Batman: Arkham

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Virtualgame.jpg Batman: Arkham é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, alguns zumbis infestam cidades de novo.


Bátma no Arcã
Batman Arkham logo.png
Logotipo da série
Gênero Batman dando porrada em bandidos
Desenvolvedor Rocksteady Studios
Publicador Warner Bros. Interactive Entertainment
Plataforma de origem PlayStation 3, Xbox 360
Primeiro lançamento Batman: Arkham Asylum (2009)
Último lançamento Batman: Arkham VR (2016)

Cquote1.png Batman! Onde você guarda tantos itens? Cquote2.png
Bárbara Gordon no papel de Robin sobre a quantidade exagerada de itens que o Batman consegue tirar do cu

Batman: Arkham é uma série de jogos de Bátimã dando porradinha em capangas sem parar. Inicialmente foi recebido com bastante ceticismo pelo público, que considerou o jogo como uma espécie de Superman 64 em HD, todavia, graças a uma massiva campanha de marketing e filmes do Bátimã no Youtube que popularizara,m o herói, a franquia acabou se estabelecendo e crescendo.

Produção[editar]

Com a Marvel Studios e a Warner Bros fazendo toneladas de dinheiro com seus filmes para criança baseados em super-heróis, graças a um nicho conhecido como "nerds", que são seres que após serem zoados na escola venceram na vida (por serem nerds) mas então não tem onde enfiar o seu salário, afinal não possuem mulher para sustentar nem festas para frequentar, essa nova classe econômica ocidental torra sua grana em nerdices, o que inclui filminhos infantis de heróis. Percebendo esse novo paradigma a Warner Bros. Interactive Entertainment que faz jogos de videogame decidiu lançar sua franquias de jogos do Bátimã com historinhas baseadas nas principais HQs do herói e no clássico "Batman na Feira da Fruta", adaptado para videogame

Enredo[editar]

O primeiro jogo conta a história do Batman preso no asilo de Manaus que foi tomado por uma rebelião chefiada pelo chefão da Família do Norte de codinome Curinga. O Batman deve então honrar a memória de Ubiratan Guimarães e espancar as centenas de marginais rebelados e amotinados, embora quebrar ossos, aleijar, cegar e espancar até que desmaiem não é necessariamente matar, até executar o chefão do crime Curinga na cena final.

No jogo seguinte, em Batman: Arkham City, como o Curinga é obcecado em comer a tia do Batman, este deve vasculhar a cidade inteira a procura de sua tia, para certificar-se que a mesma fique em segurança.

Depois veio um caça-níquel, o Batman: Arkham Origins, que é uma prequela chata e sem graça, sobre o Batman quebrando ossos de bandidos ainda jovem.

E em Batman: Arkham Knight o vilão principal passa a ser o Espantalho, que tem como objetivo drogar a tia do Batman numa festa rave, para conseguir se aproveitar da velha indefesa, e cabe ao Batman se aproveitar do sucesso de Velozes e Furiosos para tirar onda com o seu Batmóvel.

Jogabilidade[editar]

Arte conceitual do jogo Batman: Arkhan Swing Club, cancelado depois que a Steam parou de vender jogos eróticos.

Os jogos de Batman Arkhan são de tortura de presos e marginais, sendo um jogo coibido pelos defensores dos direitos humanos, pois o Batman tem como objetivo espancar, aleijar e inutilizar qualquer marginal, bandido, delinquente e pária da sociedade que passar pela frente dele. Os controles são simples e portanto direcionados a um público n00b (os fãs de Batman e esse heróis infanto-juvenis) onde apertando só um botão você resolve todo um combate contra uns 5 ou mais capangas. Acredita-se ser o fundador de um novo gênero de jogos, de porrada misturada com quick-time-event.

Destaca-se o detalhe de que o traje de Batman vai gradualmente desgastado durante a aventura, tanto que na primeira versão do jogoo Batman está lutando contra o Joker só de cueca.

Gadget[editar]

  • Batarang - Um bumerangue metálico para induzir ao coma eterno algum bandido malandro azarado. Pode ser comandado remotamente, fazendo o Capitão Bumerangue ser um inútil, servindo assim para acionar botões e trazer a cerveja sem que precisa levantar do sofá.
  • Sonic Batarang - Apesar de que iria fazer muito sentido ele ser rápido ele tem a mesma velocidade dos outros batarangs comuns ele solta um som e dá choquinho!
  • Batclaw - Muito útil para apalpar nádegas remotas ou roubar carteiras sem o conhecimento da vítima.
  • Chantilly de Tutti-Frutti - Uma gosma que é convenientemente explosiva.
  • Cryptographic Sequencer - Acessório de nome impronunciável que permite você violar qualquer sistema de segurança, já que sempre tem imbecis que colocam a senha de "dinossauro" em um museu de dinossauros.
  • Teaser - Um útil acessório ideal para fritar a bunda de bandidos.
  • Jammer - Um instrumento odioso com a voz gravada de uma Testemunha de Jeová que desabilita as armas e equipamentos eletrônicos do inimigo, dando-lhes folhetos.

Recepção[editar]

Os dois primeiros jogos da franquia foram aceitos como melhores jogos de todos os tempos, pois fã nerd de Bátimã é assim, sempre empolgado com seu super-herói favorito, embora ambos jogos não ofereçam nada de mais, apenas a opção de facilmente quebrar a cara de capangas e ferir todos os direitos humanos possíveis.

No terceiro jogo da franquia, a Rocksteady Studios decidiu evitar a fadiga e não o produziu, deixando o Batman: Arkham Origins uma grande porcaria e fracasso de vendas.

Para a nova geração lançaram o Batman: Arkham Knight, com a promessa de ser um Arkhan City expandido e inteiramente inspirado no clássico Batman: Feira de Fruta de Arkhan. De fato a feira da fruta está no jogo, e os tarados também, porém o jogo tem mais glitch e bug do que jogo em si, sendo mais um fracasso pra franquia.

Como nerd compram qualquer porcaria do Bátimã, foi lançado ainda caça-níqueis da franquia para para celular, os jogos de Batman: Arkham Hospital, Batman: Arkham Farmacy e o clássico Batman: Arkham Boteco.

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Batman Arkhan logo.png
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O incompreensível mundo do Universo D.C.