Beijo de Poseidon

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Um beijinho gostoso bem molhado

Cquote1.png Você quis dizer: A merda bate na água e a água bate na bunda Cquote2.png
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Cquote1.png Experimente também: Efeito Tchibum Cquote2.png
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O beijo de Poseidon é um fenômeno bastante conhecido, como uma gratidão do deus dos mares e oceanos e todas as águas da mitologia grega a aqueles que dão oferendas a ele. Em especial aquelas oferendas do gênero colifórmicas.

Como surgiu?[editar]

Nos tempos da Grécia antiga, os moradores de Atenas quando iam pro mar Egeu fazer suas necessidades fisiológicas de número dois, costumeiramente recebiam uma resposta do deus Poseidon de sua oferenda fecal. Logo eles, emocionados, perceberam que haviam sido agraciados com um ósculo divinal. E assim passariam a celebrar sempre que possível a festa em homenagem ao deus dos mares realizando uma chuva de cuzimentos rumo ao mar Egeu.

Logo os romanos – maiores imitões dos gregos – fariam o mesmo, ao realizar a “Neptunada”, a cagada celebração ao deus Netuno (clone pobre do Poseidon). E assim outros povos foram criando suas versões a medida que o Império Romano ia ficando monstrão.

Riscos[editar]

A prática tem muitos riscos pra os que por algum motivo curtem ganhar uma lambida aquosa, pois que se a água já tiver muito suja ou infectada, seu cu não será perdoado. E não, não é no nível homossexual da parada, mas dependendo do caso né…

Acredita-se que possa a prática causar hemorróidas e inflamação na veia bostérica, o que pode ser demasiadamente perigoso para os que porventura recebam esse ósculo maroto no rabo.

Ver também[editar]