua cultura Otaku, resolve seguir carreira no Japão, já que lá tem a 2ª Fórmula 3 que mais colocou pilotos na F1, e é muito mais barata que a Inglesa, que colocou mais gente, já que se você comprasse um eletrodoméstico lá, a empresa que a produziu te patrocina. E, finalmente estreia na Fórmula 3 Otaku Series. Com o patrocínio de uma empresa que desenvolve Gamesharks, ganhou quase todas as corridas e transformou a categoria em Fórmula 3 Toreruaye Series. Por já estar estabelecido no Japão (leia-se: casado com uma japa e ter feito figuração em algum Tokusatsu), resolve seguir carreira por lá e, quando voltar ao seu país pra repor seu estoque de comida francesa, daria um pulinho em Le Mans, pra correr umas 24 Horas por lá.

A Carreira[editar]

Fórmua Nippon[editar]

As disputas são tão nonsenses que vão além da pista...

Como tinha desistido da comercial Fórmula 1, e percebeu que tinha vencido 16 das 20 corridas da Fórmula 3 local porque os japas eram meio suicidas, concluindo que a fórmula do sucesso era “sobreviver” a categoria, resolve correr na Nippon, achando que era só sobreviver, mas lá, a parada era um pouco mais Carmaggedon, ou seja, não conseguiu ser ninja pra escapar das lutas entre Samurais que rolavam nas pistas. No ano seguinte, foi treinar num Dojo kartódromo pra poder entender o jeito dos japas pilotarem. Resultado: foi vice-campeão. Pelo menos saiu ileso da pista, e voltam os planos pra ser campeão da categoria. No ano seguinte, começou uma rivalidade com André Lotterer, que, um dia, numa corrida de 24 horas na França, seriam super amiguinhos, num ano que foi conhecido como “O ano dos estrangeiros no Japão, quando ele, Lotterer e um outro cujos olhos não são puxados, ficaram em 1º, 2º e 4º. Após mais um ano de figuração, onde, em 1 corrida pontuou mais que nas outras juntos, começa a ser o guia turístico de Loïc Duval, parente do vocalista do Alice in Chains, e, esse convívio, ajudou muito: finalmente foi campeão, e, pra celebrar, mandou um sensacional “TOCA PHOENIX!”, bem ao estilo “TOCA RAUL!” pra banda de J-Rock que estava fazendo o show de encerramento. Depois disso, os franceses tomaram de assalto o campeonato pra eles, já que o comedor de Escargot que ele acolheu no Japão ganhou em 2009. Atualmente, está fora da categoria, está apenas comandando de fora a legião estrangeira que quer tomar a Super GT dos japas de novo.

Super GT[editar]

Na Super GT, enquanto os japas cometem berbáries

Segundo ele, uma das maiores tristezas da sua carreira foi nunca ter pilotado na JGTC (mas, porra: as 2 não são as mesmas coisas e a única coisa que muda não é só o nome?). Precisou ele ralar em triplo (Le Mans, Nippon e JGTC Super GT) e ganhar dinheiro em triplo pra ele ser campeão na Fórmula Kamikaze Nippon. Enquanto ele lutava nos monopostos, nada fazia nos GTs. Após ele e Satoshi Motoyama, seu parceiro japa, que ele tentava converter ao lado Estilo de Pilotagem Francesa da Força, fazerem figuração de novo, chega o ano que eles finalmente foram campeões da JG, digo, Super GT, se tornando o Imperador Toreruyeru no automobilismo local. Depois disso, estava tão focado em ser leal a Peugeot, migrando pra Audi no ano seguinte, que se esqueceu da categoria, a dando de presente pro Duval em 2011 e querendo que Zyoao Pauro de Oribeira Du Burajiru!!! não vença mais. Está 1X1. Será que ele vai conseguir mostrar que não é só no futebol que brasileiro não consegue vencer francês?

Le Mans[editar]

Com Audi é fácil. Quero ver ganhar no geral com um LMGTE Am...

As vezes, batia a saudade de casa, do escargotzinho frito da mamãe, e, pra renovar o estoque de comida lá no Japão, voltava ao seu país, comprava tudo e ia dar uma passada em Le Mans pra correr as 24 Horas locais. Enquanto tomava porrada dos japas, estreou em LM pilotando numa Víbora, que não foi tão peçonhenta assim, só conseguindo a 4ª colocação na categoria. E, assim, foi embora. Volta no ano seguinte pra pilotar na Fórmula Audi LMP1, tendo como patrão o tetracampeão Enéas Carneiro Henri Pescarolo, achando que ali seria tetra também, na esperança de ouvir Galvão Bueno berrar Cquote1.png É TETRA!!! Cquote2.png como uma virgenzinha histérica quando ele chegasse lá. E foi tetra: 4 edições seguidas sem vitória (2004 e de 2007 a 2009). Ayari/Comas, Primat/Tinseau (2 vezes) e Pagenaud/Boullion agradecem. Em 2009, ele abandonou achando que a montadora francesa com o 908 HDI FAP Fap Fap não tinha a menor chance de derrotar a Audi, e resolveu nem perder seu tempo. Depois de vê a merda que fez, e migra pra Audi, crente que entraria no carro do Tom Kristensen, mas, era pra ficar no carro de seu maior rival nas pistas japas: André Lotterer, e que ainda tinha o Fässler pra ser o bombeiro do trio, e impedir que as picuinhas orientais não chegassem na cidade francesa. Após perder pra Rockenfeller/Bernhard/Dumas em 2010, conseguiram sobreviver a 2011, edição marcada pela conspiração pra tirar a Audi da corrida, mas, tiraram só 2 carros da corrida, esqueceram do deles. Sorte de campeão...