Barra fixa

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Barra fixa é um dos exclusivos instrumentos masculinos da ginástica artística, originalmente apenas um instrumento de malhação, mas atualmente vítima de um bando de malucos praticantes de calistenia que ficam fazendo firulas na barra só faltando enfiá-la no cu, prática esta que foi adotada como esporte olímpico valendo medalha de ouro e tudo mais.

História[editar]

A esquerda um homem normal pratica a barra fixa como um homem normal. A direita um homossexual pratica a barra fixa soltando a franga. Por algum motivo só o da direita compete em olimpíadas.

A barra fixa foi inicialmente inventada por marombeiros que visavam humilhar nerds e impressionar umas cocotinhas. Estes marombeiros instalaram na beira de praias várias barras suspensas de aço as quais usariam para enfiar no cu malhar os bíceps e se mostrar para os outros, humilhando nerds fracotes, gordos sedentários e conquistando todas gatinhas. Até então estava tudo bem, mas os nerds por possuírem cérebro tramaram um grande plano maligno e através da introdução do marxismo cultural na sociedade convenceram a todos gays que eles também poderiam ser marombados e não apenas um bando de florzinhas frágeis. Quando uma horda de gayzões tomou conta das barras fixas, surgiu algo chamado calistenia, que é a prática de viadices em locais onde deveria ser praticado malhação séria. Tal viadagem chamou a atenção da FIG, que decidiu incluir aquela prática nova como uma modalidade de ginástica nos jogos olímpicos.

Com o passar dos anos a barra fixa da ginástica foi se tornando mais elástica para simular o pau broxa dos atletas que continuavam a macular a prática da malhação nas barras, e vários viadões renomados criaram movimentos únicos que se tornaram depois clássicos e obrigatórios, como foi o caso de Alberto Braguilha e Trojan Deltchev.

Aparelho[editar]

A barra fixa normal é apenas um pedação cilíndrico de metal como um pênis duro e grosso, mas a barra da ginástica é algo mais molenga feito de fibra sintética de vidro e madeira como um pênis de velho broxado. Tal barra sustenta-se 5,80 metros do chão, coibindo que baixinhos pratiquem o esporte, uma altura ideal para que todos na plateia torçam para que os ginastas caiam de lá sem que necessariamente morram tornando assim a competição mais emocionante. A barra é sustentada por duas barras verticais, essas sim feitas de metal e bem firmes, e são soldadas ao chão para evitar que pessoas as usem como arma branca.

Execução e regras[editar]

A prática da barra fixa é tão frescurenta que os atletas são permitidos usarem proteção de mão para evitar que se formem nelas calos e assim continuem com a mãozinha de veludo. Cada atleta então deve subir nessa barra e ficar girando que nem um louco retardado para depois juízes darem uma nota qualquer baseado em porra nenhuma.

Uma boa execução é aquela em que o atleta não para de rebolar por nenhum segundo, larga acrobaticamente e encerra com muitas piruetas, além de passar os minutos todos girando feito retardado no instrumento. Tudo sem cair de boca no chão.

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