BOBOL

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Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de BOBOL no Mundo do Contra:

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Google sobre BOBOL

Típico programador de BOBOL

BOBOL é uma linguagem de programação voltada para bobões. E podemos definir um padrão de pessoas que gostam/utilizam a linguagem, tais como:

  1. Aquele que não sabe programar e gosta de contar vantagem ou descobrir novas soluções que absolutamente todo mundo já pensou e/ou criou.
  2. Aquele que sabe programar em uma linguagem e acha que todas as outras linguagens devem reverenciá-la.
  3. Aquele que programou por cinco segundos e já acredita que domina todo o paranauê.
  4. Aquele que acha que é DBA, mas passa 2 horas com o na mão porque estragou no banco.
  5. Aquele que fala que implementa um componente novo ou que acha que deve ensinar os outros a instanciar novos objetos.
  6. Qualquer pessoa que não saiba pronunciar corretamente a palavra QUERY.
  7. Qualquer pessoa que fala: "Está tudo pronto, falta só testar".
  8. Qualquer pessoa que gosta de refatorações.
  9. Qualquer pessoa que compra um carro mas continua indo para o trabalho de ônibus, pois ficou sem dinheiro para a gasolina.
  10. Qualquer um que votou na Dilma.


História e Características Notáveis[editar]

Como o programador de BOBOL acha que é

A linguagem, que definiremos e explicaremos em outro momento, foi criada pelo matemático, cientista da computação, fazendeiro e futuro dono da rede de drogarias Araújo Luiz Araújo. A linguagem foi desenvolvida durante tardes tenebrosas em que ele não tinha nenhum serviço em seu trabalho, e tinha que ouvir pessoas discutindo sobre problemas de componentes e novas instâncias de objetos. A partir daí ele desenvolveu uma nova linguagem, totalmente orientada a piadas sem graça, para que pessoas não precisassem mais discutir e finalmente poderiam programar como sempre quiseram: com o . É uma linguagem altamente simples, de fácil manutenção. O único ponto negativo é que o código em BOBOL deve ser refatorado em um intervalo regular e aleatório de 2 em 2 meses. Caso contrário, erros intermitentes e em larga escala ocorrerão, geralmente em meados de Junho, e todo o projeto pode explodir como uma bomba alemã de má qualidade.

A linguagem foi considerada a mais utilizada por 2 anos seguidos, conseguindo uma fatia do mercado voltado para aplicações web. Afinal, é a linguagem perfeita para quem gosta de fingir que programa, e principalmente para clientes que fingem que sabem o que querem.

Nos últimos tempos, a linguagem foi incorporada a metodologia Sussa de desenvolvimento de software. Esta metodologia foi desenvolvida e criada por um diretorzão de uma autoescola, que nos momentos livres, tentou se dedicar a parte de análise e desenvolvimento de software. O nome do diretorzão é Luiz, mas como um nome mais sofisticado, todos o chamam de Sherek do asfalto. Afinal, todos na empresa em que ele trabalha como desenvolvedor, so conhece ele por esse nome fantasia e que descreve uma das rotinas mais milagrosas que ele poderia inventar, o OCOPRI. Este foi o primeiro, e único, software desenvolvimento envolvendo os princípios do desenvolvimento S.U.S.S.A - Simple Use of Solutions with Smart Abstraction - aplicados à linguagem BOBOL. Como resultado construi-se um sistema que mostrou o que pode ser alcançado ao empregar a metodologia citada com esta notável linguagem. Conforme medido, o software levou 8 meses apenas para homologar, fora os inúmeros bugs apresentados em produção. Com isso o idealizador desta mesclagem entre S.U.S.S.A - Simple Use of Solutions with Smart Abstraction - e BOBOL, Sr. Sherek, alcançou a gerencia, para que uma nova merda dessa nunca mais seja feita e a empresa fornecedora alcançou um novo contrato de manutenção, para que essa bosta não pare em produção. Resumindo, o Sr. Sherek descobriu uma fórmula de sucesso para todos.

Programadores Notáveis[editar]

Veja Também[editar]