Barbearia

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Fachada de uma barbearia tradicional em Lisboa, Portugal (Foto: Seu Maneco)

Barbearia é o salão de beleza pra macho, um comércio geralmente comandado por um brutamontes barbudo com cara de bêbado, aonde você entra, senta em uma cadeira e pede pro cara o tradicional corte do "corta na frente e pica atrás".

Tipos[editar]

Existem vários tipos de barbearia, para atender os mais variados públicos. Nos primórdios, quando os homens ainda eram homens, existiam apenas as barbearias/açougues, nas quais os barbeiros eram velhos de 70 anos com Parkinson, que passavam a navalha fazendo em seus clientes aqueles cortes de índio, em formato de tigela. As paredes dessas barbearias eram cheias de pôsteres de mulher pelada e calendários obsoletos. O corte tinha o preço único de 10 conto, com o pagamento podendo ser feito apenas a vista, em dinheiro vivo.

Nos dias atuais de hoje, com as mulheres cada vez mais enjoadas e com os homens ficando cada vez mais frescurentos e aviadados, criou-se a necessidade dos barbeiros inovarem, oferecendo em seus estabelecimentos cervejinha gourmet (geralmente Heineken ou alguma outra importada), fliperama, mesa de sinuca e um ambiente cheio de artefatos alternativos para passar uma sensação de descolamento para seus clientes. Na prática, eles fazem a mesma coisa que os velhos com Parkinson faziam, com a diferença de que eles não são machos o suficiente para saberem como se usa navalhas, então ficam apenas na maquininha e na tesoura mesmo, fazendo sempre aquele mesmo corte, do "undercut com as laterais raspadas e a parte de cima mais alta". O preço cobrado varia entre 25 e 50 conto, e o pagamento pode ser feito por cartão, pois os caras tem aquelas maquininhas amarelas que sempre bugam.

Conversas de barbearia[editar]

O corte mais pedido em barbearias gourmet.

Em qualquer barbearia, o assunto das conversas é o de sempre: mulher, cerveja, carro, moto, futebol, MMA, filme de ação, Chuck Norris, além de barba e penteado (duh).

Cortes[editar]

Antigamente, apenas 2 cortes eram feitos nas barbearias, ou os caras faziam o corte de índio, ou raspavam tudo. Quem fosse boiola demais para aceitar estes cortes masculinos, que fosse cortar o cabelo com os viados dos cabeleireiros.

Atualmente, vários cortes podem ser feitos, porém o que predomina é o "Corte Pidgeotto", onde o barbeiro raspa as laterais do cabelo de seu cliente e nem mexe no meio, deixando o serviço pela metade, não utilizando a tesoura. Todos os héteros topzera que usam sapatênis e vão em shows sertanejos já experimentaram pelo menos uma vez este corte feito pelo barbeiro preferido.