Até Mais, e Obrigado pelos Peixes!

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Até Mais, e Obrigado pelos Peixes! é o quarto livro da trilogia de cinco (???) da série O Guia do Pica das Galáxias, de autoria do escritor, alpinista crossdresser e ex-usuário de crack Douglas Adams.

E por que essa desgraça de título?[editar]

Um golfinho rebolando pouco antes de seguir em direção ao espaço.

Porque, de acordo com os acontecimentos deste livro, aconteceu algo que aí sim nos surpreendeu novamente: os golfinhos sumiram. Desapareceram. Simplesmente isso. A mensagem (que não vou repetir pois ela é o próprio título desse pobre artigo) foi encontrada em um belo aquário vazio, cujos milhares de apenas três exemplares conhecidos foram entregues de presente ao personagem principal, Arthur Dentes, uma mulher e um doido varrido da Califórnia... a respeito do qual, se tivermos sorte, não daremos maiores detalhes.

Além do problema dos golfinhos, que é terciário, há também um problema secundário. Mas ele é tão secundário, que só de lembrar que Arthur está mais secundário que nunca neste livro, ocorre uma "secundárioception" e teríamos de encerrar por aqui, visto que provavelmente deu tela azul na sua cabecinha. Enfim, continuando!

Uma nova cara dá as caras[editar]

Como dito, este livro meio que conta parte da história de Arthur, porém o foco aqui é mais na moça pela qual nosso intrépido bocó demonstra estar interessado. Agora sim: o problema principal é que ela é tão estranha quanto (ou talvez até mais do que) ele. Tão estranha que faria Carrie, a Estranha encolher-se em algum cantinho. Pode-se adicionar a tudo isto uma tempestade, literalmente, de situações inimagináveis que ocorrem para que eles se encontrem; o cara começa descendo duma nave, pega carona no carro do irmão dela, passa um deus da chuva no caminhão ao lado... É, o bagulho é doido mermo! É nois que voa bruxão!

E como assim "deus da chuva"? É simples: pra todo lugar que o cara vai, começa a chover. Isso desde que ele nasceu. Se tornou tão paranoico que chegou a registrar 231 tipos diferentes de chuva em seu diário. Em todos esses anos nessa indústria vital, ele simplesmente caiu na idiotice de nunca chegar a admitir que havia algo errado consigo mesmo, mas sempre se indagou do porquê sua mulher correr pra pegar as roupas no varal toda vez que o via se aproximar...

Pera, e o Ford Prefect? Calma, calma. Já já chegamos a ele. Mas enfim, o importante mesmo é que o personagem principal, desta vez, não é o Arthur, e sim uma mulher feminina. Apesar de não poder mijar em pé, foi um certo detalhe em uma parte do seu corpanzil que, hum, atraiu a atenção do jovem gafanhoto.

Vinte capítulos depois...[editar]

O que ela tinha que atraiu a atenção de Arthur eram só os pés mesmo, que ficavam rentes mas simplesmente não tocavam o chão por algum motivo escuso. Vendo que havia algum potencial na moça, Arthur saiu voando e a ensinou a fazer o mesmo. Algum tempo depois, já estavam trepando na asa de um Boeing 747. Mas para acabar com esse clima de perversão e voltar para a trama, eles resolvem investigar o caso dos golfinhos. Como a pista mais próxima estava na Califórnia e o casal voador atrairia muita atenção se fosse voando literalmente para lá, eles resolvem ir de avião mesmo. Na volta, encontram uma velhinha que havia visto o que fizeram na asa do Boeing da outra vez...

E Arthur reencontra Ford, dois dias após mencionar o nome dele. Incrivelmente, Ford tinha conseguido escapar da conta de um bar que tinha uma diversificada coleção de assassinos, cafetões e executivos de gravadoras e passado algumas noites sem sonhar com T. Eccentrica Gallumbits, a Prostituta de Três Seios de Eroticon VI. Ele estava de saco cheio de ser continuamente acordado com o som de tiros. Vinte capítulos depois, era Arthur quem estava de saco cheio de ser continuamente acordado com o som de tiros, pois havia embarcado na mesma nave que havia trazido Ford.

Arthur e sua pitanguinha viajaram em direção a um lugar desértico que tinha, em letras flamejantes de dez metros de altura, a Mensagem Final de Deus para Sua Criação, um ponto turístico conhecido por aquelas bandas. Com cartões-postais, lembrancinhas, o Marvin todo esculhambado, e tudo o mais.