Bahávia

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Quevedo25on.gif Este artigo trata de coisas que nón eczisten!

Este artigo trata de algum mito, lenda, conto, história de pescador ou desculpa esfarrapada. Tome cuidado, pois você pode espirrar e ter sua alma levada pelo capeta caso alguém não fale saúde.

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Google sobre Bahávia

Cquote1.png No meu país, a Bahávia... Cquote2.png
Meena Paroom sobre Bahávia

Cquote1.png Se não provar uma Lechbar,nunca vai conhecer uma Snichbar Cquote2.png
Meena Paroom sobre o lema bahaviano

Cquote1.png Meena,você deve ouvir Ikbob, o tocador de flauta nasal Cquote2.png
Embaixador Paroom sobre Ickbob

Bahaviázi Respublicasi/Бахавязи Республикаси
República Invisível da Bahávia
Bahávia
Bandeira da Bahavia
Iaque
Bandeira Brasão
Lema: "Se não provar uma Lechbar,nunca vai conhecer uma Snichbar!"
Hino nacional: Anakiska - tocado por Ikbob, o mestre da flauta nasal

Localização de Bahávia

Capital Astânia
Cidade mais populosa Astânia
Religião oficial Druza
Governo Ditadura Monarca
 - Rei Embaixador Paroom
Heróis Nacionais Meena Paroom
Área  
 - Total 1.700.000 km² km² 
 - Água (%) 10
Analfabetismo
População Depende do humor do Embaixador Paroom 
PIB per Capita 5,000 
IDH 1200 
Moeda Moeda Bahaviana(BV$/БВ$)
Fuso horário CZT+ (Kazakhstan's Zone Time)
Clima Quente (acima de 40º)no Verão, Frio (abaixo de 40º) no Inverno
Website governamental Não tem


Bahávia é um país desenvolvido e rico, somente sendo superada pela gloriosa nação do Cazaquistão, onde faz fronteira com ele que non ecziste, o qual deve toda a sua glória atual.

História[editar]

Como a Bahávia surgiu?[editar]

Tudo começou no Cazaquistão, quando os ancestrais da família Paroom, vinda da Turquia, migraram para lá com ideias de fundar uma província mais gloriosa que aquele país, mas os cazaques descobriram sua tramóia, e a família Paroom foi barrada antes mesmo de entrar lá, mas mesmo assim, resolveram entrarem escondidos numa região deserta daquele árido país (próxima ao Tadjiquistão), e lá acabaram fundando a província da Bahávia(de Bahave/Бахав, que significa barrado), em 1800 e não interessa.

Guerra bahaviana[editar]

Ao contrário do que dizem, a guerra entre a Bahávia e a Dúbinia ocorreu após a Segunda Guerra Mundial, desse modo:
Tudo começou quando a Rússia entrou no socialismo, e obrigou o Cazaquistão a ser paga-pau dela imitá-la, nisso, a Bahávia foi forçada a independer-se, pois ela não gostava (e ainda não gosta) da ideia socialista, nisso, surgiu a Dubínia, uma província tadjique ineczistente que também independeu-se pelo mesmo motivo que a Bahávia.
Quando os russos souberam que havia duas nações capitalistas no meio socialista, seu líder resolveu que ia acabar com eles, mas como ele estava muito cansado de genocídios, teve uma ideia boba(que deu certo), ele envenenou o solo das fronteiras dos dois países, e plantou figos radioativos.
Um bahaviano e um dubiniano passavam e viram os figos, e experimentaram, tendo alucinações, e uma força sobrenatural que permitia fazer o impossível, e quando os presidentes desses países ficaram sabendo dos figos, ambos reinvidicaram para si esses figos e acabaram declarando um a outro uma guerra nuclear entre eles, mas, a Bahávia acabou vencendo e sobrevivendo a essa guerra.

Cultura[editar]

Moda[editar]

Antes, na Bahávia, como alguns países árabes, as mulheres usavam uma burca árabe, mas depois da guerra, as mulheres passaram a usar um lençol de seda enorme, onde só se mostra a cabeça descoberta, e o corpo da mulher é enrolado em todo ele.

Música[editar]

Na Bahávia, um dos exemplos musicais que faz sucesso no mundo inteiro, é o Ikbob, o tocador de flauta nasal, pois ele já esteve até na Casa Branca.
Outro sucesso bahaviano é o cantor Nanoosh e a sua banda, não tão popular quanto Ikbob, essa banda foi a preferida da heroína nacional Meena Paroom, até que Nanoosh a jogou pra escanteio.

Culinária[editar]

A culinária bahaviana é bastante conhecida por aí, uma das principais receitas dela é a Anakiska, um bolinho com grande valor no pais, por que nele, vai figo radioativo, ele foi inventado pela vó da Meena Paroom, no dia da vitória da guerra bahaviana, e até hoje, ele é muito produzido lá.
Foi graças as anakiskas que as bahavianas gostosas surgiram, pois a nação bahaviana começou se empanturrar delas, e como as anakiskas eram radioativas, acabaram provocando essas mulheres, um exemplo claro disso, é da bahaviana Meena Paroom.
Outros pratos bahavianos bem comuns são Lechbares e Snishbares, pois são pratos exclusivamente exóticos da Bahávia, além de ser seu lema.

Iaques[editar]

Uma coisa, também bastante famosa na cultura bahaviana são os iaques, esses animais são uma experiência da Doutora Júlia em viagem àquele país, pois ela queria (e conseguiu) fazer cruzamentos de bois indianos e lhamas bolivianas, e graças a ela, e suas terríveis experiências, os iaques se popularizaram na Bahávia, pois além de estar em seu brasão, eles servem como animais de estimação, transporte, confecção de roupas, mochilas e chapéus idiotas e até mesmo como alimento, onde se aproveita tudo, até os testículos de iaque, pois, graças a Doutora Júlia, não existem bois, vacas, porcos e cavalos.

Imperatriz Bahaviana.

Linguagens[editar]

Na bahavia, fala-se o bahaviano, idioma que mistura árabe, turco, cazaque e boliviano, um idioma de impossível difícil compreensão, pois primeiro,por que ninguém entende, e segundo, é escrito em alfabetos árabe e cirílico.

Crimes[editar]

Existem muitos crimes bahavianos, que os bahavianos adoram fazê-lo propositalmente para mandar estrangeiros a cadeia, como estes:

  • Beijar um bahaviano(a).
  • Olhar nos olhos da mulher de um bahaviano.
  • Tocar num bahaviano sem aviso.
  • Fazer cosquinhas no queixo de um bahaviano.
  • E outros sem sentido...

Quando o criminoso é condenado na Bahávia, ou ele é deportado para algum país próximo, ou ele é deportado através de um portal secreto para um desses lugares:

Curiosidades[editar]

  • Os bahavianos contrariam as leis de sobrivivência,pois conseguem viver em temperaturas acima de 42º e abaixo de -42º.
  • Uma dos lugares muito amigos da Bahávia atualmente são:Cazaquistão, onde eles tem uma bela amizade e o Reino do Cogumelo, pra onde eles mandam a maioria dos deportados.


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Este artigo é proveniente da Gloriosa Nação do Cazaquistão! Ele "fala russo", exporta o melhor potássio do mundo e tem momento sexy com a sogra. Cuidado ao meter seu khramm, pois um judeu pode pegar sua carteira SHENQUIE!

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